Um troca-troca de filhos no meio do mato 1

Um conto erótico de garoto do papai
Categoria: Grupal
Contém 3013 palavras
Data: 23/03/2026 07:15:00

"Me sinto como um garoto com uma ereção que nunca acaba!", meu pai me sorria, depois de gozarmos no chuveiro, feito dois garotos.

Não sei há quanto tempo meu pai não chupava um garoto, ou tinha um garoto chupando o seu pau. Mas ele parecia ter rejuvenescido nos últimos dias. Acho que não há nada como um cuzinho apertado pra fazer um homem de meia-idade voltar a se sentir como um garoto novamente... e se for o cuzinho do seu filho, melhor ainda.

Em menos de meia hora chegamos à casa do tio Beto. Ele já estava nos esperando, com o Fabinho vestido com uma roupa que lembrava muito um uniforme de escoteiro. Claro que aquilo deixou meu pai todo excitado, enquanto cumprimentava o sobrinho, e os dois logo entraram no carro, o tio Beto na frente e o Fabinho do meu lado, no banco de trás.

Assim que meu pai ligou o motor e pegamos a estrada, meu primo não se conteve e pulou nos meus braços. Mas dessa vez, ele agarrou a minha nuca com uma mão, me puxou pra ele e enfiou a língua na minha boca. Sua outra mão foi direto para a frente da minha bermuda, sobre o volume da minha ereção.

Não foi um beijo longo, mas ele estava excitado e sua língua estava ávida. Ele interrompeu o beijo e me sorriu.

"Vocês dois tavam mesmo com saudade, hein!", o tio Beto sorriu.

"Não sabia que gostava tanto de acampar, filho", meu pai disse, olhando pelo espelho.

"De repente parece que pode ser muito divertido", eu respondi.

Depois de pouco mais de duas horas na estrada, chegamos ao nosso destino, uma estradinha de terra que levava a uma clareira à beira do rio, onde montamos a nossa barraca.

Quando finalmente terminamos, era quase de noite, e tivemos que ascender uma fogueira. Mas acho que todos tínhamos a mesma expectativa, de entrar logo na barraca e ficarmos à vontade.

Meu pai estava num canto e o tio Beto estava deitado ao lado, e o meu primo também estava ficando mais à vontade, tirando as botas e as meias.

"O que você achou da nova experiência até agora?", ele perguntou ao meu pai.

"Está sendo muito prazeroso; estou surpreso que não tenhamos pensado nisso antes."

O tio Beto explicou que ele e a mulher estavam brigados e já não faziam sexo há algum tempo. E, não muito diferente do meu pai, à noite ele ia pro quarto do Fabinho pra se meter na cama dele. Àquela altura, ele tinha uma vida sexual mais ativa com o filho que com a mulher. Ele esperava ela dormir e então os dois fodiam tentando não acordá-la.

"Pode deixar que a gente cuida de vocês", eu disse ao tio Beto.

"É, a gente sabe como animar vocês!", o Fabinho completou.

Enquanto o meu primo puxava a camisa por sobre a cabeça e tirava a do pai. Eu fiz o mesmo com o meu pai. Eles tiraram o resto da roupa e começamos a nos beijar. Então, beijei o pescoço do meu pai, acariciando os pêlos do seu peito e depois comecei a chupar os seus mamilos. Em seguida, desabotoei sua calça, deslizando-a pelas suas pernas, fazendo seu pau saltar pra fora.

Meu pai me puxou pra perto dele e colou a sua boca na minha. Ficamos um bom tempo nos beijando; eu adorava os lábios e a boca dele. E ao mesmo tempo em que eu chupava a sua língua, podia sentir o seu pau crescendo na minha mão.

Voltando a subir pelo seu corpo, beijei a cabeça do seu pau, sentindo o gosto inconfundível do líquido pré-ejaculatório. E, em seguida, voltei aos seus lábios, em busca da sua língua, pra que ele pudesse sentir o gosto do seu próprio gozo. Fiz com que ele se deitasse, tirei o resto das minhas roupas e rastejei entre suas pernas, chupando seus testículos e, em seguida, lambendo seu pau até que eu o engolisse por inteiro.

Ao lado, o Fabinho também usava suas habilidades orais aprendidas com seu pai. Olhando os dois, eu me lembrava que foi por minha causa que tudo começou entre nós, aquele dia na garagem do tio Beto. E ainda bem que as coisas aconteceram assim, senão nem estaríamos ali naquele momento.

"Por que os dois não fazem um showzinho pra gente?", meu pai sugeriu.

"Boa ideia!", completou o tio Beto.

