Parte 17: Novos Começos

Um conto erótico de Le Conteur
Categoria: Heterossexual
Contém 763 palavras
Data: 20/03/2026 13:45:41

Um mês se passa, e o ar na casa de Sara fica carregado de silêncios. Rufus continua trabalhando com ela no negócio de artesanato – embalando bijuterias, atendendo clientes –, mas Gislaine o ignora completamente, virando o rosto sempre que ele tenta um "oi" ou um olhar. Entre ele e Sara, está estranho: pouco conversam, ela evita tópicos pessoais, respondendo com monossílabos e olhares distantes. Isso o atormenta, uma angústia crescente que o faz questionar tudo.

Durante suas folgas, Rufus agiliza os documentos para a faculdade – vai fazer Administração, animado com o novo ciclo. Até vê Gislaine por lá, no campus, resolvendo o lado dela (talvez outro curso, mas ele não sabe), mas ela continua o ignorando, virando o rosto e acelerando o passo, como se ele fosse invisível ou mesmo indesejável. "Ei, Gislaine… podemos conversar?", tenta ele uma vez, mas ela some na multidão, deixando-o com um vazio no peito.

Ao final de janeiro, na sexta-feira à noite – com a faculdade iniciando na segunda –, Rufus resolve agir. Chama Sara para um encontro: "Sara, vamos sair hoje? Tem um restaurante novo, bonito… só nós dois." Ela hesita, mas aceita: "Tá bom… vamos." O lugar é charmoso – luzes suaves, mesas com velas, música ao fundo –, mas a conversa falha no início. Rufus tenta: "E aí, como foi o dia? Tá animada com o ano novo?" Sara responde seco: "Foi normal… sim, animada." Silêncio. Ele insiste: "Sara, o que tá acontecendo? Você tá distante… a gente mal se fala. Isso tá me matando." Ela baixa os olhos, mexendo no guardanapo: "Desculpa, Rufus… é que eu tô me sentindo... mal. Apesar de tudo, destruí o primeiro namoro sério da minha filha. Gislaine mal fala comigo, e isso tá me deixando doida. E você… ver você desanimado, talvez desistindo de mim, tá pior ainda." Rufus segura a mão dela: "Ei, não é isso. Eu te amo, Sara… mas é você que tá me evitando. Me diz o que tá rolando de verdade."

Sara respira fundo, voz tremendo: "Eu não quero que você me traia, mas… me sinto velha pra você. Tenho 40 anos, Rufus! Você tem só 18… como eu vou dar conta de fazer um rapaz como você feliz? E se você se cansar? E se eu não for suficiente? Tô insegura ao extremo… me sinto culpada por tudo." Rufus a olha nos olhos, sério: "Sara, para com isso. A idade não importa pra mim – você é linda, forte, carinhosa… me salvou quando eu tava afundando no namoro com a Gislaine. Tô incomodado com ela me ignorando, sim, mas foi consequência das escolhas dela. Não muda o que sinto por você. Quero continuar… na verdade, quero oficializar." Ele pausa, coração acelerado: "Sara, quer namorar comigo? De verdade, sermos um casal?" Sara chora, lágrimas escorrendo: "Ah, Rufus… finalmente um bom homem me pede em namoro. Sim… sim, eu aceito!" Eles se beijam ali, na mesa – um beijo profundo, cheio de alívio e paixão, ignorando olhares curiosos. "Te amo tanto…", murmura ela. Rufus sorri: "Eu também. Vamos pro motel… comemorar."

Eles partem para um motel próximo, o quarto aconchegante com cama king e luzes quentes. Sara, safada, o empurra na cama: "Estava cheia de saudades de um namoro forte e dengoso com você… me faz gozar como só você sabe!" Rufus a despe devagar, beijando o pescoço, sugando os seios fartos e rosados: "Você é deliciosa." Ele lambe a boceta peludinha dela em missionário invertido, língua circulando o clitóris, dedos penetrando ritmado enquanto ela geme: "Ahh, assim… chupa sua namorada, vai!" Sara goza tremendo, sucos molhando o rosto dele. Trocam: ela cavalga no pau duro, rebolando devagar e acelerando, estocadas profundas que a fazem rebolar os quadris largos: "Mmm, que delícia… fode forte, meu namorado gostoso!" Rufus segura a bunda carnuda, batendo os quadris: "Toma pau, safada… você é minha agora! E eu sou seu!" Viram de lado, ele por trás, penetrando a boceta úmida com estocadas lentas que viram brutas, tapas ecoando: "Ahh, mais… me usa toda!" Por fim, de quatro, Rufus come o cu lubrificado dela, devagar e fundo, sentindo o anel apertado pulsar: "Delícia… goza no meu pau!" Sara grita: "Ahh, te amo… enche meu cuzinho!" Ele goza jatos quentes dentro, ela convulsionando em orgasmo mútuo, corpos colados e ofegantes.

No fim, Rufus a leva pra casa, os dois rindo e se beijando no carro. Chegando lá, encontram Gislaine na sala, de joelhos, chupando um rapaz que nenhum dos dois conhece – sugando voraz o pau duro, levemente menor que de Rufus, gemendo abafada. Ela para, surpresa, e o apresenta, voz desafiadora: "Esse é João… meu novo namorado."

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Comentários

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Está certo que o Gislaine provocou de uma certa forma isso tudo, mas sei lá, a coisa está muito louca. por exemplo a mãe dela não denonstra na minha opinião uma preocupação genuína de mãe que é capaz de sacrifícios gigantescos pelos filhos, de uma certa forma sinto a Gislaine abandonada, sei lá. estranho isso. Mas o conto é bom e intrigante.

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