Acordei com o corpo dolorido, cada músculo reclamando da noite intensa que tivemos, mas era uma dor boa, uma dor que me lembrava de cada estocada, cada tapa, cada gozo, cada momento em que eu me perdi e me encontrei nos braços daquele homem. Abri os olhos devagar e vi Rick ao meu lado, dormindo profundamente, o peito subindo e descendo em um ritmo calmo, os lábios entreabertos, o corpo enorme ocupando quase toda a cama. Fiquei olhando para ele, para aquele homem que mudou minha vida, para os braços fortes que me seguravam nas noites de tempestade, para o pau mole entre as pernas que mesmo dormindo era impressionante, uma promessa de prazer adormecida.
Mas antes que eu pudesse mergulhar nos pensamentos sobre Marcelo, sobre minha irmã, sobre tudo que eu precisava resolver, a porta do quarto se abriu com um rangido suave e Jéssica entrou. Ela estava completamente nua, o corpo esculpido pela academia e pelos procedimentos que Rick pagou para ela, os peitos perfeitos, a bunda redonda, o cabelo loiro caindo solto sobre os ombros. Havia um sorriso provocante nos lábios dela, aquele sorriso de quem sabe o efeito que causa, de quem conhece o próprio poder.
— Bom dia, suas putas — ela disse, a voz matinal ainda rouca, se jogando na cama do outro lado com uma naturalidade que me fez pensar em quantas manhãs ela já tinha feito aquilo antes de eu chegar. — Dormiram bem ou passaram a noite toda se matando?
— Bom dia — respondi, ainda estranhando a presença dela, aquela mistura de rivalidade e curiosidade que eu sentia desde o primeiro dia.
Rick abriu os olhos naquele momento, sentindo o movimento na cama, e quando viu as duas ali, uma de cada lado, um sorriso lento e satisfeito se espalhou pelo rosto dele. Os olhos escuros brilharam com aquele brilho que eu conhecia tão bem, o brilho de quem está prestes a conseguir exatamente o que quer.
— Que vista linda — ele murmurou, a voz ainda grossa de sono, mas já carregada de tesão. — Minhas duas putas favoritas na mesma cama, na mesma manhã. Isso é presente de Deus ou vocês combinaram?
Jéssica se aproximou de mim na cama, o corpo quente roçando no meu, e passou a mão no meu rosto com uma delicadeza que contrastava com a rivalidade dos dias anteriores. Os dedos dela deslizaram pela minha bochecha, pelo meu queixo, e os olhos azuis dela encontraram os meus.
— Você é linda, Lena. Sabia? — ela disse, a voz baixa, quase íntima. — Não é só o corpo, não são só os peitos ou a bunda que o Rick esculpiu. É o jeito que você se entrega, o jeito que você olha pra ele, o jeito que você geme quando tá gozando. Isso é raro.
— Obrigada — respondi, sentindo um misto de orgulho e desconfiança. — Você também é linda. Todo mundo sabe disso.
— Mas eu quero uma coisa — ela continuou, o tom mudando sutilmente, ficando mais desafiador.
— O quê? — perguntei, já sentindo o que viria.
Ela olhou para Rick, que assistia tudo com os olhos semicerrados, o pau já endurecendo entre as pernas.
— Quero disputar.
— Disputar o quê? — perguntei, embora já soubesse a resposta.
— Ele. O pau dele. — Jéssica apontou para o membro de Rick, que já estava completamente ereto agora, pulsando levemente. — Quem chupa melhor. Quem senta melhor. Quem faz ele gozar primeiro. Quem merece ser a favorita hoje.
Meu corpo respondeu antes da minha mente. Senti o calor subindo da buceta, o tesão se misturando com a raiva, a competição acendendo algo primitivo dentro de mim. Eu nunca fui de recuar diante de um desafio, e com Rick me olhando daquele jeito, com aquele sorriso de predador, não havia chance de eu dizer não.
— Tô dentro — falei, a voz saindo mais firme do que eu esperava. — Mas quando eu ganhar, não quero ouvir choro.
Rick riu, satisfeito, e se sentou na cama, apoiando as costas na cabeceira.
— Isso que eu quero ver — ele disse, a voz grossa de tesão. — Minhas duas cadelas brigando por mim, disputando quem merece mais. Isso é melhor que qualquer filme pornô.