Enquanto eu e o Fabinho terminávamos de tirar a roupa, meu pai e o tio Beto se acomodavam sentados num canto da barraca. Os dois disseram pra deitarmos de costas no saco de dormir, e meu pai colocou alguns travesseiros sob o meu bumbum, pra que ele ficasse um pouco mais alto.

Então, o Fabinho, completamente nu, se deitou sobre mim, com seu pau duro na minha cara. E então começamos a fazer um meia-nove.

Adoro meia-nove, especialmente com meu pai. Ele sabe melhor que ninguém como me chupar. Embora com ele sobre mim, fodendo a minha boca, eu mal consiga engolir metade do seu pau. Mas ainda assim é excitante, e o Fabinho e eu não precisamos de instruções sobre o que fazer.

Enquanto chupava o Fabinho, notei que a luz do lampião foi diminuindo, até ficar bem escuro. Não conseguia ver nada da minha posição, sentindo a boca molhada do meu primo em volta do meu pau. Mas, com a pouca luz da barraca, depois de um tempo, bem ali na minha frente estava um pênis coberto de pêlos, bem na entrada do cu do meu primo. Foi nesse exato momento que senti algo roçando na minha bunda, muito perto do meu cu. Alguém perguntou se estávamos prontos e tanto eu quanto o Fabinho demos um grunhido de aprovação, com a boca cheia de pau.

Do meu ângulo, eu não conseguia distinguir se estava olhando para o pau do meu pai ou do meu tio enquanto ele deslizava para dentro do cu do Fabinho. O que significa que eu não conseguia distinguir quem estava entrando no meu cu.

A sincronia entre os outros dois era perfeita. Eu vi o pau de alguém repousar na entrada do Fabinho e senti um pau na minha própria entrada. Então, enquanto observava, a menos de cinco centímetros do meu rosto, o pau deslizar para dentro do Fabinho, senti a mesma coisa acontecendo comigo.

Imagino que os dois talvez ainda não conseguissem ver o próprio filho sendo fodido por outro. Então talvez preferissem aquela troca de lugares no escurinho da barraca.

Eles então começaram a nos foder, completamente sincronizados. Estendi a mão e agarrei a bunda da pessoa que estava fodendo o Fabinho e senti a sua bunda peluda, mas ainda assim não conseguia identificar quem era.

Depois de algumas estocadas, o pau que estava todinho dentro de mim saiu e desapareceu da minha vista. Instantes depois, um novo pau apareceu diante dos meus olhos. Esse pau não tinha pêlos, então presumi que fosse o do tio Beto. O que significava que o meu pai estava agora dentro de mim. O mesmo processo de antes aconteceu e meu cu foi preenchido enquanto eu ouvia o Fabinho suspirando ao ser penetrado.

Dessa vez, os dois foram com mais força. Havia muitos gemidos de todos, inclusive meus. Tentei me concentrar no pau do Fabinho, que estava na minha boca o tempo todo.

Na hora, fiquei com um pouco de ciúmes, quando meu pai saiu de dentro de mim e voltou a meter no meu primo. Mas antes que pudesse sentir o vazio no meu cu, o tio Beto voltou a me foder. Acho que ele gozou primeiro, pois senti ele penetrar fundo e parar enquanto seu pau se contraía dentro de mim. Isso excitou o meu pai, pois vi seu pau penetrar fundo no Fabinho e ele soltou um gemido orgásmico, o que então me excitou. Na mesma hora, o Fabinho gozou e eu senti o seu esperma na minha boca, o que em segundos desencadeou meu orgasmo na boca dele.

Olhei ao redor para tentar ver alguma coisa. Então, quando encontrei a lanterna, espiei o que estava acontecendo. E, pra minha surpresa, os dois adultos estavam se beijando, enquanto terminavam de se despir. Meu coração disparou de excitação e o meu primo não menos, atrás de mim. Todos nos olhamos com uma leve surpresa, mas de repente uma cumplicidade se instalou entre nós e fomos nos juntar a eles.

O tio Beto era um pouco menos forte que o meu pai, cujos músculos eram definidos e seu abdômen proeminente, seu torso peludo exibia uma forma bruta e que me fazia salivar só de olhar. A essa altura, ele já estava completamente nu, e no meio das pernas pendia o seu pau grosso e meio mole.

O tio Beto era mais esguio, com um corpo mais de nadador. Ele tinha um tom de pele um pouco mais claro e o seu pau, mesmo um pouco menor, ainda assim me excitava, completamente depilado. Agora eu tinha certeza de que era ele que me fodeu alguns instantes atrás.

