***Essa é a sexta parte da série: Casada Caindo em Tentação com o Primo! - Pela narrativa de Janaína
Para uma melhor imersão, sugiro que leia as partes anteriores.
Só queria deixar uma coisa clara amtes de inicar. Eu quase desisti de continuar a postar aqui neste site, uma vez que recebi comentários absurdos de gente moralista que não entende que isso trata de um conto erótico e não uma tese de mestrado. Daqui pra frente, os comentários que julgar insuportáveis, serão ignorados e deletados. Não vou me estressar mais, pois não recebo um centavo pra postar isso aqui e tem gente que pensa que pode me desrepeitar como fizeram nos comentários da parte anterior. É por isso que muitos autores bons que postam ótimos contos, desanimam e abandonam sua conta ou até excluem seus contos desse site.
Desabafo feito, vamos à próxima parte.***
Logo que me sentei no sofá da sala da casa da minha avó, meus pensamentos começaram a se recordar do que havia acontecido há alguns minutos. Eu gozei no pau do meu primo sem cerimônia. Não conseguia parar de imaginar aquela rola furiosa acabando com a minha buceta. Nao tinha noção do quanto eu precisava daquilo, quanto aquela transa era necessária para me satisfazer. Depois de dias roçando, batendo, chupando... finalmente, Augusto socou seu pau em mim.
Não me orgulho de ser uma mulher casada e estar sendo a putinha do meu primo, debaixo do nosso teto. Mas aquela sensação, corroída qualquer remorso moral que pudesse sentir. A pior coisa, seria ser surpreendida por Caio. De fato ele não merece ser um homem corneado.
Foi só pensar em Caio, que ouvi o portão da garagem se abrir. Fui ao seu encontro, senti o habitual cheiro de graxa e lhe dei um beijo. Logo subimos juntos e naquela semana, ele seguia empolgado com seu campeonato. Mal perguntava sobre minhas férias, minha rotina... sua sinuca e suas pingas eram a prioridade.Isso vinha de encontro com a semana atípica que eu vinha tendo e muitas dessas coisas estavam acontecendo, justamente pela sua ausência noturna. Óbvio que não o culpo por nada, mas é como se aquilo tudo estivesse acontecendo, para que Augusto e eu tivéssemos as chances certeiras que precisávamos.
Caio me viu na sala antes de sair e falou:
- Acho que hoje, nem vou chamar seu primo. Ele nunca aceita mesmo.
-- É, ele se fecha lá, só desce pra almoçar e jantar. Pelo jeito trabalha bastante e só veio por causa desse curso mesmo.
-- É verdade. Bom, hoje se eu ganhar as duas partidas, estou na final, mesmo se perder na sexta.
-- Boa sorte, meu amor.
-- Obrigado. Até mais tarde.
Depois desse diálogo com Caio, esperei ele sair. Ouvi o barulho do portão, e esperei alguns minutos, só pra ter certeza que não voltaria. Então já com a xereca pulsando, saí de casa, passei pelo estreito corredor e bati na porta daquele primo pirocudo.
Óbvio que gritou pra que eu entrasse.
Habitualmente sem camisa e com o short tactel, me olhou com uma cara de safado. Eu fui pro lado dele e ele começou a pegar na minha bunda por cima do vestido. Mas eu falei:
-- Nem começa, porque eu não posso ficar aqui. Você sabe que logo minha avó ou meu pai vai chamar pra jantar e não dá pra ouvir daqui.
-- Entao volta, que eu vou logo, assim que você entrar na sua casa. Seu marido já foi pro joguinho no Bar?
-- Sim, saiu faz uns dez minutos.
-- Então, bora!
E foi o que fiz. Saí pelo corredor, passei pela porta da minha cozinha. Nao deu nem dois minutos e ouço ele entrando, vindo até a sala, onde eu o esperava.
Eu sabia que tínhamos pouco tempo, mas mesmo assim, meu corpo se arrepiava com a expectativa do que faríamos. Eu estava de pé no centro da sala, ele me beijou. Ele gosta de me beijar, mesmo me tratando como a sua puta. Mas logo seu pau estava ereto, forçando minha cintura. Ele nem pediu, eu agarrei aquele pinto massivo, tirei pra fora e olhando no seu rosto, agachei,masturbei um pouco, dei algumas lambidas e finalmente mamei intensamente. Num nível bem Hard, ele começou a segurar meu cabelo, e dominar o rítimo, mais uma vez como se tivesse fodendo a minha boca. Quando eu tirava pra cuspir ele me pedia:
-- Fala de novo que você é a puta do seu primo, fala!!
