O início da sala da UOL parte 2

Um conto erótico de Tuts
Categoria: Heterossexual
Contém 601 palavras
Data: 03/03/2026 11:30:05

A sexta-feira de expectativa finalmente deu lugar ao sábado. O relógio parecia castigar, mas quando marcou 18:50, eu já estava estacionado em frente ao hospital. O coração batia no rastro da adrenalina. Eu não conseguia tirar da cabeça a foto do decote e a promessa daquela boca.

Exatamente às 19:05, a porta lateral se abriu. De longe, reconheci o passo decidido. O uniforme branco brilhava sob o poste de luz, mas o que me paralisou foi o contorno: os 1,60m de puro pecado, o quadril largo balançando e o busto que parecia querer saltar do jaleco. Quando ela me viu, abriu aquele sorriso de "eu sei o que eu quero" que tínhamos ensaiado no MSN.

O Primeiro Contato: Faíscas e Urgência

Não teve "oi, tudo bem". No momento em que ela entrou no carro, o perfume doce misturado com o cheiro de hospital e o puro tesão tomou conta do ambiente.

— "Você é muito mais perigoso do que no chat, Arthur..." — ela disse, a voz rouca, já deixando a bolsa no chão e cravando os olhos nos meus.

Eu não respondi com palavras. Minha mão, grande e firme, foi direto na nuca dela, puxando-a para um beijo que parecia uma colisão. Nossas línguas se encontraram com uma violência deliciosa, uma disputa de espaço. Ela gemia entre o beijo, as mãos pequenas e ágeis já apertando meus ombros, sentindo meus 1,90m de músculo e vontade.

Saímos dali cantando pneu, o destino era um motel próximo, mas a mão dela não sossegou. Fer abriu os botões do jaleco, revelando um sutiã de renda preta que mal segurava o volume dos seios.

— "Lembra que eu perguntei se você aguentava?" — ela provocou, descendo a mão direto para o meu colo, apertando o volume que já deformava o jeans. — "Nossa... você não mentiu em nada, garoto."

Eu sentia o sangue pulsar na cabeça. Enfiei a mão por baixo da saia do uniforme, encontrando uma pele quente, sedosa e completamente sem calcinha. O choque térmico me fez soltar um palavrão de puro prazer. Ela estava encharcada, pronta, queimando.

Assim que a porta da suíte se fechou, a roupa virou detalhe. O uniforme branco foi ao chão, revelando um corpo de 39 anos que era uma obra-prima: coxas grossas, a barriga levemente macia e os bicos dos seios já endurecidos pelo frio do ar-condicionado e pelo calor do desejo.

A Dominação: Eu a joguei na cama, ficando por cima. O contraste era absurdo: minha altura e força contra a delicadeza possessiva dela.

A Promessa Cumprida: Ela cumpriu o que disse no chat. Ajoelhada, me olhou nos olhos com uma luxúria que me deu calafrios antes de me envolver por completo. Era técnica, era vontade, era uma sede que parecia não ter fim. Eu segurava o cabelo dela, sentindo cada centímetro daquela boca grande me levando ao limite.

Quando nos unimos de verdade, o som do quarto era apenas de pele batendo, respiração ofegante e as unhas dela cravando nas minhas costas.

— "Vai, Arthur... me deixa sem fôlego! Me faz engolir tudo!" — ela gritava, as pernas jogadas para o alto, prendendo minha cintura com uma força que eu não sabia que ela tinha.

O orgasmo veio como uma explosão de fogos. Foi longo, profundo e barulhento. Eu sentia cada músculo dela contrair em volta de mim, enquanto ela gozava alto, tremendo inteira, os olhos revirando de puro prazer. Ficamos ali, suados, grudados, o cheiro de sexo dominando tudo. A Fer do UOL era real, e ela era muito melhor do que qualquer MSN poderia descrever.

Espero que gostem se quiserem a parte 3 comenta aí!

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