Macho pra Caralho! (Parte 01)

Um conto erótico de HS
Categoria: Heterossexual
Contém 1972 palavras
Data: 20/03/2026 16:58:01

Me chamo Haroldo Santana, mas me conhecem como HS. Muita gente me acha um canalha. Na família, entre amigos, nas minhas redes, o que não falta é crítica sobre meu estilo de vida. Mas vou bater uma real: que se fodam, ganho meu dinheiro honestamente e não devo nada a ninguém.

Se tenho um carro esporte o problema é meu, se frequento lugares exóticos quem banca sou eu, se minha coleção de relógios custa uma módica fortuna, ninguém tem nada a ver com isso.

Todo o ódio que descarregam sobre mim é inveja, coisa de gente que fica presa ao sistema em vez de ir à luta e virar a própria mesa. Se não trabalho como escravo pra ganhar merreca, é porque batalhei para conquistar meu espaço no mundo. Por isso, mimimi de babaca não cola em mim. Vira homem de verdade e faz seu corre!

Eu trato mal as mulheres?

Não, só dou a elas o que procuram e deixo claro de início que aqui não vai ter exclusividade. Nenhuma delas reclamou até hoje. É claro que pode pintar um clima quando a fila anda, minhas mulheres se acostumam à vida de luxo que ofereço, mas ressalto: nunca prometi nada a elas que não cumprisse, elas só ficam se quiserem e vão embora quando quiserem. Só não me enche o saco, senão mando pro caralho. Não conquistei tudo isso pra ficar escutando aporrinhação de vadia.

A última que mandei se virar foi a Camilinha, uma aspirante a influencer que se denomina “SexyCamy” nas redes – e vai dizer que isso não parece nomezinho de puta do Onlyfans?. Vê lá a página dela, enquanto estava comigo era vestido, festa, viagem, jantar e o caralho, e agora só posta frase de auto-ajuda. Coisa de mulher fraca que acha que vai “se reconstruir” depois de tomar um fora, copiando ideias de autores de filosofia barata. Os livros não vão ensinar nada além de mantê-la aprisionada ao sistema, ela devia ter aprendido quando estava comigo, mas desperdiçou a chance de crescer.

Quando a conheci no evento dos influenciadores, saquei que a loirinha ia ser minha assim que a vi. Eu estava no capricho, terno cinza italiano bem cortado, camisa social branca aberta o suficiente pra mostrar o peitoral, sapatos finos negros e o Rolex dourado no pulso, com a barba cerrada e o cabelo impecáveis. Praticamente um ser supremo entre os alfas.

Camilinha até que não estava mal, com um vestido perolado que ajustava na cinturinha e abria embaixo ressaltando os quadris, mas a parte de cima muito justa e aberta nas costas com um decote para mostrar os peitões de silicone a denunciavam, como se dissessem: aqui tem uma piranha atrás de uma rola pra bancá-la. Se tivesse olhos azuis talvez pudesse equilibrar fazendo carinha de anjo, mas os olhos eram cor de mel e isso só reforçava o ar de vagabunda a fim de se humilhar.

Fiquei observando e notei que vinha um idiota atrás do outro babar em cima dela, e a garota se achando. Tem homem que é burro, ainda não aprendeu como tratar uma piranha. Por isso, quando nos apresentaram, fiz questão de fingir desinteresse, indo logo conversar com outros caras. Mas dei um sorriso com o canto da boca e transpirei superioridade antes de me afastar, como se lhe dissesse: vagabunda, você pra mim é uma qualquer.

Não demora e lá estava ela, se acercando com o pretexto de querer entrar na nossa conversa. Olhei diretamente pra garota, como se arrancasse sua roupa ali mesmo, na frente de todos, e falei com a voz mais tranquila que tenho.

– Querida, traz um whisky com bastante gelo pra mim – tratando a loirinha como se fosse uma uma garçonete qualquer.

– Hein? – Foi tudo que ela conseguiu responder. Dava pra ver a confusão no rosto dela, ninguém ali a trataria assim.

– Whisky. Gelo. Agora – repeti como se estivesse falando com uma criança com dificuldades de entendimento, estalando os dedos a cada palavra para ajudá-la a fixar a ordem.

Camilinha duvidou por segundos, até sua cabeça conseguir processar aquilo. Depois deu as costas e afastou-se equilibrando sobre os saltos agulha. Nesse momento, ainda dei mais um reforço.

