O dia em que minha tia me ajudou a comer a minha mãe. Ato 1 – Desejo proibido.

Um conto erótico de Afonso
Categoria: Heterossexual
Contém 978 palavras
Data: 23/03/2026 14:13:58
Última revisão: 23/03/2026 14:33:03

Caro leitor, decidi dividir esta história em sete atos para tornar a sua experiência mais leve e dinâmica. Todas as partes estarão disponíveis até o dia 26 de março para que você possa mergulhar na trama no seu próprio ritmo. Boa leitura! Se puder, adoraria saber o que achou nos comentários.

***

Eu estava no sofá da sala, fingindo ler um livro da faculdade, quando ouvi a porta da frente se abrir. Meu coração deu um pulo antes mesmo de eu levantar os olhos. Era ela. Minha mãe, Fernanda.

Ela entrou como sempre fazia depois do treino: o corpo brilhando de suor, o top esportivo preto colado na pele, marcando os seios médios e firmes que pareciam desafiar a idade dela. A legging cinza escura abraçava cada curva da bunda redonda, das coxas esguias mas torneadas. O cabelo curto, estilo Joãozinho, castanho e úmido nas pontas, grudava um pouco na testa. Ela carregava aquela bolsa de academia no ombro e um sorriso tranquilo no rosto perfeito – lábios cheios, olhos castanhos quentes, pele branca levemente corada pelo esforço.

— Oi, Fonsinho. Cheguei — disse ela com aquela voz suave, maternal, que me matava por dentro.

Eu levantei rápido, como se fosse só educação.

— Oi, mãe Como foi o treino?

Ela largou a bolsa no chão e veio na minha direção. Antes que eu pudesse me preparar, me envolveu num abraço rápido de boas-vindas. Era o tipo de abraço que ela dava sempre: braços ao redor dos meus ombros, corpo colando no meu por uns segundos. Mas hoje... hoje o suor ainda quente dela penetrou na minha camiseta. O cheiro me acertou em cheio – aquele hidratante de frutas vermelhas que ela usava, morango e framboesa misturado com o salgado do suor, um aroma doce e animal que subiu direto pro meu nariz e desceu pro pau.

Senti os seios dela pressionando meu peito, macios mas firmes, os mamilos endurecidos pelo ar-condicionado da sala roçando de leve no tecido fino do top. Minha mão, sem querer, parou na curva das costas dela, bem onde a legging começava a descer um pouco, expondo a pele quente da lombar. Meu pau latejou instantaneamente dentro da calça de moletom, crescendo contra a coxa dela. Eu congelei, rezando pra que ela não sentisse.

Ela se afastou devagar, ainda sorrindo.

— Foi ótimo. Hoje peguei pesado nas pernas. Tô toda quebrada... — Ela esticou os braços pra cima, alongando o corpo, e o top subiu um pouco, as axilas depilada e bonitas apareceram, a barriga lisa e a linha fina da cintura foram reveladas. — Vou tomar um banho rapidinho. Quer que eu faça um lanche pra gente depois?

— Não precisa, eu... eu já comi — menti, a voz saindo mais rouca do que eu queria.

Ela riu baixo, um som que parecia acariciar minha espinha.

— Tá bom, então. Qualquer coisa me chama.

E subiu as escadas, a bunda balançando a cada degrau, a legging marcando a divisão perfeita entre as nádegas.

Eu fiquei ali parado por uns segundos, o pau duro latejando contra a cueca, o coração martelando no peito. Era sempre assim. Todo dia eu me odiava um pouco mais por isso. Ela era a minha mãe. E eu não conseguia parar de imaginar coisas que nenhum filho decente deveria imaginar.

Subi pro meu quarto logo depois, tranquei a porta. O quarto ainda estava quente do sol da tarde, mas eu não liguei. Tirei a camiseta suada e joguei na cadeira. Deitei na cama de costas, a calça de moletom ainda no corpo, e fechei os olhos.

A imagem dela veio imediata: o abraço. O cheiro. O suor. Os seios pressionando meu peito. Imaginei que, em vez de se afastar, ela tivesse ficado ali mais tempo. Que tivesse sentido meu pau duro contra a coxa dela e, em vez de se assustar, tivesse sorrido daquele jeito safado que ela às vezes dava quando contava piada. Imaginei ela sussurrando no meu ouvido: “Tá sentindo isso, Fonsinho? É por mim que ele tá assim?”

Minha mão desceu sozinha pela barriga, entrou dentro da calça. O pau já estava babando, a cabeça inchada e vermelha, veias pulsando. Eu o segurei firme, comecei a me masturbar devagar, imaginando ela tirando o top ali na sala. Os seios se soltando, mamilos rosados e duros apontando pra mim. Imaginei ela se abaixando devagar, os cabelos curtos roçando minha coxa enquanto abria a boca e engolia meu pau inteiro, a língua quente lambendo a glande, o gosto do meu pré-gozo misturado com a saliva dela.

“Você queria isso faz tempo, né, filhote?”, eu imaginava ela dizendo, a voz baixa e rouca, enquanto subia e descia a boca, os lábios esticados ao redor da grossura. Eu acelerava a punheta, a outra mão apertando as bolas, imaginando ela se virando de costas, puxando a legging pra baixo, expondo a bunda redonda e branca, a buceta depilada brilhando de umidade. “Vem, Fonsinho... mete na mamãe. Me fode como você sonha toda noite.”

Eu gemi baixo, mordendo o lábio pra não fazer barulho. O ritmo ficou frenético. Imaginei empurrando devagar dentro dela, sentindo o calor apertado, molhado, as paredes da buceta dela se contraindo ao meu redor. Ela gemendo meu nome: “Isso... assim... mais forte, meu menino...”

O gozo veio forte, jatos quentes espirrando na minha barriga, no peito, escorrendo pelos lados. Meu corpo tremeu inteiro, as pernas se contraíram. Fiquei ali ofegante, o pau ainda pulsando na mão, o sêmen grosso escorrendo devagar.

E então veio a culpa. Como sempre. Eu limpei tudo com a camiseta suja, joguei no cesto. Olhei pro teto, ouvindo o chuveiro dela no banheiro ao lado. Ela estava lá, nua, água escorrendo pelo corpo que eu acabara de profanar na minha cabeça.

Eu fechei os olhos de novo. Sabia que isso não ia parar. Sabia que, cedo ou tarde, algo ia acontecer. E uma parte de mim... uma parte bem suja... torcia pra que acontecesse logo.

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Comentários

Foto de perfil de Deborah

Yan, incesto é algo que tem um gosto diferente, de gostoso e proibido. Mi ha experiência foi com meu irmão (te convido a ler meus contos) 3 estrelas para o seu 💫

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