O tempo passou de forma indefinida dentro da cela. Para Milu, não havia referência. Apenas o frio constante, o silêncio e o peso crescente dos pensamentos. Sentada no chão, com o corpo encolhido, tentou primeiro resistir ao que sentia. Revolta. Confusão. Injustiça.
Mas essas ideias não
Aos poucos, começaram a perder força.
Foi nesse estado que ouviu passos.
Diferentes, Mais leves.
Um soldado apareceu no corredor. Jovem. Incerto. Parou quando a viu, claramente surpreendido.
— Não sabia que tinham trazido alguém para aqui…
Ela não respondeu logo. Observou-o.
A avaliar.
— Pode… ajudar-me?
A voz saiu frágil.
Ele hesitou.
— Eu… não sei se devo.
— Só água preciso de um pouco de água. tenho cede…
Disse com uma voz de quem implora
Ele acabou por ceder.
Quando voltou, trouxe um copo . Entregou-lha através das grades. Ela bebeu com pressa primeiro… depois mais devagar.
— Obrigada.
— O que fizeste para vir para aqui?
Ela hesitou.
— Tentei sair, tentei fugir
— Nao, o que fizeste para será presa aqui?
A pergunta teve outro peso.
— Nada… ele agarrou-me no meio do mato. Diz que agora sou escrava dele.
— Assim… do nada?
Ela não respondeu de imediato.
Mas manteve o olhar.
— Sim.
O silêncio voltou.
Ele ficou estupefacto
— Ele? Quem é ele
Ela percebeu que não sabia nada sobre ele, nem como se chama. Para ela, ele é apenas senhor!
- não sei o nome dele !
- Ela descreveu-o
Mas suficiente para o soldado perceber
— Foi o general…
O medo apareceu imediatamente nele.
- ele não é como os outros
— Tu não podes dizer a ninguém que falei contigo.
— Nem que te deram água!
Ela assentiu.
E quanto mais ele falava…mais o medo crescia dentro dela.
— Ele não é normal.
— Se estás aqui… enterrompeu o que ia dizer…
- Tenho pena de ti…
Quando ele se foi embora, ela ficou sozinha outra vez.
Mas agora, o medo era maior
Mais tarde, voltei.
Não disse nada.
Apenas abri a cela e coloquei uma taça no com água no chão.
Ela aproximou-se de imediato.
— Senhor… por favor… tire-me daqui…
Não respondi.
— Está muito frio… eu faço tudo bem… eu prometo…
- vou ser obediente. Faço tudo o que me ordenar, mas leve-me daqui.
Fiquei em silêncio.
Observei-a.
A forma como se aproximava das grades, como se a distância fosse algo que ainda pudesse reduzir. O corpo já não era apenas tenso — era dependente de uma resposta que não vinha.
— Por favor… meu senhor…
A voz saiu mais baixa.
Mais contida.
Mais real.
Deixei o momento prolongar-se um pouco mais antes de falar.
— Tudo o que estás a passar…
Pausa.
— é por tua causa.
A frase caiu simples.
Sem alteração de tom.
Mas suficiente.
Ela ficou imóvel.
Como se tivesse sido apanhada desprevenida.
— Foste tu que escolheste isto.
Continuei, sem pressa.
— Tiveste espaço… e usaste-o para fugir.
Aproximei-me ligeiramente da porta, sem a abrir.
— E agora… estás aqui.
O silêncio voltou.
Mais pesado.
— Não me dá prazer fazer isto.
Pausa curta.
— Mas é necessário.
O olhar manteve-se nela, fixo, avaliando a forma como recebia cada palavra.
— Tens de aprender.
A frase ficou no ar.
Não como ameaça.
Mas como regra.
Milu não respondeu.
Mas a reação estava lá.
No corpo.
Na forma como a postura mudou ligeiramente, como se estivesse a absorver, a ajustar, a tentar encaixar aquilo numa lógica que começava a fazer sentido.
Aproximei-me mais um pouco.
— Olha para mim.
Ela obedeceu.
Devagar.
