O rei Augusto, pai de Catarina, tomou sua decisão: a filha seria prometida ao conde Itsvan, um homem que a princesa desprezava profundamente. A notícia caiu como um golpe frio sobre Catarina, que imediatamente sentiu o desprezo e a raiva crescerem dentro dela.
— Pai… não posso me casar com ele — protestou, tentando manter a compostura. — Eu… não gosto desse conde!
— Catarina, como princesa de Atena, teus desejos não importam. Ele é um aliado importante, e você cumprirá o seu dever. — respondeu Augusto dando um ponto final.
A princesa mordeu os lábios, a irritação borbulhando. O conde Itsvan representava tudo que ela desprezava: Poeta, tolo, romântico, e principalmente feio.
Catarina sabia que teria que planejar uma forma de escapar daquele casamento.
Catarina caminhava lentamente pelo jardim, o conde Itsvan declamando seus versos melosos, tentando impressioná-la com palavras de amor. Ela, porém, estava em outro jogo: prazer, poder e humilhação.
— “Minha doce princesa, teus olhos são estrelas que iluminam minha vida…” — dizia ele, cada sílaba carregada de romantismo.
Catarina parou, erguendo o vestido azul com um gesto bruto e de supressa, deixando a buceta depilada à mostra, mas com os pelos mais baixos ainda cobrindo parcialmente o clitóris, brilhando de excitação. Aproximou-se, inclinou-se levemente e, com um dedo firme, entrou devagar na própria cona, abrindo a fenda, puxando e alisando os pelos ainda existentes, deixando claro o quanto estava molhada e pronta.
— Olha só, Itsvan… — disse, o tom debochado e frio — essa buceta nunca será tua. Nunca vais tocá-la, nem sentir o que ela pode oferecer de prazer.
Itvans engoliu em seco, o rosto corando. Catarina continuou, deslizando o dedo para dentro e fora de sua buceta, provocando-se lentamente, enquanto observava a reação dele:
— Vês isso? Veja esse grelinho durinho e excitante, cheio de tesão... olhar bem pois você nunca vai tocar nessa buceta inchada. Tu só poder ficar aí, olhando, impotente, babando, sem fazer nada. Sonhando e desejando essa minha bucetinha...
Ela arqueou as costas, empinando a bunda, e começou a se masturbar diante dele, os gemidos baixos e sensuais escapando por todos aquele jardim enquanto o dedo penetrava e girava dentro da própria buceta, esfregando o clitóris.
— Olha pra mim, seu coitado… — disse, a voz entre gemidos e riso — tô fodendo a minha buceta com meus dedos bem na tua frente, e tu não podes nem tocar. Um poeta de merda, incapaz de me satisfazer… e ainda acha que suas poesias vão me conquistar? Patético.
O conde tremia, excitado e humilhado, impotente diante da princesa. Catarina continuou a explorar-se, tocando e puxando os pelos da própria buceta, gemendo e rindo ao mesmo tempo, transformando o momento em um espetáculo de prazer e domínio absoluto, deixando claro que aquele corpo jamais seria dele, e que cada gesto seu o reduzia a um mero espectador de sua própria frustração sexual.
O conde Itsvan, tomado pelo desejo e pela frustração, avançou sobre Catarina, tentando agarrá-la. Ela reagiu instantaneamente, batendo com força no peito dele e afastando-o com um tapa que fez seu corpo tremer de raiva e excitação.
— Seu idiota! — gritou ela, olhos faiscando — Quis me estuprar? Vou contar tudo ao meu pai! E pode esquecer o casamento, seu inútil!
Itvans recuou, completamente confuso e sem saber como reagir, murmurando desculpas apavoradas:
— Prin… princesa, eu… eu não queria…
Catarina apenas riu alto, um riso cruel e triunfante, sentindo-se no controle absoluto da situação. Com um último olhar debochado para o conde, ela virou-se e correu pelo jardim, o vestido azul balançando, deixando-o ali, humilhado, impotente e derrotado diante da princesa que transformava desejo e ódio em poder e prazer.
***
Mais tarde, Constantino encontrou a princesa na biblioteca, o ar carregado de tensão e luxúria. Ele sorriu ao vê-la, os olhos percorrendo o vestido azul que realçava cada curva de seu corpo.
— Estás linda, majestade… com esse vestido azulado. Sabe por quê eu adoro esse vestido? — disse ele, a voz rouca — Porque é tão fácil tirar teus seios para fora.
— Não te chamei para isso — respondeu Catarina.
— Então por que me chamaste? — Constantino se aproximou.
