Oi gente..
Algumas histórias nascem de um erro. Outras nascem de um desejo que sempre esteve ali, escondido atrás de olhares carinhosos, abraços que duravam um segundo a mais, e noites em que o silêncio da casa parecia gritar por algo mais. A nossa começou com uma mensagem que não era para mim.
Eram quase onze e meia da noite de uma quinta-feira comum. Eu estava deitado na minha cama, quarto escuro, só a luz azulada do celular iluminando meu rosto. Tinha acabado de responder uns e-mails do trabalho quando o WhatsApp vibrou algumas vezes seguidas.
“Mamãe” apareceu na tela.
Abri sem pensar muito. Ela costumava mandar boa-noite ou perguntar se eu já tinha jantado.
Mas não era texto.
A primeira foto carregou devagar, como se o destino quisesse me dar tempo de processar.
Regina estava de pé em frente ao espelho do banheiro dela, luz quente do abajur dourado deixando sua pele com um tom de mel. Vestia só uma calcinha preta de renda fina, bem pequena, que mal cobria a frente. Os seios médios, firmes para os 46 anos, estavam nus, mamilos escuros e arrepiados. Uma das mãos segurava o celular, a outra descansava na cintura, realçando a curva suave da barriga que ela tanto cuidava com aqueles cremes caros que cheiravam a baunilha e jasmim.
A legenda da foto:
“Olha como fiquei hoje pra você, amor… quer que eu tire mais?”
Meu coração deu um salto tão forte que senti na garganta.
A segunda foto chegou logo depois. Agora ela estava de quatro na cama, olhando pra traz por cima do ombro com aquele sorriso vaidoso e safado que eu conhecia tão bem. A calcinha abaixada até o meio das coxas, mostrando a bunda redonda, macia, bem cuidada. Entre as pernas, a bucetinha completamente raspada, os lábios inchados e brilhando. Dava para ver o quanto ela estava molhadinha.
Ai veio mais uma, deitada de costas, as pernas abertas, com dois dedos abrindo os lábios rosados, mostrando o interior rosinha e molhado.
A legenda:
“Estou tão molhadinha pensando em você me comendo hoje…”
Eu fiquei paralisado. O pau endureceu instantaneamente dentro da minha cueca, latejando forte.
Era minha mãe. Regina. A mulher que me criou sozinha desde os meus 19 anos, depois que o pai foi embora. A mesma que me abraçava todo dia quando eu chegava do trabalho, que fazia cafuné enquanto assistíamos série, que dormia às vezes encostada no meu ombro no sofá.
E agora eu estava olhando para a buceta dela, aberta, molhadinha, brilhando pra mim?
Não. Não era para mim. O nome. O nome era o mesmo. Ela tinha um peguete chamado Daniel. Eu descobri isso por acaso, meses atrás, quando vi uma mensagem rápida no celular dela enquanto ela tomava banho. Nunca comentei. Respeitei. Mas agora… agora tudo estava na minha tela.
Antes que eu pudesse decidir o que fazer, uma mensagem de voz chegou. A voz dela, baixa, rouca, cheia de desejo:
Daniel… amor… tô louca pra sentir você dentro de mim hoje. Tô toda molhada, olha (dava pra ouvir o barulhinho molhado dos dedos dela se mexendo) quero que você me foda gostoso, bem devagar e bem forte. Quero gozar no seu pau, tá?
Meu Deus.
Eu estava ofegante. O pau latejava tanto que doía. Apertei ele por cima da cueca, sentindo ele já molhando o tecido.
Então ela mandou mais uma mensagem de texto:
Chegou tudo amor? Me diz se você gostou… tô morrendo de vergonha, mas to com taaanto tesão kkk
Eu não respondi. Não conseguia. Meus dedos tremiam.
Dois minutos depois, ela percebeu o erro. A mensagem chegou tremendo de pânico:
“MEU DEUS DANIEL!!! FILHOOOOO. NÃO ERA PRA VOCÊ!!! EU JURO POR DEUS, FOI SEM QUERER!!! EU TAVA MANDANDO PRO OUTRO DANIEL, AI MEU DEUS QUE VERGONHA, MEU FILHO EU VOU MORRER AQUI AGORA, QUE DROOOOGAAAA….
