As mulheres falavam dele aos sussurros, como se pronunciar seu nome pudesse invocar um demônio. Ricardo, “O Copulador”, não tinha beleza de capa de revista, nem riqueza, nem charme ensaiado. Seus olhos eram um abismo afiado, um vazio que cortava como navalha, e suas mãos pareciam saber onde tocar antes mesmo de encostar na pele. Ele não seduzia com palavras, não prometia amor, não cobrava nada. Mas entregava algo que destruía ou reconstruía, dependendo da alma que se rendia a ele.
A lenda de Ricardo se espalhava como veneno em grupos de WhatsApp, fóruns secretos e áudios secretos trocados entre amigas com avisos como: “Escuta isso, mas não me culpa se você for atrás.” Ele era um mito, um vírus, um cientista da carnalidade. Algumas mulheres saíam de seu quarto curadas, como se ele tivesse arrancado suas neuroses com o pinto. Outras, despedaçadas, viciadas, implorando por mais um instante do inferno que ele oferecia.
Marina: A Queda no Abismo
Marina, 33 anos, recém-divorciada, era uma mulher de precisão. Sarcástica, analítica, planejava orgasmos como quem monta uma planilha de Excel. Entrou no jogo por tédio e vingança contra o ex, esperando uma transa rápida para inflar o ego. Mas Ricardo não era uma transa. Era um colapso.
O apartamento dele era um cubículo sem vida: uma cama com lençol cinza, um espelho pendurado torto na parede, um copo d’água pela metade sobre uma cômoda. Ele a encarou como se pudesse ver suas fraturas mais profundas, sem dizer uma palavra. Sem elogios, sem papo furado, apenas um olhar que a fez se sentir nua antes mesmo de tirar a calcinha.
— Quer sentir de verdade ou é só brincadeira inocente, porra? — a voz dele era um rosnado baixo, sem paciência.
— Me fode até eu esquecer como vim parar aqui — ela respondeu, com um sorriso desafiador, achando que o provocaria.
Ele não riu. Puxou-a pelo pescoço, os dedos cravando na pele com uma firmeza que não era violência, mas uma promessa. “Tira a porra da roupa”, ordenou, e Marina obedeceu, o coração disparado, a calcinha já molhada. Ele a jogou na cama, de bruços, rasgando a lingerie com um movimento seco e cheirou profundamente o pequeno rastro de fluido vaginal. Ela arfou, o corpo traindo a mente antes que pudesse processar.
Ricardo se ajoelhou atrás dela, segurando seus quadris com força, e atolou o pau dentro da buceta sem alarde, fundo, brutal, esticando a vulva de maneira dolorosa. “Puta que pariu!”, Marina gritou, o choque misturado com um prazer que a fazia tremer. Ele puxou o cabelo dela, forçando-a a arquear as costas, e sussurrou no ouvido: “Cala essa boca e sinta a minha pica te esfolando viva, sua vagabunda.” Cada estocada era um golpe, um ritmo que alternava entre lento, quase torturante, e rápido, como se quisesse destruí-la enquanto enfiava tapas na bunda e na cara dela. Ele a virou de frente, jogando as pernas dela sobre os ombros, e a fodeu com uma intensidade que a fazia ver estrelas. “Olha pra mim enquanto eu arregaço tua xoxota, porra. Vou deixar ela folgada de tanto socar”, mandou, e ela obedeceu, os olhos arregalados de luxúria, a mente em frangalhos.
Ele a levou a posições que ela nunca imaginou: de lado, com uma perna levantada enquanto ele mordia seu pescoço e estuprava o seu cu que ela quase não deu ao longo da vida; sentada em seu colo, com ele controlando cada movimento, os dedos cravados nos seios; de quatro, com ele esmagando a sua cabeça contra o colchão com o pé, o peso do corpo dele como uma sentença. “Você gosta disso, não é, sua vadiazinha de merda? Geme pra mim, pede pica”, ele rosnava, e Marina gritava, “Me fode, seu filho da puta, me mata de fuder, não para, caralho, quero rooolaaa!” Cada orgasmo era uma implosão na estrutura emocional, arrancando pedaços dela — o sarcasmo, o controle, a fachada, os palavrões, os tapas. Ela chorava, ria, tremia, enquanto ele observava com os olhos frios, como um predador estudando a presa.
