Continuação direta do Capítulo 2 – O Pirocudo da Natação. Se perdeu os anteriores, volta lá pra pegar o clima das olhadas, do vestiário e da putaria no carro!)
Chegamos na casa dele por volta das onze e meia. A chuva ainda caía forte, tamborilando no telhado de zinco da garagem enquanto ele estacionava a Hilux. Desligou o motor, ficou um segundo em silêncio olhando pra frente, depois virou pra mim com aquele olhar que já dizia tudo.
— Entra logo, André. Tô morrendo de vontade de te ver de quatro na minha cama.
Assenti, boca seca de tesão. Saímos correndo pela garagem até a porta dos fundos. Ele abriu, acendeu a luz da cozinha e me puxou pra dentro, fechando a porta com o pé. Mal dei tempo de olhar o lugar — cozinha simples, geladeira velha, mesa de plástico — porque ele já tava colado em mim, me prensando contra a parede fria.Beijo molhado, urgente. Língua invadindo, mãos grandes subindo pela minha camiseta úmida da chuva, arrancando ela pela cabeça. Fiz o mesmo com a dele, sentindo o calor do corpo musculoso contra o meu. Ele desceu a boca pro meu pescoço, mordendo de leve, chupando forte o suficiente pra deixar marca discreta.
— Tu cheira a cloro, chuva e tesão — murmurou contra minha pele, voz rouca. — Me deixa louco desde o primeiro dia.Me virou de costas, mãos firmes na cintura, empurrando devagar pelo corredor escuro até o quarto. A porta já tava aberta, luz apagada, só o brilho fraco da rua entrando pela janela entreaberta. Ele me jogou na cama de barriga pra baixo. O colchão afundou quando subiu por cima, peso delicioso me prendendo.
— Tira essa cueca. Quero ver essa bunda que eu fodi no carro e no chuveiro.Levantei o quadril. Ele puxou a boxer pra baixo num movimento só. Mãos grandes abrindo as nádegas, polegar roçando o cuzinho.
— Caralho… ainda tá aberto, vermelhinho e quente. Não precisa de dedo nem lubrificante extra. Já tá pronto pra levar cru.Se inclinou, língua quente lambendo da base das bolas até o cu, circulando devagar, entrando um pouco. Gemi alto, empinando mais. Ele riu contra minha pele, mordendo de leve uma nádega.— Safado… quer mais língua antes?
— Quero tudo — respondi rouco.Continuou lambendo, chupando, abrindo com a língua enquanto punhetava meu pau devagar. Depois de uns minutos me deixando louco, se afastou. Só pegou o lubrificante da gaveta — um pouco na cabeça do pau e na entrada, pra deslizar melhor. Voltou por cima, corpo colado nas minhas costas.
— De quatro direito, André. Empina essa bunda pra mim.Obedeci, joelhos abertos, rosto no travesseiro, bunda empinada. Ele posicionou a cabeça grossa na entrada e empurrou devagar. Como meu cu já tava relaxado e aberto das fodas anteriores, ele entrou inteiro numa estocada suave, sem resistência. Senti a pele quente, as veias pulsando direto dentro de mim, sem barreira. Gemi alto, corpo tremendo com a sensação crua.Ele foi fundo até a base e ficou parado uns segundos, só pulsando, mãos apertando minha cintura.
— Porra… sem nada entre a gente… tá quentinho e escorregadio pra caralho — grunhiu rouco.Começou a meter devagar no começo, saindo quase todo e voltando inteiro, batendo fundo com calma. Depois acelerou, mãos firmes na minha cintura, puxando pra trás enquanto empurrava pra frente. O som de pele contra pele ecoava no quarto, misturado com nossos gemidos e a chuva lá fora. Sem camisinha, cada estocada era mais intensa, mais quente, mais molhada.Eu me masturbava no mesmo ritmo, pau babando no lençol. Ele se inclinou, peito colado nas minhas costas, boca no meu ouvido.
— Goza pra mim de novo… quero sentir esse cu apertando enquanto eu gozo dentro de ti.Mudou o ângulo, acertando direto na próstata toda vez. Meu corpo tremia, pernas moles. Não aguentei: gozei forte, jatos quentes no colchão, gemendo o nome dele. Apertei em volta dele, e ele grunhiu rouco, meteu mais fundo ainda, segurou minha cintura com força e gozou dentro, pulsando várias vezes, enchendo tudo com jatos quentes e grossos. Senti o calor se espalhando, escorrendo um pouco quando ele ficou parado, ofegante.Ficamos assim um tempo, colados, suados. Ele saiu devagar, o pau amolecendo ainda pingando. Me virou de barriga pra cima, deitou em cima de mim, beijando devagar, preguiçoso.
— Tu é foda, André — sussurrou, mão acariciando meu cabelo. — Fica aqui essa noite. Amanhã a gente acorda, toma café e… quem sabe repete no banheiro antes da natação. Cru de novo.Ri baixo, ainda sentindo o gozo dele dentro de mim, corpo relaxado.
— Pode deixar, Caio. Tô dentro pra tudo.Ele apagou a luz da rua com o controle remoto, nos cobriu com o lençol fino e me puxou pro peito dele. Dormi ouvindo a chuva e o coração dele batendo forte contra o meu, sentindo o calor dele escorrendo devagar, sabendo que aquilo era só mais um capítulo da putaria que tava virando rotina. E a próxima aula? Ia ser ainda melhor.