39. A orgia

Da série Eu sou novinho
Um conto erótico de Mateus
Categoria: Gay
Contém 2625 palavras
Data: 03/03/2026 06:13:14
Assuntos: Gay

39. A orgia

Não sei de que cor eu fiquei, que cara fiz, mas Doug riu alto, gargalhou e disse que a química entre eles era incrível, mas não havia como ser um casal, Amon e Amós o odiavam, e ele nunca conseguiu preencher uma espécie de vazio, de solidão que Marcos deixou de ter quando começou a se apaixonar pela descrição que rodrigo fazia de mim, “Ontem ele me levou para comprar alianças de noivado, ele chamou Flávia, ela acabou de sair, para agilizar a documentação, ele vai te pedir em casamento, mas deve ser um rompante, não se assuste, eu sei que é assustador, mas ele vai desacelerar…”, ele se interrompe quando Ben chega com Marcos. Pizzas.

A gurizada estava entretida em desembrulhar os presentes com Magali, que anotava os nomes para fazer o agradecimento depois. Me sentei ao lado dela, a única mulher na casa, os funcionários limpavam a bagunça lá fora, olhei para a porta de vidro e os vi de um lado para outro, eles vieram de onde eu vim, me deu uma vontade de levantar e ir lá juntar sacos plásticos com copos descartáveis, “Tia Magali, eu pedi seu filho em casamento, mas eu sou um ninguém, eu podia ser feirante, camelô, entregador de iFood e não um pretensioso que acha que pode…”, ela pediu licença e me levou até a biblioteca.

“Quando o pai de Marcos me conheceu, bem… quando ele me conheceu eu estava com uma calcinha vermelha menor que a de uma fada, estava nua, só de calcinha e um cliente do bordel apagou o cigarro em minha coxa, ele se revoltou com isso e me tirou de lá e esperou dois anos e meio para poder casar comigo, pagou a meu pai pelo trabalho que eu não iria mais fazer, impediu que minhas irmãs fossem pelo mesmo caminho. Devo tudo a ele, mas não o perdoou quando ele bateu de cinto em meu menino, eu o cobri e lamentei cada golpe que pegou em meu garoto e não em mim. Não sinto orgulho de meu passado, mas não me envergonho. Quando ele começou a falar da ansiedade que tinha para poder te conhecer… golpe, meu filho é um idiota, e vai cair num golpe. Conhecer você foi maravilhoso, nunca pensei que alguém pudesse ser tão feliz quanto ele é agora. Mas eu acredito que os pequenos querem ir embora, e os grandes querem… Tem um mundaréu de homem lá fora! Já ouvi o suficiente das orgias gays de Marcos e Douglas, e esqueça, são como irmãos, mas sem ser irmãos. Não implique com ciúmes, ele falou da surubinha do meio da semana e amou. Mas vamos, depois conversamos.”

Saímos com a certeza de que ela era minha diva e eu vou viver para mimar Tia Magali, ela depois me contou que o marido deu tudo aos filhos do primeiro casamento, os órfãos desamparados para desassistir Marcos, e depois foi abandonado por eles, que ela virou amante do tio de Marcos, outro homofóbico, mas que para poder comer a esposa do irmão mais velho… e ela adorou, esse pelo menos tinha o pau duro, tinha pegada e forçou ela a dar o cu, que é maravilhoso, disse que como prostituta nunca pensou em mal algum ao casamento dele, uma vez que a esposa odiava sexo e só fazia por obrigação, mas ele se desinteresou dela a medida que ia apreciando Marcos como seu sucessor e bom pai pra seus netos, na medida em que a mãe não era boa mãe.

Foram embora e Galvão ficou. “Puta que me fodeu! Imaginar Renato como pai… tá, vai… de três? jamais! Mas… pensar em Caio como pai! E mais - bom pai, um cara carinhoso, preocupado, caralho… Marcos, te prepara para chamar os dois de paizinho, os dois vão dar uma surra de chibata na tua mãe, vão fazer tudo naquela boceta, parabéns querido, você agora tem irmãos que te amam.”