Quando ele gozou com o pau na buceta e três dedos enfiados no fundo do seu cu, foi como uma sentença final. Marina estava encharcada de suor, lágrimas escorrendo sem que ela percebesse, o corpo convulsionando. Ele a cobriu com o lençol e perguntou, com uma frieza que cortava: “Quer água, sua puta de cabaré?”
Ela só conseguiu assentir, sem voz. Ele trouxe o copo e uma toalha, deixando-a no silêncio. Dias depois, Marina acordou no meio da noite, o corpo ardendo por ele. Não era desejo, era necessidade. Como se ele tivesse instalado um vírus dentro dela. Ligou para a amiga que o indicou.
— Eu te odeio, sua filha da puta — disse com a voz rouca de tanto chorar.
— Você foi?
— Fui.
— E?
— Ele me curou. Ou me fodeu de vez. Não sei. Além de destruir minha buceta e arrombar o meu cu, fudeu com a minha cabeça.
Marina nunca mais foi a mesma. O vazio que carregava sumiu, mas foi substituído por uma fome nova, uma obsessão inexplicável. O sarcasmo voltou, mas agora como uma sombra, como se ela tivesse encontrado uma força nova na própria ruína.
Clara: A Profanação da Alma
Clara, 28 anos, era uma devota do espiritual. Yoga, cristais, meditação — ela acreditava que o prazer era um portal para o divino. Ouviu falar de Ricardo em um retiro de tantra, onde uma mulher, com olhos vidrados, descreveu o encontro como “um mergulho no inferno que te fazia ver Deus”. Clara, fascinada, marcou um encontro, levando óleos essenciais e um discurso sobre chakras.
Ricardo a recebeu no mesmo quarto espartano. Ignorou os óleos, o discurso, tudo. “Tira essa merda de roupa e deita, sua hippie de bosta”, disse, sem rodeios. Clara hesitou, mas o olhar dele a desarmou. Ele a puxou para a cama, deitando-a de costas, e amarrou seus pulsos com duas gravatas velhas que encontrou na cômoda. “Você acha que controla essa porra, né?”, ele rosnou, enquanto abria as pernas dela com as mãos, os dedos explorando sua genitália com uma lentidão cruel. “Para de tentar meditar, sua vadia. Sinta isso”, ordenou, enquanto a penetrava com força, segurando-a pelo pescoço e lhe dando tapas nas bochechas até avermelharem.
Clara tentou manter a compostura espiritual, mas ele era implacável. Virou-a de quatro, puxando-a pelo cabelo, e arrombou sua buceta com uma ferocidade canina que lhe arrancava gemidos guturais. “Você não é a porra de uma deusa, é só uma putinha querendo gozar rebolando numa pica”, ele disse, e ela chorou, não de tristeza, mas de rendição. Ele a levou a posições que destruíam qualquer tentativa de transcendência: sentada no braço do sofá, com ele socando forte no seu cu de maneira devastadora, puxando o seu cabelo e mordendo seu ombro até deixar marcas; carregada de costas para ele enquanto os braços másculos lhe abriam abriam as pernas, forçando-a a engolir passiva cada estocada no seu rabo violentado; contra a parede, com as pernas dela enroladas na cintura dele, enquanto ele a fodia a buceta com tamanha violência que pedaços do reboco da parede caíam no chão. “Me fode, seu filho da puta, esfola a minha xoxota gulosa, caralho!”, ela gritava, perdida, se esvaindo em lágrimas enquanto ele ria, um som baixo e cruel.
Cada orgasmo era uma destruição que lhe fodia a alma, um desmoronamento de tudo que ela achava que era como mulher. Quando ele gozou no meio da sua cara, Clara estava desfeita, o corpo marcado, a mente em frangalhos. Ele a cobriu com o lençol e perguntou como sempre fazia a todas: “Quer água, sua prostituta mística?” Ela não respondeu, apenas soluçava balançando a cabeça, rindo e chorando ao mesmo tempo. Dias depois, jogou fora seus cristais. “Não preciso mais dessa merda”, pensou. Mas a verdade é que ela precisava dele. Tentou contatá-lo, mas ele nunca fodia com a mesma mulher mais de uma vez. Clara encontrou uma nova versão de si mesma, mais crua, mais real, como se Ricardo tivesse arrancado as ilusões espirituais de dentro dela com a pica e a forçado a enfrentar o desejo puro.
Letícia: A Ruína da Perfeição
Letícia, 40 anos, era a imagem da perfeição: executiva de sucesso, casada, mãe de dois, com uma vida de capa de revista. Mas por dentro, era um vazio que engolia tudo. Ouviu falar de Ricardo em uma noite de martinis, quando uma amiga confessou, embriagada, que ele “te fode até você duvidar da própria sanidade”. Letícia, entediada com a própria existência, marcou um encontro.
Ricardo a recebeu com o mesmo olhar desdenhoso. “Tira essa bosta de vestido de madame, sua puta de merda”, disse, e ela obedeceu, tremendo, o perfume importado inútil contra a presença dele. Ele a jogou contra a parede, segurando-a pelos pulsos, e rasgou a calcinha de renda como se fosse papel e lambeu o tecido onde a buceta dela suava há alguns segundos atrás. “Você acha que é alguma porra de rainha? Aqui você é só uma concubina barata de esquina”, ele rosnou, enquanto a virava de costas, dobrando-a sobre a cama. Ele a penetrou com uma brutalidade que a fez gritar, “Caralho, o que é isso?”, o corpo convulsionando com o impacto, a cama ameaçando se desmanchar, a buceta sendo destruída por dentro pelo pau enorme e grosso.
Ele a fodeu de maneira impiedosa e sem intervalos, alternando posições como um maestro do caos: socando no cu de quatro, com ele puxando o cabelo até ela arquear a coluna; deitada de bruços, com ele arrebentando a xoxota enquanto enfiava dois dedos no cu dela com violência incontida, os dentes marcando a nuca; sentada em seu colo, com ele forçando-a a cavalgar enquanto mamava seus seios com força e apertava o grelo dela com os dedos. “Gozar não é o bastante pra você, né, sua puta? Você quer ser destruída”, ele dizia, e Letícia, perdida, respondia: “Me fode, seu desgraçado, me arrebenta toda, porra!” Cada orgasmo era uma porrada na sua pose, arrancando pedaços da mulher que ela achava que era. Ela chorava, implorava pra apanhar na cara, para que ele arrombasse o seu cu sem dó, se desfazia, enquanto ele a observava, os olhos frios, como se estivesse dissecando a alma dela.
Duas horas depois, quando gozou dentro do rabo a pedido dela, Letícia estava despedaçada, o corpo cheio de marcas, o cu e a buceta em frangalhos, rastros de porra por todo o corpo, a mente um borrão. Ele a cobriu com o lençol como um ritual e perguntou: “Quer água, sua puta fudida?” Ela não respondeu, a mente incapaz de formar palavras. Dias depois, tentou voltar à rotina, mas algo estava arrebentado para sempre. Olhava para o marido e via um estranho. Olhava para os filhos e sentia culpa. Olhava para si mesma no espelho e não reconhecia a mulher que via. Ricardo havia plantado um tumor na sua alma, e ela não sabia se era benigno ou maligno. A perfeição que ela construíra ruiu, e ela não sabia se isso era libertação ou danação.
Ana: A Redenção na Ruína
Ana, 25 anos, era uma estudante de psicologia, cheia de teorias sobre o desejo e o trauma. Ouviu falar de Ricardo em um grupo de estudos feministas, onde uma colega descreveu o encontro como “uma terapia que te quebra antes de te curar”. Ana, curiosa e arrogante, achou que poderia analisá-lo, dissecá-lo como um caso de estudo. Marcou um encontro, achando que sairia imune ou impune.