Olhei no seu rosto e falei:
-- Eu sou a puta do meu primo!
E voltei a chupar, ele entrou num êxtase insano, e enfiava seu pau na minha boca sem dó. Mal conseguia respirar, fazia a garganta profunda, tossia e ele nao me dava descanso. Aquele gemido dele com seu pau na minha boca, me excitava demais.Ele não estava aguentado segurar e falou:
-- Eu vou gozar dentro da sua boca!! Fala que você quer engolir a porra do seu primo!!
Eu tirei seu pau por um segundo da minha boca, mantive a cabeça inchada bem próxima da minha cara e falei segurando, como se seu pau fosse um microfone:
-- Eu quero engolir toda a porra do meu primo!
Foi aí que ele devolveu o pau pra dentro da minha boca e seus movimentos se intensificaram, acho que aquilo durou uns três minutos e ele começou a urrar... senti minha boca com seu leite quente, os primeiros jatos foram direto pra minha garganta, mas os que vieram depois, me fizeram sentir o gosto novamente e dessa vez, mais fresco do que do dia que ele gozou na minha cara. A porra havia acabado de sair do seu saco, direto pra minha boca. Eu engoli tudo, saboreava aquele gozo... uma gota escorreu pelo meu queixo e ele com seu dedo empurrou de volta pra minha boca. Engoli e abri a boca, mostrando pra ele, que havia engolido tudo.
Pensei que por hoje, aquela perversidade havia acabado, mas logo na sequência, me levantou pelo braço, do chão onde estava agachada, me virou de costas e me fez empinar a bunda... eu não entendi, nós já tínhamos trepado depois do almoço, ele gozou horrores, agora acabou de gozar na minha boca... então com as mãos no sofá e com o rabo empinado, falei:
-- Logo minha avó vai chamar a gente, você vai aguentar meter logo depois de gozar?
-- Não!
Logo que respondeu, levantou meu vestido, colocou minha calcinha de lado e começou a me chupar. Isso é que era macho. Foi retribuir a chupada. Sentia sua língua desesperada nos lábios da minha xota... eu gemia como uma louca, mesmo sabendo que não podia fazer muito barulho. Mas ele avançou, começou a passar o dedo no meu cu. Começou a tentar enfiar enquanto me chupava... senti seu dedo entrar um pouco... ele conseguia sincronizar a chupada com o movimento do dedo, tentando forçar a entrada.
Eu jamais havia sequer tentado fazer sexo anal. E entao percebi que ele estava me chupando, interessado no meu cu. Mas logo, ele trocou a situação. Começou a enfiar seus dedos na minha buceta encharcada, abriu minha bunda com a outra mão e passou a chupar o meu cu. Quando mandou:
Abre com as duas maos que eu quero chupar o seu rabo.
Eu abri como ele mandou. Foi aí que ele teve meu cu a sua disposição, sentia sua boca chupando meu cu, ao mesmo tempo que ele enfiava seus dedos intensamente na minha buceta.
Era tão gostoso sentir sua boca no meu ânus, que gozei nos seus dedos... coloquei minha mao na boca e gemi gozando. Ele sentiu meus espasmos e mandou:
-- Fala que você gosta de ter o seu rabo chupado pelo seu primo!
-- Eu gosto que meu primo chupe meu rabo!
Ainda naquela posição, sentia uma sensação que jamais imaginei sentir... como era gostoso levar aquelas linguadas no cu!
Mas quando estava me concentrando pro segundo orgasmo, ouço minha avó chamar e tivemos que interromper aquela safadeza. Demos um beijo e descemos.
Novamente, a noite foi na mesma, jantando com todos e em seguida, esperar pelo Caio.
Depois que chegou, feliz da vida que estava na final. Que ainda jogaria na sexta, mas que ja nao tinha pra ninguém, a final do domingo era dele.
Novamente, Caio estava cansado, e com um cheiro de cachaça. Não deu outra, desmaiou de sono na cama.
Eu também nao fiquei muito tempo desperta e como estava bem relaxada com o tanto de orgasmos que tive naquele dia, capotei logo depois.
Na manhã seguinte, já estávamos na quinta-feira e eu dormi tão bem, que nem ouvi o Caio sair. Acordei com o despertador do celular. Já havia escolhido outro vestidinho solto, azul bebê, que estava até velhinho, mas notei que aqueles vestidos eram bem práticos para aqueles momentos com Augusto.
