Esse conto é baseado em fatos reais. Tenho 36 anos e praticante de scat e peido de mulher especificamente. Pela primeira vez a muito tempo, tive um fim de semana regado de scat e podridão, tesão e coragem. Porque meu amigo e minha amiga, uma mulher é um anjo por fora, mas uma podridão que só por dentro...Tá doido. E é essa podridão que me fascina, por que, que graça tem simplesmente meter numa princesa vagabunda?, sendo que você pode sentila totalmente na sua intimidade. Estou a alguns anos sem fuder uma bucetinha gostosa, apenas ansiando pelo coco e peido de mulher, pelo fascínio da intimidade que a puta da mulher guarda há sete chaves.
E pelo fato de que não sei fuder uma mulher, chegar no ponto de orgasmo dela, até deixá-la de pernas bambas, apesar de já ter acontecido de Maria ter soltado três peidos quentinhos e fididos de tão relaxada que ela ficou, meu pau explodindo de tesão, logo levantou. Normalmente não conseguia sequer entrar na portinha do cuzinho virgem de Maria. Todo quentinho e sedento para se aliviar dos gases propositais dela...pois vou lhe falar, meu pau ficou duro como rocha, acreditam?. Como ela estava na cozinha lavando a louça e eu de joelhos atrás da quela bunda que muito macho sonha em fuder, eu simplesmente com meu nariz no seu cuzinho, inalando os três peidos quentinhos e fididos, levantei seu pijaminha sem me dirigir a ela, como um homem confiante, sem uma palavra a está vadia filha da puta, pois o tesão foi tão grande inalando o vento quente que saiu daquele cuzinho virgem e apertado sem calcinha, que foi natural meu pau duro entrar igual rocha na portinha do cuzinho dela, mas Maria não me deixou enterrar meu pau duro igual rocha, até às bolas dentro do cuzinho quente dela, nunca tinha sentido sensação tão prazeirosa assim, pelo prazer e amor ao peido e coco de mulher. Mas a princesa puta não me deixou comer aquele cuzinho virgem, todo fidido e quentinho.
Então num fim de semana regado de podridão de princesa, porque meu amigo, minha amiga, o cheiro do coco é uma coisa fora do comum, pode ser nojento e repugnante para alguns, mas para outros é a gozada da vida, a ponto de voar porra quente alta em Maria, pelo tesão ser tão grande e incomparável a qualquer macho alpha fudedor de bucetinha de princesa vagabunda...imagina aquela gozada que você sempre sonhou que o homem dos seus desejos minha cara intelectual, dos seus sonhos te desse um banho de porra quente, que voasse até no seu cabelo, no meu caso seria pelas suas fezes quentinhas, com um sabor de azedo e ao mesmo tempo de um prazer libertador... libertador para o seu cuzinho todo cheio de merda e você sedenta para defecar no prato e me alimentar, punheto meu pau com as duas mãos de tanto tesão, a Maria(o nome é fictício,o conto não é, baseado em fatos reais). Pois esse foi meu fim de semana real. Maria vai até o trono, na quela posição que todo homem macho alpha que gosta de foder uma vagabunda, não pensaria duas vezes e meteria seu pinto duro em sua bucetinha, mas eu não. Comigo não é assim que funciona, comigo sempre será meu nariz enterrado na sua bunda linda e macia...
