Após ouvir essa frase, os meus pensamentos sexuais se afastaram e eu disfarcei a minha ereção com a camisa de frio que estava carregando.
Logo paramos no estacionamento e descemos do carro. Apesar do assunto já ter fluído para o filme que iríamos assistir, os meus pensamentos voltaram ao sexo. Tentei, de toda forma, imaginar como seria o pau daquele cara.
Entramos no cinema, pegamos a pipoca e o refrigerante e logo depois partimos rumo a fila para entrar na sessão. Logo a funcionária da rede de cinema pediu os ingressos. Então eu abri o app no meu celular e aguardei a validação. Tudo certo. Entramos na sala do cinema.
A sessão estava MUITO vazia. Sabe aqueles filmes que, pelo título, você imagine que é ruim e que quase ninguém quer assistir? Era o caso desse. O filme se chama "O macaco" e é um trash horror (literalmente um LIXO). Padrão estadunidense de fazer filme.
Aproveitando que a sessão estava mais vazia, ocupamos cadeiras no meio da sala. Ficamos mais centralizados.
Atrás de nós haviam provavelmente umas 4 pessoas. 1 casal (na última fileira e me pergunto o porque) e 2 pessoas sentadas sozinhas em lados opostos.
Na parte da frente, havia somente 1 casal. Eram pessoas de mais idade.
Logo começou a passar na tela as propragandas e trailers de outros filmes. E foi assim por uns 15 minutos.
Enquanto passavam os trailers, conversei com J.P. sobre os filmes que iram ser lançados e quais as minhas expectativas para os mais famosos lançamentos que viriam. Ficamos nisso até o filme começar.
Quando o filme começou, aproveitando que não haviam pessoas precisamente na fileira da frente da que estávamos, J.P. esticou as pernas no banco da frente e disse:
- Nessa posição eu fico mais confortável.
Somente acenei com a cabeça e tentei focar no filme. MAS LOGO OS MEUS PENSAMENTOS VOLTARAM PARA J.P. Vendo ele alí, do meu lado, com as pernas abertas e todo relaxado, imaginei (novamente) como seria ficar no meio daquelas pernas e engolir o pau dele.
Fiquei imaginando mil coisas com ele durante todo o filme. Fiquei olhando de canto de olho para as pernas e abertura da calça jeans do J.P. O volume não era algo chamativo, mas mesmo assim despertava alguns sentimentos em mim.
As vezes, para fingir que estava focado no filme, forçava umas risadas e fazia alguns comentários com J.P. sobre as cenas caricatas do filme.
Durante alguns momentos, assim como todo homem (e eu falo isso porque sou um e faço isso), J.P. deu uma apertada no pau, por cima da calça.
Nessa hora agradeci que havia, em cima das minhas pernas e na altura do meu pau, minha camisa de frio. MEU PAU ESTAVA ESTRALANDO DE DURO. PULSANDO DENTRO DA MINHA CUECA POR CONTA DA PEGADA QUE J.P. DEU DESPRETENSIOSAMENTE NO PAU. MEU CÉREBRO SÓ PENSAVA NAQUILO: EU PRECISAVA SABER COMO ERA AQUELE PAU.
Depois de quase 2 horas nesse sofrimento, o filme acabou. GRAÇAS A DEUS. Ainda ficamos alguns minutos ainda na sessão comentando sobre o filme. Ambos odiaram.
Depois, voltamos para o carro para ir pra casa. O cinema não é tão perto de casa e teríamos que levantar cedo no outro dia para ir ao trabalho.
Inicialmente, o assunto na volta pra casa era a vida. J.P. me falava sobre as suas frustrações, de como a visão que sua mãe tinha sobre ele o afetava. Falou sobre casamento. Trabalho. Falou sobre quase tudo.
Depois de um tempo, passamos a falar sobre o cansaço de rodar como motorista de aplicativo.
- Deve ser chato passar o dia rodando e ainda ter que lidar com gente inconveniente. (Falei isso justamente na intenção de voltar ao assunto ofertas de passageiros).
- É. Tem gente de todo o tipo. Gente educada. Gente cheirosa. Gente rude. Gente bonita. Gente feia. (Disse J.P.)
- E gente safada? Já teve que lidar com passageiros assim? Questionei.
- Olha... normalmente, homem sim. Na maioria dos casos, ouvi algumas coisas de homem. Mulher é calada. Mulher normalmente é mais educada. Mas já dirigi para um casal que, se eu não tivesse cortado, teriam trepado no banco de trás do meu carro.
Foi J.P. falar isso que imaginei a cena.
- E como você reagiu? O que você disse? Questionei.
- Fiquei com um nervosismo muito grande. Acho que eles pensavam que, por eu estar focado na direção, não conseguia ouvir nem prestar atenção no que acontecia no banco de trás.
J.P. continuou: "Eles estavam um pouco bêbados. Não de passar mal... mas de querer fazer as coisas sem medo. Ela estava sentada no meio e dava pra ver a mão dela alisando o pau do marido por cima da calça. E ele estava com a mão na coxa dela... e ficava subindo e descendo. Ela estava de vestido e eu tenho certeza que a bucetinha dela estava molhada, porque ela estava dando uns gemidos baixinho."