Em seguida veio uma sequência rápida:
“Apaga tudo pelo amor de Deus”
“Daniel, fala alguma coisa…”
“Filho… por favor não fica bravo comigo”
“Eu tô morrendo de vergonha aqui, tô até tremendo”
Eu respirei fundo. O coração batia na garganta. Mas o tesão não tinha diminuído nem um pouco. Pelo contrário. Ver minha mãe tão vulnerável, tão desejosa, tão… mulher, mexeu comigo de um jeito que eu nunca imaginei.
Entao tomei coragem e comecei a escrever devagar, escolhendo cada palavra:
Calma, mãe. Não apaguei nada. E… eu não estou bravo.
Na verdade… você está linda Mãe. Voce merece ser amada e desejada, esquece que mandou sem querer pra mim r continua ai com teu peguete rsrsrs… ta tudo bem…
O “visto” apareceu imediatamente. Ela leu. Ficou online por quase um minuto inteiro sem digitar nada.
Então veio a mensagem:
“…Você… você viu tudo?”
“Vi, mãe. Todas as fotos. E o áudio também. Relaxa maezinha.”
Outra longa pausa.
“Daniel…Filho eu não sei o que dizer. Eu tô com tanta vergonha que quero sumir. Você deve estar me achando uma vadia velha e desesperada…”
Eu sorri apesar de tudo. Respondi:
Não acho não. Acho que você é uma mulher linda, vaidosa, gostosa pra porra. E… honestamente mãe? Quer saber?
“O que filho?”
Eu fiquei muito excitado olhando.
Dessa vez ela digitou e apagou várias vezes.
Finalmente mandou:
“Você não pode falar essas coisas pra mim, filho… eu sou sua mãe.”
Mas logo depois veio outra:
“…Mas também não consigo parar de tremer de vergonha e… de outra coisa.”
Eu respirei fundo e decidi ser honesto:
Mamãe… você quer que eu apague tudo agora?
Ou… quer que eu te diga exatamente o que senti quando vi aquelas fotos?
Silêncio de quase dois minutos.
Então ela respondeu, a voz baixa em mensagem de áudio. Dava para ouvir que ela estava nervosa, mas também excitada:
“Diz… diz pra mim o que você sentiu, Filho… eu tô aqui no quarto, sozinha.”
Meu pau deu um pulo dentro da cueca.
Comecei a digitar, depois apaguei e gravei áudio também. Queria que ela ouvisse minha voz.
“Mãe quando vi a primeira foto… eu congelei. Você estava tão linda, mãe. Os seios… os mamilos duros. Depois a foto de quatro… a sua bundinha redonda, é perfeita. E quando você abriu a buceta pra câmera… caralho, dona Regina… eu nunca vi nada tão molhado e tão bonito. Fiquei duro na hora. Tive que apertar o pau pra não gozar só de olhar. E o áudio… ouvir você gemendo meu nome, mesmo que nao fosse eu realmente, pedindo pra te foder… foi demais. Eu sei que é errado mae, mais eu tô aqui agora, de pau duro, pensando em você.”
Ela ouviu o áudio inteiro.
Depois veio a resposta dela, voz trêmula, quase um sussurro:
“Meu Deus, Daniel… você não pode falar assim com a sua mãe… isso é pecado, sei lá… mais é errado filho.
Droga, mas… eu tô aqui toda arrepiada. Minha…buceta tá pulsando agora. Eu tô tocando ela bem devagar enquanto te ouço… Isso é tão errado… mas tá tão gostoso ouvir você dizendo que me achou gostosa.
Eu fechei os olhos, apertando o pau com mais força.
… me deixa ver você de novo? Agora? Que tal uma chamada de video?
Outra longa pausa.
Então ela mandou:
“Se eu fizer isso… não tem mais volta, filho. A gente vai atravessar uma linha que não dá pra apagar.”
Eu respondi sem hesitar:
“Eu sei mae. E eu quero atravessar com você.
Me mostra, mamãe. Por favor.
Ela ficou offline por quase cinco minutos. Eu quase morri de ansiedade.
Quando voltou, era uma chamada de vídeo.
Eu aceitei.
