O Santuário do Desejo: A Libertação de Helena

Um conto erótico de Dante, o Massagista
Categoria: Heterossexual
Contém 2331 palavras
Data: 19/02/2026 03:17:21

O Sexlog é um oceano de amadores, mas Ricardo sabia exatamente o que estava procurando quando clicou no meu perfil. Ele não queria um "garoto de programa". Ele queria um arquiteto de sensações.

Ele queria realizar fantasia de sua esposa de uma forma diferente, dando a ela uma massagem, sem excitativas de sexo, sem ela imaginar que seria devorada por inteira além de receber uma massagem que ela nunca irá esquecer.

Nossas conversas duraram três dias. Eu fui o mentor da própria traição consentida dele.

— Alugue uma sala de massagem profissional — instruí. — Nada de hotéis baratos ou da sua casa. Ela precisa se sentir fora de órbita. O ambiente tem que cheirar a óleo essencial e expectativa.

Ricardo seguiu cada comando meu como um fiel.

— Não conte a ela quem eu sou. Deixe que o medo se transforme em tesão. Vende os olhos dela dez minutos antes do meu horário. E a regra de ouro: você assiste, mas não intervém. Você é o espectador do renascimento dela, não o protagonista.

Cheguei à clínica pontualmente. O silêncio do corredor era interrompido apenas pelo som abafado de um jazz baixo vindo da sala 4. Bati duas vezes — o sinal combinado. Ricardo abriu a porta. O rosto dele estava pálido, uma mistura de pânico moral e uma ereção que ele tentava esconder ajeitando a calça. O quarto estava na penumbra, cheirando a baunilha e ansiedade. Ricardo me esperava na porta, as mãos suando. Ele me pagou antes mesmo de eu entrar, um reconhecimento silencioso de que o que eu entregaria valia mais do que dinheiro.

— Ela está pronta? — perguntei, minha voz saindo baixa, quase um comando.

— Está. Vendada. Ela acha que é só uma massagem que eu contratei... ela não sabe que é você, Dante.

— Relaxe, Ricardo — sussurrei, passando por ele. — O que vai acontecer aqui hoje vai salvar o seu casamento ou destruir a mulher que você achava que conhecia. De qualquer forma, você vai agradecer.

Entrei. Helena estava deitada de bruços, a pele alva contrastando com os lençóis de seda negra. Eu conseguia ver a respiração curta dela. Ela estava nervosa. Ótimo. O nervosismo é o prefácio do gozo. A venda de cetim preto escondia seus olhos, mas não escondia o tremor nos lábios dela.

Aproximei-me sem fazer barulho. O Ricardo sentou-se na poltrona do canto, as mãos apertando os braços da cadeira. Ele queria ver. Ele precisava ver a esposa dele ser aberta por um homem que não tinha os dedos contidos pelo hábito do casamento.

Pousei a mão na base da coluna dela. Ela deu um sobressalto.

— Relaxa, Helena — eu disse, encostando os lábios perto do ouvido dela, sentindo o cheiro do seu perfume misturado com o calor da pele. — Eu sou o seu remédio hoje.

Minhas mãos desceram pesadas pelas costas dela, puxando o lençol para baixo, expondo a pele arrepiada até o início do rego da bunda.

— Hoje não há nomes. Não há obrigações. Só existe a minha mão e a sua pele.

Dobrei o lençol com um movimento seco, deixando-a totalmente nua diante dos meus olhos e dos olhos gulosos do marido. O cheiro de mulher excitada começou a lutar com o aroma de lavanda da sala.

Ouvi o gemido abafado dela contra o travesseiro. Eu ainda nem tinha começado, e o quarto já estava pesado com o cheiro do desejo dela transbordando.

O som do fósforo riscando foi o primeiro sinal de que o ambiente estava mudando. Helena não via nada, mas o olfato dela foi invadido pelo aroma de sândalo e mel que subia da vela de massagem.

— Sente isso, Helena? — sussurrei, deixando o calor da chama chegar perto da nuca dela, sem tocar. — É o fogo que você tentou apagar com a rotina.

Iniciei a massagem sensitive. Meus dedos mal tocavam a pele dela; eram como penas, uma eletricidade estática que percorria desde o calcanhar até a base do crânio. Eu não usava força, usava intenção. Cada vez que minha mão passava perto da parte interna das coxas, eu desviava no último segundo, subindo para o abdômen.

Ouvi a respiração dela mudar. De curta e nervosa para longa e faminta. Ela começou a arquear as costas, buscando o meu toque, implorando silenciosamente para que eu parasse de ser sutil.

— O seu corpo está gritando, mas eu ainda não dei permissão para você gozar — disse, inclinando-me sobre ela. — Olhe para ela, Ricardo. Veja como a pele da sua esposa reage quando um homem tira o controle dela.