Marcos ficou em transe, sem palavras, Galvão chegou perto dele e o puxou para uma agarrada, abraço é pouco, chupou a língua de meu marido e levantou o braço, “Cheira o sovaco de teu macho e decora esse cheiro que é pra ficar com fogo quando sentir meu cheiro, vem cá, novinho, vem que titio veio da puta que pariu pra ver se aceita que você case”, eu me juntei aos dois, vi os outros se despindo, beijos acontecendo, o beijo de Galvão era maravilhoso como sempre, eu ainda ia brigar com ele por essa desaparecida, mas isso ia ficar pra depois, agora Marcos e eu estávamos segurando o pau dele por cima do jeans e alisando o rosto dele, o beijo a três, beijo Marcos e escuto Galvão dizer que ia levar uma surra de nós dois, chegou botando banca mas quem sabe das coisas éramos Marcos e eu.

Samuel me pega por trás e eu o sinto nu, ele me morde a nuca, “Sempre que você me chamar eu vou estar aqui.”, em segundos estou sendo descamisado, já beijei Galvão, Marcos, Samuel, Hélio e Rui, pego nas pirocas de todos eles, chamo Joel, não vejo Marcos, “Eu vou cuidar de você, Doug de Marquinhos, relaxe, você é a pessoa mais importante de minha vida.” Eu sabia, mas não era o meu hábito, geralmente sou sendo cuidado por Helinho ou Joel, como quem lê meus pensamentos, Sam manda eu deixar os dois aproveitarem, põe um objeto de metal em minha boca que logo em seguida entra no meu cu, o plug sempre me deixa tenso, nervoso, excitado, Marcos surge à minha frente, eu volto a beijá-lo, mãos me forçam para baixo e me ajoelho, uma rola preta bem grande bate em minha testa, o pau de Joel é o primeiro a entrar em minha boca.

Uma coisa eu tenho de admitir, o pau de Douglas é maravilhoso, outro judeu?, nesse caso a circuncisão foi por fimose, mas era um pouco mais fino que o meu e o de Mateus, mas não muito, era gostoso em grossura, mas era um jumento em tamanho, vinte pra ser exato, vermelha como a cabeleira cacheado de Douglas. Pausa para apresentar esse gostoso, ele é do tipo sedentário e displicente, tem até um pouco de tetinha, uma barriguinha charmosinha e bem pequena, zero pelos no corpo, mas uma penteada cheirosa da porra, cuzinho cabeludo, diferente da lisura de Mateus e Sam. Douglas tem um cavanhaque que se une às costeletas por uma faxina ruiva que ele chama de barba, uma boca fina como um traço que se abre como a curva de um rio, mamilo enorme em forma de elipse cor de goiaba e macio nos dentes, em resumo: lindo, professor de arquitetura, parece que todos os professores gays da cidade estão fodendo aqui em casa. Mas implica comigo e eu com ele, ele por ciúme, eu por ele ser uma versão mil vezes melhor que Fernando, mas lembra. Tudo bem, Marcos e Samuel também se irritam, por ciúme de mim, e porque era exatamente como ele que Marcos queria ser e não consegue, um herói de mangá coreano; e também usa óculos.

Douglas faz questão de ser o primeiro a me comer, carinhoso, “Tem que ser na maciota, amanhã é domingo e ninguém tem compromisso, todos aqui querem foder vocês dois até depois de amanhecer.” Foi com carinho, Joel matou saudade e me ajudou a dar uma mamada na rola de Galvão; meu marido chupava Samuel que me observava sempre, mas nem precisava, todos eram dedos, boca e pica, cu é pra levar chupada e dedada, foda anal só em Marcos e eu. Sentei no colo de costas para Galvão como ele mandou, ele mandou meu marido me chupar e atrás de Marcos, Rui lhe arrombava, “Mateus, a gente tem muito o que conversar, mas eu tô voltando pra casa, e quero ficar aqui, todo mundo está de boa com isso, mas depende de você, você e Marcos agora mandam em todos nós, eu tenho muito o que te falar, mas quero voltar pra casa. Goza, veadinho, que eu prefiro te comer depois que você goza”, Marcos segurava o braço de Rui e se aproximavam mais de mim, Marcos e eu nos beijamos, o pau dele encostou no meu e vejo Rui beijar Galvão, Marcos fala: “Eu quero todos vocês aqui, eu estou na casa de meu marido.

Ele recua, Rui não descola um instante daquele cu, pica de homem preto é grossa, imensa, dura e macia, o cheiro de homem negro é delicioso, Galvão meu pescoço e aquela barba enorme, a boca de Marcos no meu pau, desce para meus ovos e eu não estava mais aguentando, um anel no meu dedo, “Casa comigo!”, gozei gritando um urro, nunca em minha vida foi tão intenso, eu parecia ter tido uma convulsão, senti que morri de fato de prazer, mas o amor me trouxe para a vida mais uma vez. “Parece Benjamin, que gozada foi essa, amor?”, foi Helinho que perguntou lambendo minha barriga cheia de minha própria gala, Galvão goza, “Goza, Galvão, goza no cu do dono da casa que você vai morar pra sempre, goza com essa rola arrombadora nesse homem casado”, troquei a aliança de mão, “Não sou seu noivo, sou seu marido, só falta oficializar, sou seu homem, sou todinho seu”, Marcos goza em minha mão, eu levo a porra toda para a boca, minhas mãos sujas, sou deixado no sofá, Hélio me come, depois Samuel, meu marido é deitado a meu lado e a gente se beija e se namora quando uma pica não vem invadir a boca de um de nós, Galvão ao meu lado chupa o pau de Rui, diz que nem eu faria melhor, que ousado!

Em instantes todos já tendo gozado estamos aos beijos, alguém desliga as luzes e o que vemos é pouco conta com a luz da sala de jantar, Rodrigo está faxinando meu cu, sorvendo a porra de Galvão, dele mesmo e de não sei quem, eu sinto que não aguento mais, mas a energia retorna como se eu estivesse sendo engolido por uma onda, eu chupo o peito de Joel, meu marido está no outro mamilo, meu ex diz que nunca vai se separar de mim, nunca teve um sexo tão significativo quanto esse, me beija e fica de quatro, Rodrigo mete dentro de mim, Marcos come Joel, “Tô apaixonado por você, Joel, eu…”, Helinho não deixa a frase terminar, beijo, e em instantes lá estou neutro quicando na varanda de Rui, louco por uns tapas e maus tratos do negão, mas não acontece, o clima era doce, quente, intenso e brilhante como uma calda de açúcar que nos cobria. Chegou a gozar a segunda vez, agora dentro de Rodrigo com Samuel me fodendo, falo que o amo, que ele é meu marido porque eu não vou deixar de ser o viadinho dele nunca, “Goza dentro do cu de teu macho, goza veadinho!”, apago.

Um tapa grande em minha cara me desperta, “Acorda, não vou te foder inconsciente”, Samuel faz surgir uma terceira onda, picante, violenta, cheia de maldades que deixariam o Marquês de Sade orgulhoso de nós, meu pau fez o papel dele, não estaria mais comigo por hoje, Doug me beija e segura minha nuca, caralho, porque eu não consigo ter paz perto dele, essa vontade de conflito quem temos um com os outro… ele segura minha nuca e segura três dedos na minha boca, no fundo de minha garganta, tusso, choro, me agonio, ele recolhe minha baba e passa em sua pica longa, ele mete de primeira, lento e sem se importar com a recusa de minha garganta, nem chega ao fim, eu não consigo, tussa, Galvão elogia nós dois, pergunta se gostei me falo a verdade, “muito”, estou rebolando no pau de Samuel, Galvão enfia a piroca dele como Douglas fez.

Se na onda anterior tudo e todo mundo se misturaram, nesse ato a brincadeira era foder cu e boca de Mateus e Marcos. De momento a momento Samuel parava e me dava uma pausa para eu respirar, me beijava e conferia se eu estava bem e me dava um golinho de água. Marcos e eu nos beijávamos de vez em quando e começava novamente, eles ficavam conversando e namorando no sofá enquanto nós dois éramos arrombados por seus parceiros. Mordidas, ofensas, puxões de cabelo. Rui dizia que era meu mestre, eu corrigia que era meu mestre capoeira, na verdade quem manda e desmanda nele sou eu, “Bate na minha cara, negão”, ele m comia de frango assado, nem tocou em meu rosto, mas dava socos firmes, que eram inocentes perto da sua verdadeira força, murros nas solas de meus pés, os enfiava em sua boca, chupava meus dedos e cuspia na minha cara, “Veado, traiçoeiro, tá fazendo o amigo de corno”, ele me disse isso ao pé do ouvido, pensei na burrice de Murilo deixar Rui aqui para se divertir com esse bando de gays, merecia mesmo um chifre, uma coisa mesquinha e vulgar se apoderou de mim, meu marido e eu somos filhos de prostitutas que casaram que chifraram os maridos por excelentes motivos, somos autênticos filhos da puta e Rui merecia um veado que lhe desse o cu como eu estava fazendo, que lhe desse o que ele quisesse, ele me beijou e eu não resisti, gozei pelo cu e ele sentiu meu forninho, o calor que meu cu lhe deu, a contração violenta de meu anel, ele começou a gozar e tirou a pica de dentromde mim e despejou porra no meu corpo inteiro, alguém lhe sugere que ele mije em mim e ele nem pensa, direciona o primeiro jato para meu peito, eu seguro na cobra preta e abro a boca, “Você é meu macho, seu burro, tem direitos sobre mim, tem direito a isso”, ele desfaz meu sorriso com um beijo, que puta beijo… Joel lambe meu peito e se deita sobre mim, me fode me beijando e mordendo meus lábios, me dizendo absurdos, que me adora assim promíscuo, nojento e baixo, que isso mexe com o lado mau dele da mesma forma que me ver calmo lhe dá paz de espírito, eu quase estava dormindo com sua voz grossa, ele me hipnotiza, “Goza como gozou ainda agora, pra seu verdadeiro amor, goza”, gozo.

Joel me enche de porra e diz que por agora estava acabado, ninguém protesta, ele me pega no colo, “Benjamin, você leva Marcos para teu quarto e cuida dele. Samuel, obrigado por cuidar de meu amor essa noite, eu precisava desse descanso, mas agora Mateus volta a ser meu.”, eu não conseguia falar, um banco de plástico estava no box, Joel me levou como se eu fosse seu pai idoso, com cuidado, disse que ia doer, pôs a duchinha com cuidado e veio feio de dentro de mim, pensei em Marcos, ele disse que conversou com Ben e meu companheiro estava sendo tratado com o mesmo carinho e o mesmo amor.

Esponja, xampu, óleo, tudo o que era meu estava no banheiro dele, Helinho me recebeu com uma toalha maravilhosa, me enxugou e me deu um roupão, sentei na cama e ele me ofereceu uma salada de frango desfiado e um suco de maracujá, não comi, devorei, ele me ajuda a me deitar no meio da cama King, Joel está se deitando comigo, Hélio vai tomar seu banho, o telefone de Joel toca, Marcos está com o cabelo ainda úmido como o meu, sorri no peito cabeludo de Rodrigo, “Diz oi para Mateuzinho, amor. Estava querendo te ver antes de dormir, tchau, não se preocupe com ele, agora ele é sua outra metade, eu Ben vamos cuidar dessa parte como Joel e Hélio cuidam de você.”

Apaguei quando Hélio encostou o peito em minhas costas.

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