Tomei um bom banho e coloquei uma calcinha preta e esse vestido. Calcei minha sandália, borrifei meu perfume e lá vamos nós, para mais um dia.
Dei uma olhada na janela, pra ver a garagem, só pra ter a certeza que Caio já tinha saído e logo saí pela porta, atravessei o corredor estreito e entrei na casa dos fundos. Augusto estava no quarto, já arrumado. Assim que me viu, abriu um sorriso dizendo:
-- Achei que não viesse hoje.
-- Eu demorei pra me arrumar, faltam alguns minutos pras sete. Respondi, num tom malicioso.
Ele sorriu e me encostou na parede. Me beijou como se fosse a primeira vez que beijava uma mulher. Antes das sete da manhã, eu estava beijando sua boca, encostada na parede... que beijo gostoso.
Ele que vestia uma camisa azul escura de seda, abotoada, se agachou, subiu meu vestido, colocou minha calcinha de lado e começou a chupar minha buceta... estava tao bom, que subi a perna direita e a coloquei apoiada em seu ombro. Impressionante, o safado me fez gozar na boca dele, usando aqueles poucos minutos que nos restavam. Ele sentiu os espasmos e viu minha expressão. Olhou pra cima e perguntou:
-- Você gozou na minha boca de novo, né?
Eu fiz uma expressão de sem vergonha e falei:
-- Sim. Você chupa muito gostoso, primo!
-- Que bom que gosta. Mas entao, hoje novamente, você me deve uma gozada.
Como eu adorava dever pra ele.
Depois de dizer aquela frase, ele se levantou, me deu um abraço, até me ajudou a descer o vestido e nos beijamos forte novamente, antes de sairmos.
Tomamos o gostoso café da minha avó e logo saímos pro seu curso
Claro que ele agarrou minha coxa, que naquela altura, já era propriedade dele. Foi quando me disse.
-- Hoje você poderia dar uma desculpa pra sua avó e a gente sair pra algum outro lugar, o que acha?
-- Ah não Augusto. Aí seria fazer minha família desconfiar. Fora que é melhor continuarmos assim, se fizermos rolê de namorado, podemos nos apaixonar e você vai embora no domingo. Melhor deixamos as coisas assim.
-- Tudo bem, foi só uma ideia.
Respondeu Augusto. Eu ainda argumentei mais.
-- Fora que aqui a cidade é pequena, meu marido é bem conhecido por todos. Se alguém me reconhece, junto contigo, com certeza vai dizer pra ele. É melhor não arriscarmos.
-- Tá tudo bem, é melhor mesmo.
Ele aceitou bem. Achei que ele pudesse insistir. Mas entendeu a situação. Mesmo assim, seguiu aproveitando a viagem. Tirou seu pirocão pra fora e me fez segurar sempre que tinha uma chance. Quando chegamos naquela rua deserta, ele reconheceu e mandou eu ir devagar. Eu obedeci e ele começou a enfiar seus dedos na minha buceta! Quando estávamos quase virando a rua, ele perguntou, olhando no meu rosto:
-- Você ainda se lembra o que você é?
-- Eu sou a puta do meu primo!
Respondi dirigindo, com seus dedos nervosos na minha buceta e ainda olhando pro seu rosto.
Depois que chegamos, a rotina foi exatamente a mesma, saiu do carro, pegou suas tralhas no banco de tras e foi pra sua aula.
E eu voltei pensando que aquela semana já estava terminando. Amanhã seria o último dia que poderíamos fazer essas coisas. Mas desviei meus pensamentos daquilo.. não vou sofrer de forma antecipada.
Em casa, novamente ajudei minha avó com o almoço, enquanto ela dava uma geral na sala.
Logo chegou o meio-dia e estava na frente da universidade de novo., esperando meu primo Augusto, que me tratava como a sua puta.
Assim que chegou, me lascou um beijo de cinema e rumamos pra casa. Ele, pervertido como sempre, tirou seu pau pra fora, da calça jeans que usava e me mandou pegar. Eu pegava o quanto conseguia, mesclando com o volante. Assim que paramos num semáforo, ele mandou:
-- Tira o cinto e mama, enquanto não fica verde!!
Eu nem pensei duas vezes. Desafivelei o cinto, abaixei a cabeça na sua direção e fiz uma garganta profunda. Logo o semáforo ficou verde e voltei a dirigir.
Quando chegamos na rua de casa, ele disse:
-- Hoje você tenta dar uma desculpa pra Tia Rose. Esse horário depois do almoço é o que temos mais tempo e zero perigo, então vamos aproveitar.