Os olhos encontraram os meus, ainda carregados de medo… mas agora com algo diferente por trás. Menos resistência. Mais procura.
— A partir de agora…
Fiz uma pausa.
— vais portar-te bem.
Não foi uma pergunta.
— Sim… meu senhor.
A resposta saiu imediata.
Mas não bastava.
Inclinei-me ligeiramente.
— Não.
Pausa.
— Não é isso que eu quero ouvir.
O silêncio voltou a apertar.
Ela percebeu.
Engoliu em seco.
— Eu… eu vou portar-me bem, meu senhor…
A voz tremia.
Mas havia intenção.
— Lembra-te que és minha! És a minha cadelinha, entendes ?
Milu hesitou, mas acenou com a cabeça
- quero ouvir-te dizer… Repete
Ela ficou imóvel !
Mas foi suficiente para perceber o peso do que estava a ser pedido.
Depois respondeu.
— Eu sou a sua cadelinha … meu senhor.
Mantive o olhar nela por um instante.
Depois levei a mão à cabeça dela.
Devagar.
Os dedos afundaram-se ligeiramente no cabelo e comecei a passar a mão do topo da cabeça até à nuca, num movimento repetido, ritmado, como quem acalma um animal obediente. Voltei a fazê-lo. E outra vez. Sem pressa. Sempre igual.
A cabeça dela cedeu um pouco ao toque, quase por reflexo.
Não falou.
Ficou ali.
A receber.
— Muito bem.
Observei-a por um instante.
— As cadelinhas sabem como ficar, vá, de 4 no chão !
Apontei para o chão de pedra.
Ela hesitou apenas um segundo.
Depois ajustou-se.
Baixou-se mais, aproximando-se do chão frio, os movimentos cautelosos, como se tentasse acertar sem ter a certeza. O corpo tocou na pedra, rígido ao primeiro contacto, e ficou ali, imóvel, à espera.
Assenti.
Inclinei-me ligeiramente e peguei na trela, prendendo-a à coleira com um gesto rápido. O som metálico ecoou na cela, seco, claro.
Endireitei-me.
Puxei ligeiramente.
Ela reagiu de imediato e começou a gatinhar ao meu lado
Seguiu.
Sem questionar.
Sem levantar o olhar
A corrente deslizou pelo chão de pedra enquanto a conduzia pelo corredor.
O ritmo era constante.
Controlado.
Sem pressa.
Ela seguia.
Baixa.
Sem levantar o olhar.
Ao virar o corredor, o soldado surgiu.
Parou imediatamente.
O olhar caiu primeiro em mim… e depois nela.
Ficou imóvel.
Demasiado tempo.
A expressão mudou.
Rápida.
Surpresa.
Depois choque.
O corpo enrijeceu.
Ela também o viu.
Mas não parou.
Continuou.
Como tinha sido conduzida.
O soldado endireitou-se de imediato.
— Senhor.
A continência saiu quase automática.
Aproximei-me.
Sem abrandar.
Mas, quando passei por ele…
parei.
O silêncio caiu de imediato.
Virei ligeiramente a cabeça.
Olhei-o nos olhos.
Depois desci o olhar até ela.
E voltei a ele.
— Quem se porta mal… tem consequências.
A voz saiu baixa.
Fria.
Sem margem.
Fiz uma pausa.
Curta.
Suficiente.
— Aprende, meu rapaz.
Mantive o olhar por mais um segundo.
Depois virei-me.
E continuei.
A corrente voltou a arrastar-se pelo chão.
Atrás de mim, o silêncio ficou.
Mais pesado do que antes.
Subimos.
O ar mudou.
E, poucos momentos depois, chegámos ao quarto.
Abri a porta.
Entrei.
Puxei-a para dentro.
E fechei atrás de nós.
Abri a porta.
Puxei-a para dentro.
E fechei atrás de nós.
A corrente ainda arrastava pelo chão quando parei no centro do quarto. Mantive-a presa por mais um instante, observando-a ali, baixa, imóvel, à espera.
Depois aproximei-me.