Ricardo a recebeu com o mesmo silêncio cortante. “Tira essa porra de vestido brega do caralho e para de pensar, sua nerd de merda”, disse, antes mesmo que ela tentasse explicar suas teorias. Ele a empurrou contra o espelho, forçando-a a se olhar enquanto arrancava sua roupa. “Você acha que entende disso, né? Vamos ver”, ele rosnou, enquanto a virava de frente, levantando uma perna dela e encaixando o pau enorme na buceta peludinha com uma força que a fez gritar, “Puta que pariu, me fode assim seu puto!”
Ele a levou a um carrossel de posições: contra o espelho, com ele segurando-a pelos quadris, forçando-a a assistir ao próprio estupro consentido; deitada de costas, com as pernas abertas enquanto ele puxava seus pentelhos com os dedos e usava os dedos e a língua até ela implorar por pica; de pé, com ele tirando a virgindade do seu cuzinho onde ele entrou deixando um rastro de sangue e pregas arrebentadas, segurando-a pelos cabelos enquanto a fodia com uma violência que a fazia tremer. “Você não sabe de porra nenhuma, sua vadia. Sua vagabunda da psiquê”, ele dizia, e Ana, que achava que controlava a própria mente, se desfez em gemidos, lágrimas e xingamentos: “Me fode mais, seu filho da puta gostoso, arregaça minha xoxota até eu apagar!”
Cada orgasmo era um maremoto de esguichos de porra, squirt, urina, muco vaginal, destruindo as teorias dela, expondo a fragilidade de sua arrogância. Quando ele terminou, Ana estava deitada, ofegante, limpando com a própria calcinha o sangue e um rastro de bosta que saía do seu cu, o corpo molhado de suor, esperma, ranho e lágrimas. Ele a cobriu com o lençol e perguntou: “Quer água, sua terapeuta de bosta?” Ela riu, um riso fraco, e assentiu. Dias depois, Ana reescreveu suas anotações. Não era mais uma estudante tentando entender o desejo — era uma mulher que o havia vivido. Ricardo a curou da ilusão de controle, e ela encontrou uma força nova, uma humildade que a tornou mais viva. Trancou a faculdade de Psicologia e começou Fisioterapia.
O Legado do Copulador
Ricardo seguia, noite após noite, como um espectro. Não mantinha os contatos antigos no celular, não fazia promessas, não repetia mulheres — a menos que já tivessem se curado dele, o que era raro. Para ele, o prazer não era um fim, mas um meio. Ele buscava o momento em que a alma se partia, em que o controle se dissolvia, em que a mulher se tornava apenas um objeto, apenas carne, apenas um meio que justificasse os seus fins.
Marina encontrou uma força nova na ruína, uma versão de si mesma mais crua e livre. Clara abandonou os véus espirituais, abraçando um desejo puro que a assustava e a libertava. Letícia se perdeu no diagnóstico do tumor que ele abriu na sua alma, incapaz de voltar à vida de fachada. Ana, por sua vez, foi curada de sua arrogância, transformada em alguém que entendia o poder do caos generalizado.
Ele não era um homem. Era um fenômeno. Um vício. Uma maldição em estado bruto. Um espelho que mostrava às mulheres quem elas eram quando tudo o mais caía. E assim, O Copulador continuava existindo, com o mesmo número de celular, deixando um rastro de corpos curados e almas despedaçadas, enquanto as mulheres sussurravam seu nome em fóruns suspeitos na internet, temendo e desejando o dia em que ele as escolheria.
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EXTRA
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Chat do Telegram: "Sussurros do Copulador"
Grupo privado no Telegram, acessado por convite, com 127 membros. A descrição do grupo dizia apenas: "Para quem já sentiu ou quer sentir. Sem julgamento. Sem retorno." As mensagens abaixo são de um tópico específico sobre Ricardo, "O Copulador", onde mulheres compartilham suas experiências, medos e desejos.
