Patricia e Caio

Um conto erótico de telexpix
Categoria: Heterossexual
Contém 12009 palavras
Data: 21/03/2026 12:28:35
Última revisão: 21/03/2026 15:49:01

Esse conto completo é uma reimaginação de outro aqui do site, expandindo e adicionando novos temas

Patricia e Caio

Parte 1

Vou relatar aqui um fato que ocorreu no ano de 2000 e que ao mesmo tempo que me incomoda e oprime até hoje, me excita e me embala nas masturbações sempre que penso: como um rapaz que ainda por cima batia no meu filho, me chantageou e me tornou na puta particular dele!

Todo meu problema começou em 1986, quando estava desempregada e completamente sem grana. Tinha um filho pequeno, sem pai que assumisse a responsabilidade e precisava de grana rápido. Até hoje tenho um corpo que sei que dá inveja. Sou mulata, 1,64m, 52kgs, 70 cm de busto, 92 cm de quadril e coxas grossas. Sempre fui perseguida pelos homens mas eram todos canalhas e só queriam me comer. Infelizmente minha fama não ajudava nada porque sempre tive muito fogo na buceta e dei muito mesmo sem cerimônia.

Um amigo fotógrafo então me chamou para fazer fotos de nu para uma revista masculina e eu topei pela grana. Depois veio o convite para fazer um ensaio onde eu simulava fazer sexo com um homem. Topei. E depois acabei fazendo ensaios de sexo de verdade para algumas revistas vagabundas. Fiz cerca de 30 ensaios onde fui comida por uns 50 homens diferentes e quase sempre essas sessões terminavam em mais sexo na minha casa ou na casa do meu amigo fotógrafo. Ele começou então a gravar as sessões e fazer filmes VHS de baixa qualidade e vender para as locadoras de vídeo que na época estavam começando a ser um mercado bom. Eu ganhava mais dinheiro e isso ia me mantendo. Depois passamos só para os filmes. Fiz cinco.

Quando consegui meu emprego de assistente social fiz de tudo para ser transferida para outro estado para ficar bem longe de tudo aquilo e nem contato mais quis ter com esse meu amigo. Desde então só quis criar meu filho e achei que isso ia ficar para trás. Tive alguns namoros mas nenhum foi para frente porque os homens sempre me viam como um objeto e no meu fogo eu acabava me deixando levar e queimava meu filme.

No ano de 2000 eu era ainda solteira e ainda bastante gostosa. Meu filho, Caio, estava no colégio próximo aqui de casa e como todo garoto daquela fase vivia apaixonado por uma menina que não dava mole para ele e tinha confusões com um outro rapaz do colégio. De vez em quando se envolvia em brigas principalmente tentando me defender dos outros que sempre me cantavam na rua e mexiam comigo. Mais de uma vez tive que conversar com os pais do Carlos, um rapaz muito encrenqueiro que vivia me cantando e batendo no meu filho.

Num sábado quando meu filho não estava em casa o Carlos bateu lá em casa e disse que queria conversar comigo. Eu estranhei e logo achei que era alguma outra confusão dele com meu filho mas ele riu e disse que era comigo mesmo. Mandei ele entrar e ele ficou me encarando e me olhando dos pés à cabeça... dava para perceber que o pau dele estava ficando duro e então eu comecei a brigar com ele e a mandar ele embora. Ele riu e me estendeu um pacote. Eu abri já nervosa e dentro estava uma fita de vídeo porno. Uma das minhas fitas pornôs!! Eu tremi e joguei a fita na cara do Carlos que ria de mim e não escondia mais o pau duro dentro das calças... eu comecei a ter vontade de chorar e a gaguejar... eu tinha medo, todos os dias, que algo assim acontecesse!!

– EU NÃO SEI O QUE É ISSO!! Tentei dizer

SABE SIM, TIA PATRÍCIA, SABE SIM, disse o fedelho de forma repulsiva

A SENHORA SEMPRE FOI UM MULHERÃO, CANSEI DE BATER PUNHETA PENSANDO EM VOCÊ. VOCÊ NEM IMAGINA A ALEGRIA QUE TIVE QUANDO ACHEI ISSO AQUI NO SEBO

Carlos ria e eu engoli o choro. Disse que aquilo era ridículo e ele me disse então para colocar a fita no vídeo. Eu me neguei. Então ele disse que ia convidar meu filho e todos os outros da turma para ver a fita com ele. Aquilo me embrulhou o estômago. Eu não podia deixar meu filho passar por aquilo de jeito nenhum! Ele mandou de novo eu colocar a fita no vídeo e disse que aquela era um presente para mim porque a original estava na casa dele junto com outros 2 títulos que ele disse e eu reconheci como sendo mesmo de filmes que eu fiz.

Fomos para sala e ele sentou no sofá. Coloquei a fita no ponto mesmo que estava e uma imagem meio ruim, com o som horroroso mas perfeitamente assistível apareceu: era eu, quinze anos mais nova, com quase a mesma cara, o mesmo corpão, sendo penetrada no cu e na buceta por dois negões. Logo depois eu aparecia em outras poses chupando o pau de um, lambendo o cu do outro e no final eles esporravam na minha cara. Não dava para negar. Era óbvio que eu era a mulher no filme.

IMAGINA A CARA DE TODO MUNDO NO COLÉGIO... O CAIO VAI ADORAR O QUE VOCÊ QUER SEU MOLEQUE? DINHEIRO? QUER QUE EU COMPRE A FITA DE VOCÊ É??????

Ele riu e veio na minha direção me pegando os peitos e passando a mão na minha bunda. Eu nem me mexia já esperando ele falar

QUERO É TE COMER TODA!!! PARA QUE?? PARA CONTAR PARA MEU FILHO?????? NUNCA!!

O Carlos então disse que nunca ia fazer isso porque sabia que o trunfo dele era justamente o Caio nunca saber e quanto mais tempo ele ficasse sem saber mais ia poder me comer toda. E que eu não tinha escolha porque se negasse liberar para ele contaria para todo mundo do colégio mostrando as fitas e mostrando para o Caio do jeito mais humilhante que conseguisse imaginar.

Eu sentei no sofá em prantos. O Carlos ficou esperando e então eu fiz ele prometer segredo. Ele riu e tirou o pau para fora

CHUPA

Eu fiquei olhando aquele cara e o pau dele duro e latejando na minha frente e vi que não tinha mesmo chance de sair dessa. Me levantei, mas ele mandou eu ir até ele de quatro, engatinhando. Fiquei de quatro e fui fazendo como ele mandou

MIA, VAGABUNDA, MIA!!!!!!!

Comecei a miar e a ir me arrastando até ele e quando encostei nas pernas do Carlos minha buceta já estava pegando fogo!!!!!!! Ele ficou esfregando o pau na minha cara e então enfiou na minha boca, até o talo. Começou a meter na minha boca como se comesse uma buceta. Lembrei do meu filho e de todas as vezes em que ele chegou com o olho roxo porque os garotos comentavam do meu corpo e então comecei a chupar o pau do Carlos com mais força, querendo que ele gozasse logo

AAAAAAAAHHHHHHH AJHHHHHHHHHHHH ISSO SUA PUTA!!!!!!! CHUPA CARALHO!!!!!!! CHUPA!!!

Eu chupava lambendo a glande, o saco, as bolas e voltando para a cabeçona vermelha e então ele esporrou tudo na minha cara, gemendo e arfando muito

PRONTO, VAI EMBORA!!!

Ele riu e mandou eu me deitar, que ia me chupar agora. Eu me deitei, baixei a calcinha e me abri toda. Ele mexeu no meu clitóris que estava todo duro e começou a me chupar. Na tv, o filme estava rolando e eu me via quinze anos mais nova sendo enrabada na pia enquanto ele me chupava a buceta e o cu, me tirando gemidos e gritinhos enquanto enfiava os dedos na minha bucetinha e no meu rabinho.

O Carlos então me abriu as pernas e montou em mim enfiando a pica de uma vez só! Eu estava tão molhada e excitada que abracei ele com as minhas pernas e apertei o corpo dele contra o meu jogando minhas ancas contra o pau dele... o cara me comia gostoso e eu ficava lembrando de todas as vezes que meu filho brigou com ele e de como ele o odiava e de como aquela pica gostosa me comia!!!

AAAAAAAAAAAAAIIIIIII AAAAAAAAHHHHHHH AAAAAAAAAAA IIII QUE PICA BOA!!!!!!!!!!!!! AAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHH

Eu tentava me segurar mas a vontade era mais forte do que eu e eu gritava e rebolava naquela pica. O Carlos gozou dentro da minha buceta e caiu de boca nos meus seios sugando os bicos e enfiando os dedos no meu cu! Ele me colocou de quatro e começou a chupar meu rabo e a enfiar a língua no meu cu e quando percebi estava forçando a entrada do meu rabo com a piroca. Joguei meu rabo contra a pica dele até a piroca entrar e ele começou a me cavalgar me levando ao gozo!!!!! Gozei gostoso e logo depois ele gozou de novo, me inundando o ânus.

O cara ficou em cima de mim uns minutos e então saiu, colocou a roupa e disse:

ISSO É SÓ O COMEÇO SUA PUTA..... DEPOIS EU VOLTO PARA TE COMER MAIS

Parte 2

E foi assim que tudo começou.

Nos dias seguintes nada aconteceu e eu ficava morrendo de medo do Carlos ter contado alguma coisa para meu filho Caio ou para algum de seus amigos. Mas o meu filho se comportava normalmente e eu até achei que o Carlos estava satisfeito e ia me deixar em paz. Mas ele então me ligou e perguntou se o Caio estava em casa. Eu disse que sim. Ele então me mandou mandar ele ir fazer alguma coisa porque estava indo lá em casa e ia me comer de um jeito ou de outro. Eu pedi para ele não fazer isso, pra vir ali outro dia. Mas ele desligou o telefone.

