O dia em que minha tia me ajudou a comer a minha mãe. Ato 4 – A espiada no banho

Um conto erótico de Afonso
Categoria: Heterossexual
Contém 971 palavras
Data: 24/03/2026 12:40:29

A noite caiu rápida depois daquela tarde com tia Irene na sala. Eu mal consegui dormir direito, a mente rodando entre as palavras dela (“da próxima vez participa da conversa”), o decote daqueles peitos enormes quase me sufocando, e a imagem constante da minha mãe — o jeito que ela riu envergonhada quando tia Irene falou de sexo, como se tivesse um lado escondido que eu ainda não conhecia.

***

Horácio apareceu na minha casa no dia seguinte, sexta-feira à noite. Meu pai ainda estava viajando, mamãe tinha saído pra uma aula extra na academia e voltaria só mais tarde. Ficamos no quarto jogando videogame de novo, mas o clima era outro. Depois do que rolou no domingo e da provocação da tia Irene, a conversa entre a gente já não precisava de rodeios.

Estávamos falando baixo sobre nossas mães quando ouvimos a porta da frente se abrir. Mamãe chegou. Pelo som dos passos, ela subiu direto pro andar de cima, provavelmente pra tomar banho — era o ritual dela depois do treino.

Horácio parou o jogo na hora. Olhou pra mim com aquele sorriso safado.

— Escuta aí... ela vai tomar banho agora, né?

Eu assenti, sentindo o estômago revirar de nervoso e tesão ao mesmo tempo.

— Já pensou em espiar ela? Tipo, de verdade? — perguntou ele, baixinho.

Meu coração disparou.

— Não... nunca. Isso é loucura, cara. E se ela perceber?

Horácio deu de ombros.

— Tem aquele basculante no banheiro principal. A janela fica alta, mas se a gente subir no balcão da lavanderia do lado de fora, dá pra ver tudo. Eu já fiz isso na minha casa com a minha mãe uma vez. Ela tava se ensaboando toda, peitos balançando... caralho, quase gozei só de olhar.

Eu hesitei. Meu pau já estava começando a endurecer só de imaginar. Mas a culpa batia forte.

— Não sei, véi... é errado pra caralho.

Ele se aproximou, colocou a mão no meu ombro.

— Errado é você ficar se punhetando todo dia pensando nela e nunca ver de perto. Vai ser só uma olhada. Cinco minutos. Se ela perceber, a gente corre. Mas aposto que ela nem imagina.

Eu respirei fundo. O tesão venceu de novo.

— Tá... mas rápido.

Saímos do quarto na ponta dos pés. O banheiro principal ficava no corredor do andar de cima, e ao lado dele tinha uma lavanderia pequena com uma janela alta. Horácio subiu primeiro no balcão de cimento, esticou o pescoço e abriu o basculante devagar, só uma fresta. O vapor quente já saía, misturado com o cheiro de sabonete e aquele hidratante de frutas vermelhas que me deixava louco.

Ele me fez sinal pra subir. Eu subi ao lado dele, coração na boca. A visão era perfeita: o box de vidro transparente, levemente embaçado pelo vapor, mas dava pra ver tudo.

Mamãe estava lá dentro, nua, de costas pra gente no começo. A água escorria pelas costas lisas, pelas curvas da cintura fina, descendo pela bunda redonda e firme. Ela passava as mãos ensaboadas nas coxas, subindo devagar, depois nas nádegas, apertando de leve como se massageasse. O sabão fazia espuma branca escorrer entre as pernas, destacando a pele branca e macia.

Ela se virou de lado. Os seios médios apareceram de perfil — firmes, mamilos rosados endurecidos pelo contraste da água quente. A barriga lisa, a linha fina do umbigo, e mais abaixo... a buceta depilada, lábios inchados pelo calor, brilhando com a água. Ela passou a mão ali devagar, lavando com cuidado, os dedos deslizando entre as dobras. Um gemidinho baixo escapou dela — quase inaudível, mas eu ouvi. Meu pau latejou forte contra a calça.

Horácio sussurrou no meu ouvido:

— Olha isso... ela tá se tocando de leve. Aposto que tá pensando em alguém.

Eu não respondi. Não conseguia. Meus olhos grudados nela. Mamãe virou de frente pro box, ergueu os braços pra lavar o cabelo curto. Os seios subiram, firmes, gotas d’água pingando dos mamilos. Ela fechou os olhos, deixou a água bater no rosto, na boca entreaberta. Parecia... entregue. Como se estivesse curtindo cada toque.

Horácio já tinha baixado a calça e estava se masturbando devagar ao meu lado. Eu fiz o mesmo. Meu pau saiu duro, babando, e comecei a me punhetar no mesmo ritmo lento que ela se lavava.

— Imagina meter nessa buceta agora... molhada, quente... ela gemendo teu nome — ele murmurou.

Eu imaginei. Imaginei abrindo a porta do box, entrando atrás dela, colando meu corpo no dela, o pau roçando na bunda ensaboada. Ela se virando, surpresa, mas não parando — abrindo as pernas, guiando minha mão pra lá. “Toca na mamãe, Fonsinho... me faz gozar...”

Mamãe virou de costas de novo, empinando a bunda pro chuveiro. A água escorreu pela divisão das nádegas, pingando no chão. Ela passou as mãos ali atrás, abrindo de leve, como se quisesse sentir melhor o jato. Eu acelerei a punheta. Horácio também.

— Vai gozar olhando pra bunda dela? — ele provocou.

— Sim... porra...

Ela desligou o chuveiro de repente. Nós dois congelamos. Ela pegou a toalha, começou a se secar devagar — primeiro os seios, apertando-os na toalha, depois a barriga, as coxas. Quando passou a toalha entre as pernas, deu um suspiro longo, quase um gemido.

Nós descemos do balcão rápido, coração na garganta, voltamos pro quarto correndo. Tranquei a porta. Horácio caiu na cama rindo baixo.

— Caralho, véi... aquilo foi insano. Você viu? Ela quase se masturbou ali.

Eu deitei do lado dele, ainda duro, a respiração pesada.

— Eu vi. E agora... agora eu não consigo mais só imaginar.

Horácio sorriu.

— Pois é. A gente tá perto, Afonso. Muito perto. A minha mãe vive me provocando, a sua tá se tocando no banho... cedo ou tarde isso explode.

Eu fechei os olhos, a imagem dela nua ainda queimando na mente. Sabia que ele tinha razão.

E pela primeira vez, a culpa estava menor que o desejo.

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