– Não esquece de caprichar no gelo!” – Ela estancou e olhou para trás na minha direção, ainda com um ar de dúvida, custando a acreditar que alguém estivesse tratando-a assim.

Os caras não entendiam o que tinha feito, uns pensavam que havia sido grosso com uma tesuda, outros que havia perdido a chance de conquistar uma deusa, mas estava seguro de que ela voltaria. Sério, quase ouvi aquela bucetinha encharcando quando a mandei buscar algo pra mim, doida por receber ordens de um macho de verdade em vez de ficar brincando com menininhos, feito uma gata com ratinhos assustados.

Quinze minutos, foi o tempo que levou para vê-la voltando com o copo na mão. Desconfiei, é claro, sua expressão era séria e a mão tremia, como se estivesse com raiva. Quando Camilinha se aproximou e estendeu o copo, os caras até se afastaram, achando que a loira ia atirar o whisky em mim. Mantive o olhar firme para ela e abri outra vez o meio sorriso, aquele de antes, dando a entender que ela não me assustava.

Ela congelou na minha frente, com o braço estendido e tremendo tanto que a bebida chegava a derramar pelas bordas. Porém, antes mesmo que se decidisse, tomei a iniciativa. Segurei seu pulso com a mão do Rolex dourado e peguei o whisky com a outra. Coloquei o copo numa mesinha sem soltar o pulso e voltei a encará-la bem nos olhos.

– Demorou muito, garota. Perdeu! – falei imperativo.

– Co… como assim? – Ela gaguejou surpresa com a minha reação.

– Pelo tempo que levou, o gelo derreteu e deve estar uma merda. Além do mais, tenho muitos compromissos amanhã, gravações. Já é hora de ir – respondi abaixando o braço e soltando-lhe o pulso.

Virei e me afastei com passos decididos. Há cinco metros virei e a vi parada ali, estática, com expressão confusa. Dei meu sorriso arrasador uma última vez, como um golpe de misericórdia para salvá-la da humilhação pública.

– Se quiser vir, é melhor se apressar. A Lamborghini não vai ficar esperando você, querida.

Retomei minha saída, agora com passos ainda mais largos e acelerados, sem voltar a olhar para trás. Já estava na porta quando senti sua mão segurando meu braço. Camilinha estava ofegante, precisou correr equilibrando-se nos saltos pra me alcançar. Nesse momento, ouvi o burburinho atrás de nós com minha saída abrupta tendo ela ao lado. Todos sabiam que a loirinha ia levar muita pica e que precisou se esforçar para conseguir isso.

A cara de surpresa quando ela viu o carro esporte… Talvez nem soubesse o que era uma Lamborghini, essa máquina feita para impressionar quem quer que seja. Pude ver que a loirinha até apertou as pernas, juntando os joelhos, tentando conter o tesão que o carro lhe provocava.

No caminho ela falava sem parar, enquanto eu acelerava rumo à cobertura do apart-hotel. Coloquei uma playlist de hip-hop estourando os ouvidos para demonstrar que não estava interessado em conversar. Essa era só mais uma estratégia para que a loirinha continuasse se sentindo inferior. O domínio exige disciplina, se der espaço e deixá-las à vontade, você perde. Mas não pode exagerar, mulheres frágeis são como bichinhos que se assustam fácil, então é preciso manter um equilíbrio incentivando-as, mesmo que marcando a distância. Por isso coloquei a mão na sua coxa fina, mantendo seu foco no que eu queria fazer: fodê-la inteirinha

Mal entramos e vi sua cara de espanto com a “gaiola de cristal”, como chamo a cobertura. A decoração minimalista, toda em branco e cinza, dá um ar de sofisticação ao lugar e a vista das luzes da cidade é algo cinematográfico. Quando aluguei aquilo, estava certo de que era exatamente o que procurava: um ambiente que transpira masculinidade e poder, de forma manter as mulheres psicologicamente presas, sentindo-se privilegiadas ao entrar e não desejando sair nunca mais. Por isso o nome que dei ao lugar.

Joguei as chaves no aparador de mármore displicentemente e me virei de surpresa para ela. Segurando-a pelo pescoço, fui levando-a até a parede de espelho do hall e colei meu corpo ao seu. Os olhos cor de mel se arregalaram, ela provavelmente queria gritar, mas não conseguia. Minha mão livre voltou a segurar sua coxa fina como a de uma boneca e foi subindo lentamente, levantando a barra do vestido até chegar na calcinha molhada, enquanto a olhava de frente com ar seguro. Camilinha tremia como uma presa entre as garras de um predador, incapaz de reagir.

