Algum tempo atrás escrevi sobre um treinador de academia que foi o primeiro a me fistar. O nome dele é Mateus. O caso aconteceu em uma academia de bairro após o expediente dele. Logo depois, ele sumiu por uns meses. Mantínhamos contato por mensagens. Ele sempre queria saber como estava o meu ânus e o meu treino de cu. Eu o informava, ele ficava muito excitado tanto com as memórias de eu deixando ele arrombar e abrir meu rabo quanto com eu continuar a treinar meu cu.
Quando estava próximo de retornar para cidade, ele mandou uma mensagem: “tô com muita saudade de arrombar seu buraquinho errado, deixa eu brincar com ele de novo?”. Eu ficava maluco de tesão. Essa perversão de sabermos que a função do meu cu não ser sexual, saber que é feito para ejetar sujeira, mas que ambos tinham uma paixão anal muito forte, ampliava meu desejo e prazer em tomar no cu. Marcamos de nos encontrar no apartamento alugado dele quando chegou.
Dessa vez eu fui de shorts e de jockstrap que tinha um fio dental mais grosso. Queria fazer uma surpresa para ele. Ele estava sem camisa quando me recebeu.
— Saudades desse cu de putinho safado! — Ele me apertou num abraço antes de pegar na minha bunda.
— Saudades de um treinador de cu como você!
Eu sentia os pelinhos do corpo de Mateus, isso já me fazia ficar ereto. Saber que ele era um devorador de cu fez meu pauzinho babar um pouco só no abraço. Ele me ofereceu um suco, tomamos juntos até Mateus me colocar no colo dele. Conversamos sobre o intercâmbio que ele fez para faculdade.
— Tinha dois putinhos que deixavam eu comer o cu por lá. Mas não deixavam abrir como você. — Ele tirou minha camisa e me beijou.
— Eu… Fiquei sozinho esses meses… — Era verdade, eu sempre fui bem tímido e nervoso com sexo apesar de amar uma perversão anal.
— Sério bebê? Treinou o cu sozinho esses meses?
Mateus colocou a minha mão na rola dele. Nós tiramos do short dele. O pinto de Mateus não era muito grande, estava na faixa de quatorze para quinze centímetros, o que é na média ou para um pouco mais. Era muito bonito e eu ficava doidinho nele porque já tinha levado esse pinto no meu cu, já sabia que a habilidade dele de arrombar não tinha a ver com o tamanho.
— Eu não encontrei outro para fisting e estava ocupado. — Mateus foi me guiando para me colocar de pé. Ele tirou minhas calças e me deixou nu só com a jockstrap.
— Caralho, já era rabudo e agora essa bunda cresceu no treino né? — Ele apertou meu bumbum antes de abrir as bandas e puxar o fio que cobria meu cu. — É um desperdício você não dar esse cu, não ser arrombado… Um bundão e um cu guloso desse merece ficar todo rasgado!
— Eu… Você sabe que sou meio tímido. — Senti ele lambendo meu buraquinho. Cuspiu nele, meteu os dois indicadores e começou a abrir. Mateus sabia que eu gostava da pressão do alargamento no meu cu.
— Sei sim bebê, mas tem que arranjar macho com tesão nesse bumbum. Olha que delícia o vermelho de dentro. Você merece muito tomar no cu! — Ele largou meu anel para socar a língua.
— Aí que gostoso. Tava com muita saudade! — Eu gemia com ele penetrando meu ânus para lamber meu interior. Fazia carinho na cabeça dele afundando-o contra meu rabo e esfregando meu bumbum na cara dele.
— Tava com saudade de um viadinho anal de verdade. Vem aqui. — Ele me virou de frente para tirar meu pauzinho da jockstrap. — Tá molhadinho só de eu brincar com seu cu!
Eu soltava pré-gozo de tesão no Mateus e nas sensações anais. Mateus lambeu meu pinto, mas eu queria mais no cu e o afastei.
— Vamos fazer mais anal hoje… — Eu pedi com os olhos tentando convencê-lo.
— Vem cá chupar meu pinto então.
Fiquei de quatro com a bunda empinada no sofá. Desci para mamar o pau duro de Mateus. Era muito gostoso deslizar aquele pinto para minha boca, engasgar tentando colocar na minha garganta. Logo senti os dedos lubrificados dele deslizando no meu cu. Iam entrando para abrir meu anel. Eu ficava encantado de levar dois, três e até quatro dedos no rabo enquanto o gosto delicioso do pênis de Mateus aumentava meu tesão anal. Sem querer soltei um peidinho de ar que estava entrando em mim do tanto que fiquei excitado.
— Desculpa…
— Não se desculpa não, não fica tímido… Eu tô brincando com seu rabão. Relaxa e pensa que tudo é uma brincadeira, exceto que eu vou arrombar seu buraco da bunda bem forte!
— Tá bom… Vamos brincar de abrir meu cu então.
Eu ainda era muito tímido na época. Mateus segurou minha cabeça socando a pica na minha garganta. Juntou os dedos e deslizou forçando para me dilatar até o punho entrar. Eu gemia na rola dele sentindo o alargar bruto no meu cu sensível. Ele me segurou por uns segundos até delicadamente deslizar a mão para fora do meu cu e deixar eu respirar com a rola saindo da minha garganta.
Meu anel já soltava peidinhos de lubrificante nas fortes contrações anais. Eu estava todo chorando e babando de me engasgar naquele pinto. Tremendo com meu cu inchando e pulsando de ter sido fistado tão rápido.
— Seu pauzinho tá todo babado. Que delícia! Gosta de tomar no cu chupando minha rola? — Ele me olhava ainda mais sedento.
— Gosto… Foi muito bom levar mão no rabo chupando seu pau! — Eu estava meio tonto quando ele me pegou pela cintura me ajudando a sentar no colo dele.
— Gostoso. Desculpa eu meter a mão tão rápido, mas não resisti socar nesse bundão. Vem sentar no meu pinto pra gente treinar direito.
Eu senti o pênis dele deslizando, me penetrando nas minhas paredinhas latejando para deixar meu cuzinho entupido de rola. Mateus me beijou. O safado não se importava de eu estar todo babado com o gosto da piroca dele na minha língua.
— Obrigado! — Eu gemia de novo com Mateus colocando o queixo dele no meu ombro.
— E por que ta agradecendo? — Ele segurava minha cintura enquanto eu começava a rebolar com tesão nas contrações do meu cu ao sentir a cabecinha dele entrando no meu cólon para abrir meu segundo buraco lá no fundo do meu reto. Meu pauzinho balançava ficando mole por eu me concentrar somente no meu cu.
— Por você ter arrombado o meu cu da última vez e por deixar eu sentar na sua rola. Eu fico extremamente grato de você me fazer de viadinho pau no cu e me fistar… De me treinar para o prolapso… Muito obrigado de me deixar ser seu putinho anal. — Eu fiquei molhadinho de admitir o quanto eu gostava de foder meu cu com ele. E sempre fui grato a todo homem que me arrombou porque eu sempre fui viciado em tomar no cu desde jovem. Esse comedores de rabo e amantes de anal de verdade sempre me encantaram.
— Caralho… Assim fica difícil até de não gozar. Senta na minha rola bebê, vou deixar você ainda mais viciado em alargar esse rabo para mim… Porra, faz esse pauzinho de putinho anal ficar molhadinho que eu vou ficar grato de socar nesse cu!
Eu tentava rebolar e sentar no pinto, cavalgar e me tremer com meu ânus latejando naquele pau. Mateus me ajudava dando suporte ao me segurar pela cintura. Eu sentava gostoso sentindo a piroca deliciosa me fodendo no meu buraco “errado”. Fiquei assim por um bom tempo, chupando o pênis dele com meu cu enquanto sentava naquela rola faminta pelo meu bundão. Mateus sussurrava no meu ouvido, eu amava ouvir ele me chamando de pau no cu, de sedento, de putinho anal dele. Ia me deixando mai excitado de ser um putinho rebolando no pau dele.
— Vem cá…
Mateus percebeu que eu estava com as pernas cansadas. Eu não me importaria de ficar sentando na pica, de servir de pervertido safado com meu pauzinho babando no preenchimento e deslizar da rola dele no meu rabo, mas ele me guiou para o quarto dele, me deitou na cama.
— Tá bom assim? — Abri as pernas em frango assado.
— Tá ótimo bebê. Vou fazer seu pintinho balançar!
Minha memória havia falhado, quando Mateus começou a comer meu cu, senti o que era um bate estaca, um foder bruto que ele tinha me servido meses atrás. O pinto dele podia não ser enorme, mas isso não o impedia de me fazer sentir entupido, de sentir a rola dele perfurando meu ânus para puxar minhas paredes. Ele me arregaçava gostoso colocando eu para gemer na pica enquanto beijava meu pescoço.
O prazer no desconforto desse pinto me rasgando me deixava ainda mais maluco. As contrações surgiam. Eu facilmente poderia ter colocado o pau dele para fora em um orgasmo anal, mas estava muito duro e insistia em me penetrar enquanto eu esguichava urina do meu pintinho balançando no impulso violento, os meus peitos iam pulando e meu cu fazia bico inchado em volta do pênis de Mateus.
— Caralho, isso mija e peida na minha rola… — Ele me beijou de língua.
— Tira, deixa eu puxar pra fora… Meu cu quer botar pra fora! — Eu implorava.
— Não, agora não. Bota no meu pinto mesmo… — Ele colocou a rola mais para dentro de mim.
— Eu tô com aquela sensação… — Eu estava tímido enquanto meu ânus não resistia. As contrações causadas pela brutalidade gostosa me faziam botar espuminha para fora enquanto meu cu bicudo só puxava mais e mais.
— Sem vergonha, não precisa ficar tímido. Se sujar eu aviso, mas eu tô adorando sentir você cagando creminho anal quentinho, branquinho na minha pica e se mijando de ser entupido no rabo… Vai ser importante para o seu treino bebê… Puxa na minha rola pra eu sentir esse cu me mastigando!
Eu me sentia no paraíso forçando meus beiços mais ainda, as contrações involuntárias do meu cu se juntavam com as voluntárias de eu puxar até esguichar urina sentindo tudo por dentro pegando fogo. Fiquei muito vermelho de ouvir os barulhos, de sentir as contrações causando uma sensação forte de querer colocar para fora.
Mateus pegou nos meus peitos, modéstia à parte, malhados e grandes. Ele torturava meus mamilos enquanto me fodia mais forte ainda. Eu virei os olhos sentindo leitinho escorrendo do meu pauzinho. Essas estocadas anais selvagens e minha vontade de colocar para fora na pressão me fizeram escorrer esperma só no prazer de cu. Era muita tensão na pressão, um ardor sentindo as paredes sendo deslocadas pelo pau dele bem duro.
— Safado, soltou leitinho sem tocar no pauzinho! — Senti a mão dele vindo para o meu pintinho.
— Não, eu quero só no cu… Depois a gente brinca com ele, agora eu quero só tomar no rabo… — Implorei, queria sentir prazer só na perversão de arrombar meu ânus.
— Caralho, assim eu gozo!
Mateus tirou a vara do meu cu e imediatamente enfio dedos. Mexia forte dentro de mim, dedava com uma intensamente até eu esguichar mais urina do meu pauzinho tremendo.
— Isso bebê, tá quase colocando as paredinhas pra fora… Que delícia, fica de quatro que eu quero treinar esse cu de verdade!
Fiquei de quatro para ele. Mateus lambuzou as mãos em lubrificante. Senti entrando na pressão, os dedos abrindo meu cu até o punho deslizar para dentro. Ele girou e tirou, colocou a outra mão me fazendo tremer na pressão. Uma mão entrava e a outra saía, Mateus só parava quando eu me tremia muito e puxava minhas paredinhas me mijando de ardor anal. Ele provocava e estimulava meu cu sem piedade.
— Vamos treinar pro prolapso? — Ele me perguntou porque sabia que era um dos meus objetivos como putinho pau no cu.
— Vamos, eu quero fazer rosinha anal!
— Toda vez que eu tirar a mão você puxa. Não tenha vergonha das sensações, vai parecer com você estar botando pra fora, cagando lubrificante e suas paredinhas, tá?
Eu balancei a cabeça confirmando. Mateus enfiou a mão mais fundo, entrava com intencionalidade, revirava meu cu por dentro estimulando mais contrações. Eu gemia e puxava quanto ele tirava, me mijava na pressão anal sentindo as paredes do meu cu deslocando para próximo do meu anel. A mão de Mateus formou um punho, socou para dentro e tirou na violência, me fez mijar. Eu sentia muita dor no cu e vontade de colocar tudo para fora, até esguichava lubrificante do meu buraco quando o punho dele saía. Era uma delícia sem fim gerando muito prazer até eu não aguentar.
— Ah bebê, vamos parar com o punho e enfiar minha pica. — Ele respondeu depois de eu pedir para parar.
— Devagar! — Depois de tanto fisting, até um pinto pequeno iria me fazer tremer. O de Mateus estava na média, só de sentir entrar eu não aguentei. Estava tão sensível que eu cagava lubrificante na piroca.
— Assim eu não aguento, deixa eu ir bruto bebê? Quero meter até esfolar minha rola de tanto comer seu buraquinho errado…
Ele pediu com muito carinho. Deixei. Mateus estava comendo meu cu com muita força, bombava com tudo. Meu pauzinho molhava todo de sentir meu cu violentado no pinto dele, cheguei a escorrer esperma novamente. Ele gozou dentro gemendo e o calor do esperma dele me fez esguichar… Botei a pica para fora, esguichei mijando e caguei leitinho para ele.
— Isso meu peida leite… Que delícia, caga esperma meu viadinho! Gostou do treino?
— Amei… — Eu mesmo soquei meus dedos e escancarei meu cu todo inchado mostrando o quanto era especial para mim. Forcei tentando fazer uma rosa anal e não consegui. Não tinha muita potência para isso na época.
— Deixa eu te fazer gozar? — Mateus pediu já massageando meu pintinho molhadinho.
— Não. Eu quero só no cu hoje.
Minha vontade era só tomar no rabo, não queria nem ter um orgasmo pela frente, só a destruição anal bastava.
— Vem sentar no meu pau então.
Ele demorou um pouco a ficar duro. Depois sentei mais carinhoso. Trocávamos beijos enquanto eu chorava rebolando na rola dele. Fiquei extremamente grato e feliz dele apertar minha bunda enquanto eu sofria naquele pau. Cada minuto de tortura anal só deixava meu pauzinho mais molhado enquanto eu ficava cheio de tesão colocando meu cu para mamar a pica dele. O meu rebolar era um agradecimento por ele ter rasgado meu cu todinho. Fui gemendo por um bom tempo até ele gozar uma segunda vez dentro do meu cu e irmos tomar banho.
Dormi por lá na casa dele depois dele me leitar uma segunda vez. Mateus continuou comendo e treinando meu cu por quase um ano. Foi o primeiro a me fistar como nos contos anteriores e o primeiro a trancar meu pauzinho numa caixa de castidade. Mas essa segunda história fica para a próxima se quiserem que eu escreva!
Meu e-mail é pervertedwriterass@gmail.com para os interessados em contato, sempre gosto de ouvir dos viciados em anal.
