Larissa tinha acabado de fazer 18 anos. Era uma novinha branquinha, cabelos longos castanhos, corpo miudinho mas bem feito: peitinhos firmes que marcavam qualquer blusinha, cintura fina e uma bundinha redonda e empinada que chamava atenção desde que ela começou a usar shortinhos curtos. Ainda era virgem de verdade. Já tinha se tocado bastante escondido no quarto, mas nunca tinha deixado ninguém colocar a mão (ou outra coisa) nela.
O primo dela, Bruno, tinha 24 anos. Alto, moreno, corpo definido de quem malha, e um sorriso safado que deixava claro que ele era experiente pra caralho. Ele sempre brincava com ela, mas ultimamente as brincadeiras estavam ficando mais pesadas: olhares demorados, mãos “sem querer” roçando na bunda dela, piadinhas sobre “como uma garota tão gostosa ainda era virgem”.
Naquele fim de semana, a família toda foi pra chácara do tio. À noite, depois que todo mundo bebeu um pouco e foi dormir, Larissa ficou na sala vendo TV. Estava de shortinho de algodão bem curtinho e uma regata fina, sem sutiã. Bruno apareceu só de bermuda, sem camisa, e sentou bem do lado dela no sofá.
— Tá sozinha, priminha? — perguntou ele, com aquela voz rouca.
— Tô… os outros já foram dormir — respondeu Larissa, sentindo o coração acelerar.
Bruno não perdeu tempo. Colocou a mão na coxa dela e foi subindo devagar.
— Você sabe que eu te acho uma delícia, né? Essa bundinha… esses peitinhos… — ele falou baixo, quase no ouvido dela.
Larissa ficou vermelha, mas não tirou a mão dele. Na verdade, sentiu um calor subir entre as pernas.
— Primo… eu nunca… — murmurou ela, envergonhada.
— Eu sei que você é virgem, Larissa. Por isso eu vou devagar… mas vou te ensinar tudo que uma novinha gostosa precisa saber.
Ele puxou ela pro colo dele. Larissa sentiu logo o pau dele já duro, latejando contra a bundinha dela por baixo da bermuda. Bruno começou a beijar o pescoço dela, descendo as mãos por baixo da regata e apertando os peitinhos pequenos e durinhos. Os bicos estavam durinhos de tesão.
— Ai, primo… tá gostoso… — gemeu ela baixinho.
Bruno tirou a regata dela, deixou os peitinhos à mostra e começou a chupar um mamilo enquanto beliscava o outro. Larissa rebolava sem perceber no colo dele, sentindo a bucetinha molhar o shortinho.
Ele a deitou no sofá, tirou o shortinho e a calcinha de uma vez. Olhou pra bucetinha lisinha, rosadinha, ainda sem um pelo sequer (ela fazia depilação completa).
— Caralho, que bucetinha mais linda e apertada… virgem mesmo — disse ele, passando o dedo devagar na fenda molhada.
Larissa tremia de nervoso e excitação. Bruno abriu as perninhas dela e começou a lamber devagar: primeiro o clitóris, depois enfiando a língua na entradinha. Ela gemia baixinho, tapando a boca com a mão pra não acordar a família.
— Primo… eu vou gozar… ai meu Deus…
Ela gozou pela primeira vez na boca do primo, o corpinho todo tremendo, suquinho escorrendo no queixo dele.
Bruno tirou a bermuda. O pau dele era grosso, veioso, cabeça rosada brilhando de pré-gozo. Larissa olhou assustada e excitada ao mesmo tempo.
— Vai caber? — perguntou ela, inocente.
— Vai doer um pouquinho no começo, mas depois vai ser só prazer, prometo.
Ele posicionou a cabeça do pau na entradinha virgem e foi empurrando devagar. Larissa sentiu uma pressão forte, depois uma dorzinha aguda quando ele rompeu o hímen. Ela soltou um gemidinho alto e cravou as unhas nas costas dele.
— Shhh… relaxa, priminha… tá quase todo dentro…
Quando o pau dele entrou inteiro, Bruno parou um pouco pra ela se acostumar. Depois começou a meter devagar, fundo, sentindo a bucetinha virgem apertar ele como um punho quente e molhado.
— Que buceta gostosa… tão apertadinha… — grunhia ele no ouvido dela.
Larissa começou a gostar. A dor passou e virou um prazer louco. Ela abraçou o primo com as pernas e começou a rebolar junto.
— Mais forte, primo… me fode… eu sou sua agora…
Bruno acelerou, metendo cada vez mais fundo, batendo as bolas na bundinha dela. O barulhinho molhado de buceta virgem sendo arrombada enchia a sala.
Quando ele sentiu que ia gozar, tirou o pau e gozou forte em cima da barriguinha e dos peitinhos dela, jatos grossos e quentes.
Larissa passou o dedo no esperma, levou à boca e provou, olhando pra ele com carinha de safada recém-desvirginada.
— Da próxima vez eu quero engolir tudo, primo… e quero que você me foda de quatro também.
Bruno sorriu, ainda com o pau semi-duro.
— Pode deixar, novinha. Agora você é minha putinha particular.
E assim, naquela noite na chácara, a virgem Larissa virou a novinha mais safada da família.