@MarinaSemFiltro
23:17,Meninas, eu fui. Eu sei que vocês avisaram, mas caralho... Eu não tava pronta. Ele não fala quase nada, só te olha como se soubesse cada merda que você esconde. E quando começa, é como se ele te desmontasse pedaço por pedaço. Eu gozei tanto que chorei, gritei, implorei pra parar e pra continuar ao mesmo tempo. Tô aqui três dias depois e ainda sinto ele dentro do meu corpo. Não sei se ele me curou ou me fodeu de vez. Alguém já sentiu isso? Tô louca?
@ClaraLuzInterior
23:22,@MarinaSemFiltro, eu te entendo DEMAIS. Fui há um mês e joguei meus cristais fora. Achava que era espiritual, que ia “transcender” com ele, mas o cara é um demônio com uma rola que parece uma bazuca. Ele me amarrou, me fodeu contra a parede, e eu gritava coisas que nem sabia que podia dizer. “Me quebra, seu filho da puta” saiu da minha boca, e eu sou a mina do yoga, sabe? Ele acabou comigo, mas... caralho, eu me sinto viva pela primeira vez. Não sei explicar.
@LetiPerfeita
23:30,Eu odeio todas vocês que indicaram esse desgraçado. Fui achando que era só uma transa pra sair da rotina. Eu sou casada, tenho filhos, uma carreira foda, mas ele me deixou em ruínas. Ele me segurou pelos pulsos, fodeu meu cu de quatro como se eu fosse um nada, e eu implorei por mais. “Me fode até eu esquecer que sou casada”, eu disse, e ele fez ISSO. Agora olho pro meu marido e sinto nojo, olho no espelho e não me reconheço. Ele é o próprio demônio. Não vão. Sério. Tô destruída.
@AnaPsico
23:35,@LetiPerfeita, eu te entendo, mas pra mim foi diferente. Eu fui achando que ia analisar ele, tipo, como um caso de estudo. Estudava Psicologia, né? Tô acostumada a dissecar gente. Mas ele me olhou e disse: “Pare de pensar, sua nerd de merda, e fique de quatro.” E, meu Deus, ele me fodeu contra o espelho, me fez olhar pra mim mesma enquanto gozava. Ele mudou as posições tipo um louco: de lado, de pé, me mandando cavalgar ele com o cu. Eu gritava “me fode, seu filho da puta” e ria ao mesmo tempo. Ele acabou com minha arrogância, e eu agradeço. Tô mais leve, mais real. Ele é um monstro, mas me curou. Perdi 0 cabaço do cu em grande estilo. Junto com algumas pregas, mas eu amei.
@SussurroNoturno
23:40,Meninas, eu não fui ainda, mas tô com o contato dele. Tô morrendo de medo depois desses relatos. Tipo, é SÓ sexo ou ele faz alguma coisa com a cabeça da gente? Porque parece que ele entra na sua alma e zoa com tudo. Alguém pode me dizer como é o depois? Tipo, vocês voltam ao normal? Quanto tempo leva?
@MarinaSemFiltro
23:45,@SussurroNoturno, o “normal” não existe mais. Eu era toda organizada, cheia de planilhas, mas agora acordo no meio da noite querendo aquele satanás. Não é só sexo, é como se ele instalasse uma porra de um vírus na sua cabeça. Ele me pegou de quatro, depois me virou e jogou minhas pernas nos ombros dele como se eu fosse um trapo, me olhando como se soubesse que eu tava me desfazendo. E eu tava. Tô mais forte agora, mas também tô... sei lá, bugada? Não vão se vocês não tão prontas pra mudar radical. Ou se estão fragilizadas emocionalmente. Pode dar merda.
@ClaraLuzInterior
23:50,@SussurroNoturno, é verdade o que a Marina disse. Ele não é só uma rola enorme, ele é um tsunami. Me amarrou, me fodeu até eu quase apagar geral, e eu gritava coisas que nem sabia que pensava: “Destroça o meu rabo, seu desgraçado!”. Depois, joguei fora toda a minha vibe espiritual. Ele me fez ver que eu tava me enganando com essa coisa de “luz interior”. Agora eu sou mais eu, mas às vezes sinto ele na minha pele, como um fantasma.
@LetiPerfeita
23:55,@SussurroNoturno, não vai não. Sério. Ele é o diabo da rola grossa. Me fodeu contra a parede, me fez implorar pra me arregaçar e agora minha vida tá em pedaços. Eu era perfeita, tinha tudo, e agora não sei quem sou. Ele te faz gozar até você se odiar, virar um nada nas mãos dele. É como se ele soubesse exatamente onde te quebrar. Tô tentando me reconstruir, mas não consigo.
@ViciadaNoCaos
00:02,Eu sou a que indicou ele pra algumas de vocês, e não me arrependo. Ele é um monstro, sim, mas um monstro que te liberta. Me fodeu em tantas posições que eu parecia uma porra de uma marionete: de quatro, de lado, me mandando sentar nele enquanto ele apertava meu pescoço, enfiava dedos no meu cu com a rola toda enfiada na minha buceta. Eu gritava pra ele me foder com mais pegada, e ele fazia. Saí de lá sentindo que podia conquistar o mundo. Ele te quebra, mas às vezes é isso que você precisa. Quem quiser o contato, me chama no privado.
@SombraSilenciosa
00:10,Eu fui há duas semanas e não sei se amaldiçôo ou agradeço. Ele me pegou de jeito, me jogou na cama, me arrombou de bruços me enforcando e me dando tapas na cara, dizendo “goza pra mim, sua fuleira”. Eu gozei tanto que achei que ia morrer. Quase tive um piripaque na cama dele. Tô mais livre agora, mas também sinto ele em mim, como se ele tivesse deixado uma marca, um cheiro daquela rola que só eu sinto. É como se ele fosse um demônio que te dá um pedaço de céu pra te jogar no inferno. Alguém conseguiu esquecer ele?
@AnaPsico
00:15,@SombraSilenciosa, esquecer? Não. Ele vira parte de você. Mas eu não quero esquecer. Ele me mostrou quem eu sou de verdade, sem as teorias, sem as merdas que eu usava pra me esconder. Ele é perigoso, sim, mas também é... sei lá, um remédio amargo. Quem tá pensando em ir, vai com a mente aberta. Ele não é só sexo, ele é uma porra de um espelho.
@LetiPerfeita
00:20,Vocês que tão falando de “libertação” me dão nojo. Ele é um monstro. Me fodeu até me destruir, e agora não consigo nem olhar pros meus filhos sem sentir culpa. Ele te faz querer coisas sujas que você nunca quis. Tô indo pra terapia por causa dele. Não indiquem esse cara pra ninguém, por favor.
@ViciadaNoCaos
00:25,@LetiPerfeita, me desculpa, mas nem todo mundo sai destruído. Algumas de nós precisavam disso. Eu era uma mina reprimida, cheia de traumas, e ele me fez enfrentar tudo. Me fodeu contra o espelho, me mandou olhar pra mim mesma enquanto gozava com o pau dele todo enfiado no meu cu, e eu vi quem eu era de verdade enquanto ele esporrava dentro do meu reto. Se você tá quebrada, talvez seja porque ele te mostrou algo que você não queria ver. Quem quiser o contato, ainda tenho. Só me chama.
@SussurroNoturno
00:30,Tô apavorada e excitada ao mesmo tempo. Parece que ele é tipo uma lenda urbana do sexo que te salva ou te condena. Alguém já tentou ir de novo? Ele deixa?
@ClaraLuzInterior
00:35,@SussurroNoturno, ele não repete. Tentei mandar mensagem, e ele me bloqueou. É como se ele soubesse que eu ainda tô fudida. Acho que ele só quer quem tá “inteira” de novo, sei lá, leva tempo. Mas, sério, se for, vá preparada pra nunca mais ser a mesma. Ele é um demônio, mas um demônio que sabe o que faz.
**@MarinaSemFiltro