Eu então pedi para meu filho ir em um endereço no centro da cidade e pedi para ele pegar uma encomenda para mim com uma pessoa fictícia que inventei na hora. O coitadinho se aprontou e saiu. Minutos depois chegava o Carlinhos e foi logo me encoxando e me beijando a boca. Eu protestei mas ele me mandou calar a boca e disse que era ele que mandava ali ou então ia falar tudo pro meu filho, com o bônus de falar que tinha me comido. Eu calei a boca e deixei ele fazer o que quisesse.

O moleque me arrancou o short e começou a me lamber o cu, me tirando gemidos. Eu rebolava na língua dele e gemia baixinho enquanto ele enfiava os dedos na minha buceta e me chamava de biscate e de gostosa, de prostituta, de vagabunda e falava que ia me arrombar gostoso de novo. Eu já estava quase gozando quando ele me puxou para a sala e me jogou em cima do sofá, abrindo minhas pernas e montando em mim. O Carlos segurava meus cabelos e me chupava o pescoço enquanto bombava forte dentro da minha xaninha e sussurrava nos meus ouvidos um mundo de obscenidades. Eu gozei forte!!!!!!!! Gritei e tremi muito debaixo do corpo daquele cara que então esporrou dentro de mim me inundando com seu gozo.

Ele ficou em pé e me deu o pau para chupar. Enfiei na boca sem reclamar e sugava cada gota de sêmen e chupava gostoso até o pau dele ficar duro de novo

ONDE VOCÊ QUER ME COMER AGORA?

Eu perguntei aquilo já doida para ele enfiar em mim de novo. Já não me importava com mais nada. Ele montou em mim e fez uma espanhola nos meus peitos. São enormes e gostosos, tenho mais de 70 cm de busto. Quando ele quis, me virou de bunda para cima e foi forçando a entrada do meu cu. Eu ia rebolando devagar para ajudar e quando o pau entrou nós gememos juntinhos. Ele ficava me comendo devagar e então o telefone toca. Atendo o telefone sem fio que estava na mesinha da sala e era meu filho que estava falando, reclamando que eu devia ter dado o endereço errado porque o número que eu dei não existia. Eu me controlava para não gemer no telefone. O Carlos acelerava as bombadas no meu cu e eu rebolava devagar abraçando aquele pau no meu cu. Mandei ele voltar para casa porque a encomenda tinha sido entregue ali em casa e pedi desculpas pelo endereço. Desliguei o telefone sem nem dar tempo de meu filho responder e então dei um grito de prazer pela foda que esfolava meu ânus!!! O Carlos gozou no meu cu e mandou eu chupar o dele até ficar limpo. Então se vestiu e mandou eu me preparar para a próxima surpresa.

Parte 3

Nos dias seguintes o Carlos não me procurou e nem me ligou. Já estava ficando com saudades. De noite eu lembrava das nossas fodas e aquilo fazia minha buceta pegar fogo!! Morria de pena do meu filho, o coitadinho não podia descobrir nada daquilo, mas eu tinha que ir trepar de novo!!

Foi então que no horário do colégio, quando o meu filho não estava em casa, que o Carlos tocou a campainha. O cara estava ali com o Bruno, o Diego, o Vinicius, o Lucas, o Mateus e o Rafael. Eles foram entrando e o Carlos foi me agarrando e me beijando. Eu saí do beijo e tirei as mãos dele de cima do meu corpo e ele me deu um tapa, falando que ele era meu dono e que hoje ele me deu de presente para os amigos dele e que eu devia me comportar antes que ele contasse tudo para meu filho.

O QUE VC QUER QUE EU FAÇA? Perguntei já sabendo a resposta

QUERO QUE VC VÁ PARA O QUARTO E TRANSE COM TODOS NÓS! ANDA VADIA!!! ANDA PORQUE CASO CONTRÁRIO O SEU FILHINHO PUTINHA VAI TER UMA SURPRESA!

Sem escolha, nós fomos para o quarto. O Carlos começou tirando minha roupa, me deixando nua na frente dos garotos. Minha buceta começava a ficar excitada com aquilo. Era tão baixo e repugnante transar com garotos tão safados... e com sete de uma vez!!! O Carlos começou a me chupar e a lamber meu cu, enfiando dedos na minha buceta e no meu ânus. Eu gemia demais, dava gritinhos, olhando os garotos se masturbando e comentando “como a mãe do Caio era uma puta mesmo!! Anda filma!!!!”

Quando Carlos montou em mim me enfiando a pica e me comendo gostoso percebi que o Bruno tirou uma câmera da mochila e começou a filmar minha trepada. Nem me importei! Estava transando!

FILHOS DA PUUUUUUUTTTAAAAAHHHH AIIII AAAAAHHHHHH AIII VC ESTÁ FILMANDO SEU MERDA!!! AAAHHHHH AAAIIIIIIII COME COME MINHA BUCETA AIIIIII

Estava dando meu corpo em oferenda ao prazer e a única coisa que me importava ali era foder forte e gostoso

SUA ORDINÁRIA, VOU GOZAR!!!! VOU GOZAR!!!!!

Quando o Carlos gozou o Diego me colocou de quatro e preencheu meu cu com a piroca dura e latejando!!

AHHHHHHHH MEU CÚ!!!!! OOHHHHHHH QUEM É VOCÊ SEU MERDA? QUEM SÃO VOCÊS SEUS MERDASSSS AAAAAAAHHHHHH

O Vinicius veio com a pica e me deu para chupar. Chupava o safado e ria para ele, parando para perguntar se estava gostoso, se ele já tinha sido chupado antes. O que mais me excitava era o Vinicius. Os outros se revezavam no meu corpo, mas sempre tinha alguém na câmera! Me comeram o cu, me esfolaram a buceta. Tive que chupar a piroca de todos eles até engolir o gozo

HMMMMM ISSO TIA, CHUPA MESMO. CHUPA MINHA PICA SUA ORDINÁRIA. VACA!!!!!

Nenhum dos garotos ficou sem provar como era gostoso gozar no meu cu e fiz questão de encher meu útero com sêmen!!!!

GOZA DENTRO DE MIM!!!!! DENTRO DE MIM!!!!! ISSSSOOOOO AAHHHHHHH

Os garotos começaram a me humilhar, a me dar tapas, a me chamar de puta vagabunda ordinária!!! Eu gritava, jogava meu corpo ao encontro da pica que estivesse me comendo sem saber quem era quem, sem nem saber os nomes de todos

ME BATE CACHORRO!!!! ME BATE FILHO DA PUTA ME COME ANDA!!!!!! NÃO SABE COMER UMA MULHER NÃO????? ME COME SEU MERDA!!!!! COME !!! BATE!!!! AAHHHHHHHHH

Só queria que me comessem, me currassem até não sobrar mais porra naqueles corpos, até meu corpo se transformar num repositório de gozo!! Num momento, o Bruno e o Diego enfiaram o pau na minha bucetinha enquanto o Vinicius veio me comer o cu! Tinha quatro caras me comendo ao mesmo tempo!!! O Carlos operava a máquina de filmar e veio me dar o pau para chupar. Achei que fosse morrer com tanta pica, tanto tapa na cara e piroca no cu!!! Meus gozos vinham um depois do outro e foi bem no meio de um orgasmo com direito a gritos e gemidos profundos que meu filho entrou no quarto me vendo ser enrabada pelo Carlos e por outros garotos amigos do colégio.

Parte 4

Não pude mais segurar o gozo. Gozei alto, dando escândalo, apertando o garoto que me comia a buceta enquanto empinava a bunda para o Carlos que me enrabava até gozar me enchendo o cu de sêmen. Meu filho na porta do quarto não dava uma palavra. O Vinicius que operava a câmera focou bem o rosto dele. Meu filhinho lindo...... meu deus!!!!!

Me livrei dos garotos e fui em direção ao meu filho. Porra escorria do meu cu, da minha buceta, descia pelas minhas costas, pingava do meu cabelo..... eu era a própria vagabunda, vaca, ordinária. Me sentia a última das mulheres. Meu filho deu as costas e correu para o quarto dele e trancou a porta sem falar uma palavra. Fui atrás dele, correndo nua pela casa, fedendo porra, e batia na porta do quarto dele ouvindo os garotos do meu quarto rindo e gargalhando.

Estava espumando de ódio deles e de vergonha do meu filho.... puta que pariu.... o dia passou e eu não percebi!!!! Meu filho chegou em casa para me flagrar fazendo justamente o que eu não queria que ele descobrisse. Agora ele sabia o que eu mais queria esconder: que a mãe dele era uma vagabunda incorrigível.

FILHO ABRE A PORTA! ABRE FILHO!!! CAIO!!!!! DEIXA A MÃE EXPLICAR!!!!!

Eu ouvia os soluços e o choro do meu filho por detrás da porta e comecei a chorar também. Atrás de mim o Carlos filmava tudo e ria. Enquanto isso o Bruno e o Diego me agarraram

NÃOOOOOO NÃOOOO O QUE VOCÊS ESTÃO FAZENDO??? NÃO!!!!! CHEGA!!!!! CHEGA!!!!!! SOCORRO!!!!!! SOCORRROOOO!!!! CAIO!!!!! SOCORROOO!!!!!

Os garotos me agarravam e me jogaram no chão tentando abrir minhas pernas para me comer mais

SUA PUTA!!!! A GENTE NÃO TERMINOU!!!!! ANDA VADIA ABRE A PERNA!!!! ANDA!!!!!!!!

