Vanessa acordou devagar, o corpo ainda latejando de prazer profundo e delicioso. O sol da manhã entrava pelas cortinas finas do loft, iluminando a sala com uma luz dourada suave e quente. Ela se espreguiçou no sofá, sentindo imediatamente o cu latejando, inchado e sensível, ainda melado por dentro com a porra grossa e quente que Paulo tinha jorrado lá no fundo na noite anterior. O cuzinho virgem de 15 anos de casamento agora estava arrombado, aberto, cada movimento enviando ondas de prazer misturadas com dor gostosa. A buceta também estava inchada, lábios carnudos vermelhos e hipersensíveis, mel escorrendo devagar pelas coxas grossas quando ela abriu as pernas devagar. O cheiro de sexo ainda impregnava o ar da sala, porra seca grudada na pele, squirt doce, suor masculino forte e o perfume doce das uma mulher que tinham se entregado sem limites na noite passada.
Ela sorriu, um sorriso safado e profundamente satisfeito que não sentia há anos. Pensou “Caralho… nunca fui fodida assim na vida. Meu cunhado me destruiu o cu e a buceta e eu amei cada segundo, cada estocada, cada jato quente dentro de mim.” Levantou devagar, bunda enorme balançando pesada, pés pequenos pisando no chão frio de madeira. Caminhou nua pelo loft procurando a irmã. Encontrou Ana e Paulo no quarto principal, completamente apagados de sono. Ana de bruços, cabelo loiro longo espalhado no travesseiro, bunda grande empinada, buceta inchada e melada visível entre as coxas grossas malhadas. Paulo ao lado dela, corpo enorme de 1,90 m, pau descansando pesado na barriga, braço musculoso e pesado sobre a cintura fina da namorada. Vanessa sentiu uma pontada quente de tesão misturada com ciúme gostoso. Pensou “Depois que ele me arrombou o cu e encheu de porra, ainda teve forças pra foder minha irmã até ela apagar. Que macho insaciável…”
Não quis acordá-los. Foi direto pro banheiro luxuoso, tomou um banho quente e demorado, água caindo sobre o corpo curvilíneo. Sabão deslizando devagar pela bunda enorme, dedos limpando com carinho o cu ainda sensível e a buceta inchada, sentindo resquícios da porra da noite anterior escorrendo devagar pelo ralo. Saiu limpa, pele clara brilhando, gotas d’água escorrendo pelos seios grandes e pesados. Não vestiu nada. Pegou só um chinelo de dedo simples, unhas vermelhas brilhando, e ficou completamente nua. O corpo exposto sem pudor: seios grandes balançando pesados, mamilos claros duros com o ar-condicionado, barriga chapada, bunda enorme e empinada, coxas grossas, buceta inchada ainda rosada e levemente aberta.
Foi pra cozinha aberta do loft, começou a fazer café. O cheiro forte e delicioso de café fresco invadiu todo o ambiente. Moía os grãos com calma, colocava na cafeteira italiana, preparava torradas com manteiga, suco de laranja natural. Estava distraída, rebolando de leve enquanto mexia o café, bunda enorme empinada na frente da pia, pés pequenos no chinelo de dedo.
Paulo acordou com o cheiro delicioso invadindo o quarto. Abriu os olhos, viu Ana ainda dormindo profundamente, sorriu safado e levantou pelado mesmo. Pau balançando pesado entre as pernas musculosas, saco cheio e pendurado. Caminhou até a cozinha sem fazer barulho, pés descalços no chão.
Vanessa estava de costas, chinelo de dedo, completamente nua, bunda enorme balançando devagar enquanto mexia o café. Paulo parou na porta por alguns segundos, admirando cada curva. Chegou por trás devagar, mão pesada e larga dando um tapa forte e seco na bunda enorme o som ecoou gostoso pela cozinha.
— Bom dia, cunhada safada… acordou com o cu ainda cheio da minha porra e já tá rebolando pra mim na cozinha?
Vanessa soltou um gemido surpreso e excitado, virando o rosto rápido. Paulo colou o corpo grande e quente no dela, pau endurecendo rápido contra a bunda macia e quente, mãos pesadas agarrando a cintura larga com força.
— Você é minha agora, vadia. Depois que eu arrombei esse cuzinho virgem ontem e enchi de porra quente, você virou minha puta também. Entendeu?
Beijou o pescoço dela com fome selvagem, dentes raspando a pele macia, língua grossa lambendo devagar da nuca até a orelha. Vanessa gemeu alto, empinando a bunda contra o pau que já estava duro como pedra, latejando.