Eu assenti com um sorriso com o canto da boca.
Chegamos e novamente minha avó nos disse que já nos chamaria pro almoço. Ele foi correndo pra casa dos fundos, pra tirar aquela roupa e eu entrei pra minha casa.
Não deu cinco minutos e lá estava ele na minha sala. Sem camisa, seu abdômen cheio dos gominhos, seu peitoral firme, e com o volume duro por baixo da bermuda marrom.
Nem teve conversa. Tiveram beijos! Lentos, intensos... mas ele queria mais. Outra vez me colocou de quatro no sofá, dessa vez ele subiu junto, ficando de joelhos no sofá atrás de mim, subiu meu vestido, enfiou a cara na minha bunda, começou a estapear e apertar com força. Pedi pra maneirar, pra nao me deixar marcada... foi aí que ele disse:
-- Eu amo esse seu rabo, Janaína.
Ouvir meu nome naquele tom de prazer era música pros meus ouvidos. Foi quando ele colocou a minha calcinha de lado, deu algumas lambidas na minha buceta e falou:
--Abre!
Eu fiz o que mandou. Entao ele desesperado começou a chupar as minhas pregas de novo. Chupou com minha bunda aberta.Que filho da puta! Aquilo era muito bom! Meu cu estava tao molhadinho com aquela chupada, que ele começou a investir com o dedo. Dessa vez sem cerimônia, conseguiu enfiar metade do dedo, fazendo um vai e vem. Eu ja havia tirado as mãos, e começado a me masturbar. Ele empurrava pro lado com a mao esquerda a minha bunda e com a mao direita, seu dedo forçava o meu cu. Meus dedos na minha buceta e seu dedo no meu cu. Eu me sentia preenchida. Mas dizem que tudo o que é bom dura pouco e lá estava minha avó nos chamando lá debaixo pro almoço. Paramos de imediato, demos aquele tradicional beijo na boca e descemos.
Durante o almoço, fiquei pensando na desculpa que daria pra subir. Mas logo que terminamos, minha avó disse:
-- Gente, agora eu vou deitar um pouco. Estou um pouco cansada.
Augusto surpreso, perguntou:
-- Tia, a senhora nao está passando bem? Quer que a gente te leve ao hospital?
Minha avó deu um leve sorriso e disse:
-- Não, meu sobrinho. Nao estou passando mal. Eu só estou um pouco cansada, estou desde cedo pra la e pra cá. Vou deitar um pouco, só isso. A tarde eu me levanto pra preparar a janta. Fique em paz, eu fiquei pra lá e pra cá a manhã toda e só preciso descansar. Nao se preocupe.
-- Tá bom tia. Mas qualquer coisa, grita a gente hein.
-- Tá tudo bem, meu sobrinho, obrigada pela preocupação. Janaina, você lava essa louça, né?
-- Claro vó. Lavo sim.
E aí eu nem precisei de desculpa, de novo. Quando minha avó se afastou, nós apenas demos um sorriso silencioso um para o outro. Eu lavava a louça, enquando Augusto seguia sentado na cadeira. Em um momento, ele mandou:
-- Levanta esse vestido.
Eu respondi com a voz baixa:
-- Espera a gente subir, depois que eu terminar aqui.
Mas ele argumentou:
-- Eu quero que você, como a uma boa puta, lave a louça com essa bunda de fora!
Que desgraçado! Eu com as maos molhadas, subi o vestido e minha bunda grande ficou a mostra, enquanto lavava a louça. Ele veio até mim e começou a balançar minha bunda , enquanto lavava a louça. Ainda disse:
--Janaína, sua bunda é mais perfeita que já vi.
Tratei de lavar rápido e fiz um sinal com a cabeça para subirmos. Fiz um gesto que ia descer o vestido, mas ele segurou minha mão. Queria me ver subindo as escadas, de bunda de fora. Como esse cara consegue ter repertório pra todos os dias?
Corri com ele pelo corredor estreito com meu bundão de fora balançando. Entrei com ele na casa dos fundos, passei a chave na porta, entramos no quarto, arranquei o vestido, ele abaixou sua bermuda, me pegou pelo braço, me jogou na cama deitada de bunda pra cima e nao teve nem premilimar dessa vez. Subiu em cima de mim e socou seu pau na minha buceta... nossa, que posição deliciosa. Seu pau furioso, entrando por tras na minha buceta.
Enquanto ele ditava o rítimo, começou a mandar:
-- Fala que você gosta de dar a buceta pro seu primo!!