Me deram tapas, o Carlos passou a câmera para o Vinicius e veio ajudar me segurando as pernas enquanto o Bruno e o Diego me estapeavam e enfiavam o dedo na minha buceta e no meu cu!!! Eu gritava pedindo socorro para meu filho mas os dedos na buceta e no cu estavam me excitando e me deixando meio louca

FILHO!!!! AAAHHHHHH HMMMMMMMM CAAAAAIOOOOOO HMMMMMMM SOCORRRRRRROOOO AHHHHHHHH HMMMMMM AAIIIIIIII AI AI AI AI AI QUE GOSTOSOOOOOOOOO CAAAAIOOOOO AIIIIII AIIIII FILHOOOOOOOOOOO HMMMMMMMMMM ALGUÉM ME COME

O Carlos montou em mim em pleno corredor e enquanto ele me comia, eu punhetava o pau do Diego e chupava a piroca do Bruno enquanto o Vinicius me filmava

HAHAHAHAHH ANDA CAIO, VEM OLHAR SUA MÃE SEU FROUXO!!!! ANDA!!!!!! VEM OLHAR ESSA GOSTOSA DANDO O CU PARA A GENTE!!!!! HMMMMMM AIIIIIIIII

eu estava quase gozando, quase gozando quando meu filho abriu a porta para ver a cena

FILHO!!!! VOLTA PRO QUARTO AAAHHHHHHH VOLTA FILHO AIIIIII ISSSOOOOO AI AIIIIII VOLTA PARA O QUARTO ANDA!!!!!!! PUTA QUE PARIU AIIIIIII VOU GOZARRRRRRR AAAAAAAHHHHHHHHHH

No meio do meu gozo o Caio partiu para cima dos garotos dando um soco em um deles. Eles me largaram e foram em direção ao Caio e encheram ele de socos e pontapés. Eu gritei, mandei que parassem, mas eles então me deram um soco também!

Parte 5

Depois de bater um pouco no Caio jogaram ele no chão e arrancaram a calça dele à força, depois falaram que ele tinha que chupar o pau de todo mundo senão me bateriam. Ele cuspiu no garoto e eles então me bateram. Chorei de dor e ele então aceitou aquilo. Mandei o Carlos parar, mas ele me estapeou e mandou eu ficar quieta.

O Carlos segurou o cabelo dele com força e esfregou a glande ainda suja da minha buceta na boca do meu filho.

— Abre essa boquinha de vadia, Caio. Chupa o pau que acabou de sair da sua mãe.

Caio fechou os lábios com força, chorando, sacudindo a cabeça. Levou um tapa forte no rosto. Ele abriu a boca aos soluços. O Carlos enfiou devagar, centímetro por centímetro, até a garganta. Meu filho engasgou, lágrimas escorrendo, nariz escorrendo, baba grossa saindo pelos cantos da boca. O Carlos fodia a boca dele devagar, ritmado:

— Isso… engole até o talo, putinha… sente o gosto da porra que eu botei na sua mãe…

Enquanto isso, Vinicius pegou o pauzinho duro e começou a esfregar no rosto de Caio e a bater, como em uma surra de piroca. Caio gemia abafado, o corpo tremendo.

Depois mandaram ele lamber e adorar os sacos. O Carlos tirou o pau da boca dele e puxou a cabeça pra baixo.

— Agora lambe as bolas, viadinho. Adora o saco dos machos que comeram sua mãe.

Caio, com o rosto todo babado, encostou a língua quente nos ovos pesados do Carlos. Lambeu devagar, subindo e descendo, sentindo o cheiro forte de suor e sexo. Depois abriu a boca e chupou uma bola inteira, sugando com carinho, como se fosse a coisa mais deliciosa do mundo. O Bruno enfiou o saco dele na boca do Caio também:

— Chupa as duas ao mesmo tempo, putinha… massageia com a língua… isso… geme enquanto lambe, mostra que você ama ser vadia…

Caio gemia baixinho, o pauzinho dele babando pré-gozo no chão.

Parte 6

Eu assistia de quatro, tremendo inteira, meu filho ali de joelhos no corredor lambendo aquelas bolas suadas como uma escrava. Meu Deus… o Caio, meu filhinho de vinte e poucos anos, aluno do supletivo noturno, ali chorando e chupando o saco do Carlos que tinha acabado de me encher de porra. A baba escorria pelo queixo dele misturada com o resto de gozo que ainda pingava da minha buceta. Eu queria morrer de vergonha. Queria sumir. Queria que o chão abrisse e me engolisse.

Mas dentro da minha cabeça… puta que pariu… minha xaninha latejava, molhada pra caralho, pingando no chão sem parar.

Meu Deus… olha o meu filho… chupando saco de macho… não… Patricia, para com isso… ele é teu filho… não pode ser gostoso ver isso… AAAAAAHHHHH que tesão do caralho… não… luta contra… não deixa esse fogo subir… mas tá subindo… tá subindo pra porra toda…

O Carlos ria, segurando o cabelo do Caio com força e metendo o saco mais fundo na boca dele:

— Isso, viadinho… chupa as bolas do macho que encheu sua mãe de porra. Sente o gosto, putinha. Lambe tudo!

Caio gemia abafado, os olhos vermelhos de choro, mas o pauzinho dele duro, babando no ladrilho. Eu vi aquilo e meu estômago embrulhou de vergonha… mas lá dentro…

Olha o pauzinho do meu filho babando… ele tá excitado… não… não olha Patricia… não sente isso… para de olhar… mas não consigo tirar os olhos… minha buceta tá contraindo sozinha… puta merda… sou a pior mãe do mundo…

O Bruno puxou o saco da boca do Caio e mandou:

— Agora chupa o meu, putinha. Mostra pra sua mãe como você é boa em lamber cu de macho.

Caio, chorando, abriu a boca e enfiou a língua no saco do Bruno. Eu não aguentei. Soltei um gemido baixo, quase um miado de dor e tesão misturado, mas não falei nada com meu filho. Não olhei pra ele. Só baixei a cabeça, apertando os olhos, tentando não gozar só de ver aquela cena.

O Vinicius, que ainda filmava tudo, virou a câmera pra mim e riu:

— Olha só a puta da mãe dele… Anda, Patricia, rebola essa bunda pra gente enquanto o Caio aprende a chupar!

O Diego me deu um tapa forte na cara e me puxou pelo cabelo, me obrigando a ficar de quatro bem ali do lado. Meu rosto ficou a centímetros da cena, mas eu não disse uma palavra pro Caio. Só tremia. O Carlos enfiou a pica dura de novo na boca do Caio, fodendo devagar enquanto olhava pra mim.

E então o Bruno montou atrás de mim e enfiou a piroca no meu cu de uma vez só, sem aviso.

A voz da razão morreu ali. Sumiu. Foi engolida pelo fogo.

AAAAAAAAHHHHHH MEU CU!!! ISSSSOOOOO… que delícia… olha meu filhinho ali… virando putinha… chupando saco de macho… AAAAAAHHHHHH que tesão do caralho ver ele assim… meu Deus… meu filhinho de joelhos engolindo rola… tá tão gostoso… tá tão bom… continua Caio… vira vadia pra mim…

Enquanto o Bruno me comia o rabo com força, eu só sentia prazer puro explodindo na cabeça:

Olha ele… lambendo bola… chupando pau… meu filhinho… meu lindo filhinho sendo humilhado… virando putinha dos machos que me comem… AIIIIIII que tesão… que tesão insano… nunca senti nada igual… goza na boca dele Carlos… enche meu filhinho de porra… ISSSSOOOOO…

O Vinicius pegou a mão do Caio e colocou no pau dele, mandando punhetar enquanto chupava. Eu via tudo e minha mente só gritava mais alto:

Olha o pauzinho dele babando… ele tá gostando… meu filhinho tá virando viadinho de verdade… AAAAAAHHHHHH que delícia ver ele assim… puta que pariu… eu adoro… adoro ver meu filho sendo feito de puta… mais… mais humilhação… mais rola na boca dele…

O Carlos rosnou, segurou a cabeça do Caio com as duas mãos e meteu até o talo:

— Toma, putinha! Engole tudo! ISSSOOOOOO AAAAHHHHHHH!!!

Eu vi meu filho engolindo jato atrás de jato, o pescoço inchando, lágrimas misturadas com porra escorrendo pelo queixo. E aí eu gozei. Gozei tão forte que mijei um pouco no chão, o corpo inteiro tremendo, gritando sem parar… mas o grito era só de prazer físico:

— AAAAAAAAAAHHHHHHHHH MEU DEUS!!!!!! VOU GOZARRRRRRR AIIIIIII ISSSSOOOOO QUE TESÃO DO CARALHO!!!!!!

Dentro da cabeça, o tesão só escalava mais:

Olha meu filhinho engolindo porra quente… engolindo tudo… que gostoso… que delícia ver ele virando putinha… AAAAAAHHHHHH eu quero mais… quero ver ele chupando mais… quero ver ele sendo arrombado… meu filhinho humilhado… ISSSSOOOOO… que tesão do caralho… nunca mais quero parar…

O Bruno esporrou fundo no meu cu, me enchendo de novo. Eu caí de cara no chão, ofegante, porra escorrendo do rabo, da buceta, do cabelo… e ainda assim não olhei pro Caio, não falei com ele. Só sussurrei baixinho, quase pra mim mesma, rouca de vergonha externa:

— Desculpa, filho… desculpa… mamãe não queria que você visse nada disso…

Parte 7

Os garotos riram alto, gargalhando como hienas enquanto me arrastavam pro quarto pela perna, meu corpo todo melado de porra escorrendo do cu e da buceta, pingando no chão do corredor. Me jogaram na cama de casal como se eu fosse um trapo usado. O Caio já estava completamente pelado desde o corredor — eles tinham arrancado as calças dele à força lá atrás, depois tirado a cueca e a camisa também, deixando meu filhinho nu, exposto, pauzinho duro traindo ele, o corpo ainda tremendo da surra que levou. Ele sentou na cadeira do canto, bem de frente pra cama, sem poder mexer, sem poder desviar o olhar.