Sem pressa.
Levei a mão à coleira.
Desprendi a trela.
E, de seguida, abri o fecho.
Retirei-lha do pescoço.
O gesto foi firme.
Sem cuidado.
Afastei-me um passo.
Ela não se mexeu.
Limitou-se a ficar.
Como se não soubesse o que fazer sem ela.
Observei-a.
— Tens cinco minutos.
A voz saiu fria.
Direta.
— Para estares pronta para mim.
O silêncio caiu de imediato.
Ela levantou ligeiramente o olhar.
Confusa.
Sem perceber.
Não expliquei.
Limitei-me a manter o olhar nela.
A pressão fez o resto.
Ela percebeu
Ou achou que percebeu.
E isso bastava.
— Cinco.
Afastei-me, e deitei-me sobre os lençóis na cama
O quarto ficou em silêncio.
Mas agora…
com tempo a contar.
Ela não se mexeu de imediato.
Ficou ali.
Como se a ausência da coleira tivesse criado uma dúvida nova.
Observei.
Sem dizer nada.
O tempo começou a contar.
Ela sentiu.
O corpo reagiu antes da mente organizar completamente.
Olhou em volta.
Rápido.
Procurando.
Tentando perceber.
Depois o olhar fixou-se no duche.
Parou.
Hesitou.
Mas não havia alternativa.
Começou a mover-se.
Devagar no início.
Ainda incerta.
Depois com mais decisão.
Caminhou até ao duche.
Parou à entrada.
Por um instante.
Como se esperasse confirmação.
Não veio.
Mantive-me onde estava.
A observar.
Em silêncio.
Ela entrou.
A mão procurou a torneira.
Rodou.
A água caiu.
O som preencheu o quarto.
Mas não quebrou a tensão.
Ela manteve os movimentos contidos.
Rápidos.
Sem método.
Mais preocupação em cumprir o tempo do que em fazer bem.
O olhar dela desviava-se de vez em quando.
Para mim.
Só por um instante.
Para confirmar.
Para perceber.
Eu não reagi.
Limitei-me a observar.
Imóvel.
A pressão fez o resto.
A água continuou a cair.
Os movimentos dela tornaram-se mais rápidos.
Mais apressados.
As mãos percorriam o corpo sem método, mais preocupadas com o tempo do que com o cuidado. O vapor começou a encher o espaço, mas não suavizou nada.
De vez em quando, olhava.
Rápido.
Para mim.
Como se procurasse sinais.
Não encontrou.
Mantive-me onde estava.
Imóvel.
A observar.
O tempo passou.
Difícil de medir.
Mas presente.
Sempre presente.
Ela percebeu.
E acelerou ainda mais.
Quando finalmente desligou a água, o silêncio voltou de imediato.
Pesado.
Saiu do duche.
A água ainda escorria pelo corpo.
Pegou na toalha.
Secou-se à pressa.
Movimentos desordenados.
Sem certeza.
Sem saber se estava a fazer o suficiente.
Ou se já era tarde.
Olhou para si.
Por um instante.
Como se tentasse perceber o que ainda faltava.
Mas não havia resposta.
Nunca havia.
Respirou fundo.
Endireitou-se.
E começou a caminhar.
Devagar no início.
Depois mais decidido.
Atravessou o quarto.
Parou a poucos passos de mim.
Imóvel.
O corpo ainda tenso.
A respiração ligeiramente acelerada.
Os olhos levantaram-se.
Só o suficiente.
— Estou pronta… meu senhor.
A voz saiu baixa.
Contida.
Mas desta vez…
havia algo diferente.
Não era só medo.
Era tentativa.
Era esforço.
Era a necessidade de acertar.
O silêncio caiu entre nós.
Mais pesado do que antes.
Porque agora…
era o momento de decidir se tinha falhado.
Ou não.
Observei-a por um instante.
— Muito bem.
Ainda deitado na cama Apontei.
— Para ali.
O olhar dela seguiu o gesto.
O espelho.
— No chão.
Pausa.
— De quatro.
A voz saiu fria.
