Eu (Alex) e Pâmela estamos casados há cerca de três anos e estamos felizes, embora em muitos momentos tenhamos conflitos e desavenças comuns a qualquer casal. Voltando um pouco ao passado, lembro que nos conhecemos em uma festa de amigos, apesar de naquele ela terminar a festa com outro cara, depois acabamos ficando amigos, mesmo que até hoje eu tenha uma sensação de ter sido a segunda opção. Após um envolvimento inicial e com o passar do tempo, vários altos e baixos acabamos nos casando, eu estava realizando o sonho de conquistar a mulher mais maravilhosa que já conheci, e a única em minha vida. Sou um pouco mais novo que ela, é verdade, mas ainda assim, ela aparenta ser bem mais nova, não só por aparência, mas pela forma de agir e se vestir.
Ela é uma mulher cheia de personalidade, segura e linda, aliás, eu a descreveria fisicamente como gordinha e atraente, pele clara, cabelos castanhos pouco acima dos ombros, peitos e bunda grandes, além das coxas que sempre chamam atenção quando ela as deixa à mostra, que por sinal, é algo que ela adora, não posso me esquecer da tatuagem de um cacho de uvas que ela tem na lateral do abdômen.
Moramos juntos desde que nos casamos e levamos uma vida normal e tranquila… pelo menos seguia até os acontecimentos que venho relatar.
Trabalho em um galpão de cargas, fazendo um trabalho extremamente braçal e pesado, naquele dia estava voltando do trabalho, caminhando, exausto, quando ouvi uma buzina e um carro parou, era Jackson, um colega de trabalho de outro setor, que por coincidência mora no mesmo bairro que eu, ele ofereceu carona e eu, obviamente, aceitei. Chegando na porta da minha casa ele perguntou se eu aceitaria que ele passasse todos os dias para me levar de carro, já que era bem próximo de sua casa e ficaria prático pra ele e pra mim, acabei aceitando, e muito educadamente o convidei para entrar. Pâmela, minha eposa, estava na cozinha quando apresentei os dois, e tomamos um café enquanto conversávamos. Jackson é muito gentil e divertido, com uma postura jovial e galante, e rapidamente nos cativou, mas logo nos despedimos e ele foi embora.
No dia seguinte, no horário combinado, lá estava ele.
Perguntei se ele aceitava um café, por educação, ele falou que sim, pois era solteiro e acabava saindo de casa com muita preguiça para preparar algo, ele se sentou, Pâmela já estava acordada e nos serviu. Somente depois que saímos que me dei conta que ela usava uma camisola curta e até um pouco indecente, mas acabei não vendo maldade. Alguns dias se passaram e a rotina se repetia, Jackson chegava cedo, tomava um café e seguíamos juntos para o trabalho.
Lembro que naquela sexta-feira, Jackson chegou arrumado e perfumado, disse que depois do trabalho iria a uma festa, eu o recebi mas precisei pegar alguns documentos que havia esquecido, então subi para meu quarto, enquanto isso Pâmela fez o papel da anfitriã e eles ficaram conversando, ela usava uma camisola comportada, mas ainda assim chamava muita atenção, quando voltei, notei que eles riam e conversavam com uma intimidade que eu não havia percebido antes, não falei nada, mas fiquei pensativo a respeito.
A primeira discussão séria que tive com Pâmela foi naquela noite, quando voltei do trabalho, acabei questionando se ela não estava “à vontade demais” e após rir ironicamente na minha cara, ela falou que eu estava vendo maldade onde não existia, acabei falando a pior coisa (ou melhor, dependendo do ponto de vista) que poderia ter falado, disse que ela estava agindo como uma vadia.
Naquele momento ela se transformou, começou a falar mais alto comigo:
– Você que eu pertenço a você, Alex? Se eu quiser ser vadia, eu vou ser. E você vai ter que aceitar isso!
Encerramos a discussão mas fiquei com aquelas palavras guardadas na memória, com um misto de raiva e descrença.
O final de semana passou rapidamente, e então seguimos com nossa rotina semanal.
