Paulo abriu a porta do apartamento de Renata com a chave que ela mesma havia entregado na garagem, sem que ele precisasse pedir. O gesto já era parte do ritual: ela entregava, ele tomava. O elevador privativo os levou em silêncio até a cobertura. Quando as portas se abriram, ele a guiou pela mão até a sala principal, luzes dimerizadas em tom âmbar quente, aroma de jasmim ainda pairando no ar como um convite silencioso.
— Tire o vestido. Devagar. Deixe cair aos seus pés como a mulher poderosa que você é… e que agora escolhe não ser.
Renata obedeceu, os dedos tremendo de expectativa. O vestido tubinho de lã fria cinza-perolado desceu pelos ombros bronzeados, revelando os seios pequenos-médios firmes e livres, mamilos bicudos já duros como pedras preciosas. O tecido deslizou pela barriga lisa e marcada, pelos quadris largos, pelo bumbum grande e empinado, até formar uma poça luxuosa aos pés dela. Ficou apenas com as meias 7/8 pretas e os saltos altos Louboutin. Aos 49 anos, corpo esculpido por anos de disciplina e procedimentos estéticos, ela se sentia exposta, desejada, inteiramente dele.
Paulo circulou-a devagar, olhos escuros devorando cada centímetro da pele bronzeada, da curva do pescoço até a linha sutil dos músculos abdominais, das coxas grossas e malhadas até os pés bem cuidados. Parou atrás dela, soprou levemente na nuca, fazendo a pele arrepiar em ondas visíveis.
— Mãos atrás da cabeça. Pernas mais abertas. Mostre-me o que agora me pertence.
Ela posicionou-se como ordenada, cotovelos abertos, coxas grossas separadas o suficiente para expor a buceta nua e brilhante de excitação acumulada o dia inteiro.
Paulo abriu a bolsa de couro preta. Tirou primeiro o par de pregadores de metal com borracha macia nas pontas e corrente fina entre eles.
— Olhe para mim, Renata.
Ela ergueu os olhos mel. Ele pegou o mamilo esquerdo entre o polegar e o indicador, rolou devagar, apertou de leve até ela soltar um gemido rouco. Colocou o pregador com precisão cirúrgica — a pressão firme, constante, enviando uma onda de dor aguda que se transformou instantaneamente em prazer quente irradiando pelo peito. Repetiu no direito. A corrente fina balançava entre os seios, cada respiração fazendo os pregadores puxarem levemente, mantendo os mamilos bicudos latejando sem parar.
— Perfeitos. Agora o clitóris.
Ele se ajoelhou à frente dela, separou os lábios inchados e vermelhos com dedos grossos e veados. O clitóris já estava exposto, inchado, pulsante de desejo represado. Colocou o terceiro pregador com cuidado extremo a borracha protegendo a pele sensível, mas a pressão suficiente para fazê-la arquear as costas e soltar um gemido alto, quase um soluço de prazer.
— Quieta. Aguente como a investidora forte que você é… e como a putinha obediente que você escolheu ser.
O vibrador bullet dentro dela, que ele havia mantido ligado no baixo durante o dia, subiu para médio quando ele apertou o controle remoto no bolso. Renata tremeu inteira, coxas grossas contraindo, buceta apertando o bullet ritmicamente ao redor do plug anal ainda acomodado.
Paulo se levantou. Tirou da bolsa cordas de juta macia, cor natural. Começou a amarrá-la com precisão experiente e quase artística, laços decorativos ao redor dos seios, realçando-os e fazendo a corrente dos pregadores puxar ainda mais a cada movimento. Braços presos atrás das costas em uma caixa de braço clássica, ombros abertos, peito empinado. Cordas descendo pela cintura estreita, passando entre as pernas, pressionando os lábios contra o vibrador e o plug, criando uma pressão constante e enlouquecedora.
— De joelhos, minha cadelinha.
A palavra “cadelinha” caiu como um choque elétrico direto no clitóris pregado. Petplay sutil, mas profundo. Renata desceu devagar, joelhos no tapete felpudo, postura ereta apesar das amarras. Ele pegou a coleira de couro vermelho com a plaquinha “Propriedade de Paulo” e colocou-a novamente no pescoço dela, prendendo uma guia curta.
— Cabeça baixa. Olhe para o chão até eu mandar olhar.
Ela obedeceu. Ouviu o zíper da calça dele descendo. O farfalhar do tecido. Quando ele ordenou:
— Olhe.
Renata ergueu os olhos mel.
Pela primeira vez via o pau dele completamente.
Dezenove centímetros de comprimento, grosso como o punho dela, veias salientes e pulsantes ao longo do fuste reto e poderoso, cabeça larga e rosada brilhando de pré-gozo abundante, saco pesado e cheio pendendo abaixo, carregado de desejo. Imponente. Perfeito. Ela lambeu os lábios instintivamente, boca salivando de vontade.
— Abra a boca. Devagar. Com devoção.