Sem margem.
Ela hesitou.
Só o tempo suficiente para mostrar que ainda pensava.
Depois moveu-se.
Devagar.
Parou em frente ao espelho.
Baixou-se.
Ajustando-se como conseguia, pernas semi-abertas, joelhos a 90 graus, braços esticados.
Sem certeza.
Sem referência.
Ficou imóvel.
Os olhos evitaram o reflexo.
Por instinto.
Aproximei-me por trás.
Sem pressa.
— Olha bem.
Os olhos dela subiram.
Encontraram-se no espelho.
— O que vês?
O silêncio caiu.
Pesado.
Ela engoliu em seco.
Os olhos não saíram do reflexo.
— Vejo… a sua cadelinha… meu senhor.
Mas a voz saiu mais baixa.
Mais incerta.
O silêncio ficou no ar.
Pesado.
Imóvel.
Ela continuou a olhar.
Sem conseguir desviar.
O que via ali… não encaixava.
O corpo reconhecia.
Mas a mente recusava.
A imagem no espelho parecia distante.
Como se fosse outra pessoa.
Ela continuava imóvel.
O olhar preso ao espelho.
Foi então que percebeu.
Atrás dela, comecei a despir-me.
Sem palavras.
O som do tecido foi suficiente.
Os olhos dela hesitaram no reflexo.
Mas não desviaram.
Não conseguiam.
Cada movimento meu era visível.
Ela não se mexeu.
Mas já não estava imóvel.
Estava… presa.
Entre o medo.
E a incapacidade de fugir.
Aproximei-me novamente.
Agora mais perto.
A mão tocou-lhe nas costas.
Ela estremeceu.
Como antes.
Mas diferente.
Menos surpresa.
Mais antecipação.
Posicione-me atrás dela, agarrei-lhe pelas ancar e puxei-a
Até que o meu pau encostou ligeiramente a entrada da bucetinha dela.
-Pede para seres comida como uma cadela !
Ela estremeceu.
Os olhos dela ficaram-se nos meus pelo reflexo no espelho.
Não queria dize-lo mas sabia que não tinha alternativa .
- respirou fundo… ia falar, mas a voz falhou-lhe
- Voltou a inspirar e finalmente disse
- Coma a sua cadelinha senhor !
E nesse mesmo instante penetrei-a com força, arranhei-lhe as costas levemente, e fui penetrado ela assim de quatro.
- gostas do que vês ?
- sim, senhor …- saiu num tom mecânico enquanto o corpo balançava a cada penetração…
Estava cada vez mais excitado,
A imagem do meu pau a entrar e sair daquela bucetinha vermelha deixava-me louco.
Ela baixou a cabeça, como que se se recusasse a assistir ao que ali se passava.
Dei-lhe uma palmada no rabo… o som ecoou pelo quarto,
-olha para mim! Disse num tom seco.
- ergueu um pouco a cabeça
- Sim senhor
O reflexo devolvia-lhe a imagem completa.
Dei-lhe nova palmada no rabo, agora com força.
Os olhos dela serraram-se e toda a cara se fechou e soltou um aí….
- Gostas! Não gostas !
Não disse nada…
As minhas mãos subiram pelas ancas, percorreram o corpo dela até as maminhas.
Agarrei-as com força, espremi os mamilos até ela começar a gritar…
Deixei o meu corpo cair sobre o dela, ela não aguentou.
Caímos no chão.
Fiquei assim sobre ela, com as minhas mãos a aperta-lhe os mamilos….
Acelerei. Penetrava-a com mais força, mais rápido, ainda mais rápido até explodir…
3 jatos de esperma surgiram de mim, e encheram-lhe a bucetinha. Rodei sobre o corpo e fiquei estendi mesmo ao lado dela.
Olhos nos olhos.
- muito bem cadelinha…
Com os olhos em lágrimas, a voz tremula acabou por dizer
- Obrigado senhor.
Hesitou mas sabia o que se seguia…
Moveu-se e foi chupar o meu pau que começava a perder vigor.
