O dia em que minha tia me ajudou a comer a minha mãe. Ato 3 – As provocações de tia Irene

Um conto erótico de Afonso
Categoria: Heterossexual
Contém 895 palavras
Data: 23/03/2026 14:24:44

Era uma tarde de quinta-feira, daquelas em que o sol já baixava mas o calor ainda grudava na pele. Eu estava na sala, sentado à mesa de jantar com o notebook aberto, fingindo que avançava no trabalho da faculdade. Na verdade, minha cabeça estava em outro lugar — ainda na imagem das duas de biquíni no domingo, na punheta conjunta com Horácio, nas coisas que ele disse sobre nossas mães.

Ouvi a campainha. Mamãe abriu a porta e logo veio o riso alto e característico da tia Irene.

— Mana, que saudade! Entra, entra — disse mamãe, dando um abraço apertado na irmã.

Tia Irene entrou como se fosse dona do lugar. Vestia um vestido soltinho de algodão branco, curto demais pras coxas grossas, decote generoso que deixava os peitos enormes quase escapando a cada passo. Sem sutiã, dava pra ver os mamilos marcando o tecido fino. A bunda saliente balançava livre, e o vestido subia um pouco quando ela andava. Ela carregava uma garrafa de vinho na mão.

— Trouxe um presentinho pra gente relaxar — anunciou, beijando o rosto de mamãe.

As duas se sentaram no sofá da sala, bem na minha linha de visão. Eu abaixei a cabeça pro notebook, mas meus olhos traíam. Tia Irene cruzou as pernas, o vestido subindo mais, revelando a coxa grossa e bronzeada. Ela me olhou de relance e sorriu — um sorriso que dizia que ela sabia exatamente onde eu estava olhando.

— Oi, Afonso. Tá estudando direitinho? — perguntou ela, a voz rouca e provocante.

— Oi, tia... tô tentando — respondi, forçando um sorriso.

Mamãe riu.

— Ele é aplicado, né? Sempre quietinho aí no canto.

Tia Irene inclinou o corpo pra frente, os peitos pesados balançando de leve.

— Quietinho demais, eu acho. Aposto que tem muita coisa passando nessa cabecinha jovem.

Eu senti o rosto esquentar. Elas abriram o vinho, serviram duas taças. A conversa começou leve — academia, dieta, fofoca de parentes —, mas aos poucos foi mudando de rumo. Eu fingia digitar, mas meus ouvidos estavam grudados nelas.

— Sabe o que eu tô precisando? — disse minha tia, tomando um gole longo. — Um homem que aguente o tranco e não goze rápido. Esses caras da minha idade já gozam antes de tirar a roupa.

Mamãe riu, corando um pouco.

— Para com isso, Irene. Você assusta qualquer um com esse papo.

— Assusto? Eu acho que animo. Outro dia eu tava com um cara mais novo e falei logo na cara: “Se você não aguentar pelo menos 10 minutos, eu te mando embora”. Ele quase teve um treco, mas cumpriu direitinho.

As duas caíram na gargalhada. Eu engoli em seco. Meu pau começou a inchar na calça jeans só de imaginar a cena. Tia Irene continuou, baixando a voz como se contasse segredo, mas alto o suficiente pra eu ouvir.

— E você, minha irmã? Faz quanto tempo que não dá uma escapada? O Horácio me contou que o teu marido viaja muito... deve sobrar tempo pra uma mulher se cuidar sozinha.

Mamãe deu um tapinha leve no braço dela.

— Você é impossível! Eu me viro bem, obrigada.

— Se vira como? Com o chuveirinho? Ou com aqueles brinquedinhos que você esconde no armário?

Mamãe riu alto, cobrindo a boca.

— Cala a boca, sua louca! E se o Fonsinho ouvir?

Tia Irene virou o rosto devagar na minha direção. Nossos olhares se cruzaram. Ela sorriu devagar, maliciosa.

— Ah, ele ouve sim. Mas aposto que não se importa. Né, Afonso?

Eu congelei. Meu coração disparou. Tentei responder algo, mas só saiu um murmúrio.

— Eu... tô concentrado aqui.

Tia Irene se levantou do sofá, caminhou até a mesa devagar, os quadris rebolando. Parou bem ao meu lado, inclinou o corpo pra olhar a tela do notebook — o que fez os peitos enormes quase encostarem no meu ombro. O perfume dela era forte, doce, misturado com o cheiro natural da pele quente.

— Trabalho da faculdade, hein? — murmurou ela, baixo o suficiente pra minha mãe não ouvir direito. — Ou você tá só fingindo pra ficar olhando pra gente?

Eu não consegui responder. Meu pau estava duro pra caralho, pressionando a calça.

Ela se endireitou, mas antes de voltar pro sofá, passou a mão de leve no meu ombro, os dedos demorando um segundo a mais.

— Relaxa, meu amor. Da próxima vez que a gente falar de sexo... você pode participar da conversa em vez de ficar só escutando de longe. Quem sabe eu te ensino uma coisa ou outra.

Ela piscou pra mim e voltou pro sofá como se nada tivesse acontecido.

Mamãe olhou pra gente, confusa.

— O que você falou pra ele, Irene?

— Nada, garota. Só incentivei os estudos.

As duas riram de novo. Eu fiquei ali, o rosto queimando, o pau latejando, a mente explodindo com as palavras dela. “Participar da conversa”. “Te ensino uma coisa ou outra”.

Eu sabia que tia Irene tinha percebido tudo. E, pela primeira vez, senti que talvez... talvez aquilo não fosse só coisa da minha cabeça.

Quando elas foram pra cozinha pegar mais vinho, eu me levantei rápido, subi pro quarto e tranquei a porta. Tirei a calça, deitei na cama e me masterbei pensando nas palavras dela, no decote, nos peitos balançando, na possibilidade real de que aquilo tudo pudesse sair do imaginário.

Gozei rápido, forte, mordendo o travesseiro pra não gemer alto.

Mas a culpa veio misturada com algo novo: expectativa.

Tia Irene tinha aberto uma porta. E eu queria desesperadamente atravessar.

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