Virei-a de frente. O lençol caiu. Ela estava exposta, os mamilos rígidos como pedras sob a luz da vela. Derramei o óleo morno da vela diretamente no plexo solar dela. Ela soltou um suspiro agudo, o corpo tremendo com o choque térmico.

Espalhei o óleo com movimentos circulares, descendo lentamente. Meus polegares pressionavam os pontos de tensão nos quadris, abrindo espaço, preparando o caminho. O cheiro de lavanda agora era sufocado pelo cheiro de sexo que emanava dela.

Só então, quando a resistência dela tinha virado pó, eu parei. O silêncio na sala era tão pesado quanto a ereção do marido na poltrona.

— Agora, Helena... agora o seu corpo vai entender por que você veio até aqui.

Deslizei minha mão, coberta pelo óleo quente e pelo suor dela, para o centro do seu desejo. Encontrei o clitóris pulsando, gritando por atenção. Quando enfiei os dois primeiros dedos naquela boceta encharcada, ela quase saltou da maca.

— Você está derretendo, Helena... — minha voz era um rosnado no ouvido dela enquanto eu trabalhava o ritmo lá embaixo. — Está molhada para um estranho na frente do homem que você ama. Isso te faz sentir uma puta, não faz? Diga para ele. Diga para o Ricardo o quanto você queria esse pau desconhecido dentro de você.

O gemido que saiu da garganta dela não era mais de uma esposa comportada. Era o som de uma mulher que tinha acabado de ser libertada de sua própria prisão.

A discrição de Helena morreu no primeiro espasmo. Aquelas mãos que antes agarravam a maca com força, buscando um resto de dignidade, subiram cegas, guiadas pelo instinto, e agarraram o meu pau por cima do tecido fino da minha calça. Ela apertava com desespero a cada toque que meus dedos davam na sua vulva.

— Isso, Helena... sinta o que você realmente quer — sussurrei, minha voz vibrando contra o pescoço dela, que exalava o cheiro doce do suor e da excitação.

O clitóris dela estava tão inchado, tão exposto, que não precisei de muito. No terceiro movimento circular, o corpo dela arqueou como se tivesse levado um choque. O primeiro orgasmo veio em ondas, um pulsar violento que fez o mel quente e viscoso escorrer pelos meus dedos, banhando minha mão.

Ela não conseguia mais gemer baixo. O som que saía dela era animal, cru.

Meus dedos agora entravam e saíam com uma facilidade obscena daquela boceta quente e ensopada. Eu não dei descanso. Encontrei o seu ponto G com um movimento em gancho, firme, técnico, letal. Helena perdeu o norte. Ela gozou de novo, e de novo, encharcando o lençol que antes a protegia e agora era apenas um pano sujo de prazer debaixo de uma mulher libertada.

No canto da sala, o som da respiração do Ricardo era um rosnado. Ele já estava com o pau na mão, descabelando-se, os olhos fixos no buraco da esposa sendo trabalhado pelos meus dedos. Ele gemia a cada contração dela, gozando mentalmente com a visão da própria mulher sendo destruída pelo meu toque.

— Olhe para ele, Helena — ordenei, puxando levemente o cabelo dela para trás. — Olhe para o seu marido enquanto eu enfio meus dedos no fundo da sua garganta e da sua boceta. Veja como ele adora saber que você é minha agora.

Eu retirei minha mão, brilhando com o suco dela, e levei até a boca de Helena. Ela abriu os lábios sem hesitar, chupando meus dedos, saboreando o próprio gozo enquanto eu abria o zíper da calça.

O meu pau saltou para fora, pulsando, apontado direto para o rosto dela.

— O Ricardo pagou pela massagem... mas você, Helena... você vai pagar pelo resto com cada centímetro desse seu corpo aberto.

A discrição de Helena morreu no primeiro espasmo. Aquelas mãos que antes agarravam a maca com força, buscando um resto de dignidade, subiram cegas, guiadas pelo instinto, e agarraram o meu pau por cima do tecido fino da minha calça. Ela apertava com desespero a cada toque que meus dedos davam na sua vulva.

— Isso, Helena... sinta o que você realmente quer — sussurrei, minha voz vibrando contra o pescoço dela, que exalava o cheiro doce do suor e da excitação.

O clitóris dela estava tão inchado, tão exposto, que não precisei de muito. No terceiro movimento circular, o corpo dela arqueou como se tivesse levado um choque. O primeiro orgasmo veio em ondas, um pulsar violento que fez o mel quente e viscoso escorrer pelos meus dedos, banhando minha mão.

Ela não conseguia mais gemer baixo. O som que saía dela era animal, cru.

Meus dedos agora entravam e saíam com uma facilidade obscena daquela boceta quente e ensopada. Eu não dei descanso. Encontrei o seu ponto G com um movimento em gancho, firme, técnico, letal. Helena perdeu o norte. Ela gozou de novo, e de novo, encharcando o lençol que antes a protegia e agora era apenas um pano sujo de prazer debaixo de uma mulher libertada.