Outra coisa que me excitava nos dois era a intimidade que eles demonstravam. Como dois irmãos que cresceram descobrindo o prazer entre si, me atiçava a imaginação pensar neles quando tinham a minha idade, e o que faziam escondidos. Enquanto se beijavam, o tio Beto oferecendo a sua língua feito um garoto, eles não tinham nenhum pudor em se tocar, se masturbando um ao outro.

Finalmente, me aproximei dos dois, querendo participar da intimidade deles. Comecei agarrando o pauzão do meu pai, acariciando o seu peito coberto de pêlos. Ele beijou o meu pescoço, enquanto o tio Beto vinha por trás e fazia o mesmo, me dando um tremendo chupão.

E quando eu vi, estava sendo disputado pelos dois, dividindo um beijo a três. Até que o Fabinho resolveu também se juntar, e aí virou uma sacanagem só, com línguas e mãos pra todo lado. Éramos dois filhos aprendendo com os pais, e ao mesmo tempo ensinando a eles umas coisinhas que aprendemos um com o outro.

Quando finalmente meu pai me deitou no chão da barraca, eu rolei por sobre o seu corpo e beijei o seu peito, lambendo seus mamilos por um tempo. E então desci até o seu pau de cabeça brilhante, abocanhando o máximo que pude. Ele arqueou as costas e soltou um gemido suave enquanto eu lambia o líquido pré-ejaculatório.

Olhei pro lado e vi o Fabinho fazendo o mesmo com o tio Beto, que me observava enquanto eu chupava o meu pai.

Enquanto eu mamava a rola já completamente dura do meu pai, podia sentir a sua mão acariciando a minha bunda. Então, senti o seu dedo no meu cu, abrindo caminho e me fodendo. Meu pai sabia fazer aquilo, fosse com seu pau ou com o dedo, e ao mesmo tempo em que o chupava, eu peguei na sua mão e o fiz massagear o meu ânus. Meu pai fazia isso com luxúria, me tirando o fôlego.

"Vai, mete logo!", eu não aguentava a expectativa, movendo os quadris pra ele me foder. Ele então se levantou, me pegou pela cintura e me posicionou com a bunda pra cima, me dedilhando enquanto acariciava o seu pau. Ele se posicionou sobre mim e eu fiquei olhando, esperando a dor inicial da penetração.

Ele deslizou seu grosso pênis para dentro de mim lentamente e eu soltei um gemido. Levei as mãos até a sua bunda e comecei a acariciá-la e a dedilhá-la, fazendo-o gemer de prazer. Ele já estava quase todo dentro de mim e agora saía devagar, me dando tempo pra me acostumar e meus músculos relaxarem. Enquanto seu pau me abria, eu gemia no mesmo ritmo. Por fim, quando ele meteu de volta com força, acelerando a cada estocada, eu me agarrei nele, aproveitando cada segundo daquela intensa penetração.

Me virei pro lado e vi o Fabinho me encarando, com a bunda empinada como a minha. Nós dois começamos a nos beijar e a nos masturbar. Olhei pro tio Beto empurrando o seu pau no meu primo, tirando dele um gemido abafado.

Por sua vez, meu pai continuava a me penetrar, a essa altura com relativa facilidade, e voltei a beijar o Fabinho. Os dois nos fodiam com a liberdade que tanto desejavam, o que em casa não dava pra ser tão prazeroso.

E enquanto eu e meu primo nos beijávamos, os dois adultos faziam o mesmo, enquanto nos fodiam. Era uma cena muito erótica ver meu pai beijando outro homem. E ele fazia isso com a mesma naturalidade com que entrava e saía de mim.

"Que tal a gente trocar de novo?", o tio Beto sugeriu.

Então, de repente, meu pai saiu de dentro de mim, deixando o meu tio meter seu pau no meu cu. Àquela altura eu já estava bem relaxado, com meu anel bem sensível ao menor contato. E a sensação do seu pau me penetrando devagar foi me excitando.

Ao lado, meu pai se ajoelhou atrás do Fabinho, fazendo ele ficar de quatro. Então, segurando ele pela cintura, começou a meter nele. Eu fiquei observando os dois entrando e saindo de nós, tentando ao máximo conter a enorme quantidade de esperma que devia se acumular dentro deles.

Claro que eu morria de ciúmes, vendo meu pai foder o meu primo, mas fiquei pensando se ele não estava sentindo o mesmo, vendo o tio Beto roçando atrás de mim.

