Um novo amante para minha esposa

Um conto erótico de ssydelirius
Categoria: Heterossexual
Contém 812 palavras
Data: 23/03/2026 08:36:22

O desejo de Pâmela estava fora de controle, Jackson, seu comedor oficial, havia viajado de férias e já fazia mais de duas semanas que ela não tinha um orgasmo decente, segundo ela mesma disse.

Conversamos sobre ela arrumar um novo amante, pois ela já não aguentava mais de tanto tesão, e então, deixando a livre para pensar, disse que daria uma volta até ela decidir o que faria, e quando voltei ela já estava com tudo planejado, disse que um conhecido topou vir até nossa casa, mas pediu para ela garantir que eu não estaria, então combinamos de me esconder no quarto ao lado para acompanhar tudo.

Mas antes ajudei ela a se vestir como uma princesa da sensualidade, vestido vermelho curtinho, do jeito que ela gosta, uma calcinha minúscula e sem sutiã, maquiagem leve, batom convidativo vermelho, perfume… tudo pronto!

O comedor demorou um pouco, mas assim que chegou tudo estava preparado, desconfiado ele perguntou se não tinha mais ninguém na casa, ela confirmou que não havia e seguiu com os planos. Eles beberam um pouco, se beijaram e depois de um tempo subiram para o quarto, ele já estava apertando a bunda dela cheio de intimidades. Pâmela sorria e fazia questão de falar alto para que eu escutasse tudo.

Eles entraram no quarto já se beijando apaixonadamente, com uma intensidade que me excitou, aproveitei a distração deles e me aproximei um pouco mais da porta do quarto onde eles estavam, e fiquei olhando pela fresta da porta, que minha esposinha propositalmente deixou encostada. Ela já estava na cama tendo sua roupa arrancada por aquele homem, com aparência de mais velho, braços fortes, costas musculosas e peluda, me parecia um pedreiro vizinho nosso… E, sim, era ele!

– Me chupa, Marcos! Ela disse, me confirmando que era nosso vizinho.

Eu observava sob a luz baixa do quarto a sombra do homem másculo ajoelhado chupando minha esposa, ela se contorcendo e gemendo, agarrando os lençóis. O barulho da língua molhada e sedenta daquele macho não me sai da memória, talvez Pâmela teve uma das melhores chupadas de sua vida naquele dia, digo isso porque ela visivelmente estava fora de si, gemendo alto para toda a vizinhança ouvir.

Em um momento de êxtase, ouvi minha esposa pedindo para ele foder sua buceta de puta, eu nunca havia escutado ela falar daquela maneira, não comigo.

Marcos percebendo a excitação dela, e olhando para a nossa para a porta que dá para a sacada, empurrou a cortina e a puxou para fora, coincidentemente a casa dele fica bem em frente a nossa, era provavelmente uma provocação à esposa, um ato de rebeldia e de excitação pelo perigo.

Fazer aquilo, daquela forma me excitou ainda mais.

Pâmela o seguiu sorridente, se debruçando na grade e empinando sua bunda grande, seu corpo nu deixou o comedor com o pau duro feito pedra, que sem muita cerimônia meteu na buceta dela, arrancando um sussurro mais alto.

Acredito que quem estava na rua ouvia tudo perfeitamente, acabei empurrando um pouco mais a porta do quarto e consegui ver ainda melhor, ela com a bunda empinada, segurando na grade e deixando aquele cacete grande afundar em sua buceta tão molhada que estava brilhando em contraste com a luz que vinha de fora.

Acabei batendo uma, admirando minha esposa naquela situação maravilhosa, sentia a felicidade e o prazer exalar dela, me deixando com um tesão imenso. Percebi, naquele momento, que ela havia deixado a calcinha jogada no chão, eu então resolvi gozar na calcinha como forma de demonstrar minha presença, me toquei rapidamente para não ser pêgo no ato, segurando a aquele minúsculo pedaço de tecido em uma das mãos, gozei e deixei a calcinha bem melada jogada no canto da cama.

Voltei a me esconder, quando percebi que eles estavam quase gozando, a vizinhança inteira provavelmente também ouviu.

– Me fode filho da puta, me fode!

Ela gritava com a voz abafada pela mão grande e áspera do safado.

Quando gozou, ela relaxou com um suspiro e o beijou intensamente, voltando para o quarto em seguida e encontrando a calcinha, recebendo meu recado.

Marcos também entrou, se vestiu, se despediu e saiu e rapidamente desconfiado. Pâmela, então, entrou no quarto em que eu estava, com a buceta ainda cheia de gozo, me oferecendo como se fosse um brinde depravado, logicamente eu a chupei até ela gozar novamente, enchendo minha boca de gozo dela misturado com o do seu novo macho. Depois de tudo ficamos ali deitados juntos, ela relaxada e feliz e eu orgulhoso da coragem da minha esposa.

Tomamos um banho, nos beijamos e antes de dormir ela confessou que foi ainda melhor do que as outras vezes e que não pretendia parar até experimentar mais prazeres. Simplesmente sorri e concordei com a cabeça, ela entendeu que eu estaria ao lado dela para tudo, principalmente para ser fodida por outros caras.

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