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Nós duas nos posicionamos de joelhos na frente dele, uma de cada lado, os corpos nus e suados só de antecipação. Jéssica me olhou de canto de olho, um sorriso provocante nos lábios, e eu retribuí com um olhar que dizia "prepara que você vai perder".
— Podem começar — Rick ordenou.
Jéssica atacou primeiro, como eu sabia que faria. Ela abaixou a cabeça e enfiou o pau dele inteiro na garganta sem hesitar, sem preparação, sem pena. Eu ouvi o som úmido da garganta dela se abrindo para receber ele, os glub glub glub que ecoaram no quarto enquanto ela mantinha ele lá, segurando a respiração, os olhos marejados mas fixos em Rick.
— Caralho, Jéssica — Rick gemeu, a mão dele indo para a nuca dela. — Assim você vai acabar comigo rápido. Que boquete é esse?
Não ia deixar ela ganhar tão fácil. Abaixei também, mas fui para as bolas dele, começando a lamber com a língua macia, sentindo a pele enrugada, o cheiro forte de homem, de sexo, de dono. Minha língua deslizou pelo saco, lambendo cada centímetro, enquanto minha mão massageava a base do pau que ela chupava.
— Isso, Lena — Rick gemeu mais alto. — Lamber as bolas enquanto ela chupa. Boa estratégia. Vocês duas tão me deixando louco.
Jéssica tirou o pau da boca com um som úmido, a baba escorrendo pelo queixo dela, e me olhou com raiva nos olhos.
— Safada — ela cuspiu. — Quer roubar a vitória com estratégia suja?
— Tô só ajudando — respondi, antes de voltar a lamber as bolas dele, agora mais rápido, mais intenso. — A gente tá disputando quem faz ele gozar primeiro, não quem engole mais fundo.
Ela voltou a chupar, mas agora mais rápido, mais agressiva, como se quisesse compensar o tempo perdido. Eu continuei lambendo as bolas, mas comecei a passar a mão nos meus próprios peitos, apertando os bicos, empinando a bunda e balançando ela mostrando pra Rick, me exibindo, lembrando ele de que eu também estava ali.
— Olha só, Jéssica — Rick provocou, a voz entrecortada pelo prazer. — Ela tá se exibindo enquanto você chupa. Quer atenção. Quer que eu olhe pra ela. Quer que eu lembre que ela também tá aqui.
Jéssica tirou o pau da boca de novo, a respiração pesada, o rosto vermelho de esforço e raiva.
— Sua puta — ela murmurou, me empurrando com o ombro.
— Calma, calma — Rick segurou ela, a mão firme no braço dela. — Competição é competição. Mas sem violência. Por enquanto.
— Então define direito — Jéssica reclamou, a voz cheia de frustração. — Cada uma chupa de um jeito, cada uma tem seu tempo. Isso não é justo.
— Certo. — Rick pensou por um momento, os olhos brilhando com a ideia. — Vão chupar juntas. Uma de cada lado. Dividindo o pau. Quem me fizer gozar primeiro ganha.
Jéssica voltou para o lado dela, eu fiquei no meu, e nós duas nos posicionamos ao longo do pau dele. Ela ficou com a cabeça, eu fiquei com a haste. Ela começou a chupar a cabeça, a língua rodando em volta, e eu comecei a lamber a haste de baixo para cima, sentindo cada veia, cada pulsação.
— Slrrp... shllp... — os sons se misturavam, nossas línguas se encontrando no meio do caminho, se tocando, se provocando.
— Glub glub glub... — ela engolia fundo, e eu aproveitava para lamber as bolas de novo.
— Isso, putas — Rick gemia, a cabeça jogada para trás, os olhos fechados de prazer. — Chupem esse pau. Chupem como se fosse a última vez. Chupem como se a vida de vocês dependesse disso.
Jéssica enfiou o pau inteiro na garganta de novo, ficou lá, segurando, os olhos marejados, a baba escorrendo pelo queixo, e eu sabia que ela estava tentando ganhar no desespero. Mas não ia deixar. Abaixei e comecei a lamber o saco dele enquanto ela segurava o pau na garganta, e depois subi e comecei a lamber a base do pau, a parte que ela não alcançava, a parte mais sensível.
— Caralho, Lena — Rick gemeu mais alto, o corpo tenso. — Assim não dá. Vocês duas juntas vão me matar.
Jéssica tirou o pau, ofegante, a baba escorrendo, e me olhou com ódio puro.
