Tendências – Cap 2 - Brincadeira marcante!

Da série Tendencias
Um conto erótico de Cigana CD
Categoria: Crossdresser
Contém 1760 palavras
Data: 20/03/2026 23:18:46

Tendências – Cap 2 - Brincadeira marcante!

Feminização, Menino para Menina, Transição, Crossdresser,

A semente fora plantada por minha mãe, seu eu saber.

De tudo isso o que ficou é que eu comecei a pensar o que gostaria, mas a frase melhor a palavra ARRISQUE era o que mais me fazia voltar ao passado, coisas ou momentos que passaram e eu por motivos óbvios esqueci começaram a reaparecer.

Vou relatar alguns, até porque foi o caminhar natural que fiz lembrando deles para atingir o ARRISQUE que ela tanto deixou semeado em meu subconsciente.

Eu fiquei ali deitado, revendo meus últimos 10 meses, quando em uma brincadeira com minhas primas, elas me maquiaram, estávamos brincando de salão, em todas as outras vezes eu era o cliente que cortava o cabelo, brincávamos de fazer a barba e eu às vezes era o cabeleireiro delas, mas nessa ocasião, elas pediram para brincar de verdade com o kit que minha tia tinha dado a elas, e eu inocente fui.

Lembro-me que a prima mais velha Natália era quem atendia as duas clientes, eu e Lorena, certo momento havíamos já lavado o cabelo, quando secamos Natalia perguntou.

- Primo, podemos brincar hoje um pouco diferente, eu queria treinar maquiagem, pode ser?

-- Tá bom, eu fico sentado vendo, depois dou uma nota, pode ser?

- Na verdade queria maquiar você e Lorena, veja se eu conseguir transformar seu rosto de menino em um rosto de uma menina, é sinal que eu estou no caminho certo da maquiagem, por favor.

-- Ei, tá loka, que história é essa de me transformar em menina, eu sou menino, você sabe, não é por que nossos primos me zoam, que você vai agora me zoar, puxa vida.

-- Não, por favor, não é isso, é que você é um menino, e eu li que se conseguimos, pela maquiagem, mudar a feição de menino em menina é sinal que a pessoa é profissional, e eu adoraria esse desafio, a Lorena é por um batom e ela já fica princesa, já você é bem mais complicado, vai deixa. E será só uma maquiagem, não vai mudar nada Primo, por favor.

-- Tá, mas isso sai rápido, nossas mães logo nos chamaram pra jantar, e não quero complicações hein.

- Sim é tudo lavável, e tem um creme que passa e remove com um lenço, olhe aqui.

-- Demaquilante, deixa eu ler.

Eu li e vi que ele era para isso, então vi que era só uma brincadeira, minha prima sempre foi legal comigo, muitas vezes brincamos do que eu escolhia e ela dizia que aceitava pois eu não tinha com quem brincar, e eu tinha isso em mente.

Assim sentamos na beirada da cama, e minha prima pegou Lorena e colocou logo em seguida sentada na penteadeira e foi maquiando, ao mesmo tempo que explicava para ela cada produto, pois em breve ela seria quem se iria se maquiar sozinha, disse que minha tia fez assim com ela, por isso ela tinha alguma prática.

Realmente, um lápis, que eu ouvi ela falando, um batom, gloss e pronto minha prima já tinha ficado uns 3 anos mais velha, e confesso muito linda por sinal.

-- Agora é você primo, você viu eu falando com Lorena, então pra ficar menos constrangedor, de eu maquiar um menino, que tal você escolher um nome feminino e eu te chamo por ele, assim acho que você não se constrange entre imagem e pessoa?

-- Mas precisa isso?

- Olha, eu acho que você se sentirá melhor?

- Tá então, deixa eu ver, Karine, pronto me chame de Karine.

Não se preocupem, este nome Karine saiu de impulso, em breve teremos meu batizado como Amanda.

--- Hummm é algum crush seu, achei lindo o nome.

-- Derr, sei lá me veio esse nome, quer saber, esquece, vou ficar só olhando.

--- Ah não, eu já estou maquiada, não quero ficar sozinha, KARINE, senta aí e vamos brincar. Disse Lorena pela primeira vez de forma austera, valendo-se de seus 3 anos a mais resultado da maquiagem.

- Tá bom, desculpe, mas por favor, seja rápido.

-- Tá bom, senta aí, Karine.

E ela começou, diferente de minha prima ela passou uma pasta, em 5 pontos depois foi esfregando, disse que era uma base, aí foi mudando os produtos, entre pincéis, um que parecia aqueles de fazer espuma de barba, mas sem a espuma, usou umas esponjas, e até então o que mudou foi que minha cara saiu as imperfeições e ficou parecendo uma pele de porcelana, bem próxima da dela.

-- Pronto, vamos brincar e aí tiramos. Eu disse.

-- Ei, nem comecei, eu tive um trabalho pra deixar sua pele aceitável, espere, teu cabelo tá me atrapalhando , vamos prender.

Nisso ela foi por uma tiara e eu esbravejei, ai ela falou em por um rabo de cavalo e presilhas e quer saber a tiara era o menos feminino, já tinha visto na escola uns moleques mais velhos usando então revi e deixei.

Com a tiara, ela pode mexer mais na testa e foi com um lápis no olho, me assustei e ela falou que ia fazer igual Lorena e eu deixei, ali eu vi uma disputa em ficar mais bonita que Lorena, que era linda por sinal, eu era o patinho feio.

