O mês de fevereiro passou rápido – Rufus e Gislaine já caíam firme na faculdade, apesar de pouco ter sido lecionado, por ser um mês tranquilo, de carnaval e festas. Aulas leves, adaptações iniciais, mas o foco estava lá.
Eliseu então vem ao RJ, chegando animado mas com um ar melancólico. "Tô feliz pela minha filha achar um novo amor… e pela Sara encontrar um homem que a ame como merece", diz ele, abraçando todos. Mas confessa, voz baixa: "Tô triste por oficializar a separação… vou sentir falta do nosso sexo, Sara. Você é a única mulher por quem sinto tesão de verdade."
Após assinarem os papéis no cartório – um momento burocrático e emotivo –, com Rufus ficando na loja pra Sara, Eliseu pergunta, tímido: "Podemos fazer uma última vez? Pra despedida." Sara ri: "Deixa eu perguntar pro meu namorado." Pelo telefone, ela consulta Rufus: "Amor, o Eliseu pediu uma última… você deixa?" Rufus autoriza: "Tudo bem, mas usa camisinha, tá? Cuida de você." Isso a arrepia toda: "Então sem camisinha só com você, né?" Rufus confirma: "Sim… sem segredos, mas com limites e cuidados." Sara aceita de imediato e vai pro motel com Eliseu.
Quando deu a hora, Rufus fechou a loja, trancando as portas. Logo Gislaine chegou, acompanhada de João, seu namorado de 23 anos. Rufus conversava com eles na sala, trocando ideias sobre a faculdade, quando Sara e Eliseu chegam. Eles se cumprimentam, e Gislaine apresenta: "Pai, esse é o João, meu namorado." João e Eliseu se dão bem de imediato, zoando um ao outro com coisas bobas: "Ei, você parece mais velho que eu… tá roubando a filha do amigo?", ri Eliseu. João rebate: "E você, tá solteiro agora? Cuidado pra não me roubar da sua filha!" Eliseu pisca pra Rufus: "Amei o novo namorado dela… assim como o anterior." O clima fica leve, com risadas.
Sara logo pede licença e chama Rufus: "Vem cá, amor…" Ela o leva pro banheiro, trancando a porta, faminta e apressada. "No motel, o Eliseu pouco me fodeu… só gozei uma vez, depois foi só eu fodendo o cu dele. Queria uma despedida, mas aquilo não me sacia de jeito nenhum." Ela diz que usaram camisinha e já tinha tomado banho, caindo de boca em Rufus – sugando com fome o pau endurecendo, lambendo da base à cabeça, engolindo fundo: "Mmm, delícia… isso sim é pau de homem!" Logo estava quicando e rebolando nele, montando ritmada na boceta úmida, gemendo alto: "Ahh, fode sua namorada… mete tudo!" Esquecendo as visitas em casa. Rufus não se faz de rogado, comendo com força – vira ela de quatro, metendo fundo na boceta quente, estocadas brutas com tapas na bunda carnuda: "Toma, safada… pede mais!" Ela goza rebolando e logo de quatro também, tremendo: "Ahh, tô gozando… delícia! Me dá mais!" Ele a coloca na posição de frango assado, no chão do banheiro, pernas abertas, continuando forte, sentindo as paredes pulsarem. Gritando, ela sente ele pulsando: "Goza dentro, amor… enche minha boceta!" Rufus urra, gozando jatos quentes dentro, ela urrando e gozando junto, cravando unhas nas costas dele, beijando-o: "Te amo… te amo tanto!"
Quando enfim o tesão alivia e se dissipa, Sara fica com muita vergonha do escândalo: "Meu Deus… gememos alto demais!" Ela esperava que João tivesse partido, mas não – todos riem quando Rufus e Sara saem do banheiro, corados. João elogia: "Dava pra ouvir como você fode forte, Rufus… entendo por que a Gislaine não tira seu nome da boca. Que bom que agora é só o nome, e não o pau!" Rufus ri, sem graça, levando na esportiva: "Valeu… o elogio"
Eliseu está meio cabisbaixo, pedindo desculpas pra Sara, balbuciando: "Desculpa por não te satisfazer… eu tentei." Ela sorri: "Esquece isso, Eliseu… foi bom enquanto durou." Ela então repara em Gislaine, que nada fala, apenas olha vidrada pra Rufus com o rosto corado. Ela definitivamente ainda tem sentimentos por ele, e, naquele momento, com certeza também muito tesão.