— Sua vadia — ela cuspiu. — Tá roubando. Tá fazendo tudo errado.
— Não tô roubando. Tô chupando do meu jeito. Se você não sabe fazer igual, problema seu.
— Chega. — Rick segurou a cabeça de cada uma, nos puxando para perto. — Vão chupar juntas. Uma de cada lado. Dividindo. Quero ver as duas línguas no meu pau ao mesmo tempo.
Nós nos posicionamos, eu de um lado, ela do outro, e nossas bocas se encontraram no pau dele. Era estranho e excitante ao mesmo tempo, sentir a língua dela roçando na minha enquanto chupávamos a mesma haste, nossos lábios se tocando, a saliva se misturando.
— Isso — Rick gemeu. — Assim. Duas putas lindas chupando o mesmo pau. Isso é um sonho.
Continuamos, cada vez mais rápido, cada vez mais fundo, cada vez mais desesperadas. Jéssica tentava engolir mais que eu, eu tentava lamber mais que ela, era uma guerra de bocas, uma guerra de línguas, uma guerra de quem aguentava mais.
— Vou gozar — Rick avisou, a voz tensa, o corpo tremendo. — Vou gozar. Quem quiser ganhar, acelera.
Aceleramos. Nossas cabeças subiam e desciam em ritmos diferentes, cada uma tentando ser a última antes do gozo, tentando estar mais perto, tentando ser a escolhida.
— Isso... isso... vou gozar...
Ele segurou minha cabeça com uma mão, a de Jéssica com a outra, e nos puxou para perto.
— As duas juntas. Quero gozar na boca das duas ao mesmo tempo. Quero sentir as duas línguas lambendo meu pau enquanto eu gozo.
Obedecemos. Ficamos com a boca aberta, lado a lado, esperando, as línguas para fora, os olhos fixos nele.
Ele gozou.
O jato quente atingiu meu rosto, minha boca, minha língua, e ao mesmo tempo atingiu Jéssica também. O leite quente, grosso, infinito, escorreu pelos nossos queixos, se misturou, caiu nos nossos peitos, na cama, em tudo.
Ficamos ali, de boca aberta, recebendo, até ele acabar, até o último jato, até não sobrar mais nada.
— Caralho — ele murmurou, exausto, satisfeito. — Que gozada. Que putas lindas.
Jéssica e eu nos olhamos. As duas cobertas de porra, as duas ofegantes, as duas tentando recuperar o fôlego.
— Quem ganhou? — ela perguntou, a voz falha.
— As duas — Rick respondeu. — Gozei nas duas ao mesmo tempo. Empate.
— Não aceito — Jéssica reclamou, a voz subindo. — Eu tava ganhando, eu tava quase.
— Tava não — rebati, a raiva subindo de novo. — Eu tava ganhando. Eu tava no controle. Eu tava fazendo ele gemer mais alto.
— Tava nada.
— Tava sim.
A discussão aumentou, as vozes subindo, os olhos se estreitando.
— Sua puta.
— Sua vadia.
— Sua novata ordinária.
— Sua velha acabada.
Jéssica avançou.
A mão dela bateu no meu rosto antes que eu pudesse reagir, o som do tapa ecoando no quarto.
— PAAHH!
— Sua cadela — gritei, partindo pra cima dela.
A briga começou de verdade. Tapas que ecoavam, puxões de cabelo que arrancavam fios, unhas que arranhavam a pele, deixando marcas vermelhas. Nós duas nuas, no chão do quarto, brigando como animais, como cadelas no cio disputando o mesmo macho.
— PAAHH! — bati nela com toda força.
— PAAHH! — ela revidou, o tapa pegando em cheio na minha bochecha.
Puxei o cabelo loiro dela com toda raiva, forcei a cabeça dela para trás, sentindo os fios se rompendo entre meus dedos.
— Solta, sua louca — ela gritou, a voz abafada pela posição.
— Não solto. Vou arrancar esse cabelo todo.
Ela me chutou, o pé acertando minha barriga, e eu caí para trás, soltando o cabelo dela. Ela aproveitou a vantagem, montou em mim, as pernas prendendo as minhas, e começou a me bater.
— PAAHH! PAAHH! PAAHH!
A dor era intensa, mas a raiva era maior. Consegui enfiar a mão entre nós, acertar o olho dela, fazê-la recuar. Virei o jogo, trocamos de posição, agora eu por cima.
— PAAHH! PAAHH! PAAHH!