— Olha só o pau duro dele aí, galera! — gritou o Carlos, apontando pro Caio enquanto tirava a roupa de novo. — Tá babando só de ver a tia Patricia virar puta dos seus amigos? Bate punheta agora, porra!

O Bruno deu um tapa na cara do Caio, leve mas humilhante:

— Responde, putinha! Tá com tesão de ver a mamãe levando rola no cu? Olha como ele tá babando pré-gozo no pauzinho ridículo! Bate, anda!

Caio, com os olhos cheios de lágrimas, a boca tremendo, a mão foi pro pauzinho devagar no começo, relutante, o corpo todo tenso. Eu sentia o fogo subir de novo, mais forte que nunca. AAAAAAAAAHHHHHH que tesão do caralho… meu filhinho ali pelado, pau latejando… humilhado pelos machos… adoro… adoro ver ele assim… continua humilhando ele, Carlos… faz ele sofrer mais…

O Diego me puxou pelas coxas grossas e me abriu toda na cama, enfiando dois dedos na minha buceta melada enquanto o Vinicius filmava tudo de perto, virando a câmera também pro Caio nu.

— Olha aí, Caio! Sua mãe tá pingando porra nossa e ainda quer mais! E você aí peladinho, pau duro! Bate mais rápido, putinha!

O Bruno montou em mim primeiro, enfiando a piroca dura até o talo na minha buceta de uma vez, bombando forte enquanto segurava meus peitos enormes e apertava os bicos:

— Toma, vadia! Rebola pra gente! E você, Caio, bate enquanto vê a mamãe gemer pra rola dos machos de verdade!

Eu rebolava devagar na cama, abrindo mais as pernas, deixando a buceta piscar pros garotos, mas agora meus olhos… meus olhos começaram a se desviar pro Caio pelado. Primeiro só um olhar rápido. Depois mais demorado. Olha ele… pelado, pauzinho latejando… que delícia ver meu filhinho humilhado assim… ISSSSOOOOO… mais… quero que ele veja tudo…

O Vinicius riu e aproximou a câmera do rosto do Caio:

— Olha a putinha pelada! Tá batendo punheta mais rápido agora! Tá gostando de ver a mãe levando porra, hein? Bate, porra!

Caio só chorava, a mão subindo e descendo no pauzinho, o corpo todo tenso. Eu olhei direto pros olhos dele agora. Não desviei mais. Queria que ele visse meu rosto. Queria que ele visse como eu tava gostando. O Bruno gozou dentro de mim, me inundando de novo, e saiu. Imediatamente o Diego tomou o lugar, virando-me de quatro na cama, bem de frente pro Caio nu, minha bunda empinada pra ele ver tudo.

— Olha aqui, Caio! — gritou o Diego enquanto enfiava no meu cu sem dó. — Olha o cu da sua mãe engolindo piroca! E seu pauzinho aí babando mais! Bate mais rápido!

Eu empinava o rabo contra ele, rebolava forte, gemendo sem parar:

— AIIIIIIII MEU CU!!! ISSSSOOOOO DIEGO!!! ME ARROMBA!!! ENCHE O CU DA PUTA!!!

Mas meus olhos estavam cravados nos do Caio pelado. Eu queria que ele visse cada detalhe do meu rosto contorcido de prazer. Olha pra mim, filhinho… vê como eu tô sendo humilhada… vê como eu gosto… teu pau duro é combustível… adoro ver você assim… humilhado…

O Carlos pegou a câmera e filmou o corpo nu do Caio de perto enquanto o Vinicius montava na minha boca, enfiando a pica até a garganta:

— Filma a putinha pelada! Olha como ele tá vermelho de vergonha… pau duro… bate mais rápido, Caio! Bate enquanto vê a mãe chupando rola!

Eu chupava o Vinicius com força, babando, engasgando, mas olhando pro Caio o tempo todo. Meu rosto já começava a ficar melado. O Vinicius tirou e esporrou na minha cara, jatos grossos cobrindo minha testa, meus olhos, minha boca. Eu não limpei. Deixei escorrer. Queria que meu filho visse. AAAAAAAAAHHHHHH porra na cara da mãe… e ele pelado batendo… pauzinho dele babando mais… que delícia… humilha ele mais… faz ele ver tudo…

O Bruno riu e deu um tapa leve no pauzinho do Caio nu:

— Olha isso, galera! A putinha quase gozou só de ver a mãe tomar gozo na cara! Continua batendo!

Eu me virei na cama, agora de lado, abrindo as pernas bem pra Caio ver minha buceta escorrendo porra dos dois buracos. O Diego e o Carlos me penetraram juntos: um na buceta, outro no cu, me empalando enquanto eu gemia como uma vadia:

— AAAAAAHHHHHH DUAS PICAS!!! ME ARROMBEM!!! ME ENCHEM DE PORRA!!!

Minha cabeça virada direto pro Caio pelado. Olhos nos olhos dele. Eu queria que ele visse cada gemido, cada gota de porra escorrendo no meu rosto humilhado. Olha bem, meu filhinho… vê a cara da tua mãe coberta de porra… vê como eu me degrado… vê como eu fico mais puta cada vez que te humilham… teu pau latejando é combustível… adoro… adoro ver você assim… ISSSSOOOOO…

O Vinicius veio por cima e enfiou na minha boca de novo enquanto os outros dois me fodiam. Três paus ao mesmo tempo. Eu rebolava como uma louca, me oferecendo toda, mas sempre com o olhar preso no Caio nu. O Bruno filmava agora o corpo dele e o meu alternando:

— Olha a mãe olhando pro filho pelado! Ela tá adorando que você veja ela virar vaca! Bate mais rápido, putinha!

Eu sentia o orgasmo subindo de novo. Cada humilhação nova que eles jogavam nele fazia eu me degradar mais. Eu abria mais a boca, deixava mais porra escorrer, rebolava mais devagar pra ele ver cada centímetro de pica entrando em mim. Meu rosto agora era uma máscara de sêmen: olhos ardendo, boca cheia, cabelo grudado. E eu só olhava pra ele. Que tesão… meu filhinho pelado, humilhado… adoro… quero mais humilhação… quero que ele veja a mãe toda melada… ISSSSOOOOO…

Eles gozaram mais vezes. Na minha cara, nos meus peitos, dentro de mim. Eu estava destruída, melada, fedendo a sexo, mas meus olhos nunca saíam dos de Caio. Cada vez que humilhavam o Caio — “olha a putinha quase gozando!”, “tá excitado com a mãe virando puta coletiva!” — eu ficava mais safada. Eu abria mais a boca, pedia mais porra com gemidos, empinava mais o rabo, deixava meu rosto cada vez mais perto da beira da cama pra Caio ver de perto.

— Filma a putinha pelada chorando com pau duro! — gritava o Bruno.

— Olha a mãe dele olhando fixo… ela quer que o filho veja ela toda coberta de porra nossa!

Eu olhava fundo nos olhos dele agora. Sem desviar nunca. Meu rosto humilhado, coberto de porra grossa escorrendo pelo queixo, era o combustível que me fazia gozar de novo e de novo. Até que, de repente, no meio de mais uma humilhação, algo mudou no Caio. Por dez segundos de fraqueza pura, a mão dele acelerou freneticamente no pauzinho nu, batendo com vontade pela primeira vez, os olhos fixos em mim, o corpo tremendo. Ele gozou. Jatos fracos de porra saíram do pauzinho dele, espirrando no chão, enquanto ele gemia baixinho.

Eu vi tudo. Vi meu filhinho pelado se masturbando daquela forma, gozando vendo a mãe destruída e melada de porra. E aí eu explodi no maior gozo da minha vida. Meu corpo inteiro convulsionou, a buceta e o cu apertando as picas que ainda me fodiam, eu gritei alto, mijei um pouco no colchão, tremendo como nunca:

— AAAAAAAAAAHHHHHHHHH MEU DEUS!!!!!! VOU GOZARRRRRRR AIIIIIII ISSSSOOOOO QUE TESÃO DO CARALHO!!!!!!

Dentro da cabeça, o tesão explodiu junto: AAAAAAAAAHHHHHH meu filhinho gozou… gozou de verdade… se masturbou freneticamente vendo a mãe puta… pela primeira vez ele quis… ISSSSOOOOO… que delícia… adoro… adoro pra caralho ver meu filho assim… AAAAAAHHHHHH que tesão insano… nunca senti gozo igual…

Os garotos riram ainda mais alto, apontando pro Caio com porra no chão:

— Olha aí! A putinha gozou de verdade!

Eu ainda tremia do maior orgasmo da vida, rosto melado, olhos fixos no Caio. Depois de quase uma hora de foda sem parar, os garotos finalmente pararam, ofegantes, rindo. Eu ainda de quatro, rosto virado pro Caio pelado, cara completamente coberta de porra, olhos fixos nos dele. Não falei nada. Só olhei. E por dentro só gritava: Que tesão… meu filhinho humilhado… gozou… pau latejando… vendo tudo… adoro… nunca mais quero parar…

Os garotos riram de novo e disseram que agora tinham vídeos dos dois. Eu combinei ali mesmo, ainda olhando pro Caio, que eu seria deles pra sempre, mas que ninguém mais veria as fitas e ninguém mais viria. Só pra proteger meu filho… mas no fundo eu já sabia: eu queria mais. Queria ver ele humilhado mais. Queria que ele visse a mãe cada vez mais puta.