Manhã de segunda-feira, som de buzina do lado de fora, Pâmela recebe Jackson, pois eu havia acordado atrasado, pois o final de semana foi exaustivo pra mim, fisicamente eu estava esgotado e psicologicamente abalado devido à minha briga com minha esposa, e então rapidamente entrei para o banho. Terminei o banho e me vesti, quando desci as escadas percebi um silêncio estranho.
Caminhei lentamente e enquanto me aproximava, ouvia sons de engasgos e chupadas… mais alguns passos e vi a cena que me transformou completamente:
Pâmela ajoelhada engolindo o pau de Jackson, seus lábios deslizando pelo membro duro, enquanto ele se contorcia na cadeira.
Minha esposa, dentro da nossa própria casa!
Eu não conseguia acreditar no que eu via, meu corpo paralisou e fiquei sem reação. Eles obviamente não me viram, ou não se importavam. Ela fazia um boquete intenso e apaixonado naquele pau grande e grosso, e eu paralisado olhava a cena e me lembrava das palavras dela:
“Você que eu pertenço a você, Alex? Se eu quiser ser vadia, eu vou ser. E você vai ter que aceitar isso!”
Pâmela engolia aquele pau inteiro, babando e se engasgando com ele, fazendo sons abafados e molhados. Continuei parado olhando incrédulo, sem perceber que meu pau já estava duro.
Que porra tá acontecendo aqui?! Eu pensei, tentando reagir, mas sem conseguir mover um dedo. Segui observando ela abaixar e levantar a cabeça com movimentos rápidos, deslizando seus lábios macios no cacete duro dele, até que Jackson deu um gemido um pouco mais forte e gozou na boca dela, os dois se olharam e arrisco dizer que sorriram um pro outro.
Eu ainda em estado de choque, continuava parado, ainda um pouco distante da cozinha… me recompus e após alguns, minutos, ainda um pouco trêmulo, entrei na cozinha, incomodado com o que acabei de ver mas ainda sem conseguir reagir, Pâmela que havia passado o final de semana inteiro com raiva de mim e se limitando a dizer poucas palavras, estava agora ironicamente sorridente e até me deu um bom dia simpático enquanto Jackson ficou quieto sentado tomando seu café e olhando desconfiado. Peguei meu café, me apressei e saímos para o trabalho, sem nenhum de nós sequer tocar no assunto, não sei se me faltava coragem, se eu ainda não estava acreditando ou se simplesmente havia gostado daquilo.
O dia passou arrastado, eu estava ansioso para resolver a situação em casa, ao mesmo tempo não queria aceitar o que aconteceu e não fazia ideia de como Pâmela iria reagir.
À noite, ao chegar em casa, a primeira coisa que fiz foi questionar Pâmela que riu na minha cara, antes de me decretar corno, dizendo:
– Eu testei seu ciúmes achando que você iria chegar e interromper, e talvez brigar comigo. E o que você fez? Você gostou não é seu frouxo?!
Paralisei novamente com aquelas palavras e quando tentei negar, ela sorriu novamente e disse que se eu não quisesse uma vadia como esposa, era só pedir o divorcio. Nesse momento minha vida virou de ponta cabeça, eu sentia um misto de vergonha, humilhação, raiva e… tesão.
Passei a noite quase toda acordado, mas acabei dormindo por volta das 4h da manhã, ali mesmo no sofá da sala, acordando assustado e atrasado às 8h, quando olhei, Pâmela estava sorrindo maliciosamente e dizendo que havia dispensado minha carona, inventou uma desculpa, dizendo que eu não estava muito bem de saúde.
Tentei me levantar mas ela me empurrou de volta, ela estava com um olhar safado que acabou me excitando também. Transamos ali mesmo no sofá e enquanto a gente fodia com uma intensidade nunca antes experimentada, ela dizia que adorou experimentar o pau de Jackson e que ela agora seria uma esposa vadia. Gozei maravilhosamente dentro dela enquanto ouvia todo tipo de humilhação e quando terminamos ela conseguiu arrancar de mim que ela queria mais ouvir, que eu aceitaria ser corno, embora eu ainda estivesse entendendo a situação.
Algumas semanas se passaram e a rotina tinha voltado ao normal, tirando o fato de que agora, Pâmela era uma vadia insaciável na cama e me dizia coisas que eu nunca poderia imaginar. Porém, a rotina corrida fez com que ficássemos alguns dias sem sexo, foi então que ela resolveu elevar o nível da safadeza.