Renata abriu. Ele segurou a guia com uma mão, a nuca com a outra. Entrou devagar, deixando-a sentir cada centímetro grosso deslizando pela língua quente. Parou quando a glande encostou no fundo da garganta. Ela relaxou, engoliu ao redor dele, língua pressionando a parte de baixo com carinho, sugando com reverência absoluta.
— Boa cadelinha… chupa com vontade… mostra pro seu dono o quanto você ama servir.
Ela chupou com devoção total: subia e descia a cabeça em ritmo lento e adorador, língua rodopiando na glande sensível, sugando o pré-gozo salgado, descendo até o nariz encostar na virilha dele, garganta apertando em volta da grossura. Saliva escorria pelo queixo, pingando nos seios, mamilos latejando nos pregadores. Paulo gemia baixo, grave, controlado, mão na guia puxando de leve para guiar o ritmo.
— Isso… engole tudo… minha vadia gulosa e poderosa… olha como você fica linda com meu pau na garganta.
Quando sentiu que ele estava perto, ele saiu da boca dela com um gemido rouco.
— De quatro. Empina essa bunda pra mim. Mostra pro seu dono o que ele vai foder.
Renata virou-se, bunda grande e malhada empinada ao máximo, cordas marcando a pele bronzeada, plug anal brilhando, vibrador pulsando. Paulo se posicionou atrás, esfregou a cabeça grossa na entrada molhada, roçando o clitóris pregado de leve, torturando-a.
— Implora. Alto.
— Por favor, Senhor… me fode… me enche com esse pau grande e grosso… me usa como sua propriedade… estou implorando… sou sua cadelinha… por favor…
Ele entrou devagar, centímetro por centímetro delicioso, esticando-a ao limite. Renata gritou baixo, corpo inteiro tremendo quando ele chegou ao fundo. Parou ali, imóvel, deixando-a sentir o peso, a grossura, o pulsar quente dentro dela.
— Você não goza até eu mandar. Entendeu?
— Sim, Senhor…
Ele começou a se mover, estocadas lentas, profundas, cada uma acertando o fundo com precisão, o vibrador pressionado contra o ponto G a cada impulso, o pregador no clitóris puxando deliciosamente. As cordas apertavam a pele, a guia na mão dele puxava levemente para trás, forçando-a a arquear mais as costas. O ritmo aumentou mais forte, mais rápido, a cama batendo contra a parede, sons molhados e obscenos enchendo a sala, gemidos dela altos e descontrolados, grunhidos graves dele.
— Goza. Agora. Goza no pau do seu dono.
O primeiro orgasmo veio como uma explosão violenta. Buceta apertando forte ao redor dele, corpo convulsionando, jorro quente escorrendo pelas coxas, grito rouco ecoando. Ele não parou. Continuou fodendo através do orgasmo, prolongando as contrações com estocadas brutais e precisas.
Segundo orgasmo veio logo em seguida mais intenso, pernas tremendo descontroladamente, visão embaçando. Terceiro, quarto, quinto… orgasmos múltiplos se sobrepondo, um em cima do outro, sem pausa. Renata perdia a conta, corpo inteiro convulsionando, buceta contraindo em espasmos intermináveis, jorrando tanto que molhava o pau dele, as coxas, o tapete.
Paulo acelerou ao máximo, estocadas curtas e profundas, mãos grandes marcando os quadris dela.
— Goza comigo… agora… goza forte, sua cadela devota…
Renata gritou alto, corpo arqueando violentamente. O último orgasmo a atravessou como um raio devastador prazer tão intenso que virou sobrecarga. Buceta apertando em espasmos intermináveis, visão escurecendo, respiração falhando. Ela gozou tanto, tanto, que o mundo sumiu.
Desmaiou corpo mole, suado, saciado além do limite, caindo para frente no sofá, ainda preso pelas cordas, pregadores e vibrador pulsando baixo.
Paulo saiu devagar, com extremo cuidado. Desligou o vibrador. Removeu o pregador do clitóris primeiro, massageando suavemente para aliviar a sensibilidade. Depois os dos mamilos. Desamarrou as cordas com precisão, massageando as marcas vermelhas na pele bronzeada. Tirou o plug anal com delicadeza. Deitou-a de lado no sofá, cobriu com o lençol macio.
Sentou na beira, mão grande acariciando o cabelo ondulado dela enquanto ela voltava lentamente à consciência. Quando os olhos mel se abriram, vidrados, exaustos, completamente satisfeitos, ele se inclinou e beijou a testa dela com ternura inesperada.
— Boa garota. Você foi perfeita.
Renata sorriu fraco, voz rouca e feliz.
— Senhor…
Ele a puxou contra o peito largo, braços envolvendo-a protetores e possessivos.
— Durma agora.
Ela fechou os olhos, corpo mole de prazer absoluto, mente vazia de qualquer decisão.
Pela primeira vez, completamente entregue.