A Corna que ainda Não Encontrou Seu Dono - Cap.7

Um conto erótico de Historia90
Categoria: Heterossexual
Contém 982 palavras
Data: 23/03/2026 19:37:39

A festa ainda pulsava lá embaixo quando Bruna e o marido, Marcos, subiram para um dos quartos de hóspedes no segundo andar. Ele estava completamente bêbado o quarto uísque já tinha feito efeito total. Mal conseguia andar em linha reta. Bruna o ajudou a deitar na cama, tirou os sapatos dele e o cobriu com o edredom. Marcos murmurou algo incoerente sobre “estar cansado” e apagou em menos de dois minutos, roncando alto, largado no canto da cama king size como um peso morto. Bruna ficou ali parada por alguns segundos, olhando para ele com uma mistura de pena e alívio. O sexo deles sempre foi bom carinhoso, ritmado, ele sabia onde tocar. Mas nunca foi suficiente. Nunca foi como o que ela tinha sentido com Paulo horas antes.

Ela saiu do quarto em silêncio, o corpo ainda tremendo. A buceta inchada latejava, o cuzinho virgem pulsava de curiosidade, e um fio quente de porra de Paulo escorria devagar pela coxa interna. Bruna limpou discretamente com o guardanapo que trouxera do bar, o coração acelerado. Ela já tinha decidido: queria dar o cuzinho para Paulo. Hoje.

Lá embaixo, a festa começava a esvaziar. Ana encontrou Bruna perto da escada, segurou sua mão com carinho e sussurrou no ouvido dela:

— Vem comigo. Vamos te preparar pra ele.

Bruna seguiu Ana até um quarto menor no mesmo andar. Ana fechou a porta, virou Bruna de frente para o espelho grande e começou a despi-la devagar. Beijou o pescoço da prima, língua quente traçando a pele, mãos deslizando pelos seios pequenos, apertando os mamilos até eles endurecerem.

— Você tá tremendo… — murmurou Ana, voz melíflua. — Quer mesmo dar o cuzinho pra ele?

Bruna assentiu, voz rouca:

— Quero. Nunca quis tanto uma coisa.

Ana sorriu safada. Ajoelhou atrás dela, abriu as nádegas grandes e macias de Bruna e lambeu o cuzinho virgem devagar. Língua quente, molhada, circulando o anel apertado, entrando devagar, saboreando. Bruna gemeu alto, mãos na parede, bunda empinada. Ana chupou com vontade, saliva escorrendo, dedos entrando na buceta melada enquanto a língua trabalhava no cu, abrindo, relaxando, preparando.

— Assim… relaxa o anel… quando ele entrar, você vai viciar. Eu prometo. Respira fundo… isso… deixa minha língua entrar mais.

Ana continuou por longos minutos, língua fundo no cu de Bruna, dedos socando a buceta, polegar no clitóris. Bruna gozou pela primeira vez só com a língua no cu, corpo arqueando, gemendo rouca. Ana subiu, beijou a boca da prima, compartilhando o gosto do próprio cu.

— Agora você tá pronta. Molhada, aberta, pra ele.

Paulo entrou minutos depois. Viu as duas nuas na cama e sorriu perigoso. Ana e Bruna ajoelharam juntas. Duas bocas quentes no pau grosso, Ana chupando a cabeça, Bruna lambendo as bolas, línguas se tocando, saliva escorrendo. Paulo segurou o cabelo das duas, fodendo as boquinhas alternadamente.

— Boas putas… preparem esse cu pra mim.

Ana deitou Bruna de quatro na cama, abriu as nádegas com as duas mãos e lambeu o cuzinho de novo, deixando tudo brilhando de saliva. Depois posicionou o pau de Paulo na entrada, guiando a cabeça grossa com a mão.

— Vai devagar no começo, grandão… deixa ela sentir cada centímetro. Eu vou ficar aqui o tempo todo.

Paulo empurrou devagar. A glande passou o anel apertado. Bruna gritou de prazer misturado com dor gostosa. Ana ficou ao lado, lambendo o clitóris da prima com a língua quente, dedos entrando na buceta dela para distrair.

— Isso… respira… deixa ele abrir você… olha como seu cu tá engolindo o pau dele… que delícia.

Paulo meteu mais fundo, centímetro por centímetro, até estar todo dentro. Bruna gemeu alto, corpo tremendo. Ana não parava, chupava o clitóris, lambia as bolas de Paulo enquanto ele socava devagar, Ana falava palavras safadas para Bruna.

— Tá gostando, né? Tá sentindo ele no seu cu virgem… rebola devagar… assim… boa menina.

Paulo acelerou aos poucos. Socadas ritmadas, profundas, saco pesado batendo na buceta molhada de Bruna. Ana alternava, lambia o cu de Bruna ao redor do pau que entrava e saía, chupava as bolas de Paulo, depois voltava pro clitóris. Bruna viciou na hora. Gemidos altos, bunda empinando sozinha, palavras saindo sem filtro:

— Mais fundo… me arromba… nunca senti isso… sou sua puta agora… Ana, não para de lamber… por favor…

Ana sorriu, dedos trabalhando mais rápido no clitóris enquanto Paulo metia forte. Bruna gozou forte, cu pulsando em volta do pau, squirt jorrando na cama. Ana lambeu tudo, bebendo o mel da prima.

Paulo grunhiu e gozou dentro, jatos grossos enchendo o cuzinho virgem até transbordar, porra branca escorrendo pelas coxas de Bruna. Ana imediatamente desceu, lambeu o cu aberto, sugando a porra que saía, depois subiu e beijou Bruna, compartilhando tudo na boca.

— Viu? Eu disse que você ia viciar.

Bruna, exausta e tremendo, sorriu com olhos vidrados.

Enquanto isso, Marcos continuava largado no outro quarto, roncando alto, completamente alheio ao que tinha acontecido com a esposa.

No quarto principal da mansão, Helena tomava banho sozinha. Água quente escorrendo pelo corpo maduro, mãos deslizando pelos seios grandes, pela barriga, pela buceta. Não parava de pensar no que Ana tinha contado. Cada detalhe ecoava na cabeça, Paulo fodendo Bruna, Ana lambendo, a prima gozando como nunca. Helena sentiu a buceta pulsar forte. Saiu do banho, secou o corpo devagar, deitou na cama nua.

O marido entrou no quarto, já meio bêbado, tentando puxar conversa e sexo. Helena aceitou não queria brigar. Ele subiu em cima dela, penetrou devagar. Mas Helena só conseguia imaginar Paulo. As mãos pesadas dele na própria bunda, a voz grossa mandando ela se ajoelhar, o pau grosso abrindo ela centímetro por centímetro, socando fundo enquanto Ana lambia tudo. Gozou pensando nele, gemendo baixinho o nome “Paulo” disfarçado. O marido nem percebeu. Gozou rápido e rolou para o lado.

Helena ficou olhando o teto, buceta ainda latejando, desejo crescendo. Pela primeira vez na vida, ela não entendia oque estava acontecendo com ela…

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