— Sim… sou sua puta, cunhado… me fode quando quiser, onde quiser…
Paulo não esperou nem mais um segundo. Virou ela de frente pra pia, abriu as pernas grossas dela, segurou o pau grosso pela base e meteu direto na buceta inchada. Uma estocada só, até o talo, abrindo ela toda. Vanessa gritou de prazer puro, mãos apoiadas na pia de mármore, bunda enorme tremendo com cada movimento.
— Isso… me fode na cozinha logo de manhã… me faz de puta, cunhado… soca fundo…
— Toma esse pau que arrombou seu cu ontem… sua bucetinha tá inchada e ainda quer mais porra… que vadia gulosa e insaciável você é…
Vanessa rebolava com vontade, seios grandes balançando pesados, gemendo alto:
— Me enche… goza dentro… quero sair pingando pra minha irmã ver quanto você me usou…
Paulo acelerou, saco pesado batendo na buceta dela, grunhiu e gozou fundo: jatos grossos e quentes enchendo a buceta dela até transbordar, porra branca e cremosa escorrendo pelas coxas grossas e pingando no chão da cozinha.
Ele tirou o pau devagar, ainda duro e brilhando. Mandou Vanessa se abaixar um pouco, abrir os lábios carnudos com os dedos. Pegou o copo de café que ela tinha preparado, posicionou embaixo da buceta e deixou a porra grossa escorrer direto no café quente, misturando o branco cremoso com o preto forte. Mexeu com a colher devagar.
— Leva isso pra sua irmã. Acorda ela com o café da manhã especial do seu cunhado. E conta que eu enchi você de novo antes de ir trabalhar.
Vanessa pegou o copo tremendo de tesão, nua, chinelo de dedo, porra ainda escorrendo pela perna. Foi pro quarto. Ana acordou com o cheiro do café misturado com porra fresca. Abriu os olhos, viu a irmã nua segurando o copo e sorriu safada, olhos claros brilhando.
— Bebe, mana… é café com porra fresca e quente do meu cunhado. Ele me encheu de novo na cozinha enquanto você dormia.
Ana pegou o copo, bebeu devagar, lambendo os lábios melados, gemendo de prazer puro enquanto sentia o gosto salgado misturado com o café.
Paulo se vestiu rápido, beijou as duas na boca com língua profunda e safada e foi trabalhar como de costume.
Ana e Vanessa ficaram na cama, nuas, corpos melados, conversando por horas. Ana explicou tudo com detalhes: o fetiche de corna mansa, como Paulo aceitou na hora sem julgamento, como ela queria ver ele fodendo outras, participando às vezes, lambendo, bebendo porra. Vanessa ouviu fascinada, olhos brilhando de tesão e gratidão.
— Obrigada, mana… você me deu o melhor sexo da minha vida. Depois de 15 anos casada com um babaca que mal me tocava, eu precisava disso. Pode contar comigo sempre. Quero mais. Quero ver você assistindo ele me foder de novo.
Sábado chegou: festa de Dia dos Pais na mansão da família de Ana em Alphaville piscina enorme, churrasco gourmet, DJ tocando música baixa, luzes coloridas, gente rica circulando com taças de champagne. Vanessa estava linda e sexy: vestido vermelho curto colado ao corpo, bunda enorme balançando a cada passo, decote profundo mostrando os seios grandes e pesados. Ana estava ainda mais provocante: vestido preto justo e curtíssimo, sem sutiã, piercings dos mamilos marcando o tecido fino, cabelo loiro solto brilhando, pés pequenos em salto alto. Patrícia também estava lá convidada especial por Ana, ruiva gostosa demais num shortinho branco colado e top cropped preto, bunda redonda empinada, pés pequenos em chinelo de dedo.
A mãe de Ana, Helena, 48 anos, era uma MILF deliciosa e madura: loira tingida com corte chique, corpo curvilíneo ainda firme, seios grandes e pesados, bunda grande, coxas grossas, vestido azul elegante mas com decote generoso que deixava qualquer um babando.
Paulo chegou sério e imponente, camisa social preta aberta no peito largo, calça social marcando o volume grosso. Cumprimentou todos com respeito e educação, mas só olhava pra quem Ana liberava com o olhar. As três Ana, Vanessa e Patrícia provocavam o tempo todo: roçavam nele disfarçadamente ao passar, sussurravam safadezas no ouvido, cruzavam as pernas mostrando coxas grossas. Paulo adorava, pau semi-duro o tempo todo, mas controlado.