Eu com a cabeça de lado, falei gemendo:
-- Eu gosto de dar a buceta pro meu primo!
Ele parecia um animal em fúria, eu nao aguentei e gozei com a cara gritando no travesseiro. Entao ele tirou abruptamente, percebendo que também iria gozar.
Me colocou de quatro e falou:
-- Agora eu vou cobrar com juros aquela gozada das sete da manhã.
Apertou minha bunda e falou:
-- Abre o máximo que vc conseguir!
Eu juro que no auge do que restou da minha inocência, imaginei que ele ia voltar a chupar. Ledo engano, o pilantra pegou sua garrafinha de água, do lado do abajou, e começou a jogar em pequenas quantidades na cabeça do seu pau pra forçar a entrada do meu cu.Quando senti ele forçando a cabeça, eu falei:
-- Eu nunca dei o cu.
-- Prima, esse seu rabo é muito gostoso pra ser virgem. Eu vou socar meu pau nele, sem dó. Você vai estranhar no começo, mas vai gostar, te prometo!
Eu confiei nele e senti ele forçando.. doía, era incômodo, mas aos poucos, ele ia invadindo minha bunda, jogou mais água e seu pau foi laceando meu cu. Aos poucos, ele começou a fazer o vai e vem, ainda só com a metade por dentro. Era um jogo de paciência, mas foi entrando... logo ele segurou meu quadril por tras e começou a empurrar no meu cu, o mais fundo que dava. O incômodo dolorido, começou a dar lugar a uma sensação prazerosa, comecei a gemer baixinho.Foi quando ele falou:
-- Agora eu vou empurrar com mais força!
Nao deu outra, com meu cu laceando, ele começou a bombar com força, ainda apertado, mas ele parecia estar em êxtase, comendo o meu cu. Cada vez mais fundo, aquele pau invadia meu rabo, o rítimo cada vez mais rápido, eu voltei a gemer, sentia meu ânus esticar, a expressão de queimar a rosca começou a fazer sentido pra mim, aquele pau grosso dentro do meu rabo, parecia que entrava queimando. Que delicia! Ele empurrando e segurando o meu quadril começou um ritimo mais frenético. E logo mandou:
-- Fala que você gosta de dar o cu pro seu primo!
-- Eu gosto de dar o cu pro meu primo.
-- Fala que você é uma puta, que gosta de dar o cu pro seu primo.
-- Eu sou uma puta que gosta de dar o cu pro meu primo!
Aquele movimento foi ficando mais frenético e seus pedidos ofegantes também.
-- Fala que você só dá o cu pro seu primo!!
-- Só meu primo que come o meu cu!!
Falei alto e gemendo.
-- Fala que seu marido ta trabalhando, enquanto você dá o cu pro seu primo!!
-- Meu marido tá no trabalho, enquanto meu primo come meu cu.
Eu realmente era uma puta do Augusto. E pela primeira vez, dizendo aquele monte de safadeza, eu gozei dando o rabo. Que delicia... ele notou de novo e ainda pediu:
-Pede pra eu gozar no teu cu!
-- Goza no cu da sua prima! Eu quero leite quente do meu primo no meu cu!
Quando falei isso, ele jorrou horrores. Meu cu estava inundado de gozo. Permaneci daquele jeito, quando fui sentindo ele tirar lentamente do meu rabo, que ainda era apertado, mesmo não sendo mais virgem.
Ele se jogou deitado na cama de barriga pra cima.
Eu sai daquela posição e fui ao banheiro,nao queria meu cu pingando porra na calcinha. Limpei com papel higiênico e voltei pro quarto.
Demos alguns beijos deitados na cama e ficamos pela primeira vez, namorando um pouco, sabendo que minha avó estava deitada e ainda era cedo pro Caio chegar, me permiti ficar deitada com Augusto por mais alguns minutos. Mas quando deu quatro da tarde, falei que era melhor eu descer pra dar uma olhada na minha avó. Demos um último beijo longo, me levantei e falei:
-- Sua puta voltará mais tarde.
Ele sorriu maliciosamente e me mandou um beijo, fazendo biquino.
Eu saí do quarto, passei pela cozinha e saí da casa dos fundos. Entrei em casa, passei uma água no rosto, ajeitei melhor o vestido e desci pra ver minha avó.
*** E essa foi a sexta parte da série: Casada Caindo em Tentação com o Primo! - Pela narrativa de Janaína.
Espero que estejam gostando.
Tentarei postar a próxima parte em breve.***