Acho que os dois eram mesmo mais íntimos do que eu podia imaginar,, não só pelo jeito como se tocavam, ou como partilhavam os filhos um com o outro. E até pelo jeito como nos fodiam, aquilo parecia ter o mesmo prazer pros dois, vendo o filho levando um pau no cu de outro bem na sua frente.

Ficava imaginando se ele já tinha feito aquilo antes, quero dizer, com outros homens, como nos tempos de garotos, nos escoteiros. Nossa, será que ele deixaria outro me foder também, além do tio Beto?

De repente, enquanto era penetrado, e vendo ao lado meu pai fodendo o meu primo, eu pensava em todas as possibilidades de prazer incestuoso. Chegava até a imaginar uma bela orgia de pais e filhos, compartilhando o prazer uns com os outros. Adoraria que isso se realizasse.

Então, depois de algum tempo, os dois metendo sem parar atrás de nós, meu pai foi o primeiro a gozar no cuzinho do meu primo. Depois foi a minha vez de sentir a porra do tio Beto me invadir. Ele gemia enquanto metia ainda mais fundo dentro de mim, fazendo aquele barulho de penetração molhada, com seu pau entrando e saindo de mim.

Por fim, quando os dois caíram meio exaustos num canto, eu e meu primo tínhamos o cuzinho ardendo, escorrendo um pouco de porra entre as pernas. Mas não podíamos estar mais satisfeitos.

Fomos então nos aninhar sobre os dois e ficamos ali aconchegados. Com o braço em volta da minha cintura, meu pai me mantinha colado ao seu corpo, roçando na minha bunda o seu pau meio mole. Podia sentir o calor e a sua respiração aos poucos voltando ao normal. Era como ter uma enorme almofada peluda roçando em você o contato com o seu corpo.

Mas, diferente de nós, acho que o tio Beto e o Fabinho pareciam ter ainda alguma energia pra gastar.

Ao me virar e ver o que acontecia, eu me surpreendi com os dois. O tio Beto estava deitado de costas, de pernas abertas, e o Fabinho estava de joelhos, segurando o seu pau. E, pro meu total deslumbramento, ele passou um pouco de lubrificante na cabeça do seu pau e meteu de uma vez no pai.

Era incrível a cena. Enquanto os dois se beijavam, o tio Beto acariciava a bunda do meu primo, sendo fodido do mesmo jeito que fizemos da outra vez. E acho que os dois andaram praticando bastante em casa, porque o Fabinho tava bem mais à vontade que da primeira vez.

"A gente podia fazer o mesmo... se quiser...", eu disse ao meu pai.

"Tá querendo comer o seu pai, é, garoto", ele me sorriu.

"Não é isso... eu só..."

"Tudo bem, filho. Tô só brincando", e ele se virou.

Pegando o tubo de lubrificante, coloquei um pouco nele e passei também no meu pau. Empurrando a cabeça do meu pau na entrada dele, empurrei lentamente para frente. Ele soltou um suspiro quando passei pelo seu anel. Movendo-me lentamente para frente, fui metendo devagar, até que consegui penetrá-lo completamente.

Começando a me mover para frente e para trás em um ritmo lento, percebi que ele estava gostando do prazer de ser fodido. Não sei se era uma coisa que ele costumasse fazer com frequência, mas eu estava adorando a experiência.

"Tudo bem, pai?", perguntei.

"Sim, continua", ele me puxava pela bunda, pra que eu metesse mais.

Nossa, nunca pensei que um dia eu e meu pai nos permitíssemos uma intimidade tão grande assim. Deixar que ele me fodesse e sentir o seu pauzão dentro de mim era um sonho realizado. Mas, inverter a posição, e estar agora ali sobre ele, entre as suas pernas, era algo que eu nunca tinha ousado. E era muito bom desfrutar do prazer de ser eu a estar metendo nele, pra variar.

Para aqueles que acham que nunca teriam coragem, ou que isso seria demais, posso dizer que não há nada que um pai e um filho não possam fazer juntos, como prova do seu amor.

Aos poucos, o Fabinho e eu aceleramos o ritmo, até que aos poucos aquele arrepio me subiu pela espinha. Então, no instante seguinte, estávamos no meio do melhor orgasmo da nossa vida. O nosso esperma jorrou dentro deles quase que ao mesmo tempo, numa cumplicidade que dividíamos, além do prazer com nossos pais.

Ao final, nos deitamos com eles, numa intimidade nova pra mim, mas que pro tio Beto e o meu primo parecia bem natural. Quando fomos dormir, amontoados e meio agarrados uns nos outros, eu fiquei imaginando o que mais aquele acampamento incestuoso nos reservava... e mal podia esperar pelo dia seguinte!

Continua...

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