Terminou rapidamente e ficou parada.
Sentou-se sobre as pernas sem saber o que fazer, sem ter um rumo …. A espera de uma indicação
Levantei-me calmamente, como sempre sem dizer nada
Passei os dedos pelo cara dela, pus a mão sobre o queixo, e sem apertar puxei-a, o corpo reagir logo, ficou de 4.
Sem falar comecei a caminhar e a traze-la comigo, como se a minha mão fosse a coleira dela, o meu braço a corrente… levai-a para o duche.
Ao entra no duche a minha mão puxou-a um pouco mais numa clara indicação para que ela se levantasse.
Abri a torneira e a água fria caiu sobre nós.
Dei-lhe um sabonete que estava na prateleira
- lava-me
Ela esfregou o sabão entre as mãos até ter espuma e espalhou-me pelo corpo, esfregou com vontade, queria fazer bem a primeira.
Passou levemente pelo meu pai, pelas minhas bolas, pelos minhas nádegas.
Ajoelho-se para lavar-me as pernas.
Olhava-me como quem pede aprovação, e eu fiz apenas um pequeno gesto, confirmado que estava bem.
Passei o duche pelo corpo,
Levanta-te, disse-lhe
Ao mesmo tempo desenrosquei o duche de mão fuçando apelas com um jato de água forte.
Apontei a bucetinha dela, para lava-la por dentro…
Aquele jato de água assumiu-a mas aguentou
- é assim que te tens de lavar!
Apertei o duche novamente, entreguei-lhe.
- acaba de te lavar.
Saí do duche, sequei-me, veto-me e saí do quarto.
Ela apenas percebeu quando o som da fechadura roubou duas vezes.
Voltei 10 minutos mais tarde.
Abri a porta e lá estava ela… no tapete sentada sobe as pernas a olhar para mim, e nessa hora senti um orgulho no meu trabalho.
Tinha uma cadela obediente.
Peguei nas duas taças, que tinas na mão.
Pousei-as no chão.
À frente dela.
— Come.
Não houve explicação.
Ela olhou.
Por um segundo.
Depois baixou-se.
E começou.
Devagar.
Sem vontade.
Mas sem parar.
O silêncio voltou a preencher o espaço.
Interrompido apenas pelos pequenos sons do gesto.
Quando terminou, afastou-se ligeiramente.&
Mantive-me ali.
Ficou imóvel.
À espera.
Observei-a por um instante.
Depois apontei para as taças.
— Não acaba aqui.
Pausa.
— Limpa.
Ela olhou.
Sem perceber totalmente.
Mantive o olhar.
— É tua obrigação.
Outra pausa.
— Tudo o que te dou… tratas.
O silêncio apertou.
— E agradeces.
Ela engoliu em seco.
— Obrigada… meu senhor.
Assenti.
Sem mais.
Ela aproximou-se das taças.
Pegou nelas.
Com cuidado.
Levantou-se o suficiente para as transportar.
Dirigiu-se ao duche.
Lavou-as.
Devagar.
Com atenção.
Como se aquele gesto simples tivesse mais peso do que parecia.
Passou água.
Uma vez.
Depois outra.
Sem pressa.
Secou-as.
Arrumou.
Voltou.
Caminhou até ao tapete.
Ajoelhou-se.
E ficou.
Imóvel.
À espera.
Observei-a por um instante.
Sem dizer nada.
Fui até ela, coloquei-lhe a coleira sem dizer nada. Prendia- a cama.
Depois virei-me.
Caminhei até à cama.
Sem olhar para trás.
Sentei-me.
Deitei-me.
O quarto mergulhou em silêncio.
Estendi o braço.
Apaguei a luz.
A escuridão caiu de imediato.
— Dorme.
A voz saiu baixa.
Sem necessidade de mais.
Do tapete, veio a resposta.
— Sim… meu senhor.
O silêncio voltou.
Mais profundo agora.
Mais fechado.
E, aos poucos…
o quarto adormeceu.
Se quiseres saber o que vai acontecer nos próximos capítulos diz-me