Trecho do diário secreto de Cassandra.
Eu, Cassandra, oficialmente começo meu diário das aventuras sexuais.
Essa noite, como de costume, esperei o meu pai fechar o restaurante. Sorte que hoje teve pouco movimento e ele fechou mais cedo. Tomei meu banho, coloquei perfume e aquele vestidinho curto que adoro. Óbvio, sem calcinha. Esperei até meu pai desmaiar de sono no sofá e saí sem ninguém perceber.
Ou quase ninguém perceber.
— Onde vai vestida igual uma puta?
— Irmãzinha, não é da sua conta.
— Mas talvez seja conta do papai. Ele não vai gostar de você sair nessa hora com esse tipo de roupa.
— Conta para o papai que eu conto que você trouxe um amigo da faculdade para o seu quarto e os dois estavam fodendo no pelo, loucamente, e sem nenhuma camisinha.
— Cassandra, sua mentirosa. Pai não vai acreditar nessa mentira.
— Quer arriscar?
Eu consegui sair por cima daquela situação e fui embora para aquela noite que prometia muito
Lá estava ele, o rapaz do encontro. Não era nenhum deus grego, longe disso, mas ele tinha um belo carro.
— Nossa, que carro lindo, é seu?
— Na verdade é do meu pai, mas essa noite esse carro é todo nosso.
Era a primeira vez que eu entrava num carro tão chique daquele jeito. Passeamos pela cidade toda com aquele carro, dando voltas sem pressa, como se a noite fosse nossa. Até finalmente irmos para um motel.
Quando entramos no quarto, me surpreendi. Era muito maior do que eu imaginava que seria. Dava quase duas vezes o tamanho do meu quarto. Quando vi aquele banheiro, não pensei duas vezes: tirei toda minha roupa e entrei naquela banheira cheia de espuma.
Me senti uma verdadeira rainha ali dentro, relaxando e imaginando como seria ser dona de um lugar daquele. Com certeza, um dia, quando eu for rica, vou fazer um banheiro desse jeito. Melhor ainda: vou mandar fazer uma banheira duas vezes maior que aquela.
— Cassandra, olha aqui o seu presente.
Olhei animada, achando que fosse alguma joia ou algo caro. Mas era apenas o pequeno pênis dele balançando em minha direção.
— Nossa… como é grande o seu membro.
Ele entrou na banheira e me agarrou como se estivesse com muita fome.
— Vamos com calma, nem aproveitei a banheira ainda.
— Depois você aproveita, vamos ao que interessa. Você é muito gostosa, Cassandra. Quero te comer toda… que seios molinhos, que pernas quentes… oh, que buceta deliciosa.
De repente senti o dedo dele na minha vagina, metendo que nem louco dentro de mim. Ele fazia de qualquer jeito, parecia que não sabia como tocar uma mulher.
— Espere, vamos fazer do jeito certo. Me espere na cama que eu já vou.
Saí do banheiro e entrei no quarto ainda toda molhada. Vejo ele deitado, com o pau na mão, me esperando. Aproximo até ele toda nua. Seguro firme o membro dele e abocanhei aquela carne dura e deliciosa. Senti aquele cacete na minha boca, um gosto de mijo e um cheiro esquisito que só me excitava. Adoro chupar pau, talvez esse seja o meu maior talento: pagar um bom boquete.
— Oh, que delícia de boca... vai me fazer gozar assim...
— Espera, não goza ainda, porra! Quero esse teu pau lindo, grosso e latejante bem fundo na minha bucetinha gulosa. Olha só, meus mamilos estão todos duros e arrepiados, apontando pra você, e minha buceta tá encharcada de tesão, escorrendo melzinho só de pensar na tua rola me arrombando.
Eu sei como deixar um macho louco de tesão. Subi na cama de quatro, com as pernas escancaradas, mostrando minha xota inchada e aberta. Peguei a rola dura na mão, passei devagarinho na minha entrada molhada, roçando a cabecinha vermelha e inchada no meu clitóris latejante, sentindo ela pulsar contra mim, me deixando ainda mais louca pra foder.
— Ah caralho, enfiar logo na buceta.
— Ainda não, quem manda aqui sou eu. Antes eu irei me masturbar com seu penis.
Passei o pênis dele no meu clitóris e comecei a bater siririca, deixando-o ainda mais doido pra me comer. Ai, como era gostoso aquilo! Sentir minha pele toda arrepiada... Tive que parar de escrever um pouco no diário porque acabei me siriricando enquanto lembrava dessa cena.
