Minha Mãe Professora se Tornou uma Puta Parte 12 - Mamãe apareceu bêbada novamente e aconteceu

Um conto erótico de ThomasCelt
Categoria: Heterossexual
Contém 7301 palavras
Data: 24/03/2026 02:11:26
Assuntos: Heterossexual

Quarta-feira amanheceu quente e abafada. O relógio marcava 5:10 quando abri os olhos, o corpo ainda pesado da noite quase sem dormir. O cheiro de vômito seco e álcool tinha quase sumido do corredor, mas ainda estava grudado na minha memória como uma mancha que não saía.

Levantei e fui até a cozinha preparar o café, como sempre. Estava colocando a água pra ferver quando ouvi o barulho da porta do quarto dela se abrindo.

Minha mãe apareceu no corredor caminhando devagar, descalça, ainda sonolenta. Estava usando apenas uma camisola fina de algodão branca, curta demais, que mal cobria a metade superior das coxas, deixando as duas poupas da bunda de fora. O tecido era leve e colava no corpo por causa do suor da noite. Os seios pesados balançavam livres por baixo, mamilos escuros marcando claramente o pano. A barra da camisola subia a cada passo, revelando a curva inferior da bunda enorme e redonda. O cabelo loiro estava bagunçado, caindo desordenado sobre um ombro, e havia marcas roxas ainda visíveis no pescoço e no colo, mesmo que mais fracas.

Ela parou na entrada da cozinha, esfregou os olhos com as costas da mão e deu um sorriso preguiçoso, voz rouca de sono e resquícios de ressaca:

— Bom dia, filho…

A camisola subiu um pouco mais quando ela se esticou pra pegar uma xícara no armário alto. A bunda ficou quase toda exposta por um segundo — redonda, firme, com a marca clara da calcinha que ela tinha tirado durante a noite. Ela nem pareceu notar.

— Bom dia — respondi, tentando manter a voz normal.

Ela se virou, apoiou a lombar na bancada e cruzou os braços por baixo dos seios, fazendo eles subirem ainda mais. Os chupões no colo ficaram bem visíveis sob a luz da manhã.

— Que dia hoje ? — perguntou, bocejando.

— Quarta. Você tem que repor a aula da química no pré-vestibular hoje? Eu tenho educação física.

Ela fez uma careta leve, mas assentiu.

— Sim… a coordenaradora exigiu que a reposição fosse hoje. Merda.

Enquanto o café passava, ficamos ali na cozinha. Eu de short de educação física — um short preto de nylon bem curto e folgado, daqueles que a gente usa pra correr e que deixava minhas coxas à mostra. Ela continuava encostada na bancada, pernas cruzadas, a camisola subindo devagar até quase mostrar a virilha. O cheiro dela ainda estava ali: um resto doce de perfume misturado com o cheiro natural de pele e um fundo quase imperceptível de maconha e álcool da noite anterior.

Enquanto tomávamos café, meus pensamentos não paravam de girar.

Ontem à noite… as mensagens. Ela recusando primeiro. Depois cedendo. “Sigilo total”. “Foi bom. Obrigada.” A imagem dela marcando de ir pra casa do tio do Caio, sabendo que ia ter álcool, maconha e “coisas mais pesadas”. Imaginando ela no meio daqueles três ,Caio magro, negro, cara de chapado, olhos vermelhos, corpo ossudo; Rafael e Davi , rindo, passando o baseado, servindo vodka, mãos magras e escuras apertando aquela bunda enorme que agora estava quase exposta na minha frente. Ela gemendo, pedindo mais, deixando marcar. Deixando usar.

Senti o pau endurecer dentro do short folgado. Tive que cruzar as pernas pra disfarçar. O ciúme queimava no peito como ácido, mas o tesão vinha junto, quente e traiçoeiro. Eu odiava o Caio com todas as forças. Odiava ela por ter ido. E me odiava mais ainda por ficar excitado imaginando tudo, desejando ter participado.

Minha mãe tomou o último gole de café, colocou a xícara na pia e se espreguiçou, braços pra cima. A camisola subiu completamente, revelando a buceta raspada e os lábios grandes ainda um pouco inchados da noite anterior. Ela nem percebeu ou fingiu que não percebeu.

— Vou tomar banho e me arrumar. A reposição é às 14h, mas preciso chegar mais cedo pra preparar o material — disse ela, bocejando de novo.

— Você vai de short de educação física mesmo?

— Vou.

Ela sorriu de lado, passou por mim roçando o corpo de leve.

— Tá bonito assim. As meninas vão gostar.

Entrou no quarto pra se trocar. Eu fiquei na cozinha, pau latejando dentro do short, olhando pro lugar vazio onde ela estava. O misto de tesão e ciúme revirava meu estômago como uma faca girando.

Terminei de arrumar minha mochila, vesti uma camiseta por cima do short de educação física e esperei ela na sala. Quando minha mãe saiu do quarto, já estava vestida pra repor a aula: blusa social clara, calça jeans justa que marcava bem a bunda enorme, cabelo loiro preso num rabo de cavalo alto. Ainda dava pra ver as marcas roxas no pescoço, mesmo com uma tentativa rápida de maquiagem.

— Vamos? — perguntou ela, pegando a bolsa.

Saímos de casa juntos. O ar da manhã já estava quente. Caminhamos lado a lado até o ponto de ônibus, ela na frente, bunda balançando na calça jeans, eu atrás, short de educação física deixando minhas pernas à mostra e o pau ainda meio duro roçando no tecido a cada passo.

Enquanto olhava pra ela, comecei a pensar em tudo que eu sabia da vida dela coisas que ela nunca contava direito, mas que eu fui juntando ao longo dos anos, pedaço por pedaço.

Minha mãe sempre foi linda. Desde menina. Todo mundo dizia isso. Cabelo loiro natural, corpo que chamava atenção mesmo quando ela tentava se esconder. Na escola, os meninos viravam o pescoço, as meninas tinham inveja. Mas o pai dela era rígido pra caralho. Militar aposentado, daqueles que batiam na mesa e diziam “menina direita não sai à noite”. Festas? Nem pensar. Saída com amigas? Só se fosse com ele vigiando. Ela queria viver, queria dançar, queria sentir o gosto de ser adolescente normal mas não podia. Ficava trancada em casa, estudando, obedecendo.