Parte 7

Os garotos riram de novo e disseram que agora tinham vídeos dos dois. Eu combinei ali mesmo, ainda olhando pro Caio, que eu seria deles pra sempre, mas que ninguém mais veria as fitas e ninguém mais viria. Meu filhinho pelado na cadeira, pauzinho ainda babando no chão, olhos vermelhos de choro e vergonha. Eu sentia meu coração batendo na buceta. Era isso. Era o fim. Ou o começo de tudo.Carlos deu um passo à frente, pau ainda meio duro balançando entre as pernas, e sorriu aquele sorriso de quem sabe que é dono de tudo.— Só ela não vai ser o bastante, não é mesmo, galera?Ele fez um sinal com a cabeça pros outros seis. Na mesma hora Bruno, Diego e Lucas seguraram o Caio pelos braços e pelas pernas, prendendo ele na cadeira como se fosse um animalzinho prestes a ser marcado. Vinicius, Mateus e Rafael foram direto pro meu quarto, abrindo as gavetas do armário com violência, jogando calcinhas pra todo lado, rindo alto.Eu sabia exatamente o que eles estavam procurando. Lá no fundo, escondida numa caixinha de sapato velha, tinha a calcinha mais safada que eu usei nos meus vídeos antigos: vermelha, de renda quase transparente, fio-dental que mal cobria a buceta, com um lacinho na frente e um buraco aberto bem no meio do cu. Eu guardei ela todos esses anos… dizia pra mim mesma que era só lembrança, mas no fundo eu sabia. Eu nunca consegui largar de vez aquela puta que eu fui. Só escondia dela. Dos outros. De mim.Caio começou a espernear, voz tremendo, lágrimas escorrendo:— Mãe! Mãe, por favor! Não deixa eles fazerem isso! Mãe, me ajuda! Eu sou seu filho! Por favor, mãe!!!Ele suplicava direto pra mim, olhos desesperados, corpo se debatendo contra as mãos dos garotos. Eu sentia cada palavra dele como um soco no estômago… mas minha buceta latejava tão forte que eu quase gozei só de ouvir ele implorando. Meu Deus… meu filhinho chorando… implorando pra mim… e eu aqui morrendo de tesão… cala a boca, Patricia… não fala nada… não deixa ele ver que você quer isso…Fiquei calada. Só olhava. Ansiosa. Molhada. Tremendo.Os garotos acharam a calcinha. Rafael levantou ela no ar, rindo:— Olha só isso aqui! A puta da mãe guardou a calcinha de puta dos vídeos! Perfeita pro filhinho viadinho!Eles arrancaram o que restava de resistência do Caio e, contra a vontade dele, enfiaram a calcinha vermelha nele. O fio-dental sumiu entre as bundinhas brancas, o lacinho ficou bem em cima do pauzinho duro dele, e o buraco atrás deixou o cuzinho dele todo exposto. Caio esperneava, chorava, gritava “não! não! mãe! tira isso de mim!”, mas o pauzinho dele pulsava dentro da renda, babando mais pré-gozo. Ele tá duro… meu filhinho tá duro usando minha calcinha de puta… puta que pariu… que delícia…Carlos tomou a frente. Ele era o líder, o mais dominante, o que mandava em todos. Andou devagar até o Caio, segurou o queixo dele com força mas carinhoso, e falou baixo, voz grossa, cheia de tesão e controle:— Agora é minha vez, putinha. Eu que vou tirar esse cabaço de cu virgem. Eu sou o macho aqui. Eu decido quem come quem. E hoje eu vou comer você bem devagar… bem gostoso… na frente da sua mãe.Eu não aguentei. Levantei num pulo, nua, melada de porra, e tentei puxar os garotos de cima do meu filho:— Não! Para! Carlos, para com isso! Ele é meu filho! Não faz isso com ele!!!Minha voz saía desesperada, mãos tentando afastar Bruno e Diego. Mas por dentro… Meu Deus… arromba ele… arromba o cuzinho do meu filhinho… eu quero ver… eu preciso ver… por favor, Carlos, faz ele virar putinha de verdade…Os outros quatro — Vinicius, Lucas, Mateus e Rafael — me seguraram imediatamente. Me jogaram de quatro bem pertinho da cadeira, cara a centímetros do Caio, me obrigando a olhar tudo de perto. Minhas tetas balançando, buceta pingando no chão, cu ainda escorrendo porra dos outros. Eles me prenderam ali, sem chance de escapar.Carlos riu baixinho, sabendo exatamente o que estava acontecendo na minha cabeça. Ele cuspiu na mão, molhou bem os dedos e começou a brincar na portinha do cu do Caio. Devagar. Carinhoso. Como um deus do sexo que molda todo mundo com o pau.— Olha só, putinha… sua mãe tá aqui babando pra ver isso. Tá vendo como ela tá tremendo? Ela quer que eu te arrombe. Quer que o filhinho dela vire minha putinha particular.Ele passou a ponta do dedo molhado de cuspe bem na roseta rosada do Caio, fazendo círculos lentos, pressionando só a entrada, sem entrar ainda. Caio gemia, chorava, corpo tremendo:— Não… por favor… não…Mas Carlos puxou o cabelo dele com carinho, inclinando a cabeça pra trás, obrigando ele a olhar pra mim:— Shhh… relaxa, viadinho. Eu sou bom nisso. Já tirei cabaço de cu de vários putinhos como você. Vou devagar… vou te abrir direitinho… vou te fazer gemer gostoso. Sente meu dedo… só na portinha… tá sentindo como ela tá piscando pra mim?Ele enfiou só a pontinha do dedo, girando, cuspindo mais, tirando e passando de novo. Tudo devagar. Tudo gostoso. O pau dele duro latejando encostado na coxa do Caio. Eu via tudo de perto. Meu rosto a menos de meio metro. E aí… não consegui mais segurar. Um gemidinho baixo escapou da minha boca:— Hmmmm…Carlos olhou pra mim e sorriu, sabendo:— Tá vendo, Caio? Sua mãe tá gemendo só de ver eu brincar no seu cu. Ela adora. Olha pra ela… olha como a buceta dela tá pingando. Ela quer que eu te foda, putinha. Quer ver o filhinho dela virando vadia na frente dela.Ele continuou: dedo entrando um pouco mais, saindo, cuspindo, puxando o cabelo do Caio devagar, falando baixo e dominante:— Isso… relaxa o cuzinho… deixa o macho te preparar… você vai virar minha putinha de cu… vai pedir pra eu meter… e sua mãe vai assistir tudo… vai gozar vendo o filho dela tomar rola.Outro gemido escapou de mim, mais alto:— Aaaahhh… Meu corpo tremia. O tesão estava transbordando. Eu não conseguia mais fingir. Carlos sabia. Ele adorava. Ele girava o dedo, brincava na portinha, fazia o Caio gemer baixinho apesar do choro, e olhava pra mim o tempo todo

Então ele tirou o dedo devagar, cuspiu bastante na cabeça da pica grossa dele e encostou só a glande na rosetinha do Caio. Pressionou devagarinho… e enfiou só a cabeça. Nada mais. Ficou ali, parado, só a cabeçona vermelha esticando o anelzinho virgem do meu filho. Carlos começou a mexer bem de leve, só balançando a cabeça pra frente e pra trás, alargando a entradinha centímetro por centímetro, cuspindo mais em cima pra lubrificar, girando devagar, brincando como se tivesse todo o tempo do mundo. O cuzinho do Caio piscava em volta da glande, apertando e soltando, e Carlos ria baixinho, puxando o cabelo dele carinhoso.— Isso… só a cabeça, putinha… sente como ela tá te abrindo devagar… tá vendo? Sua mãezinha tá gemendo mais alto agora… olha pra ela…Eu tentava segurar, mordia o lábio, mas gemidos involuntários saíam da minha garganta sem parar:— Hmmmm… aaahhh… hmmmmmm…Cada vez que Carlos balançava a cabeça dentro do cu do Caio, meu gemido escapava mais alto. Minha buceta contraía sozinha, pingando no chão, e eu não conseguia parar. Meu Deus… só a cabeça… ele tá alargando o cuzinho do meu filhinho… tá tão lindo… tão gostoso… eu tô gemendo… ele tá me ouvindo… puta que pariu…Carlos ficou assim um bom tempo — minutos que pareceram horas — só com a cabeça dentro, cuspindo, mexendo devagar, alargando, rindo e olhando pra mim o tempo todo, sabendo que cada gemido meu era uma traição.— Olha só a mamãe… tá quase gozando só de ver. Fala, Patricia… fala o que você quer que eu faça com seu filhinho putinha.Eu tentei segurar… tentei… mas o fogo subiu demais. Meu corpo inteiro tremia, buceta contraindo sozinha, gemidos saindo sem controle. E então eu explodi. Sucumbi. Gritei alto, rouca, desesperada de tesão:— ARROMBA!!! ARROMBA O VIADINHO DO MEU FILHO, CARLOS!!! ENFIA ESSA PICA GROSSA NO CUZINHO DELE!!! FAZ ELE VIRAR PUTINHA PRA MIM!!! ISSSSOOOOO!!! ARROMBA ELE AGORA!!!! AAAAAAAAAHHHHHHHHHH!!!!No mesmo instante Caio gritou desesperado, voz quebrada de choro e medo:— MÃE!!!!!!!E Carlos, com um sorriso de vencedor, segurou o cabelo do meu filho com força e meteu o pau inteiro de uma vez só, até o talo, arrombando o cuzinho virgem na frente dos meus olhos.

