Mais um mês se passou, com a rotina da faculdade e do trabalho fluindo em ritmo constante. O aniversário de Rufus se aproximava – 30 de março –, e Sara estava animada para preparar uma surpresa, planejando um jantar romântico e um bolo especial. Mas, num dia qualquer na cozinha, ela presenciou um momento que a deixou constrangida: Rufus e Gislaine conversando sobre o passado, rindo das peripécias dela. "Lembra daquela vez que você sumiu a noite toda e voltou com aquela história maluca sobre 'amigos'?", dizia Rufus, rindo leve. Gislaine sorria, olhos brilhando: "Ah, eu era doida… mas você aguentava tudo, né? Saudade... daqueles tempos loucos, claro." Rufus balançava a cabeça: "Agora é passado… a Sara me ajudou a superar isso, me mostrou o que é amor de verdade." Havia uma tensão sutil no ar – olhares que se demoravam um segundo a mais, um toque acidental no braço que fazia Gislaine corar levemente –, mas nem um dos dois avançava além do que deveria, mantendo a conversa leve e nostálgica. Sara, ouvindo de longe, interpretou como se Rufus tivesse saudade dos sexos com Gislaine, especialmente porque, desde o aniversário dela, eles não repetiram a dose. Aquilo a deixou ressentida e insegura, um nó no estômago que ela tentou ignorar.
No dia do aniversário dele, 30/03, Sara acabou fazendo um bolo simples – chocolate com cobertura básica, sem as decorações elaboradas que planejava. Rufus não achou ruim; sorriu genuíno ao ver a mesa posta com velas e pratos caseiros: "Sara, isso tá incrível… obrigado por se importar tanto." A festa era íntima, só os quatro em casa – Gislaine chegou com João, trazendo um relógio de presente, comprado juntos: "Parabéns, Rufus… espero que goste. É pra te ajudar a gerenciar o tempo na faculdade", disse ela, entregando o pacote com um abraço rápido, mas carregado de uma eletricidade sutil – seus corpos se tocando por um instante a mais, olhos se encontrando com um brilho, mas sem palavras ou gestos além. Rufus agradeceu: "Valeu, Gislaine… significa muito vindo de você." João riu: "Ela insistiu nesse… disse que você merecia algo prático." Sara observava, forçando um sorriso, mas o ciúme borbulhava por dentro. Eles cantaram parabéns, cortaram o bolo e conversaram sobre a faculdade – Rufus e Gislaine trocando dicas sobre professores, com risadas leves que ecoavam antigas intimidades, mas sempre mantendo distância respeitosa.
Depois da festa, com a casa quieta, Rufus e Sara foram pro quarto, iniciando um amor gostoso – beijos lentos, mãos explorando corpos nus. Ele lambia os seios dela, penetrando devagar na boceta úmida, estocadas ritmadas que a faziam gemer baixinho: "Ahh, amor… assim…" Mas Rufus percebeu que Sara não estava no clima – olhares distantes, respostas mecânicas. Ele para no meio, ofegante: "Ei… o que tá rolando? Você não tá aqui de verdade." Sara vira o rosto: "Nada… continua." Rufus insiste, sentando na cama: "Não, Sara… me diz. A gente prometeu comunicação, lembra? O que te incomoda?" Ela hesita, voz tremendo: "Tá bom… é que ouvi você e a Gislaine rindo do passado um outro dia, das 'peripécias' dela. Parecia que você tinha saudade daqueles sexos loucos… e desde o aniversário dela, eu sei que nada rolou de novo. Mas me sinto insegura, com ciúmes… como se eu não fosse suficiente pra você."
Rufus a abraça, sério: "Sara, eu te amo… aquilo foi só nostalgia, pra mostrar como você me ajudou a superar. Já faz um mês que rolou aquilo no aniversário dela, e eu nunca repetiria sem sua permissão. Quero reforçar nossa comunicação e confiança – é isso que nos torna fortes." Sara interpreta mal, olhos marejados: "Então você quer repetir? Falta só eu permitir?" Ela chora. Mas logo diz: "tá, eu sei que tô exagerando, eu sei. Até já fizemos sexo em grupo com aquele casal de amigos meus, e foi bom… mas ver você com ela me mexe." Ela chora novamente, e Rufus a abraça mais forte: "Ei, shh… não é isso. Se te incomoda, a gente fica no clássico: monogamia pura. Pra mim, não importa – desde que seja com você, Sara. Você é minha prioridade." Isso a impacta positivamente, lágrimas virando sorriso: "Sério? Você faria isso por mim?" Rufus assente: "Claro… te amo demais pra arriscar."
Eles voltam ao sexo, agora com intensidade renovada – Rufus a deita de costas, lambendo a boceta peludinha com fome, língua circulando o clitóris enquanto dedilha ritmado: "Goza pra mim, amor… você é minha." Sara goza tremendo, sucos molhando os lençóis: "Ahh, delícia… mais!" Ele a penetra de missionário, estocadas profundas e lentas que aceleram, sentindo as paredes pulsarem: "Admito que senti tesão vendo você foder a Gislaine, mas agora você é meu… só meu!" - diz Sara. - "E eu sou sua, Rufus… de mais ninguém!" Viram de lado, ele por trás, metendo forte no cuzinho lubrificado, tapas na bunda ecoando enquanto ela goza novamente: "Ahh! Te amo!" Por fim, de frango assado, pernas dela sobre os ombros, ele estoca brutas, gozando jatos quentes dentro da boceta. Sara urra em orgasmo mútuo, convulsionando: "Ahh, delícia… sou sua pra sempre!"
Ao final, eles se abraçam, corpos suados e colados. Sara promete: "Vou controlar esse ciúme bobo… você é incrível." Rufus responde: "E eu prometo mais uma vez: sou seu, e vou continuar sendo por toda a vida." Ela sorri, adormecendo nua em seus braços, o peito subindo e descendo em paz.