Sem Calcinha Dando Pro Amigo do Meu Namorado

Um conto erótico de BunnyBlond
Categoria: Heterossexual
Contém 1147 palavras
Data: 23/03/2026 11:29:11
Última revisão: 23/03/2026 11:30:08

Era um dia de semana a noite, o corno do meu namorado tava cansado e quase dormindo na casa dele. Enquanto eu tomava um banho pra encontrar escondida com um amigo do corno. Eu sei, eu não presto, mas isso é muito gostoso kkkkkk

Loirinha com jeitinho de patricinha mimada, vinte e poucos aninhos, 1,55 de altura e a bucetinha cheia de fogo querendo rola.

Um vestidinho amarelo curtinho, as minhas coxas grossas e roliças de fora. Um salto alto pra me deixar menos baixinha e mais empinada. Carinha de ninfeta sapeca e um batonzinho vermelho pra borrar na pica de outro macho.

SEM CALCINHA pra provocar os tarados sem o corno saber...

A namoradinha comportada bebendo sozinha num pub. Com cara de dondoca e coxas grossas de cachorra. Assistindo uns caras jogar sinuca me olhando com tara e fome nos olhos. Tinha um jogo passando na TV, mas os caras só tinham olhar pra cavala bunduda do vestidinho amarelo.

Eu cruzava e descruzava as pernas, tentando deixar aparecer que eu tava sem calcinha. A cara de tarado dos machos me olhando, acho que eles tinham percebido kkkk

Vou postar umas fotos e uns vídeos no meu Telegram @bunnycontos com esse vestidinho amarelo, cruzando e descruzando as pernas. Pra saber se vocês também conseguem perceber se eu tava sem calcinha rs. Quem quiser pode me pedir no email bunnycontos@gmail.com

Tomando meu drink com jeitinho de novinha safada, esperando o amigo do meu namorado pra me comer todinha. A namoradinha comportada não era tão comportada assim rs.

Até que ele chegou com cara de tarado me elogiando. Mal parando pra beber um pouco e já me puxando pra dançar.

Um forró bate coxa, com ele me abraçando pela cinturinha e falando baixinho ao pé do meu ouvido. Eu sorria, dançava e me descabelava, roçando o bundão de 98 de quadril na pica do safado querendo meter vara na namoradinha do amigo.

A gente se beijou sem pensar e foi quando ele me deu um puxão, uma pegada firme na cinturinha, me fazendo me tremer toda. Só por esse agarrão, só por essa pegada, eu já me arrepiei todinha, e o meu fogo acendeu ali mesmo. O corno nunca me pegou assim, tem horas que eu preciso de uma pegada com vontade pra saciar meu fogo...

A voz rouca de tarado na minha orelha. Me puxando pro estacionamento do bar.

- Vagabunda!

Do lado de fora do bar, no meio dos carros estacionados, no meio da rua, no meio do escuro. A gente se beijava, se agarrava, e caia por cima do capo do carro dele. Eu tava de frente pro safado, com a minha bunda sentada apoiada no carro, um pezinho no chão e a outra perna enrolada em volta da cintura do meu peguete.

Suas mãos apertando a minha cinturinha, descendo pelas minhas pernas e subindo por dentro do meu vestidinho. Tocando na minha bucetinha e abrindo um sorriso de tarado ao perceber que eu tava sem calcinha.

- VAGABUNDA....

Eu sei... Sou muito vagabunda mesmo kkkkkk

Ele me levantou, me botando sentadinha no capô do carro. Com meus braços enrolados no pescoço dele e um safado encaixado no meio das minhas pernas. De vestidinho amarelo, salto alto e pernas abertas. Com a minha bucetinha babando de vontade de aguentar uma pica.

Uma das alcinhas do meu vestido já tinha tombado e o meu peitinho aparecendo. Toda descabelada, maquiagem borrada e a xaninha piscando de tesão.

O safado abria a calça com pressa, me apertando toda e me segurando firme pelo cabelo. Uma piroca pulando na minha frente, no meio das minhas pernas, e um safado agarrado segurando meio peito esquerdo. O corno em casa achando que eu tava assistindo Netflix e a namoradinha comportada abrindo as pernas pra outro macho me foder todinha.

Senti a cabecinha do pau dele pincelando a minha bucetinha. Eu só fechei os olhos, mordi a boquinha e fui deixando ele entrar.

Enrolei as minhas pernas em volta da cintura do meu safado, apertando firme pra ele não sair dali e fui sentindo o quadril dele ir pra frente e pra trás, avançando pra me comer todinha ali mesmo, no capo daquele carro. Ele ficava em pé, caindo por cima de mim, segurando o meu cabelo, mordendo a minha orelha e socando na minha bucetinha.

A piroca entrando, as minhas pernas tremendo, a minha bucetinha pegando fogo e algumas pessoas passando de longe reclamando da porra do jogo. Eu só fechava os olhinhos, ignorando a chance de ser pega no flagra e tentava curtir o prazer e tesão de sentir aquela pica safada fodendo a minha xotinha de princesa.

Pra frente e pra trás, pra frente e pra trás. O carro sacudindo a cada movimento que fazíamos ali. Meus pezinhos balançando no ar a cada pirocada que eu levava no meio das pernas. Eu gemia manhosa tentando não fazer muito barulho e chamar atenção de quem passasse nas ruas por perto.

A pressão da piroca me comendo começava a ficar mais forte. Mas tava gostoso demais.

O quadril dele cada vez mais rápido. As varadas cada vez mais firmes. Os trancos cada vez mais fortes. O carro sacudindo. Uma loirinha gemendo de pernas abertas. A minha bucetinha toda preenchida e feliz. Um cacete gostoso me esquentando no meio da noite.

A certeza de que o corno do meu namorado nunca me comeu daquele jeito...

Cada vez mais pessoas indo embora e olhando a gente de longe. E a minha cabeça cada vez mais no mundo do orgasmo. Sentindo a pica entrando e saindo, entrando e saindo, entrando e saindo. Me comendo gostoso, me arrancando gritinhos, me deixando toda descabelada em cima daquele carro.

Ele tinha botado uma camisinha. Eu acho. A essa altura eu nem comandava mais nenhuma das minhas ações. Eu tava quase gozando e sentia que ele ia gozar também. Eu só apertava mais forte as minhas pernas, esmagando a cintura do meu comedor, pra ele nunca mais sair de dentro de mim.

Foi tudo rápido e tudo intenso. O carro sacudindo e a piroca me comendo.

Mais algumas metidas e gritinhos, e eu tava gozando de pernas abertas no meio da rua. O safado me segurava firme, mordendo o meu pescoço e chupando os meus peitinhos. Socando cada vez mais acelerado, e gozando comendo a ninfeta loirinha no meio da rua, pra todo mundo ver.

Não tinha jeito, eu tava viciada em chifrar. O tesão e adrenalina de ser comida desse jeito me deixa cada vez mais e mais com vontade de arrumar outros tarados por ai. O meu namorado vai se tornando o maior corno da cidade. Mas eu sei que vocês gostam disso rs.

Espero que tenham gostado desse conto simples mas gostoso. Quem quiser minhas nudes ou vídeos de sexo dos contos, só mandar mensagem nos meus contatos

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