— AI! — ela gritava. — PARA!
— DESISTE!
— NUNCA!
— PAAHH! PAAHH!
— TÁ BOM! TÁ BOM! EU DESISTO!
Ela caiu no chão, ofegante, o corpo marcado, o cabelo bagunçado, lágrimas nos olhos, sangue no canto da boca.
— Eu desisto — ela repetiu, mais baixo, a voz falha. — Ela ganhou. Ela é mais forte.
Fiquei por cima dela, respirando pesado, sentindo meu coração batendo forte, o suor escorrendo pelo corpo, a adrenalina correndo nas veias.
Olhei para Rick.
Ele estava sentado na cama, o pau já duro de novo, olhando para a cena com um sorriso satisfeito, a mão batendo uma lentamente.
— Isso, Lena. Você venceu. Minha cadela vencedora.
Fiquei ali por um momento, olhando para Jéssica debaixo de mim. Ela estava derrotada, chorando baixinho, o corpo marcado pelas tapas, os olhos inchados, os lábios tremendo.
Mas algo mudou dentro de mim naquele instante. A raiva passou, o tesão continuava, mas a raiva... a raiva foi embora, substituída por compaixão, algo que eu não esperava.
— Jéssica — chamei, a voz mais suave agora.
Ela olhou para mim, assustada, esperando mais tapas, mais humilhação.
— Levanta.
Ela obedeceu, ainda chorando, o corpo tremendo. Fiquei de pé na frente dela. Passei a mão no rosto dela, limpei as lágrimas com os dedos, senti a pele quente, os hematomas começando a se formar.
— Olha pra mim.
Ela olhou.
— Você perdeu. Mas eu não quero uma escrava.
— O quê? — a voz dela, confusa.
Aproximei meu rosto do dela. Toquei os lábios nos lábios dela.
Beijei ela.
Um beijo suave, macio, completamente diferente de tudo que tinha acontecido até agora. Minha língua encontrou a dela devagar, sem pressa, sem violência, só carinho.
Ela correspondeu. Os lábios dela tremiam no começo, mas depois relaxaram, aceitaram, se entregaram.
— Você é linda — murmurei na boca dela. — E foi uma competidora à altura. Me fez suar de verdade.
— Lena... — ela sussurrou, a voz embargada.
Beijei ela de novo, mais fundo dessa vez. Passei a mão no rosto dela, no cabelo loiro bagunçado, nos ombros marcados.
— Quero que você seja minha amiga. Minha parceira. Não minha escrava.
— Amiga? — Ela parecia não acreditar. — Depois de tudo que a gente fez?
— Depois de tudo que a gente fez. Porque a gente se entende, a gente sabe o que é isso, o que ele representa.
— Representa o quê?
— Liberdade. Tesão. Vida.
Ela sorriu, um sorriso tímido, ainda incrédulo.
— Você tá falando sério?
— Tô. E tô falando porque eu quero você comigo pra dividir isso com você.
Olhei para Rick. Ele estava nos observando, um sorriso diferente no rosto. Não era mais o sorriso de predador, era um sorriso de aprovação, de orgulho.
— O que acha, senhor? — perguntei. — Ela pode ficar? Com a gente? Como parceira, não como rival?
Rick pensou por um momento, os olhos percorrendo as duas.
— Pode mas ela obedece você, Lena. Você ganhou. Você é a alfa agora.
— Eu sei. — Olhei de novo para Jéssica. — E caso ela não aceite isso ela sabe o que posso fazer com ela, né amiga?
Jéssica sorriu, agora mais confiante.
— Aceito.
Nós duas nos beijamos de novo, agora com mais vontade, mais entrega. Nossas línguas dançaram juntas, nossos corpos se aproximaram, os peitos se roçando, as mãos explorando.
— Vem — chamei, puxando ela para a cama. — Vem com a gente.
Ela subiu na cama, ao lado de Rick. Sentei no colo dele, de frente para ela, sentindo o pau dele já duro contra minha bunda.
— Olha pra ela — Rick ordenou. — Quero que vocês se beijem enquanto eu como você.
Olhei para Jéssica. Ela estava linda, os olhos brilhando, os lábios inchados de tanto beijo, o corpo marcado mas desejoso.
— Vem cá, amiga — chamei.
Ela se aproximou. Nossos lábios se encontraram.
Rick entrou em mim.
— Aaai... — gemi na boca de Jéssica, sentindo ele me preenchendo.
