Riviane, esposa infiel - PARTE 04

Um conto erótico de Analisador de casadas
Categoria: Heterossexual
Contém 2234 palavras
Data: 24/03/2026 02:09:29
Assuntos: Heterossexual

Era a festa de aniversário de 50 anos do tio de Marcos, uma churrascada enorme na casa de praia em Boa Viagem. Mais de cem pessoas, música alta, cerveja gelada, crianças correndo e adultos dançando. Marcos estava no meio do pátio, já meio alto, rindo alto com os primos e contando piada velha pela décima vez. Riviane tinha chegado linda: vestido soltinho preto, curto o suficiente pra mostrar as coxas grossas, mas comportado pra não levantar suspeita. Por baixo, nada. Só a bundona de 115 cm com a marquinha de biquíni ainda fresquinha da praia do último fim de semana.

Carlos apareceu “por acaso”. Amigo distante de um dos primos, tinha sido convidado de última hora. Ninguém estranhou quando ele e Riviane se cumprimentaram com um beijo no rosto rápido. Mas quando ele sussurrou no ouvido dela “banheiro de cima, agora”, ela sentiu o cu piscar de tesão na hora.

Eles subiram escondidos pela escada dos fundos. Entraram no quarto de hóspedes que estava trancado por dentro. Carlos virou a chave, empurrou Riviane contra a parede, levantou o vestido e cuspiu direto no cu dela. Em menos de trinta segundos o pau de 29 cm já estava meio enterrado. Agora, duas horas e quinze minutos depois, eles ainda estavam lá.

A festa continuava lá embaixo. A música chegava abafada. Marcos já tinha mandado mensagem duas vezes perguntando onde ela estava (“tô no banheiro, amor, enjoo de tanto refrigerante”). Riviane estava de quatro na cama, travesseiro na boca pra abafar os gemidos, Carlos atrás dela metendo devagar, fundo, sem pressa. O pau entrava e saía com calma, o cu dela completamente acostumado, molhado de porra e lubrificante, as nádegas tremendo a cada estocada lenta. Já tinham trocado de posição três vezes: primeiro doggy, depois ela sentada no colo dele, agora de novo de quatro. O relógio marcava 2h17 de enrabada contínua.

Riviane, ofegante, virou o rosto suado e começou a falar baixinho, voz rouca de tanto gemer:

— Carlos… porra… duas horas e pouco… você ainda tá duro dentro do meu cu… me explica uma coisa… por que você gosta tanto de comer meu cuzinho? Toda hora, todo instante, toda oportunidade… parece que você não pensa em outra coisa. É só meu cu, meu cu, meu cu… por quê?

Carlos deu uma estocada mais profunda, segurou a cintura dela com força e respondeu com a voz baixa e calma, enquanto continuava metendo ritmadamente:

— Porque esse cu é a coisa mais perfeita que eu já vi na vida, Riviane. Não é só apertado. É quente pra caralho, é macio por dentro, parece que foi feito sob medida pra minha rola. Olha só… (ele puxou quase tudo e enfiou devagar de novo) …sente como ele me abraça? Como ele suga? É como se seu cu tivesse boca própria e quisesse me manter aqui pra sempre.

Riviane gemeu baixo, apertando o travesseiro:

— Mas tem tanta mulher… tanta buceta por aí… por que justo meu cu? Você aparece em qualquer lugar — quintal, praia, Detran, agora nessa festa com meu marido lá embaixo — e a primeira coisa que você quer é enfiar essa rola enorme no meu cu. Não cansa? Não quer variar?

Carlos riu baixinho, acelerou um pouco as estocadas, fazendo as nádegas dela balançarem:

— Variar? Eu já comi buceta a vida inteira. Buceta é bom, mas não vicia. Seu cu… ah, Riviane… seu cu tem gosto diferente. Tem cheiro diferente. Tem aquela marquinha branca de biquíni que me deixa louco desde o primeiro dia. Quando eu vejo aquela faixa pálida contrastando com sua pele morena, eu fico com o pau latejando na hora. É como um alvo pintado só pra mim. E você sabe que dói um pouco no começo, mas depois você relaxa e começa a rebolar pedindo mais. Isso me vicia pra caralho.

Riviane virou o rosto de lado, olhos semicerrados de prazer, voz tremendo:

— Mas explica direito… o que você sente quando tá dentro? Por que duas horas seguidas? Meu marido tá lá embaixo bebendo, as crianças correndo, e você aqui me rasgando o cu sem parar. Eu já gozei quatro vezes só com rola no cu… e você ainda não gozou. Por quê? O que te faz tão obcecado pelo meu cuzinho?

Carlos segurou os cabelos dela, puxou levemente e meteu mais fundo, falando enquanto estocava:

— Eu sinto cada detalhe. Sinto as paredes do seu cu apertando a cabeça da minha rola como se não quisessem soltar. Sinto o calor lá dentro, aquele calor molhado que só cu virgem ou quase virgem tem. Sinto quando você treme, quando seu cu pulsa em volta de mim, quando você goza sem nem tocar na buceta. E o cheiro… quando eu tiro e coloco de novo, tem aquele cheiro de sexo sujo, de porra misturada com seu cu, que me deixa ainda mais louco. Eu gosto porque é proibido. Porque seu marido tá a cinquenta metros daqui e eu tô com 29 cm enterrados no cu da mulher dele há mais de duas horas. Isso me dá tesão do caralho.

Riviane mordeu o travesseiro, gemeu alto e perguntou, voz falhando:

— Mas toda hora? No quintal de casa, na praia atrás das pedras, no escritório abandonado, agora aqui… você nunca quer minha boca primeiro? Nunca quer só me comer de frente? Sempre direto no cu. Por quê? Me fala a verdade… você é viciado em cuzinho ou viciado no meu cuzinho especificamente?

Carlos parou de meter por um segundo, só girando o quadril devagar, deixando o pau esfregar lá dentro, e respondeu com calma:

— Viciado no seu, Riviane. Especificamente no seu. Outros cus eu já comi. Mas o seu… tem formato perfeito. Redondo, empinado, aquelas nádegas grossas que tremem quando eu bato. A marquinha branca faz parecer que você tá sempre de biquíni, mesmo pelada. E você… você aprendeu a gostar. No começo você implorava pra eu parar, agora você empina sozinha e pede mais devagar pra sentir cada centímetro. Isso me deixa doente de tesão. Eu penso em você o dia inteiro: “hoje vou comer o cu da Riviane”. Acordo pensando nisso, durmo pensando nisso. É doença.

Riviane soltou um gemido longo, empinou mais o rabo e continuou o interrogatório, voz entrecortada pelas estocadas:

— Doença… tá bom… mas me explica o que te excita mais. É o risco? É porque dói um pouco e eu faço careta? É porque eu fico molhada pra caralho mesmo doendo? Ou é só porque meu cu é mais apertado que minha buceta? Fala tudo… não para de meter enquanto fala… quero ouvir você explicando por que você não consegue parar de comer meu cu.

Carlos acelerou um pouco, o som molhado ecoando baixinho no quarto:

— Tudo junto. O risco me deixa louco — seu marido lá embaixo, eu aqui te enrabando há duas horas e quinze minutos. A dorzinha no começo que vira prazer… eu adoro ver você choramingando “ai Carlos, tá rasgando” e depois rebolando pedindo mais. Sua buceta é boa, mas seu cu aperta mais, suga mais, parece que quer me ordenhar. E o visual… quando eu abro suas nádegas e vejo meu pau sumindo naquela marquinha branca… porra, Riviane, eu quase gozo só de olhar. Eu gosto de saber que depois você vai descer pra festa com meu leitinho escorrendo no cu, sentar do lado do Marcos e sorrir como se nada tivesse acontecido.

Riviane virou de lado, ainda empalada, e olhou pra ele, olhos cheios de tesão e curiosidade:

— E se eu proibisse? Se eu dissesse “hoje só buceta”? Você pararia? Ou você ia implorar pra comer meu cu mesmo assim? Porque parece que você não vive sem ele. Toda mensagem sua é “quero seu cu”. Toda vez que a gente se vê é direto pro cu. Por quê? Me fala a verdade mais safada possível.

Carlos riu, puxou ela pra posição de lado, levantou uma perna dela e voltou a meter fundo, falando pausadamente:

— Eu ia implorar. De joelhos se preciso. Porque seu cu me dá uma sensação que nenhuma buceta dá. É mais íntimo. É mais sujo. É mais possessivo. Quando eu tô dentro do seu cu eu sinto que você é minha de verdade. Não é só sexo… é dominação. Eu sei que você vai pra casa e vai dormir do lado do Marcos com o cu dolorido e cheio de mim. Isso me deixa viciado. Eu gosto de saber que amanhã você vai acordar e já vai estar pensando “quando o Carlos vai comer meu cu de novo?”. É um vício mútuo, Riviane. Você também não consegue mais viver sem.

Riviane gemeu alto, apertou o pau com o cu e perguntou, quase choramingando:

— Mas por que tão obsessivo? Duas horas seguidas… você já gozou duas vezes dentro e ainda tá duro. Não cansa? Não quer parar um pouco? Por que você ama tanto meu cuzinho? É a cor? É o tamanho? É porque eu sou casada e mãe? Fala tudo… quero ouvir enquanto você mete devagar… assim… isso…

Carlos diminuiu o ritmo, estocadas longas e profundas, voz rouca:

— Eu amo a cor morena com a faixa branca. Amo o tamanho — essas nádegas grandes que balançam na minha cara. Amo porque você é casada, porque você é mãe de dois adolescentes, porque você finge ser esposa perfeita lá embaixo e aqui em cima é minha vadia de cu. Eu amo porque seu cu foi virgem pra mim. Eu fui o primeiro a rasgar ele de verdade. E agora ele me reconhece. Ele abre sozinho quando eu chego perto. Eu gosto de sentir que ele é meu. Só meu. Por isso eu como toda hora, todo instante. Porque cada vez que eu meto eu sinto que tô marcando território. E você… você adora ser marcada.

Riviane virou o rosto, olhos marejados de prazer, e continuou:

— Tá… mas me diz a verdade mais profunda… você já pensou em comer o cu de outra mulher enquanto tá comendo o meu? Ou só meu cu te satisfaz? Porque parece que você não quer mais nada. Só meu cu. Toda festa, toda viagem, todo momento… sempre meu cu. Por quê? Eu quero entender esse vício.

Carlos segurou o rosto dela, meteu fundo e respondeu olhando nos olhos:

— Nunca penso em outra. Quando tô comendo seu cu eu só penso nele. No jeito que ele engole minha rola, no jeito que você geme diferente quando eu tô no cu, no jeito que sua marquinha fica vermelha depois de tanto meter. Eu já tentei comer cu de outras, mas nenhum chega perto. O seu é quente, é molhado, é guloso. Ele me suga pra dentro. E você… você pergunta isso enquanto tá gozando de novo no meu pau. Olha pra você… já gozou quantas vezes? Cinco? Seis? E ainda pergunta por que eu gosto. Porque você também é viciada. Você precisa ouvir que eu amo seu cu pra gozar mais forte.

Riviane tremeu inteira, gozando de novo só com a conversa, voz falhando:

— Sim… eu sou viciada também… mas me explica mais… quando você acorda de manhã, qual a primeira coisa que você imagina? Meu cu? E quando você tá no trabalho? Pensa em comer meu cu na hora do almoço? Me conta tudo… não para de meter… quero mais detalhes…

Carlos meteu mais rápido agora, suor escorrendo, voz entrecortada mas ainda respondendo:

— Acordo imaginando exatamente isso: você de quatro no meu quarto, marquinha branca brilhando, pedindo pra eu comer devagar porque ainda tá dolorido da noite anterior. No trabalho eu fico duro só de lembrar do gosto do seu cu na minha rola depois que eu tiro. Eu penso “hoje à noite vou comer o cu da Riviane por três horas seguidas”. É a primeira e a última coisa que eu penso no dia. Por isso eu aproveito cada segundo. Por isso nessa festa eu te trouxe pra cá e já faz duas horas e vinte minutos que eu não saio do seu cu. Porque eu não consigo. Porque é o meu lugar favorito no mundo.

Riviane soltou um gemido longo, o corpo convulsionando em outro orgasmo:

— Meu Deus… você é louco… mas continua… me fala mais… por que você gosta tanto de gozar dentro? Por que você enche meu cu de porra toda vez? Por que não goza na boca ou na cara como antes?

Carlos grunhiu, estocadas ficando mais fortes:

— Porque quando eu gozo dentro eu sinto seu cu apertando e sugando cada jato. Porque depois você desce pra festa com meu leitinho escorrendo, senta do lado do Marcos e conversa como se nada tivesse acontecido. Porque eu gosto de saber que meu sêmen fica dentro de você horas depois. É marcação. É posse. Seu cu é meu, Riviane. E eu vou comer ele sempre que eu quiser, o tempo que eu quiser. Duas horas, três horas, a noite inteira se precisar.

Eles continuaram assim por mais de quarenta minutos de diálogo puro, estocada após estocada, pergunta após pergunta. Riviane questionando cada detalhe do vício dele, Carlos respondendo com sinceridade suja, detalhando cada sensação, cada motivo, cada fantasia. A festa lá embaixo seguia. Marcos mandou mais uma mensagem. E eles ainda estavam lá: pau enterrado fundo no cu, conversa interminável, tesão cada vez maior.

Quando finalmente Carlos gozou pela terceira vez, enchendo o cu dela até transbordar, Riviane virou o rosto e sussurrou a última pergunta:

— E agora… depois de quase três horas… você ainda quer mais?

Carlos sorriu, ainda latejando dentro dela:

— Sempre. Seu cu nunca acaba pra mim.

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