Parte 8

Carlos deixou o pau inteiro enterrado no cu do meu filho, até o talo, sem mexer. Ficou imóvel, segurando o cabelo do Caio com força, virando a cabeça dele direto pra mim. Meu filhinho de olhos arregalados, rosto molhado de lágrimas, boca aberta num grito silencioso que ainda ecoava. O cuzinho dele apertava em volta da pica grossa do Carlos, pulsando, traindo o corpo inteiro.— MÃE!!! Mãe, por favor!!! Eu não quero virar viado!!! Faz alguma coisa!!! Me ajuda, mãe!!! Eu sou seu filho!!! Por favor!!!Caio implorava pra mim, voz quebrada, corpo se debatendo fraquinho na cadeira, mas o pauzinho dele dentro da minha calcinha vermelha estava duro pra caralho, babando pré-gozo sem parar, a cabecinha molhada marcando a renda.Foi aí que tudo mudou dentro de mim. A barreira quebrou de vez. Tudo o que eu guardava só na cabeça saiu pela boca, alto, claro, sem vergonha nenhuma. Eu olhei direto nos olhos dele, ainda de quatro, melada de porra, buceta pingando no chão, e falei tudo:— Olha pra mim, Caio… olha pra sua mãe. Eu vi você gozar, filhinho. Vi você bater punheta freneticamente enquanto os machos me fodiam. Vi você esporrar no chão só de ver a mãe virando puta coletiva. E foi tão gostoso, meu amor… foi a coisa mais deliciosa que eu já senti na vida. Eu gozei olhando pra você, vendo meu filhinho pelado, pau duro, se masturbando de tesão pela mãe puta.Ele tentou negar, balançou a cabeça, mas eu continuei, voz rouca de tesão:— E quando você chupou o saco deles… meu Deus, Caio… ninguém que não gosta disso chupa bola de macho daquele jeito. Você lambeu devagar, sugou cada uma com carinho, gemeu baixinho enquanto o pauzinho babava. Você adorou, putinha. Seu corpo já sabia antes da sua cabeça.Os outros seis garotos riam alto, filmando tudo de perto. Bruno com a câmera principal, Diego e Lucas zoando:— Olha o Carlos criando mais uma putinha! Agora a mãe e o filho são propriedade do macho!Vinicius e Mateus gargalhavam:— A família inteira virou vadia! Filma isso, porra! Carlos tá convertendo o filhinho bem na frente da mãe!Rafael batia palma:— Vai, Carlos! Mostra pra ele quem é o macho de verdade!Carlos sorriu, ainda imóvel com o pau todo dentro, puxando mais o cabelo do Caio pra ele não desviar o olhar de mim. Começou a mexer devagarinho, só um vai e vem curtinho, quase imperceptível, como quem está convertendo alguém pro seu domínio. Cada centímetro que ele tirava e colocava de novo fazia o cuzinho do meu filho piscar e apertar.— Tá sentindo, putinha? — Carlos falou baixo, dominante, voz grossa ecoando no quarto. — Seu corpo tá traindo você. Olha como esse cuzinho tá apertando meu pau… ele quer mais. Tá sugando a rola do macho que comeu sua mãe. Você pode chorar o quanto quiser, mas sua bucetinha de viado já aceitou.Eu me aproximei mais, ainda presa de quatro pelos outros, mas agora falando com o coração aberto:— Aceita, Caio. Aceita que o Carlos é o macho nosso agora. Dele eu sou puta. Dele você vai ser putinha. Olha como ele te come devagar… olha como ele sabe exatamente o que fazer. Seu pauzinho tá babando mais ainda. Tá vendo? Seu corpo já escolheu. Você é putinha dele. Nossa putinha.Caio ainda relutava, chorava, tentava fechar os olhos:— Não… mãe… eu não sou… para… por favor…Mas o corpo dele traía tudo. A bundinha empinava sozinha contra o pau do Carlos, o pauzinho pulsava dentro da calcinha, e gemidinhos baixos escapavam da boca dele apesar das lágrimas.Carlos riu e aumentou o ritmo devagar, metendo um pouco mais fundo, saindo quase todo e voltando, sempre controlado, sempre convertendo:— Escuta sua mãe, viadinho. Ela já aceitou. Agora é sua vez. Sente como eu tô te abrindo… como eu tô te fazendo minha. Todo mundo aqui tá vendo: você tá virando putinha na frente da mãe que te pariu.Os garotos não paravam de humilhar, filmando cada detalhe:— Olha o filhinho traindo! Pau duro, cu piscando, gemendo pra rola do Carlos!— Carlos criou mais uma! Agora os dois são putas do mesmo macho!Eu via tudo, e meu tesão só subia. Continuei falando pra Caio, voz doce e safada ao mesmo tempo:— Olha pra mim, filhinho… aceita. Deixa o macho te foder. Deixa ele te transformar. Eu quero ver você virar putinha de verdade… quero ver você gozar de novo com o pau dele no seu cu. Aceita, meu amor… o Carlos é o macho dos dois agora.Carlos foi acelerando aos poucos, metendo mais forte, mais fundo, sempre segurando o cabelo do Caio, obrigando ele a olhar pra mim. O quarto inteiro ecoava de risadas, gemidos e o barulho molhado de pica entrando em cu virgem.Caio tremia inteiro. As lágrimas ainda caíam, mas o corpo dele agora empinava o rabo de verdade, o pauzinho latejava como nunca, e os gemidos baixos viraram suspiros de prazer misturado com choro.Até que ele não aguentou mais.Olhou pra mim, depois pra Carlos, e explodiu em voz alta, rendido, desesperado, igual eu tinha feito antes:— ARROMBA MEU CU, CARLOS!!! ENFIA ESSA PICA GROSSA E FAZ DE MIM SUA PUTINHA!!! ISSSSOOOOO!!! EU SOU PUTINHA DO MACHO!!! ARROMBA!!! ARROMBA AGORA!!!! AAAAAAAAAAHHHHHHHHH!!!!E enquanto gritava, o pauzinho dele dentro da minha calcinha vermelha explodiu de verdade. Gozou muito mais do que daquela vez em que me viu sendo comida pelos machos. Jatos grossos, fortes, quentes, jorrando sem parar, encharcando toda a renda, transbordando pelas bordas, escorrendo pelas bolas e pingando no chão em fios grossos. A calcinha ficou completamente melada, transparente, grudada no pauzinho que ainda pulsava, soltando mais e mais porra. O corpo dele convulsionava inteiro, pernas tremendo, olhos revirando, gemendo alto misturado com o choro.Eu olhei e senti outro tesão subir na hora:— Olha só quanto gozo, filhinho… você nunca gozou tanto na vida… só de levar rola no cu do macho… olha como a calcinha da mãe tá encharcada… agora não tem mais volta. Você é putinha de verdade. Putinha do Carlos pra sempre.Carlos riu, ainda metendo devagar, satisfeito:— Isso aí, vadia. Gozou feito uma puta na calcinha da mãe. Bem-vindo ao seu novo papel.

