Márcia e Antônio estavam casados a 20 anos, e desde a pandemia ambos foram para o sistema de home office e vida virou uma rotina, ambos se permitiram isso e praticamente eles só moravam juntos, Márcia não era santa e gostava de provocar, mesmo trabalhando de casa se arrumava todos os dias antes de iniciar o dia de reuniões pela câmera, olhava a agenda antecipadamente para escolher a roupa certa, ate o sutiã certo para aparecer se fosse necessário, tinha um corpo atrativo e um sorriso malicioso que chamava atenção, mesmo aos seus 46 anos, os cabelos sempre pintados de loiro e devidamente alinhado. Antônio por sua vez, dois anos mais velho, era preguiçoso e estava gordinho e não se preocupava muito com nada, além de ganharem dinheiro para viver em paz.
Márcia começou a ter dores nas costas, muito tempo sentada, e falta de exercícios disse o jovem médico na consulta on line, ela não levou a sério, médicos jovens não sabem o que dizem, pensou e não tomou os remédios da maneira certa e duas semanas depois Antônio a levou até a clínica para veroficar as costas, pois as dores agora realmente a incomodavam, ela foi de vestido nas coxas, uma leve maquiagem com um batom rosa claro, e seu sorriso malicioso. Foi chamada pelo jovem médico, o mesmo das consultas on line, quando ela o viu sorriu internamente pensando que seria divertido provocar se sentir viva. Bateu na perna de Antônio para ele não se levantar, ela iria sozinha, Antônio nem protestou só abriu o site de esportes no celular e começou a ler.
Ela entrou na sala, andando sexy como podia com sua dor nas costas, o médico sorriu um sorriso que passava cordialidade.
- Sente-se Dona Márcia, vejo que não aceitou meus concelhos e as costas chegaram ao ponto de ter que vir me ver. - Márcia se sentou sem tirar os olhos do dele e deu o seu sorriso malicioso naquela batom rosa claro.
- Talvez fiz de propósito - o Dr. ficou vermelho analisando o sorriso e as palavras juntas, saindo daquela bela mulher mais velha. - claro que é brincadeira - colocou a mãos sobre a dele, antes de um riso quase sensual. - mas realmente sinto dotes que incomodam. - o dr. ainda meio desconcertado para alegria dela se levantou.
- Levante-se e me mostre onde você sente a dor. - ela passou a mãos sobre a região da bunda empinando a bunda sensualmente. Ele colocou uma luva e alisou apertando em volta, ela fazia caras e bocas conforme o lugar que ele apertava. E as vezes rebolava fingindo desconforto, ele estava excitado e resolveu para os toques - existem, marcas ou manchas na pele? - ela sem aviso após fazer um sim com a cabeça e olhar descaradamente com seus sorriso se seu sorriso sensual a ereção do jovem Dr. levantou o vestido.
- Aqui doutor. - um vermelho sobre a nádega esquerda, que o dr. demorou a ver olhando sua calcinha branca fio dental que sumia em sua bunda, ela pegou a mão do médico e passou por sua bunda até o local. Ele chegou mais perto e sua ereção na roupa branca agora quase tocava em sua bunda - você acha que é grave - ela disse só para parecer preocupada com a mancha e não com a mão dele que examinava de maneira mais delicada apesar da luva. E passava além da região da vermelhidão. Ela apoiou as mãos na mesa dele oferecendo sua bunda ao toque, o médico ficou vermelho pois agora via entre as pernas dela um tom diferente no branco da calcinha que fazia exatamente o contorno da sua buceta, ele deixou seu pau ereto na roupa encostar na outra nádega enquanto alisava a nádega que tinha a mancha vermelha. Ela olhou por cima do ombro, o sorriso malicioso e olhando nos olhos dele falou.
- pode tocar com força doutor se doer eu aviso. - e arrebitou mais a bunda fazendo ser possível ver sua buceta abrir mesmo ainda na calcinha. O médico passou o dedo entre suas pernas sem o menor pudor e perguntou.
- Aqui dói? - ela deu um gemidinho leve e fez que sim com a cabeça. Ele colocou sua calcinha para o lado continuando o toque, só que agora alisando ela por fora apertando o grande clitóris inchado dela, que rebolava em aprovação ao toque ele enfiou um dedo em sua buceta. Marcia rebolava e começou a lembra de como gostava daquilo e como fazia tempo que não era tocada e a quanto tempo não tinha algo diferente de Antônio que nem ligava para ela. O médico pegou a carteira sobre a mesa e retirou uma camisinha, colocou a camisinha e abaixou sou calcinha ela olhava a cena com expectativa e não saiu de sua posição preferida de quatro, com sua calcinha no chão, apoiada pelos cotovelos para sentir o mais fundo que ele pudesse entrar. O médico sem cerimônias começou a meter segurando em sua cintura, ela não ligava para o desconforto na coluna brincou olhando sobre os ombros em um gemido mais forte.
- Isso vai me curar doutor. - ele riu alisando a região avermelhada e continuou metendo e alisando, ela jogava a bunda para trás e sorria balançando o cabelo e corpo todo. Ele acelerou, seria estranho uma consulta demorar tanto, ambos sabiam, ambos não queria que fosse rápido, mas ambos sabiam que era melhor ser. Então ele estou algumas vezes mais forte e apoio o corpo sobre o dela. Gozando, ela sorriu de cabeça baixa pensando um médico de vinte poucos anos acho que estou em forma. Ajeitou o vestido enquanto ele vermelho jogava a camisinha no lixo e ela olhava o seu pau.
Ele se ajeitou e ela fez o mesmo, se sentou e como se nada tivesse acontecido passou o remédio e as recomendações. E uma injeção para tomar antes de sair. Quando ela deu a mão para ele para agradecer lhe deu a calcinha que não vestiu de volta. Sentou ao lado do marido esperando ser chamada para a invenção um enfermeiro a chamou, encostou a porta de uma sala minúscula e perguntou.
- Prefere no braço ou na bunda - ela segurou um riso, vendo ele olhando para sua bunda, o vestido valorizava sua bunda e então foi levantando o vestido de leve puxando só por um dos lados o que fez mostrar sua bunda avermelhada pelo contato com o médico e mostrar estar sem calcinha. Olhando por cima do outro com seu sorriso malicioso disse
- Sempre acho que na bunda dói menos. - enfermeiro deu a injeção segurando em sua bunda mais que o necessário, inclusive apertando sua nádega de uma forma que com certeza viu suas partes íntimas, ela se divertiu sorrindo e conferido se agradou ele entre suas pernas e saiu sorrindo. Deu mão para Antônio e saiu até rebolando dizendo ao marido que o atendimento foi muito melhor do que ela esperava.