Naquela manhã, notei que ela estava ao telefone, mas não identifiquei com quem ela falava tão cedo. Alguns minutos depois, meu telefone tocou, era Jackson dizendo que não iria trabalhar hoje e pedindo desculpas pelo imprevisto, mas eu disse que estava tudo bem. Me apressei e despedi de Pâmela que sorridente, me disse que hoje seria um dia maravilhoso, fiquei sem entender na hora, mas sorri, a beijei e segui para o trabalho.
Quando saí de casa, percebi que um carro idêntico ao de Jackson estava parado há alguns metros da minha casa, mas segui meu caminho. O dia se passou e seguindo a rotina, a noite voltei pra casa e quando cheguei, Pâmela estava deitada nua no sofá, roupas jogadas por toda a parte e minha toalha usada e molhada no chão.
– O que aconteceu? Perguntei
– Um furacão passou aqui hoje amor! Ela disse.
Ela simplesmente estava trazendo outro homem para casa, na nossa casa, será que era Jackson ou ela foi mais ousada?
Eu não sabia se gostava daquilo, fiquei incomodado, mas não discuti, somente fui tomar meu banho.
No dia seguinte, quando Jackson chegou, ela disse no meu ouvido:
– Amor, deixa ele tomar o café da manhã sem incomodar, eu ajudo ele, depois você desce.
Obviamente obedeci, mas fiquei olhando de longe novamente, sem que eles me vissem.
Ela o recebeu com um beijo na boca, como um casal que não tinha nenhuma vergonha de ser visto, talvez todos os vizinhos já soubessem que eu era um corno naquele momento, só eu ainda não havia aceitado completamente.
Eles entraram, Jackson se sentou no sofá e Pâmela o ajudou a tirar a camisa e começou a beijar e chupá-lo, no pescoço, peitos, abdômen, até colocar aquele grande pau pra fora e engolir feito uma depravada.
Eles provavelmente transaram o dia todo ontem, como poderiam ainda estar com tanto tesão? Eu pensei, mas atento a cada detalhe daquela transa.
Após alguns minutos, enquanto Pâmela estava sentada no colo do novo macho, gemendo e olhando ao redor, como se me procurasse, nossos olhares se encontraram, eu estava no alto da escada já batendo uma punheta e cheio de tesão e ela sorriu entre os gemidos me olhando. Eu admirava mesmo que de longe aquele pau entrando e saindo da minha esposa, ela se entregando feito uma cadela no cio. Era algo inimaginável para mim, eles fodiam, se beijavam, falavam putarias e eu só podia observar de longe, enxergando somente o necessário para gozar como um corno submisso.
Algum tempo depois percebi que Pâmela gozou, de um jeito diferente do que eu estava acostumado a ver, escandalosa e cheia de paixão, Jackson gozou em seguida, enchendo a buceta dela de porra. Eles então se levantaram, Pâmela vestiu sua minúscula calcinha, a camisola e subiu, me encontrando no alto da escada, e quando tentei falar algo, ela rapidamente me interrompeu.
– Vem comigo pro quarto.
Ela entrou, tirou a calcinha, se deitou, abriu as pernas e me mandou chupar.
Sem pensar duas vezes obedeci.
– Lambe cada gota, seu corno!
Ela me incentivou a cada segundo enquanto eu chupava intensamente, até que ela gozou novamente. Acho que foi um dos orgasmos mais intensos que já dei a ela, eu estava orgulhoso, mas talvez o mérito fosse mais dela e do amante.
Nos levantamos, nos beijamos satisfeitos, e me despedi.
Jackson fingia que nada havia acontecido, eu obviamente não iria estragar o clima, conversamos um pouco, tomamos um café juntos e seguimos para o trabalho.
Agora minha rotina contava com um toque de prazer e vários questionamentos.
Jackson, alguns dias da semana chegava mais cedo, fazia Pâmela gozar de verdade como um bom comedor e em seguida me dava carona até o trabalho, às vezes me sentia incomodado com a situação, outras vezes eu fingia que estava tudo bem, o que eu sei é que Pâmela estava feliz e isso era tudo que importava no momento.