O pastor de olho na minha esposa

Um conto erótico de Azrael
Categoria: Heterossexual
Contém 1709 palavras
Data: 22/03/2026 13:43:53

Meu nome é João, tenho 38 anos, sou casado há doze anos com a mulher mais linda e gostosa que já vi na vida: Isabel. Ela tem 36 anos, é negra, uma deusa de ébano com uma pele macia e brilhante que parece seda escura sob a luz. O cabelo dela é comprido, cacheado e chega quase na bunda — uma bunda grande, empinada, redonda, que balança a cada passo como se estivesse pedindo para ser agarrada. Os seios são enormes, cheios, pesados, com mamilos escuros que marcam a blusa quando ela não usa sutiã. As coxas são grossas, firmes, daquelas que se apertam uma contra a outra e fazem qualquer homem babar só de imaginar o calor que tem entre elas. Isabel é linda demais, rosto oval, lábios carnudos, olhos negros profundos e um sorriso que ilumina a sala inteira. E o melhor — ou o pior, dependendo do ponto de vista — é que ela é fiel. Completamente fiel. Nunca olhou para outro homem, nunca deu brecha. Até aquele dia.

Nós moramos em Nova Iguaçu, numa casa simples, mas confortável, e frequentamos a igreja evangélica do bairro há anos. A vida era tranquila: eu trabalhando em uma fábrica de saneantes no parque industrial de Queimados, ela cuidando da casa e ajudando na igreja. Até que chegou o pastor Roberto. 53 anos, alto, magro, pele morena clara, cabelo meio grisalho bem cortado, voz grossa e rouca que parecia ecoar dentro do peito da gente. Olhar penetrante, daqueles que parece que te dissecam por dentro. Ele era casado com a Arlete, uma mulher de 48 anos, amiga íntima da Isabel. Arlete era do tipo discreta, magrinha, sempre sorrindo, mas sem o fogo que minha esposa tinha. O pastor Roberto assumiu a igreja depois que o velho pastor se mudou para outro estado. Todo mundo elogiava: “Que homem de Deus! Que pregações poderosas!”

Eu nunca desconfiei de nada. Até a tarde de uma quarta-feira, quando a vizinha fofoqueira, a dona Cida, apareceu lá em casa. Eu estava no quintal, mexendo no carro, mas a janela da cozinha estava aberta. Ouvi tudo escondido. Dona Cida falava baixo, mas eu escutei cada palavra como se estivesse ao lado delas. As duas conversavam sobre várias coisas quando dona Cida falou:

“Isabel, minha filha, você precisa saber de uma coisa sobre esse novo pastor. Antes de virar homem de Deus, o Roberto era o garanhão da cidade inteira. Comia tudo que tinha saia, inclusive casadas. Tinha uma máquina de Polaroid antiga, daquelas que revelam na hora. Depois que gozava na cara da mulher, tirava foto. Guardava tudo numa caixa de sapato, como troféu. Dizem que tinha mais de cinquenta fotos. E o pior… ou o melhor, né? O homem era um cavalo, dizem que tinha 24 centímetros, grande, grossa e cabeçuda. Nenhuma mulher resistia. Casada, solteira, novinha, madura… todas caíam. Depois ele se converteu, casou com a Arlete e virou pastor. Mas o passado… ah, o passado não some, né?”

Isabel ficou em silêncio por uns segundos. Eu vi pela fresta da janela: ela estava com a mão na boca, olhos arregalados. Depois riu, nervosa.

“Dona Cida, para com isso! O pastor é homem de Deus agora.”

Mas eu notei. Notei o jeito como ela engoliu em seco. Notei como as coxas grossas dela se apertaram uma contra a outra, como se o corpo tivesse reagido antes da mente. Dona Cida foi embora rindo, e eu fingi que não tinha ouvido nada. Isabel estava quieta, arrumando a mesa. Eu a abracei por trás, senti aqueles seios enormes contra meus braços, a bunda empinada roçando meu pau. Ela gemeu baixinho, como sempre, mas naquela noite transamos com mais fome. Eu gozei pensando nas palavras da vizinha. 24 centímetros. Polaroid. Cara toda gozada. E minha esposa fiel… será que resistiria?

A partir dali, tudo mudou devagar. Nas pregações de domingo, eu comecei a reparar. O pastor Roberto, lá no púlpito, com aquela voz grossa retumbando: “O Senhor conhece o coração de cada um…” Mas os olhos dele não estavam no microfone. Estavam na primeira fila, onde Isabel sentava sempre. Ele olhava para ela. Não para o rosto. Para o decote.

Para o jeito como os seios pesados subiam e desciam com a respiração. Para as coxas grossas cruzadas, a saia subindo um pouco. Eu via tudo. E Isabel… ela percebia.

Eu via o rubor subir no rosto negro dela, o jeito como ela ajeitava o cabelo cacheado, como cruzava e descruzava as pernas.

Uma semana depois, o pastor anunciou que faria visitas pastorais. “Quero conhecer melhor cada família”, disse ele no culto. E marcou nossa casa para a sexta-feira à noite. Quando chegamos em casa, Isabel ficou estranha. Eu disse: “O pastor vem amanhã, amor. Vamos arrumar a sala.” Ela só assentiu. Mas no dia seguinte, pela manhã, ela começou a se produzir como nunca.

Eu estava na cozinha tomando café quando ela saiu do banheiro. Meu Deus… Isabel estava linda de tirar o fôlego. Vestido preto justo, daqueles que grudam no corpo. O decote em V profundo mostrava o vale entre os seios enormes, a pele negra brilhando com um óleo corporal que ela passou. O vestido terminava no meio das coxas grossas, apertando a bunda empinada de um jeito que fazia a curva saltar. O cabelo cacheado solto, brilhante, com um perfume doce e quente que enchia a casa. Maquiagem leve: batom vermelho nos lábios carnudos, sombra nos olhos que deixava o olhar ainda mais sedutor. Ela parecia uma deusa africana pronta para ser devorada. Quando me viu, sorriu inocente:

“Que tal, amor? Estou bonita?”

Eu engoli em seco. “Você está… maravilhosa.” Meu pau já latejava dentro da calça só de olhar. Ela se virou de costas para pegar algo na geladeira e a bunda empinada balançou devagar, o vestido agarrado no rabo grande dela, a marca de uma calcinha fio dental quase invisível que era engolida por aquele rabo gostoso. Eu quase gozei ali. Ela sabia que eu estava olhando. E gostava.

A tarde passou lenta. Eu tentava trabalhar, mas só pensava naquilo. Às 19h em ponto, a campainha tocou. Isabel foi abrir a porta. Eu fiquei na sala, coração acelerado.

“Boa noite, pastora Arlete… Pastor Roberto!” A voz dela saiu mais doce que o normal.

O pastor entrou primeiro. Alto, magro, terno escuro bem cortado. Olhar penetrante varreu a sala e parou em Isabel. Eu vi. Vi o jeito como os olhos dele desceram devagar: do rosto lindo, para os seios pesados quase saltando do decote, para a cintura fina, para as coxas grossas, para a bunda que o vestido marcava perfeitamente. Ele apertou a mão dela mais que o necessário.

“Que prazer, irmã Isabel. Você está… resplandecente hoje. A beleza que o Senhor dá às suas filhas.”

Arlete sorriu, alheia: “É, ela sempre foi linda, né?”

Sentamos na sala. Eu ao lado de Isabel no sofá, o casal de pastores nas poltronas. Roberto não parava de olhar. Enquanto Arlete falava das atividades da igreja, ele mantinha a voz grossa baixa, mas os olhos cravados em minha esposa. Isabel cruzava as pernas, o vestido subia um pouco mais, revelando mais pele negra macia. Ela ria das piadas dele, inclinava o corpo para frente, os seios balançando levemente. Eu via os mamilos marcando o tecido — ela não tinha colocado sutiã. Meu pau estava duro como pedra, mas eu fingia normalidade.

A conversa fluiu. Irmã Arlete pediu pra ir ao banheiro e o pastor Roberto continuou, falava da Palavra, mas intercalava elogios: “Irmã Isabel, seu cabelo cacheado é uma bênção… parece fogo do Espírito Santo.” Ou: “Essas mãos delicadas… devem ser ótimas para servir ao Senhor.” Isabel corava, mas não desviava o olhar. Ao contrário. Ela mantinha o contato visual, mesmo quando ele falava da “tentação que o diabo coloca no caminho dos justos”.

O silêncio foi pesado. Roberto se inclinou para frente, voz grossa quase um sussurro:

“Irmã Isabel… você sabe que eu oro por cada família. Se precisar de aconselhamento particular, é só me chamar. O Senhor me usa para libertar corações.”

Os olhos dele desceram novamente para os seios dela. Isabel respirou fundo, os seios subindo, quase escapando do decote. “Obrigada, pastor. Eu… vou pensar.”

Quando Arlete voltou, o clima mudou de novo. Mas eu tinha visto o volume na calça do pastor — uma protuberância grossa, longa, que ele não conseguia esconder totalmente. 24 centímetros que dona Cida falou. E minha esposa… minha esposa fiel… estava molhada. Eu conhecia o jeito dela. As coxas apertadas, o cheiro doce dela no ar, o brilho nos olhos.

A visita terminou com oração. Roberto segurou as mãos de Isabel para orar. As mãos grandes dele envolveram as dela. Isabel fechou os olhos, mas a boca entreabriu. Quando acabou, ele a abraçou — um abraço “fraternal”. O corpo magro dele colou no dela por dois segundos. Eu vi o pau dele pulsar contra o tecido.

Na porta, ao se despedir, Roberto olhou direto para Isabel e disse, voz baixa só para ela:

“Deus te abençoe, filha. E lembre: eu estou de olho. Em você. Na sua alma… e no que precisar.”

Isabel respondeu: “Amém, pastor.”

Quando fecharam a porta, ela se virou para mim. O rosto vermelho, os seios arfando. “Que homem de Deus, né, amor?” Mas a voz dela tremia. Eu a puxei para o quarto. Transamos como animais. Eu comi ela por trás, agarrando aquela bunda grande, enfiando fundo enquanto ela gemia mais alto que nunca. Será que ela estava imaginando outro pau? Aquele de 24 centímetros? A Polaroid? A cara toda gozada?

Depois do sexo, deitados na cama suada, Isabel virou para mim, cabelo cacheado espalhado no travesseiro, seios enormes subindo e descendo.

“João… o pastor me convidou para um aconselhamento na igreja. Disse que é para fortalecer o casamento. Você se importa se eu for na terça?”

Eu engoli em seco. Meu pau já começava a endurecer de novo só de pensar.

“Claro, amor. Se é para a igreja…”

Ela sorriu, inocente por fora, mas eu sentia algo perigoso. Algo que eu sabia que ia crescer.

E eu, ali deitado, com o pau latejando de ciúme e tesão misturados, só conseguia pensar numa coisa: o pastor Roberto estava de olho na minha esposa gostosona. E ela… ela estava começando a gostar de ser olhada.

Continua...

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Comentários

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Com certeza esse pastor vai comer essa ovelha.

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