Ele começou a meter, devagar no começo, me preenchendo, me dominando, me lembrando quem era o dono.
— Isso... assim...
Continuei beijando Jéssica enquanto ele me comia. Nossas línguas se misturavam, nossos gemidos também, nossas mãos se tocando.
— Slrrp... aaai... shllp...
— Tão gostoso — ela murmurou entre beijos. — Ver você sendo comida assim... Ver você gozando... Ver ele te dominando...
— Quer participar?
— Quero.
— Então vem.
Rick parou por um momento. Me olhou.
— O que você quer?
— Quero ela aqui. Quero ela na minha boca enquanto você me come. Quero sentir ela gozar enquanto você me fode.
Ele sorriu.
— Então faz.
Jéssica se posicionou na minha frente, sentou no meu rosto. Senti a buceta dela quente, molhada, pronta, o cheiro dela, o gosto dela.
Comecei a lamber.
— Aaai, Lena... que língua gostosa... que jeito... que delícia...
— Slrrp... shllp... — eu respondia com a boca ocupada.
Rick voltou a meter.
— Isso... PAAHH! PAAHH! — a mão dele na minha bunda.
— Ai... assim... mais fundo...
Era uma sinfonia de prazer. Eu lambendo Jéssica, Rick me comendo, os três conectados num só ritmo, numa só dança.
— Vou gozar — Jéssica avisou, a voz trêmula.
— Goza na minha boca. Goza pra mim.
Ela gozou. Gritou. O gozo escorreu pela minha língua, quente, doce, salgado, perfeito.
Engoli tudo.
— Agora você — Rick disse. — Goza pra mim.
Gozei. Gritei contra a buceta de Jéssica, meu corpo tremendo, explodindo, me desfazendo.
— Isso... isso...
Ele continuou metendo, me levando a outro orgasmo.
— De novo — ele ordenou.
Gozei de novo.
— Agora troca — ele disse. — Jéssica, senta na minha cara. Lena, chupa ela.
Jéssica se moveu, sentou no rosto de Rick, e eu me posicionei entre as pernas dela, comecei a lamber de novo.
— Slrrp... shllp...
— Ai... que língua... — Jéssica gemia. — E você, Rick... me lambendo... me chupando... me deixando louca...
— As duas putas — Rick murmurava, a boca ocupada. — Minhas duas putas lindas. Minhas cadelas favoritas.
Passamos horas assim. Nos revezando, nos lambendo, nos comendo, nos amando de um jeito torto mas verdadeiro.
Rick me deitou de costas. Jéssica deitou ao meu lado. Ele entrou em mim, e enquanto metia, Jéssica me beijava, passava a mão nos meus peitos, apertava meus bicos.
— Olha pra ela — Rick ordenou. — Quero ver vocês duas se beijando enquanto eu como você.
Obedeci. Beijei Jéssica, fundo, devagar, sentindo a língua dela na minha, as mãos dela no meu corpo, o pau dele dentro de mim.
— Isso... assim... vou gozar...
— Goza — ela murmurou na minha boca. — Goza pra gente. Goza pra nós duas.
Gozei. Gritei o nome dela, o nome dele, os dois misturados num só grito.
Ele gozou dentro de mim. Senti o jato quente, grosso, preenchendo, completando, acabando.
Ficamos ali, os três abraçados, ofegantes, suados, satisfeitos, completos.
Depois de todo esse prazer e sexo eu estava satisfeita e precisava resolver uma situação. Precisava falar com Marcelo.
Vesti minhas roupas, peguei o celular. Eram 10 da manhã.
Mandei uma mensagem.
*"Preciso falar com você. Nosso lugar. Agora."*
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O motel era o mesmo de sempre. O quarto 7, o favorito dele. Aquele onde a gente se encontrava escondido, longe dos olhos da minha irmã, longe dos olhos do mundo.
Quando cheguei, ele já estava lá. Sentado na cama, os olhos inchados, a barba por fazer, o corpo tenso como uma corda prestes a arrebentar.
— Você veio — falei, surpresa.
— Você pediu. — A voz dele era fria, distante, como se falasse com uma estranha. — O que quer, Lena?
Sentei na poltrona em frente à cama. De repente, a distância entre a gente parecia enorme, um abismo que eu mesma cavei.
— Precisava te ver. Te explicar.
— Explicar o quê? — ele levantou a voz. — Explicar que você me trocou por um pau maior? Explicar que você virou a puta do Rick? A Fernanda quase descobriu tudo, Lena. Tive que inventar um monte de mentira. Tive que fingir que tava trabalhando, que tava viajando, que tava doente. Ela quase desconfiou várias vezes.
— Isso tudo. E mais.
Ele riu, um riso sem graça, amargo.
— Mais? Ainda tem mais? O que mais pode ter, Lena?
— Marcelo, eu... — respirei fundo. — Eu não vou voltar. Não vou voltar pra você, não vou voltar pros nossos encontros escondidos. Eu escolhi outra coisa.
— Como assim Lena?
— Vou trabalhar com Rick e com outras meninas. Vou viver disso. E vou continuar com ele.
Ele ficou quieto por um momento. Os olhos fixos em mim.
— Você pirou? — a voz dele subiu, cheia de incredulidade. — Largar tudo por isso? Por putaria? Por um cara que te trata como objeto, como coisa, como mercadoria?
— Não é só putaria. É liberdade. É ser quem eu sempre fui por dentro. Você nunca entendeu isso.
— Entender o quê? Que você é viciada em pau grande? Que você precisa ser humilhada? Que você gosta de ser tratada como objeto?
— Exatamente isso.
Ele balançou a cabeça, incrédulo.
— E o que a gente teve? Foi tudo mentira?
— Não foi mentira. Foi real. Foi verdade enquanto durou. Mas não era suficiente. Não preenchia.
— Preenchia o quê?
— O buraco que eu tenho dentro de mim. O buraco que só um pau do tamanho do dele consegue preencher. O vazio que só a submissão completa consegue ocupar. A falta que só a entrega total consegue suprir.
Ele levantou, foi até a janela. Ficou de costas, olhando para a noite.
— Você tá doente, Lena.
— Tô não. Tô livre. Pela primeira vez na vida, tô sendo eu mesma.
Ele se virou. Os olhos marejados.
— E eu? E a gente?
— A gente acaba aqui, Marcelo.
— E a Fernanda? Ela é sua irmã. A gente traiu ela esse tempo todo. E agora você simplesmente vai embora?
Olhei para ele, sem remorso.
— A Fernanda é minha irmã, sim. E eu sei que você ama ela. No fundo, você sempre amou. Eu fui só... um desvio. Um tesão proibido. Um pau grande que eu queria experimentar.
Ele não negou. Ficou quieto.
— Ela é uma mulher incrível — continuei. — Linda, inteligente, fiel. Ela merece um homem de verdade. E você merece ser amado de verdade por ela.
— Lena...
— Deixa eu terminar. Eu errei com você. Te humilhei, te troquei, te abandonei. Mas você não merece isso. Merece mais. Merece melhor.
Levantei, fui até ele.
— Dá valor pra ela, Marcelo. Trata ela bem. Ama ela de verdade. Faz por ela o que você fez por mim escondido, mas faz às claras. Sem mentira. Sem traição.
Ele me olhou, os olhos cheios de lágrimas.
— Por que você tá fazendo isso?
— Porque é o mínimo que eu posso fazer. Depois de tudo.
Passei a mão no rosto dele. Ele deixou.
— Você é um homem bom. Mas eu não sou mulher pra você. Eu sou uma cadela que precisa de um dono. E você merece uma parceira, não uma cadela.
As lágrimas escorreram no rosto dele.
— Tchau, Marcelo. Cuida da minha irmã.
Beijei a testa dele.
— E Marcelo?
— Hm?
— Dá valor pra ela, hein? Senão eu volto aqui e te arrebento. E dessa vez conto tudo pra ela.
Ele riu, um riso molhado.
— Tchau, Lena.
Saí do quarto. Fechei a porta.
No corredor, encostei na parede e respirei fundo.
Doeu. Mas era o certo.
Ele merecia mais. Merecia melhor. Merecia a Fernanda de verdade, sem esconderijos.
E eu merecia o pau que me fazia feliz. Merecia esse mundo de putaria de verdade que Rick tinha me apresentado.
Saí do motel, entrei no uber de volta pro estúdio.
O celular vibrou. Mensagem de Rick.
*"Cadê você, putinha?"*
*"Voltando. Me espera de pau duro."*
*"Sempre duro pra você. Tô aqui te esperando pra mais."*
*"Vou passar a semana toda aí. Quero aprender tudo sobre esse mundo."*
*"Boa putinha. Vem que eu vou te ensinar."*
Olhei pela janela enquanto o carro corria pela noite.
O motel ficando para trás. Marcelo lá dentro. Minha vida de amante escondida ficando para trás.
Na frente, o estúdio. Rick. Jéssica. O pau que me hipnotizou. O mundo que eu sempre quis.
Não olhei para trás de novo.
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Os meses seguintes foram uma transformação completa.
Rick me inscreveu em tudo. Academia todos os dias, com personal trainer que me fazia suar até não poder mais. Dieta rigorosa, contando cada caloria, cada proteína, cada carboidrato. Procedimentos estéticos que doíam, mas que eu aguentava porque sabia o resultado.
— Você vai ser a puta mais gostosa desse país — ele dizia toda manhã, me olhando no espelho. — Mais do que isso, vai ser a mais desejada. A mais famosa. A mais lembrada.
E eu acreditava.
Primeiro veio o rosto. Harmonização facial com um dos melhores médicos de São Paulo. Lábios mais grossos, que ficaram perfeitos para chupar pau. Maçãs do rosto mais definidas, que davam um ar de modelo às minhas fotos. Um nariz mais fino, que deixou meu perfil irresistível.
Depois vieram os peitos. Eu já tinha peitos grandes, mas eles ficaram perfeitos. Empinados, firmes, proporcionais. 350ml de silicone em cada um, colocados com a precisão de um artista. A cicatriz sumiu em semanas, e o resultado era uma obra de arte.
— Meus brinquedos favoritos — Rick dizia, apertando.
Depois veio a bunda. Enxerto de gordura, tirada da minha barriga e colocada no lugar certo. Cintura fina, bunda enorme, perfeita, redonda, esculpida.
— Agora você tem a raba que merece — Rick disse, apertando, deixando marcas dos dedos.
O cabelo ganhou mechas douradas. Fios loiros que brilhavam sob as luzes do estúdio, que chamavam atenção nas fotos, que faziam os inscritos babarem.
As tatuagens foram a parte mais divertida.
Uma borboleta na nuca, delicada, quase invisível, mas que eu sabia que estava lá.
Na barriga, em letras cursivas, a frase que me definia: "Propriedade do Rick". Ele mesmo desenhou, ele mesmo escolheu o lugar.
Na virilha, bem acima da buceta, a coroa da puta, o símbolo que onlyfans girls reconhecem, a marca de quem pertence a alguém.
E, pra não esquecer as origens, tatuagens de nerd. Um controle de videogame no pulso, com os botões coloridos. Um "Game Over" na costela, em letras góticas. Um coração pixelado no ombro, daqueles de jogo antigo.
— A nerd mais puta da internet — Rick riu, vendo o resultado final.
— Exatamente o que eu sempre quis ser.
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O onlyfans bombou como nunca.
Lena_Hot virou febre nacional, depois internacional. Os números subiam, os inscritos aumentavam, o dinheiro entrava.
Vídeos novos todo dia. Com Rick, sempre com Rick, porque ele era o dono, o senhor, a razão de tudo. Com Jéssica, minha amiga, minha parceira, minha irmã de putaria. Com outros influenciadores que Rick trazia, homens e mulheres, todos querendo um pedaço da fama.
Collabs com as maiores estrelas do meio. Nomes que eu só via na internet e agora estavam na minha cama, me comendo, me filmando, me elogiando.
Entrevistas em podcasts onde eu contava minha história, minha transformação, minha descoberta. Capas de revistas digitais onde eu aparecia nua, mas poderosa. Menções em sites especializados que me chamavam de rainha, de deusa, de fenômeno.
— Como é ser a nerd mais puta da internet? — perguntavam.
— É ser eu mesma — eu respondia, segura. — Finalmente. Depois de anos fingindo, depois de anos escondendo, depois de anos me odiando, eu finalmente posso ser quem eu sou. E quem eu sou é isso: uma puta. Uma cadela. Uma mulher que descobriu que a liberdade está na entrega.
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A rotina era sempre a mesma, mas eu amava.
Acordar cedo, antes do sol nascer. Academia com o personal, suando, malhando, esculpindo o corpo que Rick pagou. Café da manhã leve, proteína, frutas, nada de carboidrato demais. E aí as gravações.
— Hoje é cena de gang bang — Rick anunciava.
— Quantos?
— Cinco.
— Tô dentro.