A imagem abriu. Minha mae estava sentada na cama, encostada na cabeceira, luz suave do abajur. Os cabelos castanhos soltos caindo sobre os ombros. Ela ainda estava só de calcinha, mas agora os seios estavam cobertos por um braço, tímida. O rosto vermelho, olhos brilhando de vergonha e desejo.
“Oi, meu filho…” a voz dela saiu baixa, carinhosa e ao mesmo tempo safada. “Não acredito que tô fazendo isso.”
“Você é ainda mais linda ao vivo, mãe. Tira o braço… me deixa ver você inteira.”
Ela mordeu o lábio inferior. Devagar, quase tremendo, tirou o braço. Os seios ficaram livres, mamilos duros como pedrinhas. Ela respirou fundo, fazendo eles subirem e descerem.
“Assim?” perguntou, voz rouca.
“Assim. Perfeita. Agora abre as pernas pra mim, bem devagar.”
Ela obedeceu. Abriu as coxas macias, a calcinha preta ainda no lugar, mas já com uma mancha de umidade no meio. Com os dedos trêmulos, puxou a calcinha pra o lado, revelando a bucetinha raspadinha, inchada, brilhando.
Olha o que você fez comigo, Daniel. Tô encharcada desde que você disse que ficou duro olhando minhas fotos.
Filho, deixa eu ver voce tambem. ?
Eu tirei a camisa e mostrei o peito. Depois desci a câmera devagar até a cueca, deixando ela ver o volume enorme, a cabeça do pau já saindo pela cintura. Depois desci a cueca e joguei longe… deixando meu pau bem duro e exposto pra ela ver o pau do filho dela.
Minha Mãe soltou um gemidinho baixinho, quase um miado.
“ hummmm… Meu Deus… que pau lindo, filho. Tão grosso… tão grande. Eu não deveria estar olhando isso… mas não consigo.”
“Quer ver eu mexer pra você?” perguntei.
Ela assentiu, olhos vidrados.
“Quero… mexe bem devagar pra mamãe ver.”
Comecei a bater punheta devagar, mostrando cada detalhe. Ela abriu mais as pernas, foi com dois dedos deslizando entre os lábios molhados, circulando o clitóris inchado.
“Daniel… filho… isso é tão errado… mas eu tô amando. Tô amando ver meu filho tocando esse pau gostoso pra mim.”
Nossos olhos se encontraram pela câmera. Havia desejo, sim. Mas também havia carinho. Cumplicidade. Amor misturado com luxúria de um jeito que eu nunca senti na vida.
“Mamãe… eu queria te beijar agora. te abraçar pelado. sentir seu cheiro de mulher, sentir sua pele macia contra a minha.”
Ela gemeu mais alto, os dedos acelerando.
“Eu também, meu amor… eu também quero. Quero que você me abrace forte, que me beije na boca como um homem de verdade beija uma mulher… e depois que me foda bem gostoso, bem fundo. Gozando no fundo da minha bucetinha com força, me dominando, do jeito que eu mereço filho…
A tensão estava insuportável. O ar entre nós, mesmo pela tela, parecia elétrico.
Então vem pro meu quarto agora, mãe. Sem roupa.
Só com esse sorrisinho que você tá com agora.
Ela Olhou direto pra câmera, com os olhos brilhando.
“Se eu for agora… você vai me comer de verdade, Daniel?”
“Vou, dona Regina. Vou te comer devagar, bem romântico, com muito carinho… e depois bem safado, bem forte, até você gozar gritando meu nome.”
Então espera aí, meu filho. Mamãe já tá indo.
Ela desligou a câmera.
Eu ouvi os passos descalços no corredor segundos depois. O meu coração batia tão forte que parecia que ia sair do peito. A porta do meu quarto se abriu devagar. E lá estava ela.
Regina. Minha mãe. Minha mulher.
Completamente nua, pele brilhando do creme que tinha passado mais cedo, um cheiro bom de baunilha e jasmim invadindo o quarto.
Os seios lindos apontando pra cima, balançando com os movimentos e a respiração acelerada. A bucetinha molhada brilhando escorrendo entre as pernas. O sorriso carinhoso, vaidoso, safado e completamente entregue dela.
Ela fechou a porta atrás de si.
Caminhou até a cama.
E sussurrou, com uma voz tão doce e safada ao mesmo tempo:
“Oi, meu amor… mamãe chegou.”
Continua…