Acordei com o corpo pesado, marcado pelo prazer da noite anterior. O gosto de mamãe ainda estava na minha língua — buceta molhada, cu apertado, suor doce. Mas a culpa tinha virado outra coisa: uma fome que não parava de crescer.
Ela já estava de pé, perto da janela, só de camisola curta. A luz da manhã batia no tecido fino e revelava as curvas que eu já conhecia de cor. Quando me viu acordar, virou devagar, com um sorriso que misturava ternura e malícia.
— Ele vai estar esperando lá embaixo agora — disse ela, voz baixa. — Seu pai. Vamos descer e acabar com isso de vez.
Descemos de mãos dadas. No elevador, ela encostou o corpo no meu, roçando de leve. Quando as portas abriram, ele estava lá: barba por fazer, olhos inchados, tentando parecer digno.
— Filho... eu sei que errei. Errei feio. Mas ainda dá tempo. Voltem pra casa. Vamos conversar, reconstruir tudo.
Minha mãe apertou minha mão com força. Senti o calor dela subindo pelo braço.
— Reconstruir? — ela riu, amarga. — Porra, Otávio. Não pra cima de mim. Vai embora, cara. Seu filho já sofreu muito por sua causa.
Eu completei, olhando fixo nele:
— Não, não vamos voltar com você. E sinceramente eu não quero mais ver sua cara nunca mais.
Ele abriu a boca, mas nada saiu. Vi o exato momento em que algo quebrou dentro dele.
— Eu vim de longe tentar consertar tudo. Depois não digam que eu não tentei...
Ele baixou a cabeça, virou as costas e saiu do hotel, passos pesados, derrotado.
Subimos em silêncio — mas não era um silêncio vazio. Havia algo vibrando no ar, uma corrente tensa, cheia de coisas que nenhum dos dois tinha coragem de dizer.
Quando a porta do quarto se fechou atrás de nós, ela respirou fundo, quase como se o corpo inteiro estremecesse.
Virou-se devagar, os olhos brilhando com uma emoção que eu não soube decifrar.
— Você acha que acabou? — perguntei, num sussurro que escapou antes que eu pudesse controlar.
Ela mordeu o lábio, hesitante.
— Eu... não sei. Talvez eu queira que sim. Talvez não. Mas... — deu um passo à frente, tão leve que parecia flutuar — hoje não vamos pensar nisso. É o nosso último dia aqui. Vamos aproveitar.
O sorriso que ela me deu era de uma beleza desarmante — suave, triste, luminoso.
E, por um instante, tudo em mim se calou.
Pensei: “Como essa mulher é bonita que pena que ela é minha mãe.”
***
Passamos a manhã na praia — dessa vez, na parte mais movimentada.
Ela se estendeu na areia para pegar sol, e eu fingia mexer no celular enquanto, na verdade, me perdia observando-a. Deitada ali, com aquele corpo cheio, bonito, vivo... o biquíni preto — o mesmo do dia anterior — parecia feito sob medida para provocar quem olhasse por mais de um segundo.
Almoçamos por ali mesmo.
À tarde, acabamos entrando em uma partida de vôlei com um grupo de jovens que estava se divertindo. Rimos, competimos, perdemos e ganhamos alguns pontos sem importância — mas tudo parecia leve, fácil, bom.
Depois, compramos um cooler, gelo e cerveja e seguimos para o mesmo trecho isolado que havíamos descoberto no dia anterior — a área do quiosque abandonado, de frente para aquelas pedras que lembravam tartarugas de aço adormecidas.
Ali, ela se soltou mais. A bebida ajudou. Eu também fui me desfazendo das minhas reservas, até me sentir mais corajoso, mais livre.
No começo, trocamos apenas alguns olhares, sorrisos rápidos demais para serem inocentes. Falamos do futuro, do que aconteceria quando voltássemos para a cidade. Em determinado momento, ela sugeriu que alugássemos um lugar afastado, escondido do papai — um esconderijo onde ele nunca pudesse nos encontrar.
Quando a noite caiu, ainda estávamos ali, sentados na espreguiçadeira, bebendo e beliscando os petiscos que havíamos levado.
Ligamos a luz fraca do quiosque abandonado — e foi então que a conversa começou, de verdade, a tomar um rumo... diferente.
Eu não conseguia parar de imaginar se aquela noite ainda guardava mais alguma coisa pra mim. Minha cabeça voltava sem parar pro sabor dos peitos dela — aqueles mamilos duros que eu chupei até ficarem roxos e sensíveis —, pro cheiro quente e ligeiramente salgado das axilas quando levantei os braços dela e enfiei o nariz ali, lambendo devagar enquanto ela arfava. E a buceta… caralho, a buceta dela pulsando na minha boca, molhada, inchada, com aquele gosto forte e doce que grudava na língua. Mas o que realmente me deixava louco era o cu.
O cu de mamãe era perfeito: limpo, cheiroso, um anel com bordas escuras e apertadinho cercado por nádegas grossas, macias, daquela carne farta que tremeu quando eu apertei. Eu me lembro da textura aveludada da pele ali, da forma como o buraquinho se contraiu na primeira lambida longa e lenta que dei, da resistência inicial e depois da entrega… da língua forçando, entrando alguns centímetros, sentindo o calor interno, o gosto sutil e proibido que me fez gemer contra a carne dela. E o pior (ou o melhor): momentos depois ela me beijou com força, língua na língua, chupando o próprio sabor, lambendo o vestígio do seu cu que ainda estava nos meus lábios. Foi sujo, foi íntimo, foi deliciosamente depravado. Meu pau latejou tão forte que quase doeu.
Mas então vinham os flashes das recusas dela mais cedo: “eu não sei se teria coragem de ir até o fim com você”, ela tinha dito, voz baixa, quase se desculpando. Aquilo me segurava, me fazia pisar no freio mesmo quando o tesão estava me comendo vivo. Eu queria foder cada buraco dela até ela implorar, mas ao mesmo tempo tinha medo de assustá-la e perder o que já tinha conquistado.
Ela percebeu meu olhar fixo e sorriu, maliciosa, com os olhos brilhando de quem sabe exatamente o que está passando pela cabeça do outro.
— Tem alguma coisa errada comigo? — perguntou, mordendo de leve o canto do lábio inferior. — Você tá me olhando com essa cara de bobo…
Eu sorri de volta, sentindo o álcool soltar minha língua e a coragem descer direto pro pau.
— É que você parece uma celebridade que eu gosto muito. — respondi, com toda a coragem me dada pelo álcool.
Ela perguntou quem era a celebridade.
— É a Alison Tyler — falei, dando um leve sorrisinho malicioso.
— Quem é essa Alison Tyler? — perguntou. Eu ri, mas não respondi. Continuei bebendo e olhando para ela com um olhar cínico de rapaz sem vergonha. — Isso é bem alguma piada, não é? Olha, se você tiver de graça comigo, vai ver só.
Mamãe rapidamente fez uma busca em seu celular e sorriu quando viu uma foto de Alison Tyler.
— Nossa, ela é uma mulher bonita... Acha mesmo que sou parecida com ela? — perguntou Mamãe. Depois, ela questionou se Alison Tyler era alguma modelo e eu caiu na gargalhada.
— Qual é a graça? Abre o jogo... — ela disparou.
— É uma atriz por pornô dona Olympia, e das boas. — falei, em tom divertido.
— Safado! — exclamou mamãe sorrindo, assim que me deu uma tapinha no braço direito.
Ela brilhava naquela noite, como nas anteriores, mas havia algo mais denso no ar — um calor que não vinha só do mar. Eu não mentia quando disse que a achava gostosa como Alison Tyler. O rosto era bem diferente, pois mamãe era mais bonito. Mas o corpo... lembrava de verdade. O corpo dela era uma provocação em carne viva: curvas generosas, pesadas de desejo, quadris largos que balançavam com uma lentidão quase criminosa ao andar pela areia. Os seios, fartos e cheios, pareciam desafiar o tecido minúsculo do biquíni preto — mamilos marcados sob o pano fino, inchados, implorando por boca, por mãos, por qualquer coisa que os libertasse da pressão.
O triângulo minúsculo da calcinha mal cobria o volume macio do monte de Vênus; dava para ver o contorno carnudo dos lábios maiores se insinuando contra o tecido esticado, uma promessa úmida que fazia minha garganta secar toda vez que ela se movia.
— Deveria ficar feliz em ser comparada com a Alison — murmurei, o sorriso lento enquanto meus olhos desciam sem disfarce pelo vale entre os seios. — Ela é um mulherão de respeito.
Ela me lançou um olhar de canto, mostrou a língua devagar, úmida, e depois deixou os lábios entreabertos um segundo a mais do que o necessário.
— É… feliz por ser parecida com a mulher que meu filho bate punheta? — A ironia dançava na voz, mas o tom estava mais rouco, mais baixo, como se ela estivesse testando até onde podia me levar. — Fico até surpresa, sabe?
— Surpresa com o quê? — perguntei, já sentindo o sangue pulsar mais forte nas têmporas… e em outro lugar.
Ela se aproximou um passo, o cheiro quente de protetor solar misturado com pele aquecida pelo sol invadindo meu espaço.
— Surpresa que você ainda bate uma com essa idade… e que ainda fica vermelho falando disso. — O olhar dela desceu propositalmente até minha bermuda, demorando-se onde o tecido começava a trair o volume crescente. — Mas é bom, Yan. Mantém você ocupado… longe das vadias de plantão.
Senti o rosto queimar, o pau dar um pulso involuntário contra o tecido. Não respondi. Só abri o isopor com dedos ligeiramente trêmulos, peguei outra cerveja gelada e encostei o vidro frio na testa, tentando baixar a temperatura que subia pelo corpo inteiro.
Ela não deixou passar.
— Você não fica dando em cima de qualquer uma por aí, né? — perguntou, voz aveludada, quase um ronronar. Inclinou o tronco de leve, fazendo os seios balançarem pesados dentro do biquíni, o mamilo direito escapando meio centímetro da borda do tecido.
— Não — respondi, a voz saindo mais grave do que pretendia.
Ela sorriu devagar, um sorriso controlador.
— Ótimo… — murmurou, passando a língua nos lábios inferiores antes de completar quase num sussurro: — Porque eu gosto de menino comportado.
Sorri meio envergonhado, mas o sangue já corria quente demais nas veias para disfarçar a excitação.
— Precisa se comportar. Não quero que engravide ninguém — disse ela, voz baixa, maternal, mas com um tom que tremia de algo mais perigoso.
— Você ainda pode engravidar? — perguntei, olhando direto para a curva suave da barriga dela, depois subindo devagar até os seios pesados que subiam e desciam com a respiração um pouco mais acelerada.
Ela me lançou um olhar desconfiado, semicerrando os olhos, mas o canto da boca subiu num sorrisinho torto, safado.
— Para de palhaçada, meu bem. Estou falando de uma garota da sua idade. Uma hora você vai querer se relacionar de novo. Eu sei como são os homens…
— E como são os homens? — insisti.
— Vivem de pau duro — respondeu sem rodeios, os olhos descendo por um segundo até minha bermuda, onde o tecido já marcava o volume evidente. — E quando o pau endurece, a cabeça desliga.
— Mas eu sou diferente — murmurei, voz mais grave. — E não quero mais ninguém.
— Sei… — ironizou ela, mas o tom saiu mais rouco, menos seguro.
— Sério. Não penso em me envolver com mais ninguém. Acho que já encontrei a mulher perfeita pra mim. — Deixei o sorriso sair lento, cínico, quase predatório. — Só não percebia que ela sempre esteve ao meu lado… o tempo todo.
Um vento frio cortou a praia e arrepiou e pele dela. Os mamilos endureceram na hora sob o biquíni fino, marcando o tecido preto como duas pontas duras e famintas. Olhei para ela ali sentada ao meu lado: corpo grande, parrudo, feito para ser agarrado, apertado, fodido com força. As coxas grossas se tocando, a carne macia transbordando um pouco da calcinha minúscula, o volume carnudo do sexo se insinuando contra o pano esticado. Muitas das minhas punhetas — as mais sujas, as mais demoradas — tinham sido pensando exatamente naquele corpo. E agora ele estava ali, a centímetros de mim, quente, vivo, cheirando a desejo contido.
— Você é um garoto safado, Yan. Não conhecia esse seu lado — disse ela, sorrindo devagar, os dentes mordendo de leve o lábio inferior. — Tenho medo do que as garotas podem passar nas suas mãos.
— MEDO? — Levantei-me num impulso, teatral, mas com o pau latejando forte contra a bermuda. — Eu sou um jovem responsável, mãe. Meu encanto mesmo são algumas mulheres… mais velhas.
Fitei-a nos olhos enquanto falava, sem piscar, deixando o desejo escorrer pelo olhar. Ela corou na hora — um rubor lindo subindo pelo pescoço, pelas bochechas. Sorriu, baixou o rosto, passou os dedos pelos cabelos bagunçando-os de propósito, depois levou o polegar à boca e mordeu de leve a ponta, os olhos brilhando de constrangimento e algo muito mais quente.
Aquele gesto — morder o polegar, mexer no cabelo, desviar o olhar por um segundo antes de voltar a me encarar — era um convite disfarçado. E eu decidi aceitar.
— Percebi que gosto de mulher mais velha — confessei, a voz baixa, rouca, os olhos fixos nos dela.
— É, estou vendo — respondeu ela, ainda sorrindo, mas agora com um brilho perigoso no olhar. — Principalmente quando são parecidas com essa tal de Alison Tyler, não é?
— Principalmente quando são melhores que a Alison Tyler.
Ela mordeu o polegar direito devagar, os dentes brancos pressionando a polpa macia, e me olhou como uma garota virgem prestes a se entregar pela primeira vez. Aquele gesto inocente e ao mesmo tempo puto me deixou louco; o pau latejou forte dentro da bermuda, marcando o tecido sem pudor.
— Você fala como um homem safado… safado demais para um filho. Hoje você está saidinho demais, perdeu a vergonha foi?
— Não fale assim, mãe — murmurei, fingindo mágoa, mas com um sorriso torto. — Você me machuca quando me chama de safado.
Ela se levantou num movimento fluido, deu um tapinha leve no meu braço — mas o toque demorou um segundo a mais, os dedos roçando minha pele como se testassem a temperatura. Depois suspirou fundo e se espreguiçou, levando as mãos para trás da cabeça, esticando o corpo inteiro numa pose que era puro pecado.
As axilas branquinhas, lisas, perfeitamente depiladas se revelaram sob a luz tremulante da lâmpada fraca do quiosque — pele macia, ligeiramente úmida do calor da noite, com aquele cheiro sutil de mulher quente que me deixava tonto. Os seios avantajados subiram alto, pesados, os mamilos endurecidos roçando o tecido fino do biquíni preto e desenhando círculos perfeitos, duros, implorando por língua. E então veio o gemido: baixo, abafado, quase um ronronar de prazer puro, como se o alongamento tivesse acertado direto no clitóris.
Ela sabia. Sabia que eu era louco pelas suas axilas. Aquele gesto era de propósito, uma tortura calculada.
— Seu joguinho não vai funcionar comigo, rapaz — disse ela, voz aveludada, mas com a respiração um pouco mais curta.
— O que você quer dizer com isso? Acha mesmo que estou fazendo algum joguinho? — Me aproximei até quase colar meu corpo no dela, o calor da pele dela queimando contra a minha. — Se eu quisesse mesmo fazer algum joguinho…
Passei a mão direita pela cintura dela, sentindo a curva macia, a carne quente cedendo sob os dedos. Ela riu alto, altiva, jogando a cabeça para trás como se ainda fosse ela quem mandava — mas não recuou.
— …eu chegaria com você assim — continuei, deslizando devagar para as costas dela, os dedos traçando a coluna até parar na base da nuca. Inclinei-me, encostei os lábios no lóbulo da orelha direita e soprei quente, bem devagar: — Você é a mulher mais gostosa que eu já vi.
Ela se assustou e tremeu inteira — senti o tremor percorrer o corpo dela, dos ombros até as coxas grossas. Mas logo veio o sorriso desconcertado, os olhos semicerrados, os lábios entreabertos soltando um suspiro curto.
— Teu azar é que sou tua mãe.
— Mas já fizemos tanta coisa… — murmurei contra a pele do pescoço dela, roçando os lábios de leve, sentindo o pulso acelerado.
Ela balançou a cabeça devagar, mas não havia raiva. Só desejo mal disfarçado. Não dava para apagar aquilo o que já tinhamos feito. Não dava para fingir que nada tinha acontecido.
Ela demorou uns segundos para processar, os olhos brilhando de diversão maliciosa.
— Então, você acha que porque fizemos algumas brincadeiras, a gente tem que transar? — perguntou, ainda em tom leve, mas com a voz mais baixa, mais rouca.
— Não, não é isso — tropecei, o coração batendo forte. — Mas acho que não tem nada demais em ir além das brincadeiras… É uma forma de carinho… sei lá…
Ela sorriu de novo, balançou a cabeça devagar e afastou meus braços da cintura com delicadeza — mas os dedos demoraram um segundo a mais na minha pele, como se relutassem em soltar. Depois, com uma sensualidade calculada, pegou uma azeitona da bandeja de petiscos. Passou-a devagar nos lábios carnudos, deixando o óleo brilhar na boca úmida antes de engolir. O gesto era puro teatro erótico: língua roçando a azeitona, lábios se fechando em torno dela como se chupasse outra coisa.
Eu a encarei, hipnotizado, o pau latejando dolorosamente contra a bermuda.
Ela pegou outra e me ofereceu, estendendo os dedos devagar.
— Tenho certeza que a que está na sua boca tá mais gostosa — provoquei, voz grave.
Ela riu baixo, jogou os cabelos para trás da orelha com um movimento lento, expondo o pescoço longo e a curva da clavícula.
— Abre a boca — mandou, voz aveludada.
Aproximei-me. Ela se inclinou como se fosse me beijar de verdade, os lábios roçando os meus enquanto colocava a azeitona na minha língua. Nossas línguas se tocaram por um segundo — úmidas, quentes, dançando de leve — e o gosto salgado misturado ao dela me deixou zonzo. Depois ela se afastou, triunfante, os olhos dizendo: “Eu sei exatamente o que faço com você”.
— Gostou? — perguntou, lambendo o canto da boca.
— Foi a azeitona mais gostosa que já comi — respondi, fitando-a nos olhos, me perdendo nas formas delicadas do rosto: narizinho perfeito, boca carnuda igual minha, expressão que gritava sexo.
Aquilo me deu coragem.
— Queria outra azeitona, posso? — pedi, puxando-a pela cintura com firmeza, colando nossos corpos, pronto para devorar a boca dela.
Mas ela interrompeu rápido, mão no meu peito.
— O que é isso, meu bem? E se alguém nos pegar aqui? — sussurrou, voz baixa, quase conspiratória. Não estava zangada; os olhos brilhavam de diversão, de prazer em me ver descontrolado.
— Ninguém vai nos pegar. E ontem fizemos coisa bem pior aqui — argumentei, sentindo um frio na espinha. Ela parecia… diferente. Como se estivesse recuando. Como se a visita do pai tivesse plantado dúvida. Será que ela estava se arrependendo?
Mas então de repente, do jeito mais casual do mundo, como se estivesse me cumprimentando, ela levou a mão aberta até meu pau duro e apertou de leve, testando a rigidez. Sentiu o volume pulsar contra a palma, semicerrando os olhos com uma expressão de desconfiança alegre.
— Para que tudo isso? — perguntou, sorrindo.
— Tudo isso o quê? — fingi inocência, mas minha voz saiu rouca.
Ela balançou a cabeça, fingindo decepção, e largou meu membro com um último aperto provocante. Deu alguns passos à frente, virou de costas, olhou por cima do ombro e se espreguiçou de novo — lenta, deliberada. Braços para cima, axilas expostas, seios subindo pesados, mamilos duros marcando o biquíni. E então veio o gemido: baixo, gutural, puro sexo, como se estivesse gozando só de me torturar.
Aquele corpo grande, curvilíneo, me judiando foi demais. Avancei sem pensar, encostei por trás, pressionando o pau duríssimo entre as nádegas macias. Um braço laçou a cintura grossa, o rosto afundou no pescoço dela. Inspirei fundo: o cheiro doce e humano — perfume misturado a suor feminino, calor de pele, tesão contido — me invadiu como droga. Ela respondeu arrebitando a bunda, imprensando meu pau entre as nádegas carnudas. Gemeu de novo, rebolando devagar, sem pressa, encaixando-me perfeitamente no sulco quente. Uma expiração forte pelas narinas, quase um ronronar.
Empolgado, subi a mão pelo tórax e cobri um seio inteiro — pesado, quente, o mamilo duro roçando a palma. Apertei de leve.
Ela riu e se desprendeu rápido, girando para me encarar.
— O que é que você tá fazendo? — continuou sorrindo, mordendo o lábio inferior. — Tá abusado hoje.
Depois, com ar de soberba que eu nunca tinha visto:
— Olha, vou ser bem clara com você, meu amor: você não vai me comer.
— Mas a gente pode fazer outras coisas, não pode? — retruquei rápido, desesperado por qualquer pedaço dela.
Ela riu de novo — um riso que dizia que adorava me ver implorando.
— E que coisas você quer fazer então?
— Sentir seu cheiro. O cheiro do seu corpo. Eu acho tão bom… — confessei, voz baixa, quase suplicante.
Ela segurou meu queixo com firmeza, me forçando a olhar nos olhos dela.
— Não sei se você merece, sinceramente. — Pausou, olhou para a praia vazia para confirmar que estávamos sozinhos, depois voltou para mim. — Acho que se a gente continuar com isso, você nunca mais vai me respeitar.
Fez uma pausa longa, os olhos descendo até meu pau marcado na bermuda, depois subindo de novo.
— Acho que a gente deveria parar com tudo isso.
Mas o jeito como disse “deveria”… não era convicção. Era teste. Era provocação. E o corpo dela — ainda quente, ainda arrebitado, ainda cheirando a desejo — contava outra história.
Olhei dentro dos olhos dela. O sorriso provocante dançava nos lábios carnudos, os dentes brancos brilhando de leve sob a luz tremulante da lampada. Era um jogo para ela — mas eu já estava além de brincadeiras. O pau latejava dolorosamente, preso na bermuda, implorando por alívio. Segurei firme na cintura voluptuosa, os dedos afundando na carne macia e quente, e puxei o corpo dela contra o meu com força.
— Eu não aguento mais... — soprei quente no ouvido dela, a voz rouca, quase um gemido. — Por favor, não me faz implorar.
Ela me olhou com uma satisfação pura, perigosa. Uma expressão linda se desenhou no rosto: sobrancelhas arqueadas, olhos semicerrados, lábios entreabertos num sorriso que dizia “eu te tenho na palma da mão”. Ela adorava aquilo — me ver louco, desesperado, babando por ela. Passou os braços em volta do meu pescoço, me abraçando devagar, os seios pesados pressionando meu peito, os mamilos duros roçando através do tecido fino. Apertei mais forte a cintura, sentindo as curvas cederem sob meus dedos, e tentei capturar a boca dela de novo.
Ela recuou os lábios no último segundo, só o suficiente para me torturar.
— Tá viciado em mim, não é, querido? — sussurrou, voz aveludada, cheia de prazer sádico. — Sabe que isso é errado…
A expressão dela era puro deleite em me ver sofrer. E, caralho, isso a deixava ainda mais irresistível — aquela mistura de autoridade maternal e putaria descarada.
— Acho que talvez eu esteja viciado, sim… — admiti, sem fôlego, o pau pulsando contra a coxa grossa dela.
Ela sustentou meu olhar por mais longos segundos, os olhos queimando nos meus. Depois, sem aviso, colou a boca na minha com violência. A língua invadiu forte, possessiva, chupando meus lábios com fome, misturando saliva quente, gemidos abafados. Era um beijo de quem devora, de quem marca território — línguas brigando, dentes mordendo de leve, o gosto dela me inundando inteiro. Quando se afastou, um fio grosso de saliva ainda nos conectava por um instante antes de romper.
Ela caminhou até a bancada do quiosque, rebolando devagar, as nádegas balançando pesadas dentro do biquíni minúsculo. Virou de costas, olhou por cima do ombro com uma sensualidade que fazia o ar ficar mais denso. Subiu na bancada com um pulinho gracioso, sentou de frente para mim, pernas abertas sem pudor. Mordeu o lábio inferior, os olhos brilhando de comando.
— Se você obedecer direitinho... — murmurou, voz baixa e rouca — ...vai ganhar mais.
Sem esperar resposta, afastou o tecido da calcinha para o lado com dois dedos. A buceta apareceu inteira: grande, inchada de tesão, lábios externos grossos e escuros, brilhando de umidade grossa que escorria devagar pela entrada apertada. Os poucos pelos negros e cacheados no monte de Vênus estavam grudados de mel, o clitóris saltado, vermelho, pulsando visivelmente. O cheiro subiu forte — doce, salgado, animal, misturado ao suor da noite e ao perfume residual dela. Era o cheiro de mulher no cio, e me acertou como um soco.
— Vou deixar você esfregar diretamente nela hoje — disse ela, abrindo mais as pernas, os joelhos dobrados na borda da bancada. — Mas é só pra esfregar. Só pra gente sentir como é… quentinho… molhadinho… sem entrar. Entendeu, meu bem?
A voz saiu doce, maternal, mas carregada de ameaça erótica. Ela segurou meu queixo com uma mão, forçando meu olhar para baixo, para a buceta aberta e pingando na frente de mim.
— Tira a bermuda. Quero ver você todo duro enquanto esfrega. Mas obedece... senão paro tudo.
Meu coração batia na garganta. Tirei a bermuda com mãos trêmulas, o pau saltou livre — vermelho, veias saltadas, a cabeça brilhando de pré-gozo. Ela sorriu ao ver, lambeu os lábios devagar.
— Vem cá… esfrega devagar… sente como eu tô molhada por sua causa…Aproximei-me, posicionando o pau entre os lábios grandes dela. A cabeça escorregou na entrada úmida, sentindo o calor, a maciez, o mel escorrendo pela extensão toda. Ela gemeu baixo quando encostei, rebolando de leve para me encaixar melhor no sulco quente, mas sem deixar entrar. Só roçar. Só torturar.
— Isso… assim… sente como pulsa pra você… mas não entra, Yan. Ainda não.
Esfreguei devagar no começo, a cabeça do pau deslizando entre os lábios grossos e inchados dela, pincelando a entrada molhada que pulsava contra mim. Meu pau estava tão duro que doía — veias saltadas, cabeça vermelha e brilhando de pré-gozo misturado ao mel grosso que escorria dela. A buceta era grande, quente, ensopada; cada roçada fazia um barulhinho molhado, obsceno, e o cheiro subia forte — salgado, doce, animal, aquele aroma de mulher no cio que me deixava zonzo, com a cabeça girando.
Ela gemia baixo no início, mordendo o lábio, as coxas tremendo de leve enquanto abria mais as pernas na bancada. “Assim… devagar… sente como eu tô molhada pra você…” Mas eu já estava perdendo o controle. O calor da entrada apertada me chamava, o clitóris duro roçando na glande a cada passada. Perdi a cabeça de vez.
Num impulso, empurrei. Deslizou fácil — a buceta engoliu metade do pau num só movimento, quente, apertada, escorregadia. O corpo dela arqueou inteiro na bancada, costas curvando, seios balançando pesados. Os olhos se arregalaram, a boca abriu num “Caralhooooo” longo, rouco, quase um grito de surpresa e prazer misturados. Joguei tudo pra dentro num segundo empurrão, sentindo as paredes macias se abrirem e se fecharem em volta de mim como um punho quente e úmido.
Parei ali, enterrado até o talo, sentindo ela pulsar em volta do pau. Ela me olhou respirando forte, o peito subindo e descendo rápido, cabelos grudados no rosto e no pescoço suados, expressão de puro pavor e desejo cru. Balançou a cabeça devagar — não era “não, era“vai, mete logo. E eu meti.
Comecei a foder com força, estocadas profundas que faziam os quadris dela baterem na borda da bancada. Ela gemia alto agora, sem pudor — gemidos guturais, roucos, que ecoavam na praia vazia. “Isso… porra… mete fundo… vai…” A buceta era uma gruta deliciosa: macia, quente, apertando e sugando a cada saída e entrada, o mel escorrendo pelas minhas bolas, pingando na areia.
— Era isso que você queria, não é, seu safado… — soprou ela, voz fraca, entrecortada pelos gemidos. — Agora não tem mais volta… você me comeu…
Inclinei o tronco, puxei um dos peitões pra fora do biquíni com um puxão. O seio saltou livre, pesado, balançando, o mamilo marrom escuro e duro como pedra. Caí de boca nele — chupei com fome, língua rodando em volta, dentes mordendo de leve, sugando forte enquanto continuava metendo. Ela agradeceu com um gemido longo, a mão na minha nuca me pressionando contra o peito, como se quisesse que eu engolisse a mama inteira.
— Muda… muda de posição… — pediu ela, ofegante.
Ela desceu da bancada, se virou rápido, apoiou as mãos na madeira, arqueou as costas e arrebitou a bunda grossa pra mim — nádegas carnudas abertas, a buceta inchada e vermelha brilhando de tesão e porra misturados. Posicionei o pau na entrada e entrei de novo, de trás, sentindo ela se abrir toda pra mim. Segurei firme nos flancos largos, os dedos afundando na carne macia, e comecei a socar com força. Ela rebolava pra trás, encontrando cada estocada, o rabo balançando, batendo contra minha barriga.
De vez em quando olhava por cima do ombro — olhos semicerrados, boca entreaberta, expressão de safada total: “Isso… aproveita…” A cara dela me deixava louco, o jeito como mordia o lábio, como gemia.
Não aguentei muito. O prazer subiu rápido demais — bolas apertando, pau inchando dentro dela. Tirei no último segundo, segurei firme e gozei forte em cima da bunda dela. Jatos grossos e quentes espirraram alto — nas nádegas, na curva das costas, escorrendo devagar pela pele suada, pingando na bancada. Ela gemeu só de sentir a porra quente caindo, rebolou de leve como se quisesse espalhar mais, depois levou a mão pra trás, espalhou o leitinho pelos dedos e lambeu devagar, me olhando nos olhos.
— Olha o que você fez… me encheu toda… — murmurou, voz rouca, satisfeita.
Depois a puxei pela nuca e a beijei na boca. Um beijo quente e dessa vez, apaixonado.
***
Saímos do hotel pela manhã, depois de uma noite em que dormimos entrelaçados, pele na pele, como se o mundo lá fora tivesse desaparecido. O café da manhã foi silencioso, mas não frio. Sentamos à mesa pequena do quarto, ainda nus por baixo dos lençóis que arrastamos até ali, e ela me serviu o café com uma delicadeza que me desarmava. Não trocamos muitas palavras — não precisava. Eu sentia uma mistura estranha no peito: culpa latejando baixo, desejo ainda quente nas veias, e uma paixão que crescia quieta, teimosa, impossível de ignorar.
Mamãe não falou muito também, mas seus gestos diziam tudo. Quando deitamos de novo para dormir um pouco mais, ela me puxou para o peito dela, os seios macios e quentes me envolvendo como um abraço vivo. Segurei sua mão o tempo todo no café — dedos entrelaçados, polegar dela traçando círculos lentos na minha palma, um carinho simples que fazia meu coração apertar de um jeito bom. Às vezes ela erguia os olhos e sorria — um sorriso caloroso, daqueles que iluminam o rosto inteiro, que enchem o peito de luz e fazem esquecer o resto do mundo. Eu devolvia o sorriso, sentindo que algo em mim se acalmava só de olhar para ela.
Entramos no carro dela sem pressa. Eu no banco do carona, ela ao volante. O motor ronronou baixo, e o hotel começou a diminuir no retrovisor — primeiro grande, imponente, depois pequeno, distante, até virar só um ponto branco na estrada. Eu observava pela janela, pensando em como aquele lugar tinha nos marcado para sempre: as noites de jantar e na praia, os gemidos abafados na areia, o cheiro dela na minha pele, o jeito como nossos corpos se encaixaram como se sempre tivessem sido feitos um para o outro. Nada seria igual depois disso.
— Vai ficar tudo bem — ela disse de repente, voz suave, quase um sussurro, mas firme o suficiente para me tirar do transe.
Virei o rosto para ela. Nossos olhares se encontraram, e sorri — um sorriso verdadeiro, sem máscaras. Ela sorriu de volta, os olhos brilhando com uma mistura de ternura e cumplicidade que me fez engolir em seco. Estendi a mão; ela apertou a minha com força, os dedos entrelaçados de novo, como se fosse a coisa mais natural do mundo. O polegar dela voltou a traçar aqueles círculos lentos na minha pele, um gesto pequeno que dizia mais do que qualquer palavra: “Eu estou aqui. Nós estamos nisso juntos.”
Seguimos pela estrada em silêncio confortável, o vento entrando pela janela entreaberta, carregando o cheiro de mar que ainda grudava em nós. De volta à cidade, de volta às nossas vidas — às regras, às aparências, aos segredos que ninguém poderia descobrir. Mas entre nós, algo tinha nascido: uma conexão que não se apagava com distância, que pulsava quieta sob a pele, quente e eterna.
Ela apertou minha mão mais uma vez, como se lesse meus pensamentos.
— A gente dá um jeito — murmurou, sem tirar os olhos da estrada, mas com um sorriso pequeno nos lábios.
E eu soube que sim. Porque, no fundo, não era mais só tesão. Era amor — proibido, complicado, mas real. E isso bastava.
Continua...?