Cinco homens. Horas de gravação. Paus entrando e saindo, bocas sendo usadas, buceta sendo preenchida. Gozos incontáveis, um atrás do outro, até eu não aguentar mais.
No final, exausta, deitada na cama, o corpo marcado, o gozo escorrendo, mas satisfeita.
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O sucesso veio, e com ele o dinheiro.
Apartamento novo, maior, mais bonito, com vista para a cidade. Carro novo, importado, que eu mesma dirigi. Roupas de grife, bolsas caras, sapatos que custavam o salário mínimo de alguém.
Mas eu não esqueci minhas raízes.
— A nerd mais puta da internet — eu repetia toda manhã, me olhando no espelho.
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Uma tarde, a campainha tocou.
Fui atender.
Fernanda estava lá.
Diferente. Mais magra, mais séria, mais velha nos olhos. O cabelo mais curto, a roupa mais simples. Mas ainda com aquele jeito que eu conhecia desde criança.
— Fernanda... — minha voz sumiu.
— Posso entrar?
— Claro.
Ela entrou. Olhou em volta, observando cada detalhe do apartamento. As fotos nas paredes, todas minhas, sensuais, provocantes. Os prêmios em cima da mesa, as telas com o onlyfans aberto, os comentários dos inscritos.
— Vi tudo — ela disse.
— O quê?
— Seus vídeos. Suas fotos. Suas entrevistas. Seu onlyfans. Tudo.
— Fernanda...
— Não, me escuta. — Ela respirou fundo. — Vi você com ele. Vi você com outros. Vi sua transformação. Vi sua tatuagem na barriga. Vi sua coroa na virilha. Vi sua bunda nova. Vi seus peitos novos. Vi tudo.
Fiquei quieta, sem saber o que dizer.
— E não é só isso.
— O quê mais?
Ela me olhou nos olhos. Os olhos dela estavam cheios de lágrimas.
— Eu sei de tudo, Lena.
— Tudo o quê?
— Sobre você e Marcelo.
O mundo parou.
— Fernanda...
— Eu sei. Sei dos encontros. Do motel. Das mensagens. Sei que você comeu meu marido.
Lágrimas escorreram no rosto dela.
— Como... como você descobriu?
— Ele me contou. Depois que você terminou, ele ficou destruído. Bebeu por dias. Chorou por dias. E uma noite, ele contou tudo. Cada detalhe. Cada encontro. Cada mentira.
— Fernanda, me desculpa...
— Não. — Ela levantou a mão. — Não quero desculpa. Quero entender.
— Entender o quê?
— Por que você fez isso? Por que com ele? Por que comigo? Por que com a gente?
Sentei no sofá. Ela sentou na frente.
— Porque... porque eu tava perdida. Porque ele era o primeiro pau grande que eu conheci. Porque eu tava descobrindo quem eu era. E ele tava lá.
— E quem você é?
Olhei nos olhos dela.
— A nerd mais puta da internet.
Ela riu, um riso sem graça, misturado com lágrimas.
— É, eu vi.
— Me perdoa?
— Não sei. Talvez um dia.
— E o Marcelo?
— A gente tá separado.
— Fernanda...
— Foi melhor assim. Ele precisava se encontrar. Eu também.
Ficamos em silêncio por um longo momento.
— Posso te fazer uma pergunta? — ela disse.
— Pode.
— Você é feliz?
Olhei pra ela. Pensei em Rick. Em Jéssica. Na minha vida. No meu corpo. No meu sucesso. No meu dinheiro. Na minha liberdade.
— Sou. Pela primeira vez na vida, sou.
Ela assentiu.
— Então... então tá.
Levantou. Foi até a porta.
— Fernanda?
Ela parou.
— A gente pode se ver de novo?
Ela me olhou.
— Talvez.
Saiu.
Fiquei ali, processando tudo.
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Os dias passaram.
Fernanda não voltou. Mas mandou mensagem.
*"Tô processando. Mas não te odeio."*
*"Obrigada."*
*"Cuida de você."*
*"Você também."*
E a vida continuou.
Vídeos novos. Collabs novas. Mais dinheiro. Mais fama. Mais tesão. Mais entrega.
Lena_Hot, a nerd mais puta da internet.
E eu amava cada segundo.
Rick ao meu lado. Jéssica como parceira. O pau dele dentro de mim toda noite. O mundo aos meus pés.
E foi assim que a nerd da faculdade se tornou a mais puta da internet.
FIM