No canto da sala, o som da respiração do Ricardo era um rosnado. Ele já estava com o pau na mão, descabelando-se, os olhos fixos no buraco da esposa sendo trabalhado pelos meus dedos. Ele gemia a cada contração dela, gozando mentalmente com a visão da própria mulher sendo destruída pelo meu toque.

— Olhe para ele, Helena — ordenei, puxando levemente o cabelo dela para trás. — Olhe para o seu marido enquanto eu enfio meus dedos no fundo da sua garganta e da sua boceta. Veja como ele adora saber que você é minha agora.

Eu retirei minha mão, brilhando com o suco dela, e levei até a boca de Helena. Ela abriu os lábios sem hesitar, chupando meus dedos, saboreando o próprio gozo enquanto eu abria o zíper da calça.

O meu pau saltou para fora, pulsando, apontado direto para o rosto dela.

— O Ricardo pagou pela massagem... mas você, Helena... você vai pagar pelo resto com cada centímetro desse seu corpo aberto.

Eu a puxei pelos cabelos, fazendo ela ficar na beirada da maca, fazendo ela engolir meu pau, centímetro por centímetro seus olhos, agora livres da venda que eu arranquei com um movimento brusco, estavam dilatados, e sua boca preenchida pelo meu pau, babando, salivando. Ela não era mais a Helena "esposa". Ela era apenas desejo em carne viva.

— Levante-se, Helena — minha voz era um comando seco. — Saia da maca.

Ela escorregou para o chão, os joelhos fracos, as pernas bambas. O corpo dela, marcado pelo suor e pelo óleo, brilhava sob a luz da vela, uma obra-prima da libertação.

— Agora — eu ordenei, apontando para Ricardo, que assistia à cena petrificado, o pau ainda pulsando na mão. — Vá até ele. Mostre ao seu marido o que eu ensinei a você. Mostre como uma mulher liberta agradece.

Helena virou-se lentamente, os olhos fixos em Ricardo. Um sorriso lento e selvagem começou a se desenhar em seus lábios. Ela engatinhou até ele, como um animal no cio, os quadris rebolando de forma lasciva a cada movimento. Chegou aos pés de Ricardo, que parecia não conseguir respirar.

Ela o olhou de baixo para cima, depois abriu as pernas, ajoelhando-se entre os pés dele. Seus olhos subiram até o pau do marido, que estava duro e dolorido de tanto ser negligenciado. Com um movimento lento, ela o segurou.

— Obrigada, meu amor — ela sussurrou, a voz rouca de orgasmos. — Obrigada por me dar esse presente. Por me permitir ser sua puta hoje. — E então ela o abocanhou com uma ferocidade que fez Ricardo gemer alto, as mãos e boca dela trabalhando o pau dele como nunca tinha feito antes.

Eu a observei. Minha rola pulsava, mas meu olhar era de um mestre satisfeito com a sua criação.

— Isso, Helena — eu disse, a voz cheia de autoridade. — Mostre a ele o quanto você é minha agora.

Enquanto ela sugava o marido com uma entrega total, eu me aproximei por trás, erguendo o rabo dela. A boceta dela estava escancarada, molhada, vermelha. Eu a penetrei sem aviso, sem hesitação, com a brutalidade de quem reclamava o seu território.

Helena soltou um grito abafado na rola do marido, o corpo dela tremendo entre os dois. Eu a estocava com força, sentindo a boceta dela me abraçar com uma voracidade que só uma mulher que tinha acabado de descobrir seu lado mais obscuro poderia ter.

— Você está sendo fodida, Helena — eu sussurrava no ouvido dela, enquanto o marido dela gozava na boca dela, e eu enchia o útero dela com minha porra. — Você é a nossa puta, a nossa vadia... E você adora cada centímetro disso.

Eu gozei fundo, sentindo minha porra encher o fundo de seu boceta, e o corpo dela se contrair em mais um espasmo. Retirei-me, deixando-a ainda ajoelhada, com o pau do marido na boca e meu orgasmo escorrendo de dentro dela.

Vesti minha calça com a calma de um rei após a coroação. Ricardo estava chorando, gozado, chocado, olhando para a esposa que agora o olhava com um brilho insano nos olhos.

— A sessão acabou — falei, minha voz cortando o ar pesado de fluidos e prazer. — O Ricardo tem o meu contato. Se você sentir que está "travada" de novo... ou se quiser sentir o gosto de ser uma puta para mim e para o seu marido outra vez... sabe onde me encontrar.

Saí da sala sem olhar para trás. Eu não sou um amante. Eu sou o Dante. E eu acabei de dar a eles o melhor pesadelo de suas vidas, e o presente que a libertou para ser a puta que sempre quis ser.

srcafajeste.sp@gmail.com

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