Ela passou algumas coisas que não passou na Lorena, mas ela me virou, fique de costas pro espelho, fez isso dizendo que o reflexo estava atrapalhando ela e assim não conseguindo se concentrar.

Passou uma escova pequena nos cilhos, disse que era pra limpar e aumentar os fios, que não entendi, mas sempre falava meu nome feminino e pronomes femininos que eu ia respondendo as perguntas, ou apenas dizia, sim, entendi, ou repetia a fala dela dizendo pra que servia, era engraçado.

Depois voltou ao olhos e senti mexendo mais ao lado do olho, veio com um estojo de cores mais vibrantes e vi que passou algo na bochecha, uns riscos no nariz e por fim veio com o batom, mas diferente de Lorena, ela passou um lápis, achei estranho e ia levantar e ela disse.

- Calma Karine, não terminei, apenas fiz o contorno, agora que vem o batom.

Nisso ao invés de batom ela veio com um frasco comprido, mexeu girou e tirou um pincel como se fosse aqueles de esmaltes e foi passando, eu notava que era cheiroso, sentia ele nos lábios e um pouco acima e abaixo, no final ela usou um mini ventilador e logo após expirar algo foi secando.

Assim que terminou, falou.

-- Karine do céu, você esta linda menina.

Disse isso, me pegando pela mão e me girando para me olhar no espelho da penteadeira, ao mesmo tempo que puxou minha prima pro meu lado.

Era incrível, havia ali duas adolescentes com seus 17 ou 19 anos, eu não acreditava, do pescoço para cima, eu era linda, do pescoço para baixo era muito estranho, grotesco, minha prima Lorena logo falou.

-- Nossa, você está linda Karine, olha, jamais imaginaria você assim, lógico que as roupas quebram o “encanto”.

- Verdade, pareço um monstro assim, eu disse tentando me virar de lado e esconder minha roupa, o que fez minha prima NATALIA dar um grito.

-- Já sei, vamos terminar o visual.

-- Mas você já passou tudo, não tem o que fazer mais Natália. Eu disse num tom de angústia.

Ela falou, esperem aqui as duas, volto já, não saiam daí. Era óbvio que eu jamais sairia dali, nem por um milhão, até me assustei quando ela abriu a porta, como se estivesse fazendo a coisa mais errada do mundo, estranho que sentado ali, sendo maquiada uma paz me veio a alma, era estranho, acho que Natalia soube muito como conduzir, ela tinha um dom espetacular para maquiagem.

Ela fechou a porta e ficamos eu e Lorena nos admirando, sentamos na cama e ficamos de mãos dadas , ela mais falando e eu apenas ouvindo, me elogiava, falava que eu estava linda e eu fui ficando mais mole, mais solta e confesso gostando dos elogios, afinal eu me sentia melhor assim.

Natália entrou, e já foi tirando uma foto, que nos assustou e sem eu aceitar abriu rapidamente seu lado do guarda roupa, retirou dois vestidos e jogou na cama.

-- EU vou sair, se troquem, 5 minutos e já volto.

Nem deu tempo de eu argumentar, Lorena rapidamente ficou de sutiã e calicnha e colocou o vestido na minha frente, eu fiquei vermelho de vergonha, ai ela me olhou e falou.

-- Eu NÃO SEI VOCÊ, mas já chegamos aqui, que tal tentar o vestido.

-- Mas não é certo, meninos não vestem vestido.

-- Sério, olhe seu rosto, você vê um menino, se colocar o vestido, verá que é uma menina, logo meninas vestem vestido, por favor.

Eu fui e meio no íntimo com medo mas gostando, coloquei parte do vestido, o meu era de fechar atrás, aí quando Lorena foi fechar, falou, olhando pro espelho.

-- Karine, vai ficar feio sem o enchimento do peito, sem sequem um sutiã, por favor, vamos colocar, eu pego um meu antigo com enchimento, verá que ficará linda, e tem outra coisa, sua cueca vai marcar o vestido, veja em mim, como a calcinha fica mais suave e deixa o vestido mais lindo.

Sem eu poder reagir ela pegou a máquina e tirou a segunda foto.

Realmente a imagem do espelho não negava, eu pareceria um menino de vestido, sem peito, de cueca, na minha mente tirar os traços de menino iriam evitar esse choque, eu fiz que sim com a cabeça e ela me deu uma calcinha dela que combinava com o sutiã de bojo, segundo ela me disse, era uma calcinha parecida com a dela, nada pequena, mas marcava a poupa da bunda.

-- Tá, olhe pra lá, só vire quando eu falar.

Tirei a cueca, dobrei junto com minha roupa, escondendo ela e pus a calcinha, ao subir foi me dando uma sensação diferente, gostosa e inesquecível, no sutiã, pelos gemidos, resmungos e bocejos, não tive escolha.

-- Lorena me ajuda aqui em cima, pode virar.

Ela rindo, mas não ofensivamente, me ajudou, ajustou o tamanho, apertou os fechos na altura dos meus bicos do seios, reajustou, fechou e aí fechou o vestido.

-- Pronto, ponha essa meia e esse sapatinho, e vamos chamar Natalia.

Bom, o que era um sapato feminino para quem estava 100% já menina. Lorena tirou uma foto nossa com a máquina usando o espelho, depois eu tirei uma foto dela e ela tirou mais uma foto minha. Terminamos e gritamos o nome de Natália.

O que aconteceu depois foi um choque, pelo jeito que gritamos, quem apareceu foi minha mãe e tia, e segundos depois Natália.

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