Parte 9

O grito de rendição do Caio ainda ecoava forte no quarto, rouco e desesperado, quando o Carlos puxou o pau devagar, só a glande inchada vermelha ficando presa na entradinha esticada do cuzinho virgem, pra meter de novo com força bruta, fundo, até o talo grosso desaparecer inteiro no intestino do meu filhinho. Meu filhinho não chorava mais. Os olhos dele estavam vidrados de tesão puro, a boca aberta babando, a calcinha vermelha fio-dental completamente encharcada de porra, grudada no pauzinho que ainda pulsava latejando sem parar. Ele respirava pesado, o peito subindo e descendo rápido, tremendo inteiro, mas agora o corpo inteiro pedia mais rola, implorava por mais.— Porra… Carlos… me come… me come mais, macho… eu sou sua putinha agora… arromba meu cu… por favor… A voz dele saiu rouca, submissa, exatamente como a minha saiu no dia que o Carlos me pegou pela primeira vez e me transformou na vadia dele. Ele olhou pro Carlos com olhos de puta no cio, empinando o rabo sozinho na cadeira, apertando o cuzinho em volta da pica grossa e latejante, sugando como se quisesse engolir tudo.Carlos riu baixo, aquele riso de macho que sabe que conquistou tudo, que virou o filhinho da puta da mãe dele numa vadia completa, e começou a foder de verdade. Metia forte, ritmado, segurando o cabelo do Caio com uma mão firme e a cintura fina com a outra, puxando o corpo dele contra o pau a cada estocada enquanto falava rouco e dominante direto na orelha dele:— Isso aí, putinha… agora você entendeu quem manda de verdade. Olha pra sua mãe e fala alto quem é o seu macho, o dono desse cu virgem que eu acabei de arrombar. Eu sou o deus do sexo aqui, Caio. Qualquer um que sente minha rola grossa vira minha vadia completa, sem chance de resistir. Rebola esse rabo pra mim, aperta meu pau com esse cuzinho guloso… isso… assim… sente como eu controlo cada centímetro do teu corpo só com a minha pica?Caio explodia de tesão a cada estocada profunda. O corpo dele respondia positivo a tudo, a bundinha empinava sozinha, o anelzinho rosado esticava vermelho brilhante em volta da grossura da rola, apertando e soltando, sugando a pica como uma boca faminta. Cada vez que o Carlos tirava quase todo o pau, a glande inchada vermelha brilhava de cuspe e sucos intestinais, o cuzinho piscava aberto largo, implorando pra ser preenchido de novo, e quando ele metia de volta até as bolas batendo forte no cu do meu filhinho, o barulho molhado ecoava alto, ploc-ploc-ploc, carne contra carne, abrindo tudo enquanto Carlos continuava falando sujo, voz grossa e controladora:— Tá sentindo, viadinho? Meu pau é o único que consegue te fazer gemer assim. Eu sou o macho que transforma qualquer um em putinha submissa só com uma foda. Olha como teu cu tá piscando pedindo mais… aperta gostoso, rebola devagar pra mim… isso… agora mais rápido, empina esse rabo alto e pede pra eu te foder como a vadia que você nasceu pra ser.Eu não aguentei. Minha mão direita desceu direto pra minha buceta melada e inchada, enfiando três dedos grossos de uma vez, punhetando o clitóris duro e latejante com força violenta, girando rápido enquanto assistia tudo de perto, de quatro no chão, os peitos enormes balançando, os bicos duros roçando no ladrilho frio. Minha buceta fazia barulho molhado, squish-squish, os dedos entravam e saíam brilhando de mel, pingando no chão enquanto eu via o Carlos dominando meu filho sem piedade.Caio obedecia a cada comando do macho, rebolando o rabo contra o pau do Carlos, gemendo alto e rouco:— Tá gostoso, macho? Meu cu tá apertando gostoso pra você? Me usa… me usa como puta… AAAAAAHHHHHHH ISSSSOOOOO!!!Carlos metia mais fundo, acelerando o ritmo, suando grosso, o corpo musculoso brilhando, falando sujo direto na orelha do Caio, mordendo o lóbulo enquanto mudava a posição sem tirar o pau:— Tá sentindo, viadinho? Seu cuzinho já é meu pra sempre. Eu decido quando você goza, como você goza e quanto você aguenta. Eu sou o deus que faz qualquer um se render ao meu pau. Agora de lado, abre essa perna pra mim… isso… sente como eu te abro diferente, fundo, controlando teu prazer. Rebola devagar, aperta minha rola… fala pra tua mãe como meu pau te domina.— Tá tão gostoso assim também, Carlos!!! Meu cu tá pegando fogo… me come mais… eu sou sua vadia!!! Arromba meu cuzinho!!!Carlos mudou de novo com maestria, virou o Caio de barriga pra cima na cama, abriu as pernas dele como uma puta no cio, segurou os joelhos com firmeza e meteu cara a cara, olhando nos olhos do meu filhinho enquanto bombava forte, o pau entrando e saindo brilhando, o anelzinho esticado ao máximo:— Olha pra mim, putinha. Eu sou o macho que te transformou. Sente cada centímetro da minha rola grossa te abrindo, te dominando. Eu faço qualquer um virar vadia completa, olha como tu tá gemendo, pedindo mais… aperta meu pau com esse cu, rebola contra mim… isso… agora mais forte, empina o rabo mesmo de costas e grita que você é minha putinha de cu.Caio gemia alto, respondendo cada estocada com o corpo inteiro:— Eu sou vadia! Eu sou putinha do macho! Me enche de porra, Carlos! Me usa! Me humilha! Eu adoro!!! AAAAAAHHHHHHH ISSSSOOOOO!!!Carlos acelerou como um animal no cio, metendo forte, segurando os quadris do Caio com força, o pau entrando e saindo rápido, fundo, esfolando o intestino virgem, o cuzinho do meu filhinho vermelho e aberto, sugando a rola a cada estocada. O barulho molhado de pica fodendo cu enchia o quarto inteiro. Ele falava sem parar, voz rouca e dominante, controlando tudo:— Isso, putinha… toma toda a rola do deus do sexo. Eu sou o único que consegue te fazer implorar assim. Sente como eu controlo teu corpo inteiro só com meu pau… aperta mais, rebola mais gostoso… tu nasceu pra isso, pra ser minha vadia submissa. Agora grita alto que meu pau é teu dono!Caio gritava de prazer sem parar:— AAAAAAHHHHHHH ISSSSOOOOO!!! GOZA DENTRO DE MIM, MACHO!!! ENCHE O CU DA SUA PUTINHA!!!E o Carlos gozou. Rugiu alto, segurou o Caio com força bruta, o corpo todo tenso, e jorrou fundo, jatos grossos e quentes enchendo o cu virgem do meu filho até transbordar, a porra branca escorrendo pelos cantos do anelzinho esticado enquanto o pau ainda pulsava dentro. Caio tremia inteiro, o corpo convulsionando.Assim que o Carlos tirou o pau devagar, o cuzinho do Caio ficou aberto largo, piscando, porra branca grossa escorrendo devagar do buraco esticado, pingando na cama. Eu me joguei como uma louca faminta. Rastejei rápido pra cama, abri a boca gulosa e colei os lábios direto no cuzinho do meu filhinho. Chupei tudo com fome insana. Suguei a porra quente do Carlos direto do cu dele, enfiando a língua fundo no intestino aberto e melado, lambendo cada parede interna quente, girando a língua pra tirar cada gota, engolindo gulosa jato atrás de jato de sêmen grosso que saía quente e salgado. Meu nariz encostava na bunda dele, o cheiro forte de porra fresca misturado com cu virgem recém-arrombado me deixando completamente louca. Eu chupava ruidosamente, fazendo barulhos molhados altos, slurp-slurp-slurp, a língua entrando fundo, sugando até a última gota, os lábios selados no anelzinho esticado, puxando a porra pra minha boca enquanto meus dedos ainda dedavam minha buceta sem parar. Enquanto eu chupava o cu do Caio com tudo, a língua fodendo fundo o buraco aberto, sugando a porra do Carlos com força, lambendo o anelzinho vermelho e sensível por fora e por dentro, o Caio explodiu no maior gozo da vida dele. O pauzinho dele, ainda preso na calcinha vermelha fio-dental encharcada, pulsou violentamente contra a renda. Ele gritou alto, o corpo inteiro convulsionando na cama, as pernas tremendo: — AAAAAAAAAAHHHHHHHHH MÃE!!! TÔ GOZANDO NO TEU ROSTO!!! ISSSSOOOOO!!! TOMA TUDO!!! E jorrou fartamente. Jatos grossos, fortes, quentes de porra saíram do pauzinho dele em abundância, espirrando direto na minha cara enquanto eu continuava chupando o cu dele sem parar. A primeira rajada grossa acertou minha testa, branca e pegajosa, escorrendo devagar pelos meus olhos fechados de prazer. A segunda jorrou forte na minha bochecha esquerda, quente, grossa, pingando até o canto da minha boca aberta. Eu não parei de chupar, a língua ainda fundo no cu sugando mais porra do Carlos, enquanto jato atrás de jato cobria meu rosto inteiro. A terceira rajada encheu minha boca aberta, salgada e quente, eu engoli misturado com a porra do macho, sentindo o gosto do meu filhinho. A quarta e a quinta foram ainda mais fortes e fartas, acertando meus olhos, meu nariz, meus lábios, escorrendo pelo queixo e pingando grossas nos meus peitos enormes. O Caio gozava sem parar, o pauzinho pulsando dentro da renda, jatos abundantes e grossos que pareciam não ter fim, cobrindo minha cara toda de sêmen branco quente, pegajoso, escorrendo pelos meus cabelos, pelos meus cílios, pela minha boca que ainda sugava o cu dele. Eu sentia cada jato quente batendo na pele, escorrendo devagar pelos meus olhos, pelo meu nariz, pelos meus lábios, pingando no meu queixo e nos meus seios, enquanto minha língua girava dentro do cu dele, lambendo cada gota restante, sugando até secar o buraco. A porra do meu filhinho misturava com a do Carlos na minha boca, escorria pelo meu rosto destruído, e eu tremia inteira de tesão, dedando minha buceta mais rápido, gozando junto com ele só de sentir o gosto e o calor da porra dele na minha cara.— Olha só quanto gozo, filhinho… você nunca gozou tanto na vida… só de levar rola grossa no cu do macho e sentir a mãe chupando tudo… olha como meu rosto tá encharcado da tua porra quente… agora não tem mais volta. Você é putinha de verdade. Putinha do Carlos pra sempre.O Carlos riu satisfeito, ainda com o pau meio duro balançando entre as pernas, vendo o filho dele gozando fartamente na cara da mãe enquanto ela chupava o cu dele até a última gota. Eu tremia inteira do maior tesão da vida, o rosto completamente coberto de porra quente do meu filhinho, escorrendo por todo lado, misturada com a do macho, e ainda assim não parei de chupar o cu dele até sugar tudo. O quarto inteiro cheirava a sexo, porra fresca e rendição total. E eu sabia: isso era só o começo de tudo pra nós três.