— Sabes que não te chamo apenas para satisfazer meus desejos… — disse ela, mordendo o lábio inferior. — Também para fazer algo que nenhum outro soldado faz por mim.
— Estás dizendo o quê? — Constantino arqueou uma sobrancelha, aproximando-se mais.
— Meu pai me obrigou a casar com o conde Itsvan — continuou Catarina, a voz carregada de desprezo — Ele diz que é bom para a política de Atena, para os negócios do reino. Mas prefiro morrer do que entrar na igreja vestida de noiva com aquele poeteiro.
Constantino aproximou-se ainda mais, encostando-a levemente contra a estante de livros. Com cuidado, passou as mãos sobre os seios dela, massageando-os em círculos, sentindo a maciez e a firmeza de cada curva.
— Estar dizendo para eu matar com o idiota do conde?
Catarina sorriu, os olhos brilhando de malícia.
— Tenho algo muito melhor do que isso... você vai trazer pra mim algo muito valioso que ele possuir, algo que faz ele ser homem... quero o pênis dele!
— Sabes que faço tudo que me ordenas, princesa — disse Constantino, a voz grave e baixa, os olhos fixos nela — e isso não seria diferente. Irei mata-lo e trazer o membro dele pra senhorita majestade.
— Não, eu não quero que ele morra. Faça num jeito que ele continuar vivo, mas sei seus membros. O pobre coitado será eunuco por resto da vida. Existe uma punição maior que isso?
— E tudo porque ele queria casar com a princesa mais linda desses reinos. Ainda bem que não sou aquele conde...
Ele puxou um dos seios pequenos de Catarina para fora do vestido, a palma da mão envolvendo-o com firmeza. Com a ponta dos dedos, beliscou levemente o mamilo marrom, provocando um arrepio que percorreu o corpo dela.
— Sabe que eu sempre gosto de receber uma recompensa pelos meus serviços — murmurou ele, aproximando-se ainda mais.
Catarina sorriu, tirando os seios da mão dele e recolocando-os suavemente no vestido.
— Terás tudo o que deseja… depois do teu serviço — respondeu, com a voz cheia de autoridade e malícia.
Ela colocou o livro de volta na estante, endireitou o vestido azul e saiu da biblioteca, deixando Constantino ali de pau duro e ansioso pelo que sabia que ainda viria.
Mais tarde, Constantino apareceu silenciosamente na biblioteca, carregando o pacote cuidadosamente embrulhado. Catarina tomou o embrulho com um sorriso frio, os olhos brilhando de malícia enquanto desatava o pano, revelando o que havia pedido.
O cheiro e o vermelho vivo do sangue preencheram o ar, e ela observou com atenção o membro do conde Itsvan, agora separado do corpo. Um arrepio percorreu sua espinha, misturando horror e excitação, enquanto segurava o órgão diante de si. De repente seus mamilos ficaram duros entre o vestido.
— Tem certeza que é dele e não de um animal?
— Sim, é do pobre coitado do poeta. Tentei fazer num jeito que ele não sentisse dor, mas de todos jeitos depois que passei a lamina ele gemeu tanta dor que desmaiou. Mas pode ficar tranquila, ele não morreu. Fiz o que a senhorita me ordenou. Suas ordens são realidade, minha majestade.
— Quem diria que aquele poeta tem um pênis tão grandes.
Catarina colocou o membro em um vaso de conserva, cobrindo-o com álcool e deixando-o protegido como um troféu de poder absoluto. Pois numa pequena estante na qual escondia outros vasos. Constantino ao ver aquilo levou maior susto.
— Vai me dizer que esses tantos vasos são...
— Sim, eu coleciono pênis...
O duque respirou profundo um pouco nervoso.
— Posso saber quem são os outros pênis?
Catarina com leve sorriso e expressão seria ela tampou a estante com as cortinas vermelha e encarou o duque.
— Não é da sua conta. Você fez um bom trabalho. Eu não esqueci sua recompensa. Diante do serviço merece uma boa recompensa.
Ela sobe em cima da mesa, puxa o vestido pra cima e abrir as pernas revelando sua enorme buceta pulsante. Ela abrir os lábios.
— Minha buceta é toda sua!
Duque abaixou a calça e pulou em cima dela como um animal do cio e meteu seu membro duro.
— Ah, isso duque... mete essa sua rola grossa... nossa, que rola gostosa que tu tem... — disse ela sorrindo e provocando-o.
Duque meteu tanto até fazer a mesa quebrar com os pesos deles e finalmente gozar.