- Nossa. Deve estava muito bom. Por que você não pediu pra participar? Questionei enquanto ria.
- Parece que estava muito bom. E não vou mentir pra você A.C., eu queria muito ser aquele homem naquele momento. A mulher era muito gostosa e tenho certeza que ela libera tudo pra ele. (Disse J.P.).
- Como assim libera tudo? Questionei novamente.
- Ué. Falo da bucetinha e do cuzinho. Ela tem jeito de mulher safada que faz de tudo pra agradar o marido. Tudo que eu precisava... ao menos por uma noite.
Quando J.P. falou isso, fiquei um pouco receoso de questionar sobre a vida sexual dele com a minha tia. Acho que ele percebeu que fiquei meio sem graça e disse:
- A.C., sei que você não gosta que eu fale algo sobre sua tia. Eu amo ela. Mas ela é difícil. Tem uns 4 dias que não dou umazinha com ela. E assim, ela não curte mamar nem liberar o cuzinho. Eu durmo na vontade e acordo na vontade. É tenso.
- Imagino que não seja fácil. Ao mesmo tempo que entendo ela, por conta da rotina exaustiva de trabalho, entendo você também. Transar é tão bom. Ainda mais quando você gosta da pessoa. (Falei.)
- É. Bem que você podia dar essas dicas para a sua tia - Disse J.P. enquanto ria alto.
- Acho que seria desconfortável falar isso. A intimidade é de vocês. Mas fico triste por você. Anda por aí com a mamadeira bem cheia e não tem ninguém pra mamar.
Terminei de falar isso e senti um nervosismo muito grande tomar conta do meu corpo. Sabe aquela sensação de que "falou demais agora". Senti como se eu tivesse me oferecendo pra ele. Me senti um pouco mal (mas meu pau não abaixava de jeito algum). Fiquei bem nervoso. Mas felizmente, J.P. não entendeu como uma investida minha e logo continou a falar.
"Pior que é verdade o que tu falou. Já recebi algumas propostas para ser mamado dentro do carro e até pra subir no apartamento de passageiros... mas recusei todas. Tenho medo. Fora que, quando falam em pagar pela mamada, nunca falam um valor considerável. É sempre muito pouco. E eu me valorizo."
Rimos muito dessa declaração. Então eu disse:
- Ah, mas assim. Pensa pelo lado positivo: ao menos a pessoa tem alguma quantia pra te pagar. Mesmo que o valor não seja alto, você já tem uma recompensa. Uma não. Duas. Você goza e ainda fatura.
- Verdade. Nunca tinha pensado por esse lado. (Disse J.P.)
- E outra, você tem que agradecer, porque se fosse eu no lugar dos passageiros, só ia pedir pra mamar, porque não tenho dinheiro pra nada. (Continuei).
J.P. riu da minha fala e disse:
''Se a sua oferta fosse hoje provavelmente eu aceitaria. Até porque você já pagou o cinema e a pipoca. Não iria querer mais dinheiro seu... hahahaha".
NESSA HORA EU SENTI QUE MEU CORAÇÃO IRIA SAIR PELA BOCA. MEU CORAÇÃO ESTAVA BATENDO MUITO RÁPIDO. COMECEI A IMAGINAR SE ELE ESTAVA FALANDO SÉRIO OU APENAS LEVANDO NA ESPORTIVA. QUAL A INTENÇÃO DAS FALAS DE J.P.? Todo tipo de questionamento eu tive. Ficava muito nervoso só de imaginar a possibilidade de J.P. me botar pra mamar. Ficava muito triste pensando na minha tia. Fiquei muito excitado refletindo sobre o momento.
Na tentativa de não deixar o assunto morrer, eu disse:
- É. Mas se fosse comigo, iria exigir que você fosse muito safado enquanto ganhava a mamada.
- Como assim? Questionou J.P.
- Ah... teria que gemer. Foder minha boca, imaginando ser uma bucetinha ou um cuzinho. Alisar meu cabelo. Passar o mão na minha bunda. Queria o serviço completo.
- Isso é tudo que eu queria que sua tia fosse. Safada. Viciada em mamar. Viciada em dar o cuzinho pra mim. Gosto de meter com vontade. Gosto de fazer de putinha na cama. (Falou J.P.)
FOI ELE DIZER ISSO QUE MEU PAU, QUE JÁ ESTAVA MUITO DURO, COMEÇOU A BABAR. NÃO VOU MENTIR PRA VOCÊS... O MEU CUZINHO PISCOU MUITO. COMECEI A IMAGINAR EU SENDO A PUTINHA DE J.P.
FELIZMENTE J.P. TAMBÉM ESTAVA ANIMADO COM O ASSUNTO. Reparei um volume bem maior em sua calça. Já me imaginei abrindo aquele zíper e engolindo a pica dele todinha.
(Irei terminar o conto em uma 3° parte. Volto logo).