Porque se ela quiser um macho alpha que a saiba fuder e tratá-la como uma vagabunda, pode procurar outro homem... então o cheiro perto de sua bunda, começa a mudar e esquentar. O monstro começa a sair da caverna de Maria, ela no seu silêncio mais profundo, que nem parece uma cadela vadia gemedora de pau de macho, a merda de Maria sedenta para sair da caverna e desejando ver a luz do dia...Maria, uma linda senhora de 50 anos, sentindo um alívio extremo cagando no prato para me alimentar, as fezes de Maria, de cor marrom, bem grande no prato, dava para ver uns milhos dentro do coco. Maria fez uma bela obra de arte de dois pedaços de merda, quentes e fididos, nem o rio da marginal pinheiros, de São Paulo, chega perto do cheiro que o pedaço do cagão dessa princesa filha da puta, biscateira soltou... então voltamos para a cama, está bela mãe de família, de cinquenta anos, aliviada de Graças a Deus, então começo a cheirar a merda marrom e apetitosa, pego o garfo e abocanho como se eu dependesse do seu toroço para sobreviver. Meu irmão, minha irmã, como uma princesa anjinho daquela, faz tal atrocidade ou melhor uma verdadeira obra de arte, que nem Picasso jamais sequer pensou em criar. Vadia filha duma puta, andando na rua, por aí...é uma linda mulher, de cinquenta anos que todo homem e jovem de bom respeito olharia, com seus cabelos soltos, voando pelo vento, um deleite aos olhos de qualquer homem, mas Maria dentro de quatro paredes, é uma baita porcona ou melhor o porco sou eu. Porque ela está fazendo nada mais, nada menos, do que suas necessidades, da qual é meu prazer para sobreviver e gozar, como lhes falei, não sei o que é uma bucetinha gostosa de vadia safada já tem um bom tempo e vou continuar assim pela paixão ao scat e peido de mulher, agora enfiar comida em uma mulher para ela cagar, isso eu sei e mulher adora comer comida...Maria não tem frescura, gosta de comer de tudo um pouco...então começo a mastigar aquele coco duro marrom, fétido e podre que saíra do seu rabo, que muito macho deve olhar para ela na rua...que gosto de bosta maravilhosa, estava no paraíso das fezes de mulher na boca, a ponto de me dar ânsia de vômito três vezes, mas como um homem de coragem, aguentei firme, se Maria aguenta um pau grande na bucetinha que não seja o meu, não vou aguentar comer a cagada da vagabunda piranha da Maria...começo a sentir os milhos dentro do coco, vou mastigando como um kaviar, Kaviar de Maria, uma iguaria que nem os restaurantes italianos ou franceses tem no cardápio, com seu xixi quentinho e salgado,que nenhum vinho italiano se compara no acompanhamento de suas fezes, já o cardápio da Maria que sai por aquele cuzinho virgem, quente, fidido, se pudesse viveria com meu nariz respirando, inalando aquele cuzinho que muito macho sonha em comer, mas eu enfiando meu nariz nesse rabo de coroa linda. Eu não queria que esse momento de prazer acabasse, queria ficar ali, com essa princesa vadia que esconde suas necessidades de todos, mas comigo ela se solta e se caga lindamente. O gosto na minha boca das fezes da Maria,dessa princesa, a coisa mais prazeirosa que já experimentei, nenhuma comida chega perto do que saiu da Maria, porque enquanto outros homens querem entrar dentro dela, eu quero ficar na portinha dela. O coco dela se dissolvendo na minha boca, meu pau de punheteiro nato, duro que nem rocha, ela talvez esperando que eu metesse em sua bucetinha, mas não sou homem disso, Maria sabe muito bem que sou punheteiro de suas fezes, ela que vá procurar um macho alpha para tal coisa...que merda marrom fétida,fidida e cheiro de podre, de esgoto dessa mãe de família filha duma puta e maravilhosa, mas que remédio calmante e relaxante para a alma. Então chega o momento de gozar, estava a 4 semanas sem me masturbar e sem ver pornografia, olha, vou lhe falar, comendo seu pedaço de merda marrom quente e fidida, saiu tanta porra, mas tanta porra que até eu me assustei, vuou até em seu cabelo, suas costas ficaram cheia de porra quente e minha boca cheia de sua merda de princesa vagabunda...por isso falo sempre que olhar para uma mulher na rua, se ela estiver andando, provavelmente terá cheiro de suor, sua amiga, esposa ou namorada,pode ter certeza que elas vão cagar em algum momento do dia especial delas...