Aí apareceu meu pai. O primeiro e único amor dela. Ele era mais velho, bonito, falava bem. Minha mãe se apaixonou loucamente. Achou que ele seria a saída, o príncipe que ia libertar ela daquela prisão. Engravidou de mim aos 19 anos. Casou rápido, quase por obrigação. Meu pai… ele nunca foi o cara que ela sonhou. Maltratava ela. Não batia, mas humilhava. Controlava tudo: dinheiro, roupa, horários, amigos. Dizia que ela "já tinha dado sorte demais” por ter engravidado dele. Minha mãe nunca reclamava em voz alta. Engolia tudo. Nunca deu indício de ser safada, nunca falou de festa, de homem, de nada. Bebia muito escondido , uma garrafa de vinho ou vodka atrás da outra quando meu pai saía , fumava cigarro às vezes na varanda, olhando pro céu como se pedisse desculpa por estar viva. Mas drogas? Nunca. Nem mencionava. Era a “boa moça” que todo mundo elogiava.

Até meu pai ir embora, quando eu tinha seis. Ele sumiu com outra mulher, deixou dívida e uma casa vazia. Minha mãe ficou sozinha comigo. Nunca se queixou. Me criou sozinha, trabalhou, estudou pra virar professora. Parecia que tinha se conformado com a vida pequena. Nunca saía, nunca bebia na frente dos outros, nunca dava pinta de querer viver o que perdeu.Até agora.

Eu olhava pra bunda dela balançando na calça jeans e pensava: como uma mulher que passou a vida inteira sendo reprimida, controlada, maltratada e engravidada cedo de repente virou isso? De repente aceitando ir pra casa de desconhecidos, deixando três caras usarem ela, voltando de madrugada marcada, cheirando a maconha e porra, vomitando no próprio quarto.

Fiquei imaginando que ela queria viver o que ela nunca viveu. Nunca foi jovem de verdade. Meu pai roubou isso dela. O meu avô roubou antes. E agora, aos 38 anos, ela estava explodindo tudo de uma vez , como se quisesse recuperar em poucos meses o que perdeu em duas décadas.

Chegamos no ponto. O ônibus estava vindo. Minha mãe virou pra mim, sorriu daquele jeito cansado mas carinhoso que ela sempre dava.

— Você tá quieto hoje. Tudo bem?

Assenti, forçando um sorriso.

— Tô. Só pensando na aula de educação física.

Ela tocou meu ombro de leve, o mesmo toque maternal de sempre. Mas eu sabia. Sabia que por baixo daquela blusa social clara ainda tinha marcas roxas. Sabia que a mulher que estava na minha frente era a mesma que, dois dias atrás, tinha se entregado para um cara da minha idade duas vezes.

O ônibus parou. Subimos. Ela sentou, eu fiquei em pé na frente. Enquanto o ônibus sacolejava, olhei pra ela pelo reflexo do vidro: linda, loira, corpo que ainda chamava atenção de todo mundo… mas agora finalmente vivendo. Do jeito mais errado e mais intenso possível.

E eu ali, carregando o segredo dela junto com o meu.

O ponto da escola se aproximava. O dia ia começar. E eu não sabia mais se queria proteger ela… ou se queria ver até onde ela ia chegar. Nada de sinal do Caio até então.

O ônibus freou como de costume, com um solavanco, duas quadra antes do colégio. Minha mãe se levantou primeiro, segurando a barra acima da cabeça. Eu estava logo atrás dela. Quando ela deu o primeiro passo em direção à porta, o ônibus balançou de novo. Meu corpo foi jogado para frente sem que eu conseguisse evitar.

Meu pau roçou direto na bunda dela. O contato foi firme, quente, demorado demais. Senti a carne macia e pesada da bunda enorme pressionando contra mim através do tecido fino do short de educação física. Ela parou por meio segundo, como se tivesse sentido, mas não disse nada. Só continuou andando para descer.

Eu desci logo atrás, o coração acelerado. O pau tinha endurecido completamente agora, latejando dentro do short folgado de nylon. A ereção ficava bem visível, marcando o tecido preto de forma vergonhosa. Tentei disfarçar segurando a mochila na frente do corpo enquanto caminhávamos até o prédio.

Minha mãe andava na minha frente, calça jeans justa abraçando a bunda, rabo de cavalo balançando. Eu tentava andar normalmente, mas cada passo fazia o pau roçar contra o short, piorando a situação. Quando chegamos na porta de vidro do colégio, a ereção estava tão óbvia que eu precisei segurar a mochila com as duas mãos na altura da virilha, fingindo que estava arrumando as alças.

Allan e Diogo já estavam lá, como sempre, encostados na parede ao lado da entrada.

— Profê Paula! Finalmente! — exclamou Allan, abrindo os braços com um sorriso largo. — A gente ficou preocupado ontem. Você tá melhor?

Diogo também se aproximou, mais contido, mas com o mesmo olhar ansioso.

— É, professora. Sentimos sua falta ontem.

Paula sorriu, aquele sorriso carinhoso que ela sempre dava pra eles.

— Tô melhor, meninos. Obrigada por perguntarem. Foi só uma dor de cabeça forte.

Allan não perdeu tempo. Abriu os braços mais ainda.

— Então vem cá, dá aquele abraço de bom dia que a gente merece!

Minha mãe riu baixo e se aproximou. Primeiro abraçou Allan. Ele apertou ela contra o corpo, mão descendo pelas costas até quase a curva da bunda, demorando o abraço mais do que o necessário. Ela deu um tapinha leve no ombro dele, mas não se afastou rápido. Depois foi a vez de Diogo, que foi mais discreto, mas também aproveitou pra sentir o corpo dela contra o dele.

Enquanto isso, eu fiquei dois passos atrás, segurando a mochila com força na frente do short, tentando esconder a ereção que não baixava. O pau latejava, pressionando o tecido fino, a cabeça quase escapando pela barra do short. Eu sentia o pré-gozo molhando a cueca e rezava pra que ninguém olhasse pra baixo.

Minha mãe se soltou dos dois, ajeitou a blusa e olhou pra mim.

— Vou pra sala do pré-vestibular agora. Reposição começa daqui a pouco. Se cuida na educação física, tá?

Ela deu um beijo rápido na minha testa e seguiu pelo corredor em direção à ala dos cursos preparatórios, bunda balançando na calça jeans.

Allan e Diogo ficaram olhando ela se afastar, os dois com sorrisos idiotas no rosto.

— Caralho, que saudade que eu tava desse abraço — murmurou Allan, ainda olhando pro corredor vazio. — Ela tá cheirosa pra caralho hoje.

Diogo balançou a cabeça, rindo baixo.

— É… dia salvo.

O sinal tocou. Eu precisava ir pra aula de história.

Chegamos à sala de aula habitual e o dia seguiu de forma normal, sem nenhuma tensão aparente. Sentei na terceira fileira como sempre. Allan e Diogo se acomodaram na frente. O professor de História entrou pontualmente e começou a falar sobre a Revolução Industrial, voz monótona enchendo a sala.

Durante toda a aula, meus olhos não paravam de varrer o corredor pela porta entreaberta. Eu procurava o gingado lento, a pele negra, os olhos vermelhos e o sorriso torto. Mas Caio não apareceu. Nem na sala, nem no corredor. Nenhuma sombra dele o dia inteiro. Um alívio silencioso e profundo tomou conta do meu peito. Pelo menos hoje eu não teria que ver ele perto dela, não teria que ouvir as provocações, não teria que imaginar o que ele fazia com ela. Era como se um peso tivesse saído das minhas costas, mesmo que temporário.

A aula de História terminou e veio o intervalo. Allan e Diogo comentaram sobre o jogo de futebol do fim de semana, eu só escutava, ainda aliviado pela ausência de Caio. Tomamos água, comemos um lanche rápido e voltamos para a sala.

A última aula da manhã era Educação Física, no ginásio atrás do prédio. Trocamos de roupa no vestiário e fomos para o pátio externo. O professor mandou que fizéssemos uma série de corridas, flexões e circuitos.

Allan era o destaque, como sempre. Atlético, loiro, pele branca, corpo definido de quem malha e definido magro. Camiseta regata colada no peito largo e nos ombros largos, short de tactel curto revelando as coxas musculosas. O suor logo começou a escorrer pelo rosto dele, descendo pelo pescoço e molhando a camiseta, marcando os músculos do peito e do abdômen. Ele corria leve, fazia as flexões com facilidade, ria enquanto completava cada exercício como se fosse brincadeira.

Diogo e eu, por outro lado, sofríamos. Diogo era mais gordo, sem muito preparo físico, e eu também não era nenhum atleta. As corridas pareciam eternas. As pernas queimavam, o fôlego acabava rápido. Quando o professor mandou fazer burpees, eu e Diogo já estávamos ofegantes, suando muito, tropeçando nos próprios pés. Allan terminava cada série primeiro, depois ficava nos incentivando, rindo:

— Vamos, Mais dez! Diogo, não para não!

Depois de quase uma hora de exercícios intensos, o professor finalmente deu o sinal de encerramento. Allan estava suado, brilhando, o cabelo loiro molhado colado na testa, respiração controlada. Diogo e eu estávamos vermelhos, ofegantes, pernas tremendo.

— Caralho, que aula foda — disse Allan, limpando o suor do rosto com a barra da regata, revelando o abdômen definido. — Vocês viram como eu tava voando hoje?

Diogo só conseguiu balançar a cabeça, ainda recuperando o fôlego.

O sinal do fim da manhã tocou. Fim da aula naquele dia.

Saí do banheiro ainda com o cabelo molhado, short de educação física trocado por uma bermuda jeans comum, mochila no ombro. O corpo estava cansado, mas a mente continuava agitada. Quando cheguei na porta principal do prédio, Minha mãe já estava lá, esperando.O rabo de cavalo loiro estava um pouco mais solto, e as marcas roxas no pescoço ainda apareciam levemente por baixo da maquiagem.

Assim que me viu, ela sorriu.

— Acabou? Vamos? Quero chegar cedo em casa.

Antes que eu pudesse responder, Allan e Diogo apareceram logo atrás de mim, saindo do banheiro masculino. Allan estava com a regata cinza escura colada no corpo pelo suor da aula. O tecido grudava nos peitorais definidos e nos ombros largos, marcando cada músculo. Ele ainda respirava um pouco pesado, suor escorrendo pelo pescoço e molhando a frente da regata.

— Profê Paula! — chamou ele, voz alta e animada. — Olha só o resultado da aula de hoje!

Ele parou bem na frente dela, estufou o peito e flexionou os braços de forma discreta, fazendo os bíceps e o peito aparecerem sob a regata molhada. O suor brilhava na pele bronzeada do pescoço e dos braços.

— Olha só o resultado da educação física hoje. Tô destruído, mas valeu a pena. O que achou do shape? — perguntou ele, girando um pouco o tronco para mostrar os ombros e o peito, claramente querendo chamar atenção do próprio corpo.

Minha mãe sorriu, educada.

— Tá ótimo, Allan. Parabéns pelo esforço.

Allan continuou perto, ainda flexionando levemente enquanto falava. De repente, o olhar dele desceu para o pescoço dela e parou. Ele viu claramente as marcas roxas os chupões recentes, ainda visíveis apesar da maquiagem. Seus olhos se arregalaram por uma fração de segundo, uma mistura de surpresa e curiosidade passando pelo rosto. Ele não disse nada, não confrontou, mas ficou olhando um pouco mais do que deveria, como se tentasse entender o que era aquilo.

Depois de alguns segundos, ele piscou, voltou o olhar para o rosto dela e continuou como se nada tivesse acontecido, só com um sorrisinho diferente agora.

— Hoje eu tô de carro — disse ele, ainda com a regata grudada no corpo suado. — Posso levar vocês dois pra casa. Sem problema. Ar-condicionado, música boa… vai ser bem melhor que o ônibus lotado. O que acha, prof?

Paula balançou a cabeça, firme.

— Obrigada, Allan, mas não precisa. Vamos de ônibus mesmo.

Allan insistiu, dando mais um passo e flexionando o braço direito de novo, o suor escorrendo pelo bíceps marcado.

— Certeza? Tá um calor danado hoje. No carro é bem mais confortável. Eu dirijo bem, prometo.

— Tenho certeza — respondeu ela, sorrindo de leve. — Outro dia a gente aceita. Obrigada mesmo.

Allan baixou o braço, claramente desapontado, mas tentou disfarçar.

— Tá bom… se mudar de ideia, é só falar. Eu tô sempre disponível.

Diogo, ao lado, só observava em silêncio.

Minha mãe virou para mim.

— Vamos, filho?

Assentimos e começamos a andar em direção ao ponto de ônibus. Allan ficou parado na porta, olhando para nós enquanto nos afastávamos.Caminhamos até o ponto em relativo silêncio. O ônibus chegou pouco depois. Subimos e nos posicionamos perto do fundo. Enquanto o ônibus seguia, eu ainda sentia o cheiro de suor limpo dela misturado com o meu. Olhei de lado e vi que ela olhava pela janela, tranquila, como se o dia fosse completamente normal.

Chegamos em casa pouco depois do meio-dia. O calor estava forte e o silêncio entre nós continuava pesado. Minha mãe entrou primeiro, jogou a bolsa no sofá e foi direto para o quarto.

— Vou tomar um banho rápido e me arrumar — disse ela, sem olhar para trás.

Eu fiquei na cozinha, com fome e cansado da educação física. Abri a geladeira, peguei o resto do almoço de ontem (arroz, feijão e frango) e coloquei no micro-ondas. Enquanto esperava esquentar, ouvi o chuveiro ligado por uns bons quinze minutos.

Quando o micro-ondas apitou, ouvi o barulho de salto alto no corredor. Virei-me e quase deixei o prato cair.

Minha mãe estava parada na entrada da cozinha, completamente arrumada para sair.

Estava usando uma saia preta curtíssima de couro sintético, tão curta que mal cobria a metade inferior da bunda enorme —quando ela se mexia, dava para ver a curva inferior das nádegas e o começo da calcinha. Por cima, uma blusa vermelha decotada, quase transparente, com um decote tão profundo que mostrava boa parte dos seios pesados e o vale entre eles. A blusa era curta, deixando a barriga lisa e o umbigo à mostra. Nos pés, sandálias de salto alto preto, cabelo loiro solto e ondulado, maquiagem forte: batom vermelho vivo, sombra escura e cílios bem marcados.

Eu fiquei parado, olhando para ela sem conseguir disfarçar a surpresa.

— Você… vai sair? — perguntei, voz rouca.

Ela pegou o celular da bolsa e começou a mexer nele freneticamente, dedos voando na tela, sorrisinho discreto nos lábios. Ficou uns bons trinta segundos respondendo mensagens, rindo baixinho para a tela, sem nem olhar para mim.

— Vou sim — respondeu finalmente, ainda olhando para o celular. — Vou na casa de uma amiga. A gente vai conversar um pouco, tomar um café… coisa rápida.

Eu senti o estômago apertar. Coloquei o prato na bancada com mais força do que pretendia.

— Amiga? — repeti, sem conseguir esconder a desconfiança. — Que amiga?

Ela deu de ombros, ainda digitando.

— Uma amiga da epoca de faculdade. Você não conhece.

Eu respirei fundo, o ciúme e a raiva subindo juntos.

— Mãe… para de mentir pra mim. — Minha voz saiu mais dura do que eu queria. — Eu vi as marcas no seu pescoço. E ontem você chegou de madrugada destruída, cheirando a bebida e maconha. Agora você sai vestida assim… parecendo uma .... Isso não é “casa de amiga”. É outra coisa, né?

Paula parou de mexer no celular por um segundo. Olhou para mim, expressão cansada.

— Uma o quê? Filho… não é nada disso que você tá pensando.

— Então o que é? — insisti, apontando para o pescoço dela. — Essas marcas roxas não são de mosquito. E você sabe disso.

Ela tocou o pescoço instintivamente, puxando um pouco a blusa para tentar cobrir.

— Foi… uma picada de inseto. E ontem eu bebi um pouco mais do que devia com as meninas, só isso. Não precisa fazer drama. Eu sou adulta.

— Adulta? — Eu dei um passo à frente, voz tremendo de raiva e dor. — Você chega em casa às três e meia da manhã, vomita no quarto, tá toda marcada… e agora sai vestida desse jeito? Você acha que eu sou burro?

Ela suspirou, guardou o celular na bolsa e pegou as chaves.

— Eu já disse que não é nada demais. Vou sair, volto mais tarde. Não espera por mim pro jantar.

Ainda mexendo no celular uma última vez (dedos rápidos, sorriso discreto voltando ao rosto), ela passou por mim em direção à porta.

— Mãe… — chamei mais uma vez.

Ela parou na porta, virou o rosto só um pouco.

— Depois a gente conversa, tá? Agora eu preciso ir.

Abriu a porta e saiu sem olhar para trás, o salto alto batendo no chão do corredor. A saia curtíssima balançava, mostrando quase tudo a cada passo. O cheiro do perfume forte dela ficou no ar.Eu fiquei parado na cozinha, prato de comida esfriando na bancada, coração apertado e pau latejando de raiva e excitação misturadas.

A porta bateu.

Fiquei o resto da tarde preocupado, andando de um lado para o outro da casa como um animal enjaulado. Não consegui comer direito. O prato que eu tinha esquentado ficou intocado na mesa. Toda vez que olhava para o relógio, imaginava o pior: ela com o Caio, com os primos, sendo usada de novo naquela casa do tio, rindo, gemendo, deixando marcar. O short curtíssimo, a blusa quase transparente, o batom vermelho… tudo gritava que não era “casa de amiga”.

Por volta das 17h, meu celular vibrou. Era uma mensagem dela.

Abri rápido.

A foto mostrava minha mãe sorrindo para a câmera, segurando um copo de drink colorido. Ao fundo, parecia um barzinho pequeno, luz baixa, mesas de madeira, algumas pessoas ao redor. Ela estava com a mesma roupa provocante: blusa vermelha decotada, saia preta curtíssima. Ao lado dela, uma mulher bem mais nova uns 22 ou 23 anos no máximo , morena, cabelo liso longo, pele bronzeada. A garota usava um top cropped branco minúsculo que mal cobria os seios e uma saia jeans ainda mais curta que a de minah mãe, mostrando as coxas grossas. As duas estavam coladas, sorrindo, parecendo se divertir muito.

A legenda da mensagem era simples:

“Estou bem, filho. Tô com a Jéssica, uma amiga que fiz durante meus estágios na faculdade, minha ex-aluna . Relaxa e não espera por mim pro jantar. Beijos ❤️”

Olhei a foto por um longo tempo. Estranhei. Nunca tinha ouvido falar dessa Jéssica. A garota parecia nova demais. Mas, ao mesmo tempo, ver que ela estava com outra mulher me deixou um pouco mais aliviado. Respirei fundo e respondi só com um “Ok, se cuida”.

Guardei o celular e fiquei o resto da tarde preso no sofá, rolando o feed sem ver nada de verdade. O apartamento estava silencioso demais. Tentei assistir um filme, mas não conseguia prestar atenção. Por volta das 16h entrei no grupo do WhatsApp com Allan e Diogo.

Allan: Está fazendo o quê?

Eu: Nada, pq?

Allan: Se tu quiser, eu posso passar aí mais tarde. A gente joga um videogame, pede uma pizza… sei lá. Tô livre hoje.

Eu sabia exatamente o interesse por trás. Recusei na hora.

Eu: Hoje não rola não. Tô cansado da educação física. Vou ficar de boa em casa mesmo

Allan insistiu mais uma vez, mandando uns emojis de risada, mas eu não respondi mais.

O dia passou devagar. Fiz um lanche, tentei estudar um pouco, deitei no sofá e acabei cochilando. Acordei várias vezes, olhando o relógio. 18h… 19h… 20h… Nada dela. Nenhum recado novo.,

Às 21h em ponto, ouvi o barulho de um carro parando na frente do prédio. Levantei rápido e fui até a janela. Era um Uber. O motorista desceu, deu a volta no carro e abriu a porta do passageiro.

Minha mãe praticamente caiu para fora.

Ela não se aguentava em pé. O motorista, um homem de uns 40 anos, teve que segurá-la pela cintura para que ela não desabasse na calçada. A saia preta curtíssima tinha subido quase até a cintura, mostrando a calcinha preta fio dental completamente enfiada no rego da bunda enorme. A blusa vermelha estava aberta, um seio quase saindo, marcas roxas novas no colo e no pescoço. O cabelo loiro estava uma bagunça, maquiagem borrada, batom vermelho espalhado.

Fui rápido vestir uma roupa para descer, mas o motorista a ajudou a chegar até a porta do apartamento, praticamente carregando ela.

Eu abri antes que ele tocasse a campainha.

— Ela bebeu demais — disse o homem, meio sem graça, sustentando o peso dela. — Consegue segurar?

— Consigo, obrigado.

Peguei minha mãe pela cintura. O corpo dela estava quente, mole, cheirando fortemente a álcool doce, cigarro e maconha. Assim que o motorista soltou e foi embora, ela quase caiu. Consegui arrastá-la até o sofá da sala e a joguei sentada.

Ela caiu de lado, pernas abertas, a saia subindo completamente, expondo a calcinha fio dental encharcada e grudada na buceta. Os seios pesados quase saltavam da blusa aberta. Ela murmurou algo incoerente, cabeça pendendo, olhos semicerrados.

Eu fiquei parado na frente dela, olhando.

O pau começou a endurecer rápido dentro da bermuda. Ver ela daquele jeito , completamente bêbada, vulnerável, saia arregaçada, calcinha molhada, corpo marcado , fez o tesão subir violento, misturado com raiva e preocupação. Meu coração batia forte. A ereção cresceu rápido, marcando o tecido da bermuda. O tecido fino estava tão molhado que dava para ver o contorno inchado dos lábios e o clitóris marcando o pano.

— Vem… você precisa tomar banho — murmurei, voz rouca.

Segurei ela pelos braços e a levantei. Ela mal conseguia ficar em pé, corpo mole e pesado contra o meu. Tirei a blusa vermelha dela devagar, deixando os seios livres. Eram grandes, pesados, caídos naturalmente de um jeito que me deixava louco. Os mamilos eram rosados, grandes e endurecidos, rodeados por aréolas um pouco mais escuras. Havia marcas de chupões frescos ao redor deles, roxos e inchados.

A saia curta foi fácil de tirar. Desci a calcinha fio dental pelas coxas grossas. Quando o tecido saiu, a buceta dela ficou completamente exposta. Era carnuda, os lábios grandes inchados e vermelhos de tanto uso, ainda abertos. O clitóris estava protuberante, brilhando de excitação residual. A entrada da buceta estava vermelha e dilatada, com um resto de sêmen branco-leitoso escorrendo lentamente pela fenda e pingando no chão da sala. O cheiro forte de sexo, álcool e buceta molhada subiu direto para o meu nariz.

Virei ela de costas para tirar as sandálias. A bunda enorme apareceu em toda sua glória redonda, pesada, empinada mesmo estando bêbada. As nádegas eram grossas, macias, com marcas de dedos vermelhas nas laterais, como se alguém tivesse apertado com força. O rego era profundo, e quando ela se mexeu um pouco, as nádegas se abriram revelando o cuzinho rosado e apertado.

Meu pau estava duro pra caralho dentro da bermuda, latejando dolorosamente. Ver minha própria mãe completamente nua, vulnerável, marcada, com a buceta inchada e pingando sêmen de outro homem… era errado, sujo, proibido… e me excitava como nunca.

Segurei ela pela cintura e a levei até o banheiro, quase carregando. Liguei o chuveiro, ajustei a temperatura e a coloquei debaixo da água quente. Ela gemeu baixo quando a água bateu na pele, cabeça pendendo para trás. Os seios pesados balançavam com o movimento, água escorrendo pelos mamilos rosados. A bunda enorme brilhava molhada, as gotas descendo pelo rego e pingando da buceta aberta.

Eu fiquei ali, segurando ela para que não caísse, olhando tudo sem vergonha. Passei sabonete nas minhas mãos e comecei a lavar o corpo dela devagar. Primeiro os seios apertando de leve, sentindo o peso, roçando os mamilos com os polegares. Depois desci pelas costas até a bunda. Minhas mãos afundaram na carne macia e pesada, abrindo as nádegas enquanto lavava. Os dedos roçaram o cuzinho e desceram até a buceta inchada. Senti os lábios grandes, quentes, escorregadios. Enfiei dois dedos devagar na entrada, sentindo o interior quente e molhado ainda pulsando.

Ela gemeu rouco, quadril se mexendo de leve contra minha mão, mesmo quase inconsciente.

— Tá gostoso… — murmurou ela, voz pastosa, quase inaudível.

Meu pau latejava tanto que doía. Eu estava adorando cada segundo daquela situação doentia: lavar o corpo usado da minha mãe, ver a bunda enorme brilhando molhada, os peitos pesados balançando.

A água quente caía forte sobre nós dois. Eu ainda estava completamente vestido bermuda jeans e camiseta e em poucos segundos já estava encharcado. A roupa grudava no corpo, pesada, desconfortável. Minha mãe continuava mole nos meus braços, gemendo baixinho enquanto a água escorria pelos seios pesados, pelos mamilos rosados endurecidos e descia pela bunda enorme.

Com as mãos tremendo de excitação, tirei a camiseta molhada e joguei no chão do banheiro. Depois abri o botão da bermuda e a desci junto com a cueca, ficando completamente pelado. Meu pau pulou para fora, duro pra caralho, cabeça vermelha inchada, veias pulsando, já babando pré-gozo que se misturava com a água do chuveiro.

Agora nós dois estávamos nus.

Segurei minha mãe pela cintura novamente, colando meu corpo no dela por trás. Meu pau duro pressionou direto contra a bunda enorme e molhada, encaixando no rego profundo. A sensação era absurda a carne macia, quente e pesada da bunda dela apertando meu pau. Eu comecei a me esfregar devagar contra ela, sentindo as nádegas grossas engolirem minha vara.

Com uma mão, segurei um dos seios pesados, apertando com força, sentindo o mamilo rosado endurecer ainda mais entre meus dedos. Com a outra mão, desci até a buceta. Os lábios grandes estavam inchados e escorregadios. Afastei eles com os dedos e enfiei dois dedos fundo dentro dela. A buceta estava quente, molhada, ainda cheia de resquícios de porra de outro homem. Senti as paredes internas pulsarem ao redor dos meus dedos enquanto eu entrava e saía devagar.

Ela gemeu mais alto, cabeça caindo para trás no meu ombro, voz pastosa e rouca:

— Hmm… tá bom…

Meu pau esfregava com mais força entre as nádegas enormes, a cabeça roçando o cuzinho rosado e depois descendo até a entrada da buceta. Eu tirava os dedos e colocava a cabeça do pau no lugar, pressionando de leve, sentindo ela se abrir um pouco para mim, mas sem entrar ainda. Só provocava. Só aproveitava.

A outra mão apertava o seio com força, torcendo o mamilo rosado enquanto a água quente caía sobre nós. Eu mordia de leve o ombro dela, sentindo o cheiro de álcool, sexo e sabonete misturados.

Meu pau latejava violentamente contra a bunda dela. Eu estava completamente pelado, colado no corpo da minha própria mãe, dedos dentro da buceta inchada e melada, pau esfregando entre aquelas nádegas gigantes enquanto ela mal conseguia ficar em pé, bêbada demais para entender o que estava acontecendo.

E eu nunca tinha me sentido tão excitado na vida.

Eu não aguentava mais só esfregar. Virei ela de frente para mim com as duas mãos na cintura dela. O corpo dela estava tão mole que quase despencou sobre mim. Segurei firme, apertando a carne macia da cintura enquanto o peso dela caía contra o meu peito. Os seios pesados e molhados se esmagaram contra mim, os mamilos rosados e duros roçando minha pele.

Ela gemeu baixinho, cabeça caindo no meu ombro, respiração quente e cheirando a álcool contra o meu pescoço.

Com uma mão eu segurei a bunda enorme dela, abrindo uma das nádegas grossas. Com a outra, segurei meu pau duro e latejando pela base. A cabeça vermelha e inchada roçou direto na buceta dela. Os lábios grandes estavam quentes, molhados e inchados claramente alargados de tanto uso recente. Eu pressionei a cabeça do pau contra a entrada e, quase sem esforço, ele começou a entrar

— Porra… — gemi baixo, sentindo a buceta dela engolir a cabeça do meu pau devagar.

Estava quente pra caralho, escorregadia, ainda cheia de lubrificação. A buceta dela estava tão alargada que meu pau deslizou uns bons cinco centímetros de uma vez, sem resistência. As paredes internas pulsavam ao redor da minha vara, apertando e soltando como se ainda estivesse sensível.

Eu empurrei mais um pouco. Metade do meu pau já estava dentro daquela buceta quente e melada. Senti o mel dela lubrificando minha entrada, tornando tudo ainda mais escorregadio e sujo.

— Tá tão aberta… caralho… — sussurrei, voz tremendo de tesão.

Segurei a bunda enorme com as duas mãos, apertando as nádegas grossas com força enquanto começava a mover o quadril devagar. Entrava e saía uns poucos centímetros, sentindo a buceta dela sugar meu pau a cada estocada rasa. Os lábios grandes se abriam ao redor da minha vara, grudando nela quando eu puxava para fora, deixando um brilho viscoso de porra e lubrificação.

Ela gemeu mais alto, corpo tremendo contra o meu, mesmo quase inconsciente. As pernas dela mal se sustentavam, então eu a segurei com mais força, praticamente fodendo ela em pé debaixo do chuveiro.

Meu pau estava todo melado agora uma mistura branca e transparente escorrendo pela haste e pingando no chão do box. Eu olhava para baixo, hipnotizado: via meu pau entrando e saindo daquela buceta inchada da minha própria mãe, os lábios carnudos se abrindo e fechando ao redor dele, o clitóris rosado e inchado roçando na base da minha vara a cada movimento.Eu aumentei o ritmo, metendo mais fundo, sentindo a cabeça do pau bater no fundo daquela buceta alargada.

De repente as pernas dela falharam completamente.

Ela deslizou pelo meu corpo como se não tivesse mais força nenhuma. Eu tentei segurá-la, mas o peso molhado e mole dela foi demais. Ela caiu sentada dentro do box, costas apoiadas na parede azulejada, pernas abertas de forma obscena.

A água quente continuava caindo forte sobre ela. Minha mãe estava completamente nua, sentada no chão do box, cabeça pendendo para o lado, olhos semicerrados e vidrados. A buceta inchada ficou totalmente exposta lábios grandes vermelhos e abertos, clitóris protuberante brilhando. Inconsciente.

Nesse momento como de forma súbita veio um arrependemento, e fiquei assustado de tê-la machudado. Quando ia tentar levantá-la novamente tomei um susto.

Ela começou a se esfregar lentamente.

O quadril dela se movia em círculos preguiçosos, pressionando a buceta molhada contra o piso liso do box. Os lábios carnudos se abriam e fechavam a cada movimento, espalhando a mistura de lubrificação, sêmen e água. Um gemido rouco e baixo escapava da garganta dela enquanto esfregava o clitóris inchado no azulejo frio, o corpo tremendo de prazer residual.

— Hmm… ahh… — murmurava ela, voz pastosa, quase inaudível sob o barulho da água.

Eu fiquei parado na frente dela, pau duro latejando no ar, olhando aquela cena doentia: minha mãe bêbada, sentada no chão do box, se esfregando inconscientemente como uma vadia no cio. A bunda enorme espalhada no piso, os seios pesados balançando a cada movimento do quadril, mamilos rosados duros como pedra. A buceta brilhava, aberta, pingando, esfregando contra o chão enquanto ela gemia baixinho, perdida no próprio êxtase bêbado.

Meu pau pulsava violentamente. Eu me masturbei devagar, olhando para ela, sentindo o tesão subir até um nível quase insuportável. Queria meter de novo, queria gozar dentro dela, queria aproveitar cada segundo daquela vulnerabilidade.

Mas depois de alguns minutos, os movimentos dela foram ficando mais lentos, mais fracos. O quadril parou de se mexer. Ela soltou um último gemido longo e a cabeça caiu para o lado, completamente inconsciente de novo.

Eu desliguei o chuveiro. O banheiro ficou em silêncio, só o som da água pingando. Peguei uma toalha grande e sequei o corpo dela do melhor jeito que consegui passando a toalha nos seios pesados, na barriga, na bunda enorme, entre as pernas, sentindo a buceta ainda quente e molhada. Depois a envolvi na toalha e a carreguei para o quarto com dificuldades.

Deitei ela na cama dela, completamente pelada. Não coloquei roupa nenhuma. Deixei ela exatamente como estava: nua, pernas ligeiramente abertas, buceta inchada, seios pesados caídos para os lados, marcas roxas espalhadas pelo corpo. O cabelo loiro molhado se espalhava no travesseiro.

Fiquei parado ao lado da cama, olhando para ela por um longo tempo. Meu pau ainda estava duro, latejando, pré-gozo escorrendo pela cabeça. O tesão não tinha diminuído. Pelo contrário.

Ela dormia profundamente agora, respiração pesada, corpo relaxado e marcado, completamente exposta na própria cama.

Eu não conseguia mais me controlar.

Com o coração disparado e o pau latejando dolorosamente, virei ela de bruços na cama. Ela estava completamente mole, sem nenhuma reação. Peguei pelas coxas grossas e abri suas pernas, deixando ela de quatro parcial joelhos dobrados, rosto afundado no travesseiro, bunda enorme empinada para cima.

A visão era insana.

A bunda gigantesca estava totalmente exposta, redonda, pesada, brilhando levemente do banho. O rego profundo se abria, mostrando o cuzinho rosado e enrugado, um pouco inchado. Logo abaixo, a buceta carnuda pendia entre as coxas, lábios grandes vermelhos e inchados, ainda abertos.

Eu subi na cama atrás dela, pau duro apontando para cima, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Segurei a bunda enorme com as duas mãos, afundando os dedos na carne macia e pesada. Abri as nádegas com força, expondo tudo. Cuspi na mão e passei saliva na cabeça do pau, depois alinhei na buceta dela.,

Empurrei devagar.

A cabeça do meu pau abriu os lábios grandes e entrou com facilidade ela estava tão alargada e molhada que quase não ofereceu resistência. Meti até o meio de uma vez, gemendo alto quando senti as paredes quentes e meladas apertarem meu pau.

— Porra… que buceta gostosa… — rosnei baixo, apertando a bunda dela com força.

Comecei a meter devagar, mas fundo. Saía quase tudo e enfiava novamente, sentindo a buceta dela engolir minha vara inteira. Cada estocada fazia as nádegas enormes tremerem, o som molhado e obsceno ecoando no quarto. O que parecia ser sêmen de outro homem misturado com o mel dela lubrificava meu pau, tornando as metidas ainda mais escorregadias e safadas.

Eu aumentei o ritmo, segurando a cintura dela com força enquanto fodia minha própria mãe de quatro. A bunda batia contra minha virilha a cada estocada, produzindo um barulho alto e molhado. Meu pau entrava até o fundo, batendo no fundo daquela buceta alargada, a cabeça roçando o ponto mais sensível dela.

— Tá tão aberta… ainda cheia de porra dos outros… — gemi, excitado pra caralho com a safadeza da situação.

Inclinei o corpo sobre ela, uma mão descendo para apertar um dos seios pesados por baixo, torcendo o mamilo rosado enquanto metia mais forte. A outra mão segurava a bunda, abrindo ainda mais para ver meu pau entrando e saindo daquela buceta inchada, os lábios carnudos grudando na minha vara a cada retirada.

Ela gemia baixinho no travesseiro, corpo tremendo de leve a cada estocada profunda, mesmo inconsciente. A buceta dela pulsava ao redor do meu pau, como se estivesse gozando devagar.

Eu estava no paraíso proibido pelado, suado, metendo fundo na buceta da minha mãe bêbada, aproveitando cada centímetro daquele corpo que não me pertencia, mas que eu queria inteiro.

Continuei fodendo ela com vontade, cada vez mais rápido, o som molhado da buceta ecoando no quarto enquanto eu abusava dela sem nenhum remorso.

Eu acelerei ainda mais, fodendo ela com vontade, o som das minhas bolas batendo contra a buceta molhada ficando mais alto. O tesão era insano ver minha própria mãe de quatro, bunda enorme empinada, buceta aberta e usada, gemendo baixinho enquanto eu a fodia sem piedade.

— Vou gozar… porra… vou gozar dentro de você… — rosnei, voz rouca de prazer e raiva misturados.

Segurei a bunda dela com mais força, unhas cravando na pele, e meti fundo uma última vez. Meu pau inchou dentro dela e explodi.

Jatos grossos e quentes de porra jorraram direto no fundo da buceta dela. Gozei forte, gemendo alto, o corpo inteiro tremendo enquanto enchia ela de sêmen. Cada jato era longo e abundante, misturando-se ao que já estava lá dentro. Senti a buceta dela apertar instintivamente ao redor do meu pau, como se estivesse sugando tudo.

Continuei metendo devagar enquanto gozava, esvaziando até a última gota dentro daquela buceta quente e melada. Quando finalmente parei, meu pau ainda pulsava dentro dela, escorregadio de porra misturada.

Eu saí devagar, vendo um grosso filete branco escorrer da buceta aberta e pingar no lençol. A bunda enorme dela ainda estava empinada, marcada pelas minhas mãos, a buceta vermelha e inchada, agora transbordando da minha porra.,

Caí sentado na beira da cama, ofegante, olhando para ela completamente pelada, de quatro, cheia de porra minha e dos outros, inconsciente, destruída de prazer e álcool.

O tesão ainda latejava no meu peito, misturado com uma culpa pesada que começava a subir.

Levantei devagar e fui até o banheiro. Peguei uma toalha limpa, molhei com água morna e voltei para o quarto. Ela continuava exatamente na mesma posição: de quatro, bunda empinada, rosto afundado no travesseiro, inconsciente.

Sentei na beira da cama e comecei a limpá-la com cuidado. Primeiro passei a toalha quente entre as pernas dela, limpando a buceta inchada. Os lábios grandes estavam sensíveis; quando passei a toalha, ela soltou um gemidinho baixo, o quadril se mexendo levemente. Limpei todo o sêmen que escorria , esfregando devagar os lábios carnudos, o clitóris ainda protuberante, e a entrada dilatada. A toalha ficou branca e pegajosa.

Depois limpei a bunda enorme, abrindo as nádegas para passar a toalha no rego e no cuzinho rosado, que também estava um pouco inchado. Limpei as coxas, a barriga, os seios pesados, tirando o suor e os restos de porra que tinham escorrido. Por fim, limpei o rosto dela, tirando o batom borrado e o rímel que tinha escorrido.

Quando terminei, ela estava mais ou menos limpa, mas ainda completamente pelada. Virei ela de lado na cama, puxei o lençol e o cobertor por cima do corpo nu. A bunda enorme ficou marcada no lençol, os seios pesados espremidos um contra o outro. Ela soltou um suspiro longo e continuou dormindo profundamente.

Fiquei olhando para ela mais alguns segundos. O tesão tinha diminuído, mas a culpa e a confusão tomavam conta agora. Meu pau ainda estava semi-duro, sujo da buceta dela.

Levantei, apaguei o abajur do quarto dela e fechei a porta devagar.

Fui para o meu quarto, ainda nu. Deitei na cama sem nem vestir roupa. O corpo estava exausto, mas a cabeça não parava. Eu sentia o cheiro dela em mim buceta, porra, álcool. Sentia o calor da buceta apertando meu pau.

Fechei os olhos, mas o sono demorou a chegar. Fiquei ali, deitado no escuro, repassando cada segundo do que tinha feito: como eu tinha fodido minha própria mãe enquanto ela estava inconsciente, como tinha gozado dentro dela, como tinha limpado a porra dela depois.

A casa estava em completo silêncio.

E eu, finalmente, adormeci com o peso de tudo aquilo no peito.

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Comentários

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espero que ele fique sem ciumes e saiba dividir

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Muito bom, sempre fico ansioso pelos próximos capítulos do seu conto, Thomas. Faça ele ser um conto com muitos capítulos mesmo, por mim você pode continuar até a o cap 30 kkkk. Não se deixe abalar pelos comentários negativos. E eu gostaria de fazer um pedido, teria como você pedir pra uma ia criar uma imagem de como seria a mãe do protagonista? Aí você deixa o prompt que usou pra a gente ver como ela é ou posta em algum lugar a imagem que ela gerar pra você 👌

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Compararam tbm meu protagonista com o do gui, diferente do dele o meu protagonista não quer a mãe pra si em uma espécie de disputa no primeiro momento já pela mãe, ao contrario do dele meu protagonista sente um misto de confusão tesão e ciumes. Nas primeiras partes do meu conto ele nem via a mãe como um ser sexual , isso foi construído com o desenvolvedor da narrativa o sentimento so protagonista

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Galera um adendo: escrevo porque eu eu gosto, não ganhamos nada em troca, sei que existem críticas construtivas e outras que só ofendem o autor, críticas são sempre bem- vindas , mas se lembre que eu sou o autor e o rumo da história será dito por mim, espero continuar com o prazer de desenvolver o conto.

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no seu lugar eu ia fazer vídeo da puta da minha mãe e faria uma troca com o Allan

eu o mostrar vídeo em troca de mamar no cacete do Alan até ele encher minha boca de porra pensando na buceta da puta da minha mãe

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