Parte 16: Viradas, Orgias e Desabafos Dolorosos

Um conto erótico de Le Conteur
Categoria: Heterossexual
Contém 925 palavras
Data: 20/03/2026 09:11:20

No domingo à tarde, Gislaine chega em casa, a mala pesada e o rosto abatido. Encontra Rufus e Sara abraçados no sofá, assistindo a um filme leve de Natal. Eles se soltam rapidamente, levantando para recebê-la. "Oi, amor… que saudade!", diz Rufus, mas Gislaine dá um beijo rápido nele, quase mecânico, e um abraço apertado em Sara: "Oi, mãe… cheguei." Ela parte pro banho sem mais palavras, deixando um silêncio incômodo.

Eles não entendem o que poderia ter ocorrido – Gislaine não contara que a viagem fora cancelada. Passara o fim de semana na casa de uma amiga, após flagrar Rufus e Sara se declarando e transando. Visivelmente triste e distante, ela emerge do banho e comenta, tentando desviar: "O fim de semana foi incrível… transei muito, com as meninas e até com uns caras que apareceram." Mas sua voz tristonha contrasta com a história excitante, os olhos vermelhos traindo algo mais profundo. Rufus tenta: "Ei, amor… o que rolou de verdade? Você tá estranha." Ela se recusa: "Nada… só cansada." Sara observa, mas deixa quieto por hora: "Descansa, filha… depois a gente conversa."

Passados alguns dias, enfim chegaEles preparam tudo pra uma festa de ano novo – enfeites, ceia simples, fogos no quintal. Rufus diz, animado: "Quero passar a virada com minha amada namorada… vamos brindar juntos?" Gislaine o dispensa, fria: "Vou passar na casa de um amigo… te convidaria, mas sei que você vai recusar, pra não deixar a minha mãe sozinha." Rufus retruca, magoado: "É sua mãe, Gislaine… você deveria aproveitar momentos assim com ela também. Ela te ama." Gislaine responde com acidez: "Talvez ela te ame mais do que a própria filha." O ar fica pesado; Rufus balança a cabeça: "Esse ciúme é bobo… vou pra casa." Ele sai, confuso e ferido.

Mais tarde, chegando na casa de Sara, Gislaine já saíra. Sara comenta, preocupada: "Ouvi uns desaforos dela… não entendo o porquê. Será que ela suspeita que a gente… se ama?" Rufus suspira: "Suspeito isso também. Vamos atrás dela, Sara… acertar tudo. Ainda sou namorado dela." Sara aceita: "Tá bom… vamos."

Chegando lá, a porta aberta os faz entrar, achando que era uma festa comum de ano novo, aberta para quem quisesse entrar – mas não era. Encontram Gislaine nua, visivelmente bêbada, com uma marca de chupão roxo na coxa interna, fodendo com três rapazes enquanto uma amiga dela fodia com outros dois, trocando parceiros num caos de corpos suados e gemidos. A sala cheirava a álcool e sexo; Gislaine montava um cara no sofá, rebolando furiosamente na boceta úmida, estocadas profundas que a faziam gemer alto: "Ahh, mais forte… enche essa putinha!" Ao lado, sua amiga era penetrada de quatro por um, chupando o outro. Trocam: Gislaine vira de costas, sentando no pau grosso de outro, rebolando ritmada enquanto chupa o terceiro, saliva escorrendo pelo queixo, o pau pulsando na boca; os seios balançando, tapas na bunda ecoando. Em seguida, DP – um na boceta por baixo, outro no cu por trás, paus roçando internamente, levando-a a gozar gritando: "Ahh, dois paus… tô explodindo, caralho!" Havia uma certa raiva em sua voz. A amiga alterna boquetes e missionário, gemidos se misturando. Gislaine reclama visivelmente irritada, entre suspiros: "Enquanto traio meu namorado, ele deve tá fodendo minha mãe de todas as posições possíveis… cachorro safado!" Os meninos zoam: "Sua mãe é um tesão de mulher… quem dera a gente tirar uma casquinha também!" Isso deixa Gislaine furiosa; ela morde o pau de um, forte o suficiente pra doer: "Cala a boca!" Ele reage com um tapa forte na cara dela, derrubando-a: "Sua vadia louca!"

Nesse momento, Rufus intervém, separando os dois com um empurrão: "Ei, para com isso! Toca nela de novo e eu te quebro na porrada!" Sara, com o celular em mãos: "Filmei o tapa… vou chamar a polícia agora se não pararem!" O cara recua, puto: "Quem são vocês?! Saiam da minha casa, todos! Agora!!" Eles levam Gislaine consigo, após ela vestir a roupa desajeitada, cambaleando.

No carro, Gislaine diz, voz embargada: "Não me importo se você ama minha mãe… tenho paus à vontade pra mim!" Mas logo desaba no choro, soluços profundos. Após chegar em casa, corre pro próprio quarto, e Rufus e Sara vão atrás. Lá, Gislaine confessa, lágrimas escorrendo: "Eu vi vocês na véspera de Natal… ouvi tudo, as declarações de amor, o sexo. Eu... eu... tô arrasada, mas o que mais dói é que sei que eu provoquei isso com minhas atitudes. Eu mesma perdi você… eu sei que EU sou a culpada." Ela então vira para Rufus e decreta: "Acabou, Rufus… mas promete pra mim que não vai trair minha mãe. Vocês vão ficar juntos, né?" Ele, sério, responde: "Prometo." Isso a enfurece: "Seu idiota! Como pode ser tão fácil?" Sara a repreende, voz firme mas trêmula: "Você é inconstante, filha… precisa amadurecer. Cresce!! A vida não é só sexo! Procure entender o que é amar e ser amada de volta, respeitar a si mesma e quem te ama. Foi por isso que o Rufus ficou emocionalmente disponível… você o empurrou pra longe com suas traições constantes." Sara para, respira fundo, percebendo que desabafou demais – Gislaine ainda meio bêbada, olhos vidrados, nada responde. "Vai pro banho… vou fazer um café pra gente. Depois conversamos direito." - complementa Sara. Mas já dispara, decidida: "Eu realmente amo o Rufus e não abro mão desse sentimento." Por incrível que pareça, Gislaine diz, voz rouca: "Entendo… e sei disso." Ela entra no banheiro, batendo a porta forte atrás de si, o som ecoando como um ponto final doloroso.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 15 estrelas.
Incentive Alucardmaru a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários