O pagode tinha parado e o silêncio na casa agora só era quebrado pelo ronco pesado do meu tio lá fora. O cara estava apagado na cadeira de plástico, babando de tanto beber; um peso morto que não acordaria nem se o mundo acabasse.
Mandei um "tô ficando pra ajudar na bagunça" pra minha mãe no WhatsApp. Ela já conhecia bem o meu histórico com a Samantha — minha tia — e nunca foi de fazer perguntas. O silêncio dela era o meu aval
— Deixa ele aí, Micael. Amanhã ele acorda com o sol na cara pra aprender — minha tia falou, parando do meu lado
Ela me puxou num canto, garantindo que a Larissa não ouviria de dentro da casa. O olhar dela foi reto, me medindo de cima a baixo com aquela malícia de quem já provou do meu veneno:
— Ela não sabe nada da vida, Micael. Sofrendo por um moleque que não valorizava o mulherão que ela é... ela precisa de um homem que mostre o caminho com firmeza. Você tem mãos de quem sabe o que faz, não tem?
Aquelas palavras não foram um conselho, foram uma convocação. Sorri de canto, sentindo o peso daquela sorte: mãe e filha querendo se entregar
— Primeiro eu vou tomar um banho — respondi, com a voz mais grossa. — Depois eu arrumo a "bagunça"
Subi as escadas com a adrenalina a mil. No banheiro, a água fria não adiantava nada. Eu só pensava no corpo farto da Larissa, naquela abundância que eu tinha apertado no quarto
Comecei a me tocar, sentindo meu membro latejar, mas parei no meio do caminho. Eu não ia desperdiçar aquilo sozinho; queria que a primeira descarga da noite fosse dentro da minha prima.
Saí do banho e botei só a calça de moletom, sem nada por baixo. As tatuagens no meu peito ainda brilhavam pela umidade, destacando cada músculo. Eu sabia o impacto que o traço forte no meu pescoço e as caveiras nos braços causavam. Eu não precisava falar nada; o visual e o volume pesado balançando livre sob o moletom já faziam o serviço de mostrar quem mandava ali
No corredor, dei de cara com ela. Larissa estava com um short de dormir bem fino, que sumia no meio daquelas coxas grossas, e uma camisa branca justa que deixava o peso dos peitos nítido, sem sutiã. Quando ela me viu naquele estado, o olhar dela travou direto na minha cintura, vendo minha ereção começar a marcar o tecido
—Essas tatuagens são lindas, primo... — ela deslizou o olhar pelo meu pescoço e desceu para a minha cintura, onde o moletom não escondia nada. — Mas eu queria mesmo era sentir a sua agulha trabalhando em mim.
— A gente pode ver a tatuagem depois prima, agora eu fiquei pra ajudar na limpeza — cheguei perto, sentindo o calor dela. — Ouvi dizer que tem uma "greta" bagunçada aqui no canto que precisa de ajuda pra ficar bem limpinha
Larissa sorriu, aquele sorriso de quem entendeu o recado, e me puxou pela mão para o banheiro do corredor A porta mal fechou e a tensão explodiu
— Tem algo que eu quero que você limpe primeiro... afinal, foi você que deixou assim — ela disse, puxando o short que saía com dificuldade pela largura do seu quadril pesado
A visão era o paraíso: minha prima ali, com a camisa marcando os mamilos e aquela fenda carnuda brilhando, encharcada de tesão. Me ajoelhei, ficando de cara com o seu núcleo úmido
Comecei a trabalhar com a língua naqueles lábios fartos, bebendo cada gota do fruto proibido. O som era visceral; estalos que ecoavam no azulejo
Larissa gemia grosso, se agarrando na pia para não desabar. Antes de deixá-la gozar, eu parei. Levantei, limpei o rastro dela no meu lábio e liberei minha haste rígida da calça
— Você precisa aprender a satisfazer um homem também — ordenei, mantendo o tom firme
Com as bochechas vermelhas, se ajoelhou. Quando ela envolveu minha haste com as duas mãos, percebi o choque nos olhos dela. Mesmo tentando fechar os dedos, as pontas não se encontravam; a largura era tanta que ela precisava de ambas as palmas para me conter. Eram 23 centímetros de extensão, mas era aquela espessura brutal, quase ignorante, que fazia a pele dela esticar e brilhar enquanto ela tentava acomodar tudo na boca. Ela trabalhava com uma vontade absurda, usando a língua e a garganta como se quisesse provar que era melhor que qualquer experiência passada
— Espero que esteja bom... Estava praticando para meu ex
Apertei os cabelos dela e dei um tapa certeiro naquela bunda macia, fazendo a carne vibrar
— Esquece esse moleque. Ele não tinha capacidade de lidar com tanta carne, eu tenho
Ela voltou a chupar com mais vigor, se entregando totalmente. Foi quando notei um brilho diferente na fresta da porta. Olhei de relance e vi o rosto de Samantha. Minha tia estava lá, escondida nas sombras do corredor, com a mão por dentro da roupa, se masturbando enquanto assistia à própria filha me servindo
Em vez de parar, decidi dar um show. Ajeitei Larissa de um jeito que destacava sua abundância traseira, abrindo espaço para que a mãe dela visse cada centímetro daquela fartura generosa enquanto eu segurava a cabeça da minha prima contra o meu pau
Samantha, lá na porta, parecia hipnotizada. Eu via o movimento frenético da mão dela por baixo da roupa enquanto ela assistia a própria filha de joelhos para mim. Decidi dar o show completo. Puxei Larissa pelos cabelos, fazendo ela encarar minha haste rígida toda babada antes de dar a ordem:
— Segura na pia e empina essa bunda pra mim, agora!
Ela nem pensou. Simplesmente obedeceu, projetando aquele quadril pesado na minha direção. A visão de trás era um absurdo: a fartura generosa das coxas se abrindo para revelar a fenda carnuda, que brilhava de tanta umidade. Eu me posicionei, sentindo o calor que subia daquela intimidade encharcada
Segurei firme na cintura dela, enterrando os dedos na carne macia do quadril, e comecei a pincelar a cabeça do meu membro na entrada daquele labirinto lubrificado
Encaixei a ponta, sentindo a pressão deliciosa daquela fenda apertada começando a me envolver, pronto para dar a estocada que ia preencher ela inteira...
Foi nesse milésimo de segundo que o grito do meu tio rasgou o silêncio lá fora:
— Samantha! Cadê você?
O som da voz dele, ainda sonolenta mas alta, bateu como um balde de água fria
Vi o vulto da minha tia sumindo do corredor em um segundo, o barulho dos passos dela sendo abafados pela pressa de se recompor. Eu travei no lugar, com a ponta do meu membro ainda encostada na entrada dela, sentindo o pulsar da frustração
— Vamos parar por aqui — falei entre dentes, recolhendo meu membro ainda pesado e latejando para dentro do moletom
— Queria tanto que você continuasse... — Larissa sussurrou, a voz rouca de desejo, vestindo o short com as mãos tremendo
— Fica tranquila — encostei minha boca no ouvido dela, sentindo o cheiro de sexo que exalava daquela pele quente. — A gente vai ter o nosso momento sozinhos. E quando eu entrar, não vou parar até você esquecer o próprio nome
Saímos do banheiro tentando manter a pose de primos, mas o recado estava dado, o próximo round não teria interrupção.