Capítulo 10

Depois que eu terminei de sugar até a última gota de porra do cuzinho aberto do meu filhinho, lambendo cada parede interna quente e melada com a língua fundo, o Carlos riu alto, pau ainda meio duro pingando, e mandou a gente se arrumar pra virar o prato principal da noite. Eu, ainda de quatro, rosto completamente coberto de porra misturada do Caio e dele, me levantei tremendo de tesão e puxei o Caio pela mão. Ele estava lindo, calcinha vermelha fio-dental encharcada grudada no piruzinho latejante, olhos vidrados de vadia. — Vem, filhinho… a mamãe vai te deixar ainda mais putinha pra eles. Você vai amar ser a vadia da mãe.Levei ele pro quarto, peguei o batom vermelho vivo que eu usava nos meus vídeos antigos, o mesmo tom de puta barata. Segurei o queixo dele com firmeza, como uma mãe carinhosa mas safada, e passei o batom devagar nos lábios dele, contornando cada canto, fazendo a boca ficar carnuda e brilhante, igual uma boquinha de chupadora profissional. Caio gemia baixinho, o piruzinho pulsando na calcinha, adorando cada toque.— Olha só pra você, viadinho… boca de puta igual a da mãe. Agora vai lamber rola com essa boquinha pintada.Depois peguei as meias-calças pretas finas, rendadas nas coxas, e ajoelhei na frente dele. Enfiei devagar as meias pelas pernas lisas dele, subindo centímetro por centímetro, apertando a renda contra a pele branca, fazendo ele tremer. A calcinha especial ficou por baixo, fio-dental sumindo entre as bundinhas, o buraco aberto atrás ainda escorrendo um fiozinho de porra. Por último, os saltos altos pretos de 12 cm, os mesmos que eu usava pra rebolar nos ensaios. Calcei nele, ajustando as tiras, e ele quase caiu, mas eu segurei, rindo.— Anda, putinha… rebola nesses saltos pra mamãe ver. Você tá mais vadia que eu agora, Caio. Olha no espelho… filho da puta virou filhinha da puta.Caio olhou pro espelho, batom vermelho, meias-calças, saltos, calcinha, e gemeu alto, rebolando o rabo devagar, piruzinho babando mais na renda. Eu passei batom nos meus lábios também, me ajoelhei do lado dele e dei um beijo molhado, língua com língua, misturando o gosto de porra que ainda tinha na minha boca com o batom dele.— Agora nós duas somos as putas do Carlos e dos machos. Vamos, filhinho… de joelhos no meio da sala.Os sete garotos já estavam lá, paus duros fora das calças, filmando tudo. Carlos no centro, sorrindo como o deus que era. Eu e Caio nos ajoelhamos juntos, lado a lado, eu de quatro natural, ele de joelhos nos saltos, bundinha empinada na calcinha. Começamos juntos: eu peguei o pau do Bruno com a mão direita, Caio pegou o do Diego com a esquerda. Nossas bocas se aproximaram ao mesmo tempo.— Chupa junto com a mãe, viadinho… lambe a glande dele enquanto eu chupo as bolas.Nossas línguas se encontraram na cabeça inchada do Bruno, lambendo o pré-gozo salgado, depois eu desci pro saco pesado, chupando uma bola inteira, sugando forte, fazendo barulho molhado. Caio chupava a cabeçona, batom vermelho manchando o pau, gemendo como vadia. Depois trocamos: eu engoli o pau do Diego até a garganta, engasgando, baba escorrendo, enquanto Caio lambia as bolas dele, nariz enterrado no saco suado, gemendo alto:— Hmmmm… que gosto bom de macho, mãe… eu amo ser putinha assim…Os garotos riam e humilhavam sem parar:— Olha a mãe e o filho chupando pau juntos! Família de vadias! Carlos transformou os dois em putas completas!Carlos mandou:— Agora os dois no meu pau. Juntos. Mostrem como são submissos à rola do macho.Eu e Caio nos aproximamos do pau grosso dele. Nossas bocas se colaram nos dois lados da glande, línguas girando juntas, lambendo a fita de pré-gozo que escorria. Depois eu desci pro saco, chupando as bolas pesadas uma por uma, sugando com força, enquanto Caio engolia o pau até engasgar, batom borrando todo. Nossas línguas se tocavam o tempo todo, beijando com o pau no meio, baba e porra misturando.— Olha pra você, Caio… chupando rola de macho do lado da mãe. Você é mais puta que eu, filhinho. Rebola esse cu enquanto chupa… mostra pros machos como você adora ser humilhada.Caio rebolava nos saltos, gemendo abafado com o pau na boca:— Eu amo, mãe… me humilha mais… eu sou a putinha de vocês… adoro ser viadinho na frente de todo mundo…Carlos segurou nossas cabeças e fodeu nossas bocas alternando, metendo fundo na minha garganta, depois na do Caio, baba escorrendo pelos nossos queixos. Os outros garotos se revezavam: Bruno enfiou no meu cu enquanto eu chupava, Diego arrombou o cu do Caio com força, fazendo ele gritar de prazer com o pau na boca. Eu sentia o pau do Bruno abrindo meu ânus largo, entrando e saindo molhado, bolas batendo na minha buceta pingando, enquanto via o Diego fodendo meu filhinho, o cuzinho dele piscando em volta da rola, meias-calças rasgando um pouco nas coxas.— Toma no cu, viadinho… sente como o macho te arromba melhor que a mãe. Você nasceu pra isso, Caio… pra ser a putinha coletiva da família.Caio gritava de prazer, rebolando contra o pau do Diego:— Sim, mãe… me humilha… eu amo ser arrombado na frente de você… sou sua putinha e deles… AAAAAAHHHHH mais fundo!!!Vinicius e Lucas meteram nos meus peitos e na boca do Caio ao mesmo tempo. Eu sentia duas picas esfregando meus mamilos duros, enquanto Caio chupava uma e lambia a outra. Mateus e Rafael foderam minha buceta e o cu do Caio juntos, double penetration nos dois buracos. O quarto era só barulho molhado de carne, gemidos, tapas na bunda e humilhação verbal:— Mãe e filho putas completas! Olha como o Caio rebola melhor que a Patricia! Carlos fez os dois virarem escravas de pau!Eu humilhava meu filho sem parar, voz rouca de tesão:— Olha pra você, filhinho… de salto, meia-calça, batom borrado de porra… chupando rola e levando no cu como uma vadia barata. Você é mais puta que a mãe, Caio… adora né? Diz pra todo mundo que ama ser humilhado pela mãe.— Eu amo, mãe!!! Me humilha mais… eu sou a putinha viada de vocês… AAAAAAHHHHH ISSSSOOOO!!!Depois de quase uma hora de boquetes, lambidas de saco e penetrações sem parar — eu levei pau em buceta, cu e boca ao mesmo tempo, Caio levou no cu e boca enquanto chupava bolas —, os garotos formaram um círculo perfeito em volta de nós dois. Eu e Caio de joelhos no centro, rostos virados pra cima, bocas abertas, línguas de fora, eu apertando os peitos enormes, Caio rebolando a bundinha na calcinha e meias-calças.Carlos comandou:— Agora todo mundo goza nos dois putos. Encher a mãe e o filho de porra até não caber mais.Os sete paus começaram a punhetar rápido em volta da gente. Eu via as glândes inchadas, veias pulsando, bolas subindo. Primeiro o Bruno esporrou forte no meu rosto, jatos grossos acertando meus olhos, nariz, boca aberta. Depois o Diego jorrou no Caio, cobrindo o batom vermelho de branco. Um por um, os jatos quentes caíam: na minha testa, escorrendo pelos cabelos, nos meus peitos, pingando nos bicos. No Caio: na boca pintada, no queixo, escorrendo pelo pescoço, na calcinha, nas meias-calças, nos saltos. Porra grossa, quente, pegajosa cobria nossos corpos inteiros. Eu abria a boca pra pegar mais, Caio também, engolindo o que caía na língua, gemendo:— Mais porra, machos… enchem a mãe e o filhinho… eu amo ser coberto de gozo…Quando terminaram, éramos duas máscaras vivas de sêmen: rostos brancos, cabelos grudados, peitos melados, cu e buceta pingando, calcinha do Caio encharcada de novo. Carlos, pau ainda duro, mandou:— Agora, putinha Caio… você vai comer a mãe. Com os dois cobertos de porra nossa. Fode a Patricia enquanto lambe tudo que escorre.Caio, tremendo nos saltos, piruzinho duro pra caralho dentro da calcinha melada, me deitou de costas no chão melado de porra. Eu abri as pernas, buceta pingando porra dos garotos misturada com a minha mel. Ele puxou o fio-dental da calcinha pro lado, alinhou o piruzinho e enfiou devagar. Eu guiei ele:— Isso, filhinho… devagar no começo… sente como a buceta da mãe tá quente e cheia de porra alheia… rebola os quadris assim… isso… mais fundo agora… aperta minha bunda com as mãos…Nossos corpos melados se esfregavam, porra escorrendo de todo lado. Eu puxei a cabeça dele e dei um beijo profundo, línguas se enrolando, trocando porra grossa de boca pra boca, lambendo o que escorria no queixo dele, chupando o sêmen dos lábios pintados. Ele lambia meus peitos, sugando os bicos melados, engolindo porra enquanto metia devagar, piruzinho entrando e saindo da minha buceta apertada.— Lambe mais, Caio… come a porra dos machos nos meus peitos… isso… agora beija a mãe de novo, troca o gozo comigo… você tá amando né, viadinho? Foder a mãe toda melada…— Amo, mãe… tá tão gostoso… eu sou putinha mas agora tô comendo você… AAAAAHHH mais rápido?Eu guiei o ritmo, mãos na bunda dele, empurrando pra dentro:— Mais rápido agora, filhinho… mete fundo… sente como minha buceta aperta teu piruzinho… rebola assim… isso… lambe meu pescoço, chupa a porra que tá escorrendo… beija de língua de novo… engole tudo junto comigo…Nossos beijos eram molhados, porra escorrendo pelos cantos das bocas, línguas lambendo tudo, mãos espalhando o sêmen pelos corpos. Eu lambia o rosto dele, chupando o gozo dos olhos, ele lambia meus peitos, sugando forte. O piruzinho entrava e saía rápido agora, barulho molhado de buceta cheia de porra, nossos corpos deslizando um no outro por causa do sêmen.— Você é minha putinha que agora me fode, Caio… mas continua sendo viado… rebola esse cu enquanto mete… isso… aperta meus mamilos… lambe mais porra…Caio gemia alto, amando cada humilhação, piruzinho latejando dentro de mim:— Eu amo ser humilhado, mãe… amo foder você coberta de porra… sou vadia e filho ao mesmo tempo… AAAAAAHHHHH tô quase…Eu apertei o cu dele com as pernas, guiando o último ritmo:— Goza dentro da mãe agora, filhinho… enche a buceta da puta com teu piruzinho… isso… rebola… lambe minha boca de novo… troca o resto de porra…E Caio gozou. Rugiu rouco, corpo tremendo nos saltos e meias-calças, jatos quentes do piruzinho enchendo minha buceta já melada, misturando com toda a porra dos machos. Eu gozei junto, apertando ele, gritando, lambendo o rosto dele enquanto trocávamos o último beijo melado de sêmen. Nossos corpos colados, cobertos de porra da cabeça aos pés, ofegantes, completamente submissos ao Carlos e ao prazer que ele criou.O Carlos riu, filmando tudo de perto:— Família completa de putas. Agora vocês dois são meus pra sempre.E eu sabia, olhando pro Caio com batom borrado, meias rasgadas, corpo branco de gozo, que aquilo era o começo eterno da nossa nova vida de vadias.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive telepix a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários