Depois de ter experimentado minha primeira noite com meus pais, e ter gozado como um garoto, o dia lentamente se descortinou pela janela. Fui acordado por um pequeno facho de luz que entrava pela fresta da cortina. E lá estava a minha mãe nua do meu lado, com a cabeça apoiada no meu peito.
De um lado, a silhueta da sua bunda perfeita, com uma das pernas sobre mim. Do outro, o que o relevo do lençol mostrava era a minha ereção matinal. Mas eu tinha um bom motivo pra isso, um sonho muito louco que eu tive a noite passada.
Sonhei que estávamos os três na cama. E enquanto eu metia na minha mãe, atrás de mim, meu pai me fodia, com seu pau todo metido no meu cu. Acho que devo ter gozado com esse sonho de noite; podia sentir o esperma nos meus pentelhos. Além disso, a cama da minha mãe cheirava a sexo... um incrível sexo incestuoso!
E, por falar nela, bem preguiçosamente ela foi despertando. Estávamos só nós dois, completamente nus na sua cama; meu pai já tinha saído pro trabalho.
Ela me sorriu e me beijou, mordendo o meu lábio inferior. Depois foi descendo pelo meu pescoço, até começar a lamber e chupar meus mamilos, ao mesmo tempo em que segurava o meu pau. Nossa, de repente ela parecia que já tava bem excitada... e nem era 7h da manhã. Acho que ela queria transar mais uma vez, antes de levantar pra sair pro trabalho.
Sugeri que ela me cavalgasse. Me ajeitei na cama, ela subiu em cima de mim e montou no meu pau. Apoiada com as mãos no meu peito, ela começou a rebolar, esfregando a buceta em mim até eu chegar bem perto de gozar. Mas isso eu não queria, pelo menos por enquanto; ainda tinha muito o que dar a ela.
Era incrível a visão da minha mãe cravada no meu pau, com os peitos balançando enquanto subia e descia em cima de mim. Eu segurava ela pela cintura e ela gemia baixinho, de olhos fechados. Então, rolando por sobre ela, fiquei por cima dela e, de joelhos entre as suas pernas, eu segurava as suas coxas, pincelando a cabeça do meu pau na sua buceta molhada. Fui metendo devagar, enquanto ela se agarrava ao travesseiro. Até que comecei a dar uma estocada atrás de outra.
Engraçado, até então eu só tinha metido no cu dela, e confesso que já tava meio viciado, o que ela também parecia adorar. Mas, meter na buceta dela era outra coisa. Não sabia se ela ainda podia engravidar, e seria uma loucura fazer um filho na minha própria mãe. Mas àquela altura já não tava mais ligando pra nada; queria só meter nela. E tudo o que ela dizia, por sua vez, era: "Goza dentro de mim!"
Continuei metendo mais um pouco, só pra deixar ela ainda mais molhada. Quando ela já não tava mais aguentando, suspirando meio ofegante e gemendo no travesseiro, eu finalmente comecei a gozar. Ela me abraçou forte até que eu tivesse ejaculado tudo de dentro dela. Então, dei uma última estocada, segurando ela pela cintura, até que me deixei cair exausto ao seu lado, pra me recuperar de uma das melhores transas que eu já tive.
"A gente pode continuar o dia todo, se quiser!", eu beijava o biquinho do seio dela.
"Calma, filho! Preciso de um tempo pra recobrar o fôlego", ela me beijou. "Além disso, tenho que ir trabalhar", e se levantou pra tomar um banho.
Fui atrás dela e, debaixo do chuveiro, enquanto abraçava ela por trás, roçando meu pau na sua bunda, já tava de novo com vontade de meter nela.
"Quer dizer que gosta mesmo é por trás, debaixo do chuveiro?", eu já tava de novo de pau duro.
"Não me tenta, menino!", ela se virou pra mim. "Eu sei que tá cheio de energia, mas tem que me dar algum tempo pra te acompanhar. Não sou mais uma garotinha."
"Pra mim você tá mais gostosa que qualquer garotinha que eu conheço!"
"Com tanta energia, vai fazer sua mãe muito feliz", ela me olhava nos olhos, me masturbando. "E o seu pai também!", completou.
"Nossa, em pensar que isso tudo foi ideia dele, né?", eu tentava disfarçar.
"Mas acho que você também gostou, né?", ela me lançava um sorriso malicioso.
"Como assim?"
"Eu vi o jeito como seguravam o pau um do outro enquanto se beijavam", ela me pegou.
"Eu..."
"Tudo bem, filho. Não é a primeira vez que isso acontece."
"Não?"
E ela me contou o segredo do meu pai, me dizendo que era pra ficar só entre nós.
"Quando conheci seu pai eu descobri que ele tava tendo um caso com um amigo da faculdade."
"Quer dizer que o papai era bissexual?"
"Pelo jeito era... e ainda é", ela roçava os peitos em mim, de um jeito provocativo. "Eu o peguei no flagra enquanto os dois faziam sexo oral".
Perguntei o que ela fez, e com uma calma surpreendente, ela disse que na hora apenas ficou parada olhando. Depois disse a ele que estava tudo bem, contanto que ele não tivesse mais nenhum caso quando estivessem casados. E assim ela guardou o segredo dele.
"Por mim tudo bem que o seu pai queira chupar um pau; até acho excitante assistir. Contanto que seja o seu. Melhor que fique tudo em família."
"Será que ele quer mesmo?", eu me fazia de desentendido.
"Tava na cara dele, seu bobo!", ela sorriu. "E se você também quiser, por mim tudo bem; contanto que continue a me fazer feliz na cama."
"Claro, mãe. Meu pau é todinho seu, e essa noite eu prometo te dar muito prazer."
"Vou ficar o dia todo pensando nisso", e me beijou, saindo em seguida e voltando pro quarto, pra se arrumar pro trabalho.
O resto do dia eu fiquei pensando em como tudo tinha acontecido tão de repente, numa mistura de sorte e acaso. E agora eu tinha os meus pais como amantes. Mas, primeiro, tinha que acertar as coisas com meu pai, pra que não houvesse nenhuma surpresa quando estivéssemos os três na cama de novo.
No final da tarde, estava no meu quarto. Ainda faltava algum tempo pros meus pais chegarem, e eu tinha me deitado e acabei dormindo. Não sei quanto tempo se passou, mas de repente acordei com aquela mão por sobre o volume do moletom, me deixando de pau duro.
Ainda pisquei umas duas vezes, pra então me deparar com meu pai sentado na beira da minha cama, me acariciando. Ele deve ter chegado mais cedo, e tinha um brilho no olhar, diante da minha evidente ereção.
"Não achei que fosse mesmo falar com a mamãe", eu sorri pra ele. "Mas me surpreendi com o resultado. As coisas não podiam ter saído melhor."
"Era isso o que queria? Só comer a sua mãe?", ele continuava a acariciar o meu pau.
"Acho que de repente me deu vontade de muita coisa ao mesmo tempo."
"Talvez eu possa ajudar, se tiver mais alguma coisa que eu possa fazer..."
"Se eu lembro bem, eu tinha prometido um boquete. Se ainda quiser, acho que você mereceu, pai", e eu puxei o meu pau, tirando pra fora e mostrando pra ele.
Meu pai de repente parecia salivar diante da minha ereção. Então, me olhando direto nos olhos, ele voltou a pegar no meu pau, e começou a me masturbar. Dava pra ver que ele tava morrendo de vontade de me chupar. E que momento melhor, sem a minha mãe por perto.
"Vai, pai. Ele é todo seu!"
E ele então se inclinou e abocanhou meu pau de uma só vez.
Fechei os olhos, num misto de luxúria e uma incrível liberdade, segurando a sua cabeça e mantendo ele com a boca em volta do meu pau. Então, senti a pressão dos seus lábios... até que pude senti-lo sugando com vontade. Ele passou a língua por toda a volta e o chupou para dentro e para fora. Isso me deixou tão excitado que quase gozei ali mesmo.
Eu sentia que não podia estar tão excitado sem gozar imediatamente na boca dele. Mas, bem no meio daquele incrível boquete, meu pai veio e pegou no meu rosto, me acariciando. No instante seguinte, a sua língua estava na minha boca. Podia sentir o gosto do meu pau no seu beijo, e era uma delícia.
Enquanto nossas bocas quentes e úmidas deslizavam em uníssono, eu estava em tanto êxtase sexual que parecia uma tortura. E quando ele voltou a engolir o meu pau, não durou quase nada pra ele me levar ao êxtase. Finalmente, explodi num intenso orgasmo. Meu corpo inteiro tremeu como se eu estivesse tendo uma convulsão e ejaculei umas três vezes na boca do meu pai. Meus olhos reviraram e me senti perdendo o fôlego por um segundo. Mas ele continuou me chupando, bebendo todo o meu gozo.
"Acho que estamos quites!", ele me sorriu, soltando a gravata e indo pro banheiro.
Me levantei e fui atrás dele, querendo um pouco mais. No banheiro, ele estava tirando a roupa, e resolvi me juntar a ele, entrando debaixo do chuveiro. Era a primeira vez que eu tomava a liberdade de tomar banho junto com meu pai, e pra minha surpresa, parecia bem natural.
"Por que será que nunca fizemos isso antes?", ele me ensaboava.
"Não sei, mas parece bem melhor a dois!"
Claro que minha única experiência foi o meu banho com a minha mãe no outro dia. Mas fazer isso com meu pai estava sendo tão excitante quanto. Ele então se virou de costas e me entregou o sabonete, esperando que eu fizesse o mesmo por ele.
E enquanto eu ensaboava o meu pai, deslizando o sabonete pelas suas costas, ele de novo pegava no meu pau e me masturbava. Eu já estava de novo de pau duro, roçando na bunda dele. Até que, no meio daquela punheta no meu pau, ele foi guiando até a entrada do seu cu, e eu já estava quase metendo nele.
Enquanto o ensaboava, com a outra mão eu peguei no seu pau e também comecei a masturbá-lo, fazendo ele suspirar. Eu mal acreditava que estava prestes a comer o meu pai, igualzinho tinha comido a minha mãe no outro dia.
"Vamos mesmo fazer isso?", eu sussurrava no seu ouvido, com o corpo colado ao seu.
"Se vamos, é melhor fazermos direito", ele fechou o chuveiro e foi se secar.
Então, voltando pro seu quarto, ele me chamou pra sua cama, e eu o segui.
Se meu pai era bissexual, isso eu nunca percebi. Mas, desde que descobri o seu segredo, isso despertou em mim uma curiosidade por ele que me excitava. E, como dizem, uma vez que você prova do que é proibido, logo vai querer provar de novo.
Eu subi na sua cama e ele não perdeu tempo em de novo pegar no meu pau, me masturbando. A essa altura, nos beijarmos era algo bem natural. E quanto mais me permitia a sua língua na minha boca, mais eu também queria fazer o mesmo. Não que já estivesse me sentindo meio gay; era apenas como me sentir de novo um garoto nos seus braços.
Ele então pegou na cômoda o lubrificante e passou na cabeça do meu pau. Em seguida, se ajeitou em cima de mim, com as mãos apoiadas no meu peito. E de repente eu estava metendo no meu pai, sem acreditar naquilo.
Você imagina que um homem seja feliz casado, especialmente com uma mulher gostosa como a minha mãe. Mas, às vezes, um pequeno acidente de percurso abre todo um novo mundo de possibilidades. Não sei se foi sorte descobrir que ele usava o meu computador pra ver vídeos de conteúdo gay, mas isso despertou em mim um forte desejo por ele.
A única coisa que ainda tinha que se encaixar nesse nosso novo relacionamento aberto era a minha mãe. Não sabia como ela reagiria vendo nós dois na cama. Mas acho que isso estava prestes a se revelar, bem na minha frente, quando me dei conta de ela estava bem ali, parada na porta do quarto. Nem ouvi os seus passos, quando ela chegou. E agora não tinha como escapar do seu julgamento.
Se o meu plano podia dar errado, agora tinha todos os ingredientes pra isso... ou então, por outro lado, a minha relação com meus pais podia virar uma bela sacanagem incestuosa e bissexual. Isso eu estava prestes a descobrir.
Continua...