Minha esposa Pâmela, e eu, recebemos a visita da irmã dela que não víamos há algum tempo, e juntamente com ela, veio o namorado, o rapaz era um antigo amigo delas e tinha alguma intimidade com as duas, fato que só vim saber depois.
A irmã entrou, se sentou no sofá enquanto eu oferecia uma cerveja ao namorado dela, conversamos, ele foi muito simpático e então precisei sair para comprar algumas coisas no supermercado, deixando os três a sós. Quando voltei, o clima que antes era amigável estava um pouco estranho, segui para a cozinha e Pâmela veio logo atrás.
– Amor, minha irmã sempre me tira do sério, acredita que ela disse que eu estava sendo muito simpática com o namorado dela?! Disse ela indignada com o ciúme da irmã.
Eu apenas sorri e disse que essas coisas eram assim mesmo, que logo logo ela ia esquecer isso, mas Pâmela seguiu com sua raiva.
– Você não acha que ela exagera? Só porque a gente se beijou uma vez, há anos, ela acha que vou roubar o namorado dela!.
Naquele momento fiz a interrompi e pedi para repetir o que ela havia dito. Ela então sorriu e disse que os dois ficaram quando ainda eram muito novos mas não rolou nada demais.
– Então por que não rolar agora? Eu disse
Percebi a raiva dela passar instantaneamente e se transformar em um sorriso safado.
– Amor… é sério isso? Ela quis confirmar
Disse que se ela quisesse, eu tentaria ajudar, mas que dependeria dela. Chegamos a um acordo sobre como agir e seguimos. Ao voltar da cozinha, disse que havia comprado mais cerveja e que trouxe algumas carnes para fazer um churrasco, eles se interessaram e preparamos tudo.
Após o almoço, percebi que Pâmela estava inquieta, ela tentou de todas as formas fazer com que a irmã exagerasse na bebida mas ela ainda não estava bêbada. Sugeri oferecer um vinho. A cunhada já havia bebido algumas cervejas e estava, digamos, alegre, ela aceitou o vinho e agradeceu, pedindo o copo cheio. Pâmela sorriu maliciosamente me olhando de longe, enquanto eu colocava nosso plano em prática.
Quase uma hora depois, já no meio da tarde o plano deu certo.
Minha cunhada disse que estava cansada e iria se deitar no sofá, Pâmela educadamente ofereceu o quarto de visitas e ela foi se deitar, provavelmente dormiria profundamente sob o efeito das cervejas e do vinho. Ficamos os três na área de churrasco, alguns minutos depois pedi licença e me retirei também, deixando os dois a sós. Obviamente fiquei espiando do lado de dentro.
Não demorou muito até que o rapaz se entregasse aos encantos da minha esposa, após um tempo conversando ela o beijou e ali mesmo, nos fundos da casa eles começaram a se pegar. Os beijos foram evoluindo para toques mais intensos e íntimos, até que ele abaixou a blusinha dela, puxou o sutiã e começou a chupar seus peitos grandes, passando a língua pelos mamilos e deixando ela toda babada, Pâmela se contorcia de prazer com os toques e sussurrava palavras que eu não entendia, mas ainda assim me excitava.
– Vai rápido, ele não pode ver!
Ela disse, em tom um pouco mais alto, ao macho encenando medinho que eu descobrisse a traição.
Eu fiquei na sala, atrás das cortinas, evitando ao máximo ser notado, ao mesmo tempo vigiava para que a cunhada não aparecesse de surpresa.
Pâmela esfregava sua bunda grande no pau do macho, ainda por cima da calça, ele por sua vez não estava se aguentando mais de tanto tesão.
Quando ele finalmente tirou aquele pau pra fora, ela o “abocanhou” rapidamente, como se estivesse necessitada daquele caralho. Ela, então, se ajoelhou no chão de cimento mesmo, e começou a chupar como uma vadia, engolindo tudo e afundando até a garganta, o rapaz segurava a cabeça dela como se não quisesse sair dali nunca mais, aproveitando cada mamada.
Com o pau do macho já bem melado, a safada se levantou, abaixou seu short curto, colocou a calcinha de lado e ofereceu a buceta para ele, que não desperdiçou um segundo. Rapidamente ele a penetrou com um movimento firme, me deixando doido de tesão do lado de dentro, já iniciando minha punheta. Mas claro, atento para não deixar ninguém nos atrapalhar.
A cada socada, eu via os peitos de Pâmela balançando deliciosamente, ela de costas pro macho, apoiada na mesa, os dois fodendo em pé mesmo, ao ar livre, enquanto o pouco de carne que ainda restava na churrasqueira começava a queimar, assim como o tesão dentro de mim. Ele segurando a cintura dela com uma das mãos e apertando a aquela bunda maravilhosa com a outra, socando o pau bem fundo, cada estocada ecoando um som sexual no ar, percebi que minha esposa queria gemer, mas estava se contendo para não acordar a irmã, mas o tesão só estava aumentando.
Notei também, que ela colocou a mão na buceta, se tocando, enquanto era enrabada por aquele homem de uma maneira que eu nunca tinha visto, mas que ela pelo visto adorava. O ritmo das metidas foi aumentando, ficando mais veloz e profundo, assim como minha mão acelerou a punheta, quando me dei conta, estava totalmente sincronizado com eles. Deduzi que Pâmela gozou pelo gemido que ela não conseguiu segurar, enquanto o macho continuava a socar, aproveitando a lubrificação natural da minha esposinha pra meter mais fundo e gozar também, tentando tirar o pau pra não gozar dentro, como um homem prevenido que é, mas sendo contido por Pâmela, que o fez jorrar tudo dentro dela.
Eles se afastaram rapidamente, Pâmela ajeitou a calcinha, subiu o short, arrumou a blusinha e caminhou apressadamente para dentro de casa, ouvi ela dizer algumas coisas para ele, mas não entendi o que era. Quando entrou e me viu ali todo melado, me puxou pro banheiro e começou a me contar o que houve, com cara de safada e sorrindo.
– Eu falei que aquilo era errado, que estava arrependida. Entre risos ela continuou.
– Fiz uma cena pra vim te dar seu presente na boquinha.
Que orgulho!
Minha amada fez toda uma cena para conseguir trazer o gozo dele ainda quente dentro dela pra mim.
Entramos depressa no banheiro, me ajoelhei no chão, ela abaixou o short e a calcinha e me mandou lamber e chupar tudinho. A chupada a fez gozar novamente na minha boca, como sempre, deixando minha boca toda melada de sêmem do macho e do “mel” mais delicioso de uma esposa puta. Muito cuidadosamente saímos do banheiro, fingindo normalidade e ficamos assistindo TV na sala, pouco tempo depois o namorado da irmã entrou e conversamos um pouco, tomamos mais algumas cervejas, ele sem desconfiar de nada, imaginando que eu não soubesse.
No fim da tarde, quando eles foram embora, todos nos despedimos, trocamos apertos de mãos e abraços respeitosos, como uma família perfeita. Pâmela abraçou a irmã e se despediram sorrindo, prometendo outro encontro em breve.