-Vocês três são minhas...
Ana queria mais. Queria ser ainda mais corna. Olhou pro canto da festa e viu Bruna, prima dela de 28 anos. Morena, 1,55 m, corpo normal mas deliciosamente proporcional, rosto lindo de boneca com olhos castanhos expressivos, bumbum grande e empinado (fruto de academia ocasional), seios pequenos que faziam a bunda parecer ainda maior e mais chamativa, natural, pele morena clara, cabelo cacheado longo caindo nas costas. Vestido verde curto e leve, sorriso tímido e doce.
Ana se aproximou devagar, sutil, com um sorriso carinhoso e sensual. Abraçou Bruna por trás, corpo colando levemente, mãos deslizando pela cintura fina da prima.
— Prima… que saudade de você. Tá linda demais hoje… esse vestido verde cai tão bem na sua bunda… — sussurrou Ana no ouvido dela, voz baixa e melíflua, respiração quente roçando a orelha.
Bruna corou levemente, mas sorriu, sentindo o corpo de Ana colado.
— Você também tá maravilhosa, Ana… sempre tão sexy.
Ana não soltou logo. Manteve a mão na cintura de Bruna, dedos traçando círculos leves na pele exposta, enquanto olhava pra Paulo do outro lado.
— Vem… quero te apresentar meu namorado. Ele é… especial. Alto, forte, e fode como ninguém. Eu adoro dividir ele… quando a pessoa certa aparece.
Bruna mordeu o lábio, curiosa e já sentindo um calor subir. Ana guiou ela até Paulo, andando devagar, corpo roçando no dela a cada passo, sussurrando mais:
— Olha pra ele… imagina aquele pau grosso abrindo você enquanto eu assisto… eu fico molhada só de pensar.
Bruna ficou vermelha, mas não negou. Ana apresentou com um sorriso safado:
— Bruna, esse é Paulo. Paulo, minha prima Bruna… ela tem uma bunda que você vai adorar.
Paulo sorriu educado, mas o olhar queimou. Durante a festa, Ana ficou ao lado de Bruna o tempo todo, interação sutil e carregada, toques leves no braço, sussurros no ouvido sobre como Paulo metia fundo, dedos roçando a bunda grande da prima por cima do vestido quando ninguém via. Bruna ficava cada vez mais molhada, pernas tremendo.
Enquanto isso, Vanessa puxou Paulo pra um canto mais reservado atrás de uma árvore grande no jardim. Ajoelhou rápido, abriu a calça dele e engoliu o pau grosso até a garganta, boquete guloso e molhado, saliva escorrendo, olhos claros fixos nele enquanto chupava com fome. Paulo segurou o cabelo dela, fodeu a boquinha devagar, gemendo baixo.
— Isso… chupa o pau do cunhado, vadia… boa puta…
Vanessa chupou até ele quase gozar, depois parou, sorrindo safada.
Patrícia, vendo a cena de longe, foi até Ana. Ana puxou ela pro mesmo canto, ajoelhou e chupou a buceta ruiva de Patrícia com vontade, língua fundo, sugando o clitóris enquanto Patrícia gemia baixo, mãos no cabelo loiro.
Ana voltou pra Bruna, agora com tesão triplicado.
— Vem, prima… vamos pro quarto de hóspedes. Quero te mostrar como meu namorado fode… eu ajudo.
Bruna, já molhada e entregue, subiu com elas. No quarto trancado, Ana sentou na poltrona, pernas abertas, dedando devagar.
— Vai, grandão… mostra pra minha prima como você fode. Eu vou ajudar.
Paulo puxou Bruna, beijou com fome, mãos grandes apertando a bunda enorme dela. Ana ajudou sutil: tirou o vestido verde devagar, beijou o pescoço da prima, sussurrando:
— Relaxa… deixa ele te abrir… eu tô aqui, assistindo tudo.
Paulo chupou os seios pequenos de Bruna, depois mergulhou na buceta. Ana ajoelhou ao lado, lambendo o clitóris da prima enquanto Paulo metia. Bruna gozou rápido. Paulo virou ela de quatro, meteu fundo. Ana chupou as bolas dele e lambeu o cu de Bruna ao mesmo tempo.
Paulo gozou fundo na buceta de Bruna. Ana lambeu tudo, bebendo a porra.
Bruna caiu exausta, sorrindo.
— Bem-vinda ao clube, prima.
A festa continuava lá embaixo, mas a putaria no quarto só estava começando.