Meti a mão na calcinha e desci, com os dedos grossos sentindo sua bucetinha escorrer ao mais leve toque, apertando propositalmente o grelinho da loira que já se assanhava todo. Mastubei a peituda ali mesmo, os dedos entrando e saindo entre suas pernas, ora rápido e ora devagar, mas sem perder a intensidade do toque, enquanto apertava seu pescocinho delicado. Ela respirava fundo e entrecortado, suas mãos se espalmaram no espelho da parede e seus músculos se puseram tensos até a última fibra, sentindo a pegada de um macho como ela nunca teve.

Antes que gozasse, com a loirinha quase no limite do orgasmo, tirei as mãos e coloquei nos ombros. Fui abaixando seu tronco até fazê-la ajoelhar-se ante mim, o que não foi difícil: a essa altura ela estava toda molinha, já sem nenhuma resistência, entregue ao meu desejo.

– Pega o pau e chupa, vadiazinha sem vergonha – falei pausadamente, com uma voz neutra e grave, dando uma ordem direta mas sem alteração, para demonstrar que seguiria no controle a noite inteira e que a ela não restava outra opção que atender-me.

– Mas… posso ao menos ir ao banheiro? Queria me preparar e…

– Pega o pau, coloca nessa boquinha e chupa, vadiazinha sem vergonha – repeti com a mesma calma, ainda retendo-a pelos ombros, como se não ouvisse nada do que ela falasse.

Desde cima, vi como ela suspirava resignada, abria o cinto e desabotoava a calça, abaixando a boxer até a rola pular em frente ao rosto, provocando um gritinho contido de susto com o tamanho daquilo. Vinte centímetros de rola nem é tanto, mas a grossura e a aparência das veias saltando impressiona qualquer mulher.

Camila começou a dar lambidas no pau e a colocar na boca, chupando só a pontinha, obediente. Percebi que ainda hesitava em engolir a rola, meio constrangida por estar sentindo-se dominada por um homem superior. Provavelmente ela estava acostumada a dar ordens e fazer exigências, quando maltratava garotinhos despreparados e sem virilidade na cama – mas isso acabava ali mesmo.

Coloquei minhas mãos em volta de sua cabecinha com os dedos enterrados nos cabelos loiros e lisos e comecei a mover a cintura, enfiando cada vez um pouco mais. Em segundos, já fodia sua boca com o pau enterrando fundo até cutucar a garganta, veloz e decidido. Camila apoiava as mãos em minhas pernas e fazia força para afastar a cabeça, mas já era tarde, puxei com força a garota e comecei a manter a pica lá dentro por vários segundos quando atingia o fundo, entrando na garganta, sem nem dar chance para que respirasse enquanto engasgava.

Adoro ver uma garota ajoelhada chupando pau, principalmente quando param de resistir e me deixam foder a boca, como se estivessem esperando acabar para conseguir beber um pouco de porra. É como um afrodisíaco que desperta meus instintos mais sacanas. Mas essa noite estava só começando, Camilinha ainda teria que passar alguns estágios para provar que era digna de estar ali comigo.

Que ela era uma piranha eu já constatara, mas será que estava à minha altura?

Bem, estava prestes a descobrir, quando a tomei pelos cabelos e a fiz vir engatinhando ao meu lado até a gigantesca cama redonda da gaiola de cristal…

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Comentários

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1º já pode pegar raiva do protagonista?

Kkkkkkkkkkkkkkk

Excitante sem dúvidas. Kkkkkk

2º Você está acompanhando duas series minhas em contas diferentes mas vou comentar a sua só com essa aqui para não fazer confusão tah?

😈🤷🏻‍♀️👀

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Amiga! Pode pegar raiva desde já, HS foi pensado para isso, ser odiado por ins e invejado por outros!

Outra conta? Qual? Fiquei encafifado, só tenho essa conta. Tem outro Bayoux por aí, ou algum perfil se passando por mim?

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Não meu amor. Quem tem duas contas sou eu. E você está acompanhando uma série de cada… kkkkkkk Achei que já tinha percebido, quase todo mundo que frequenta o vlog já me viu respondendo com a conta errada.

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Só disse que vou comentar sua série só com essa para não me confundir.

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Ah, entendi agora. Não fazia ideia, comecei a procurar outros autores pra ampliar meu conhecimento e acabei dando em outra conta sua. Sou só um pobre moço inocente.

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