Voltei a treinar há algumas semanas e acabei esbarrando com uma amiga da minha prima. No início, só nos cumprimentávamos de longe, mas, com o passar dos dias, comecei a perceber que íamos no mesmo horário. Além disso, não sei se era impressão minha, mas percebia ela me olhando às vezes, então chamei ela no Instagram e comentei sobre treinarmos juntos.
Júlia tem os cabelos castanhos, lisos e médios, na altura do ombro, pele clara e um corpo muito bonito. Ela aceitou, e como eu sabia que morávamos perto, ofereci uma carona — ela concordou.
Durante nossos treinos, conversávamos e eu fazia algumas piadas, isso na primeira semana. No meio da segunda semana, comecei a aumentar a carga e pedia para ela me ajudar. O melhor momento era no supino: enquanto eu estava deitado fazendo as séries, conseguia observar discretamente seus seios no sutiã pois ela usava uma camisa folgada e curta tipo um cropped. Ela também pedia minha ajuda, mas sempre no fim do treino, pois já estava mais cansada. Eu sempre suo muito, ainda mais treinando, então tomava cuidado para não esbarrar nela, mas percebia que ela sempre se aproximava.
Nessa última semana, comecei a flertar com ela, e ela sempre se mostrava aberta às investidas. Até que, na quinta-feira, quando terminamos o treino e saímos da academia, havia um food truck de açaí. Nem pensamos duas vezes e pedi dois médios. Enquanto comíamos, Júlia sujou o canto da boca com açaí. Tentei avisá-la, mas ela não passou a mão no lugar certo, então peguei um guardanapo e limpei. Nesse momento, percebi um olhar diferente nela, mas achei melhor não tentar nada. Entramos no carro e a deixei em casa, como sempre fazia. Ela me agradeceu pelo açaí e se inclinou para me dar um beijo na bochecha (isso era novo; normalmente só nos despedíamos com um aceno de mão). Ali, senti que algo iria acontecer.
No dia seguinte, ela me chamou e perguntou se eu iria treinar, mas infelizmente estava preso no trabalho. Mais tarde, ela me mandou mensagem perguntando sobre irmos treinar no sábado, e eu aceitei. Hoje acordei ansioso — confesso que achei que algo iria acontecer, mas nada poderia me preparar para o que viria.
Depois do almoço, passei na casa da Júlia e, pela primeira vez, ela estava com uma mochila. Ao entrar no carro, perguntei o porquê da mala, e ela disse que depois da academia iria para a casa de uma amiga. Confesso que, nessa hora, foi um banho de água fria. Eu já estava pensando em chamá-la para um açaí ou sorvete depois do treino e, talvez, algo pudesse rolar.
Mas, chegando na academia, vi o mesmo food truck e falei:
— Depois do treino podemos tomar um, o que acha?
Ela, sem pensar, respondeu:
— Claro.
Entramos e treinamos — acho que até mais do que o costume.
Ao terminar, fui até o atendente e fiz o mesmo pedido: dois médios. Fomos para perto do carro, que deixei embaixo de uma árvore, na sombra. Enquanto tomávamos o açaí e conversávamos, eu ia me aproximando mais da Júlia, quando ela me interrompeu dizendo:
— Hoje quem está sujo é você.
Perguntei onde, e ela disse:
— Vem cá que eu limpo.
Mal me inclinei, e ela se pendurou no meu pescoço, me puxando para um beijo. Eu retribuí, deixei meu copo no teto do carro e a segurei pela cintura, prolongando aquele momento. Ela recuou, ofegante, com um olhar intenso e penetrante, e disse:
— Podíamos continuar em outro lugar.
Sem pensar, concordei — mas antes a puxei para mais um beijo. Entramos no carro e fomos embora.
No carro, ainda trocávamos beijos e toques. Ela passava a mão em meu abdome e peito, me beijava e beijava meu pescoço. Chegando ao meu prédio, subimos no elevador com outros vizinhos e tivemos que nos comportar. Entrei no apartamento e ela já veio me beijando e se jogando sobre mim. Eu a segurava no ar; ela passava as pernas sobre mim.
Em um momento, paramos e eu disse: “Que tal um banho?”. Ela parou na hora; o fogo apagou. Ela me olhou com vergonha e disse: “Olha, vou ser sincera com você. Eu tenho tesão em caras suados e você… nossa, desde a primeira semana na academia eu te via treinando e suando, e aquilo mexia comigo. E depois, nos treinos, você ficava com a camisa quase pingando, que nem agora. Mas o problema é esse: todos os homens acham isso estranho. Quer saber? Tudo bem, já vou indo.”
Eu disse: “Espera. Olha, eu sei como é ser o estranho. Eu tenho fetiche em pés; sempre tenho que tomar muito cuidado quando e como eu falo isso. Mas já que você foi direta comigo, eu também vou ser com você.” Após um minuto de silêncio, continuei: “Olha, eu não sou como os outros. Eu deixo você fazer o que quiser e talvez até experimente isso em você. O que acha?”
Ela não disse nada nem sorriu, mas pude ver o olhar dela brilhar. Foi como riscar um fósforo perto da gasolina. Se ela estava quente antes, agora, com sinal verde para testar, então nem se fala.
Na cama, ela me beijava e me deu vários chupões no pescoço, me deixando levemente marcado. Tirou minha camisa e foi beijando meu abdômen. Ela lambeu meu peitoral suado com vontade e me beijou. Pude sentir aquele sabor salgado de suor em nosso beijo, e aquilo me deixou ainda mais excitado. Ela me pediu: “Posso beijar suas axilas?”. Eu respondi: “Elas estão meio peludas, mas pode fazer o que você quiser.” Eu nem terminei de responder e ela começou: cheirava, beijava e depois lambia, enquanto eu descobria seu corpo com a mão livre, apertava seus seios e suas nádegas por baixo da roupa. Ela parecia nem ligar, mas sempre voltava a me beijar, querendo sentir o sabor do suor em nosso beijo.
Quando ela repousou sobre meu peito, eu disse: “Que tal eu experimentar agora?”. Trocamos de posição; agora eu por cima. Lambi entre seus seios, a primeira parte mais suada que achei nela. Beijei-a e perguntei: “Então, qual suor é melhor?”. “O seu, é mais forte e saboroso.” “Deixa eu ver suas axilas.” Ela levantou os braços, mostrando-as bem depiladas e brilhando com o suor. Primeiro, passei lentamente e de leve meu nariz para sentir o cheiro. “Seu suor poderia ser um perfume”, eu disse. Em seguida, dei uma bela lambida, fazendo-a soltar um gemido de surpresa.
Afastei-me, procurando outros pontos de suor em seu corpo, e percebi aquelas dobrinhas abaixo dos seios. Com delicadeza, levantei seu peito, dei uma mamada no mamilo — não muito, apenas umas três ou quatro sugadas —, e levemente lambi seu suor. Nos beijamos. Júlia estava completamente entregue, com os braços para cima, sem blusa, apenas com sua calça legging e suas meias.
Ela voltou por cima de mim, tirou minha bermuda e pegou minha cueca (uma boxer preta, o clássico não falha). Meu pau estava em ponto de bala, mas quem disse que ela ligou para ele? Ela pegou a cueca e deu uma cheirada profunda. “Que delícia, vou chupar muito suas bolas antes de te fazer um boquete”, disse ela, jogando minha cueca para longe. Começou a lamber minha virilha e cintura, depois foi para as bolas (eu costumo depilar, então está bem lisa). Ela chupava minhas bolas com vontade enquanto soltava uns gemidos, enquanto eu acariciava sua nuca. Meu pau pulsava cada vez mais e eu pedi: “Por favor, me chupa”.
Ela se levantou por um instante e sentou com aquela legging suada em minha cara, e começou a me chupar. Na hora, comecei a chupar aquela calça suada, mas, quando o sabor enfraqueceu, comecei a massagear sua buceta ainda por cima da calça. Não aguentei: inverti a posição, abaixei a legging e sua calcinha e comecei a chupar aquela buceta suada (a buceta mais gostosa que já chupei até hoje; o suor deve ser o tempero especial, rs). Ficamos naquele 69 até Júlia ficar sem fôlego.
Então fui tirando sua calça, depois sua calcinha, onde podia sentir a mistura de seus fluidos. Por fim, tirei suas meias, que tinham um cheiro fraco, mas estavam bem suadas, como seus pés — aquilo, para mim, foi um prato cheio. Comecei a beijar, cheirar, lamber e chupar cada um de seus dedinhos. Ela tem os pés mais bonitos que já vi. Depois que percorri cada centímetro daqueles pés com minha língua, avancei por sua perna, beijando-a; suas coxas grossas e firmes, suadas. Fui dando leves beijos e chupões, chegando perto de sua buceta. Fui para a parte interna da outra coxa e dei uma bela lambida firme do joelho à sua virilha, arrancando um gemido de Júlia.
Beijei-a e voltei a chupar sua buceta. Aquela mistura de fluidos é simplesmente perfeita. Júlia puxava meu cabelo, soltava gemidos e apertava minha cabeça com suas coxas. Ali fiquei até ela me pedir para foder sua buceta.
Subi até Júlia, beijei-a enquanto buscava uma camisinha e a colocava. Levantei uma das pernas de Júlia e a apoiei sobre meu ombro; em seguida, posicionei meu pau na entrada de sua buceta, dei algumas pinceladas. Júlia só me olhava com aquele olhar de timidez e desejo. Comecei a penetrá-la, e ela gemia até entrar tudo. Parei por um tempo, mas logo Júlia começou a rebolar, e eu chupava seu pé.
Júlia, de repente, começou a estremecer e gemer mais, pedindo para ir mais rápido. Pude sentir um fluido mais quente sair de dentro dela, e Júlia desabou. Eu a abracei e, beijando-a, pedi para gozar em seus pés. Ela deu um sorrisinho e acenou que sim com a cabeça. Juntei os pés dela e meti com vontade até ela começar a fazer leves movimentos e passar as pontas dos dedos bem em minha glande, que pulsava, explodindo em gozo e melando todos os seus pezinhos.
Agora eu caí, acabado, na cama. Mas Júlia se senta e, me encarando, puxa seus pés para perto da boca e começa a lamber cada dedo e entre eles. Parava, engolia e continuava. Por fim, soltou: “A melhor porra que já tomei.” Nos deitamos abraçados, no ar aquele cheiro forte de suor e sexo.
Isso devia ser por volta das 18h. Eu pedi uma pizza, que chegou quase às 19h. Enquanto comíamos, ela me disse que ir para a casa da amiga era apenas uma desculpa, caso não rolasse nada. Agradeceu não só por eu deixar ela fazer as coisas que queria, mas também por fazer com ela. Eu disse que gostei e que poderíamos fazer novamente. Voltamos para a cama, pelados e suados. Escrevo esse conto com ela sobre meu peito e espero foder ela amanhã, logo quando acordar.