Voltando pra cena, o boy tava possuído, os olhos vidrados na minha xota aberta, implorando pra meter. "Porra, me deixa foder essa buceta gulosa!", ele grunhia, a pica latejando dura como pedra. Finalmente, empurrei ele na cama e montei, guiando aquela rola grossa e veiuda pro meu buraco encharcado. Senti a cabecinha vermelha forçando minha entrada apertada, abrindo os lábios da xota devagar, esticando minha carne até doer gostoso, depois ele meteu com tudo, socando até as bolas baterem na minha bunda.
Comecei a cavalgar como uma puta no cio, subindo e descendo com força, sentindo cada centímetro da pica me arrombando fundo, roçando no meu ponto G e batendo no colo do útero. Ploc-ploc-ploc! O barulho molhado da foda ecoava pelo quarto, misturado com meus gemidos altos e os urros dele: "Toma pica, vadia!". Minha buceta era como uma boca chupava ele toda, engolindo aquela rola nas paredes apertada da vagina. Ele agarrou minha bunda, socando sem piedade.
A posição que eu mais gosto é por cima. Gosto de ficar cavalgando enquanto olho ele em baixo todo ofegante com expressão de prazer. Aqui eu tenho total controle situação. Eu posso ir mais rapido, mais lento. Gosto sentir os meus seios balançar pra cima e pra baixo, e sentir as bolas dele bater forte em mim.
Ele me puxou e domou conta da situação, abrindo mais a minha perna e continuou metendo com força. Com muita força e rapidez que aé me assustei.
— Aaaah, vai com calma...
Ele parecia não me ouvir. Apenas metia sua rola dura e grossa dentro de mim como se eu fosse uma boneca inflável barata, socando sem dó, esticando minha xota até o limite. Sabia que, se eu não fizesse nada, aquele infeliz ia gozar dentro e encher meu útero de porra quente.
Puxei rápido o pinto dele pra fora, e assim que tirei, o desgraçado explodiu todo. Só via aqueles jatos brancos e grossos de porra voando em cima de mim como uma torneira liberando leite quente, melou meu rosto, escorrendo pela boca, encharcou meus peitos duros, pingando dos mamilos, sujou a barriga e até a cama ficou um mar de gozo. Fiquei toda gozada, fedendo a esperma fresco.
— Aaaaaah, não, seu desgraçado! Olha o que tu fez... tô toda melada de porra!
Odiei aquilo. Primeiro, porque não queria ele gozasse tão rápido; segundo, eu nem tive tempo de brincar mais com aquela rola, chupar ou sentar de novo. Logo ele caiu pro lado, ofegante e satisfeito, com um sorriso bobo.
— Foi boa a foda... nunca comi uma buceta tão gostosa e apertada como a sua, Cassandra... não vejo a hora do próximo encontro.
Se depender de mim, não vai ter próximo encontro. Odeio repetir prato.
***
Novamente venho aqui para escrever algo que aconteceu comigo durante a tarde. Consegui fugir meia hora do trabalho para encontrar um cliente do restaurante que não tirava os olhos das minhas pernas durante toda a tarde.
Ele tinha deixado um bilhete na mesa dizendo que queria me encontrar. Fiquei curiosa e fui ao encontro dele na esquina. Ele pediu para eu entrar no carro.
Assim que entrei, ele segurou firme a minha perna. Senti aquela mão forte apertando minha coxa e rapidamente fiquei toda arrepiada.
Ele me olhava com aquela cara séria, com aquele enorme bigode que lhe dava uma aura máscula, o que fez meus mamilos ficarem duros.
— Eu estava louco para tocar nessas pernas. Você sabe atiçar os clientes do restaurante. Agora entendo por que o restaurante do seu pai anda sempre muito cheio.
— Você me chamou aqui para falar isso?
— Na verdade, quero mostrar uma coisa. Preciso da sua ajuda...
De repente, ele colocou para fora o seu membro duro e me mostrou. Ele queria que eu avaliasse o pênis dele.
— E então, gata? O meu pau é bonito?
— Nossa… que coisa mais linda que já vi! — menti sem nenhum peso na consciência. Na verdade, sempre pensei que não existe pênis bonito. Todos são meio estranhos de olhar. Acho até que o pênis não foi feito para ser bonito mesmo. Ele tem algo ao mesmo tempo curioso e um pouco assustador, como se fosse uma coisa que chama atenção justamente por não ser delicada nem elegante.
Mas ali, naquele momento, eu precisava parecer convencida.
— Sério? — ele perguntou, inclinando um pouco o corpo, claramente interessado na minha reação. — O que mais, gata?
Eu dei uma olhada mais demorada, fingindo que estava analisando com cuidado, como se realmente fosse uma especialista no assunto.
— Seu pênis é bonito, sim… grande, bem firme… e olha essa cabeça bem vermelha… a veias pulsando cheio de tesão... esse seu pau deixa qualquer fêmea molhadinha... sem falar nas suas bolas… Nossa… só de olhar já dá até água na boca.
Ele abriu um sorriso que misturava orgulho e surpresa, como se ninguém nunca tivesse falado aquilo para ele antes.
— Nunca ninguém elogiou meu pau desse jeito. Aliás, você é a primeira mulher que elogia meu membro assim.
— Eu sou muito experiente com pênis. Já vi muitos. Por isso sei avaliar bem. Quando merece elogio, eu elogio mesmo. E o seu merece… parabéns por um belo pau, senhor.
Ele ficou visivelmente satisfeito, como se tivesse acabado de ganhar um prêmio.
Ele não queria um boquete e nem um sexo. Coitado só parecia genuinamente interessado apenas em ouvir alguém falar bem do pinto dele.
Confesso que achei um pouco decepcionante. Uma parte de mim esperava algo mais emocionante. mas foi até diverdido avaliar o pau dele.
E o melhor de tudo: antes de eu sair do carro, ele puxou a carteira e me deu uma boa grana. O suficiente para fazer aquela meia hora fora do trabalho ter valido muito a pena.
***
Hoje tive minha maior aventura de toda a vida.
Fui até casa de repouso, um lugar calmo, cheio de móveis antigos, mas bem cuidados, com uma iluminação suave que dava uma sensação acolhedora. Ele estava ali, sentado numa poltrona confortável, um homem já velho, com a pele marcada pelo tempo, mas com um brilho de sabedoria no olhar. Quando me viu chegar, soltou um sorriso malicioso e disse:
— Nunca pensei que veria uma mulher tão encantadora por aqui. Voce realmente venho...
Eu respondi com um sorriso gentil, sedutora:
— Estou aqui pra fazer você se sentir especial esta noite.
Cheguei perto devagar, vestida enfermeira que acabou atiçando o velho. Comecei a dá o seu remedio. Comecei a acariciá-lo, sentindo cada ruga sob minha pele. Me inclinei e beijei devagar seu pescoço, a boca roçando sua pele envelhecida, e ele suspirou, relaxando, aproveitando o toque.
Então minhas mãos foram para o que mais o incomodava e, ao mesmo tempo, o excitava: o pau dele, já meio mole, mas que logo respondia aos meus toques cuidadosos. Eu acariciava com movimentos lentos, ajustando a pressão, sentindo cada tremor que ele dava, cada gemido baixinho que escapava da sua boca.
— Você sabe exatamente o que fazer para me fazer sentir vivo. Esse é o melhor remedio. — ele murmurou, com a voz rouca de desejo e gratidão.
— É um prazer fazer você se sentir assim. — eu sussurrei, me entregando ao momento.
Continuava a deslizar meus dedos e minha mão ao redor do membro enrugado, fazendo movimentos ritmados, suaves, quase um carinho que se tornava uma carícia intensa. Ele fechava os olhos, perdido naquela sensação deliciosa, e eu sentia o corpo dele se entregar.
Finalmente, com um gemido baixo e profundo, ele gozou depois quase cinco minuto de punheta.
— Nunca vou esquecer desta noite... — ele me disse, sorrindo satisfeito. Caindo na cadeira de roda com os olhos fixos no teto e um sorriso no canto da boca aberta. Eu acho que ele dormiu....
Ainda cheguei tempo em casa pra o jantar.
Fim do Diario de Cassandra.
Debora já vinha estranho o comportamento de sua irmã durante essas semanas. Ela nunca é de ficar muito tempo no quarto escrevendo. Esperou Cassandra sair e foi rapidamente até o quarto e encontro o diario debaixo do colchão. Ela começa a ler e o que ela ver ficar apavorada. Ela sabia que sua irmã é capaz de tudo mas aquilo passou todo limite.
Durante o jantar toda familia reunida da mesa finalmente Debora falou ao pai:
— Pai, não vai acreditar do que Cassandra fez... Minha irmã virou Garota de Programa!!!