Andros planeta do prazer (GAY)

Um conto erótico de Alex
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 1190 palavras
Data: 18/02/2026 19:55:00

Em um planeta chamado Andros, habitado exclusivamente por homens, a sexualidade era o cerne da existência. Sem mulheres, a sociedade evoluíra para um paraíso de desejos masculinos, onde o prazer era moeda corrente, ritual diário e lei suprema. Corpos se entrelaçavam em praças públicas, academias e templos, com toques, beijos e atos intensos fluindo como ar. A hierarquia era baseada em funções: guerreiros protegiam, construtores erguiam, pensadores inovavam. Mas os doadores de prazer – aqueles nascidos com corpos sensíveis e erógenos – eram os mais venerados. Tratados como celebridades, eles recebiam privilégios: moradias luxuosas, alimentos refinados e admiração constante. Ser um doador significava ser desejado, idolatrado, o epicentro de orgias e festas onde sua submissão alimentava o êxtase coletivo. Alex, aos 30 anos, com sua pele branca lisa e um corpo definido de 1,70m e 70kg, era um desses ídolos. Seu pau de 20cm era notável, mas seus mamilos grandes, bicudos, rosados e eretos eram lendários. Ele sentia um tesão avassalador neles, uma fraqueza que o fazia implorar por toques que beiravam a tortura. Sua função: oferecer aqueles mamilos a clientes variados, de gentis a sádicos vorazes, transformando dor em delírio.Alex acordou cedo, o sol alaranjado de Andros iluminando o dormitório coletivo dos doadores, um palácio de mármore com camas king-size e espelhos por toda parte. O ar carregado de feromônios masculinos o excitou imediatamente, seus mamilos endurecendo contra o lençol de seda. "Outro dia de glória", pensou, sabendo que no festival mensal, os clientes – de jovens curiosos a veteranos cruéis – lotariam o salão. No banheiro, ele encontrou Marcus, o moreno alto com peitorais maciços e mamilos escuros, e Liam, o esguio novato com mamilos rosados salientes. "Ei, Alex, ouvi que os sádicos estão vindo em peso hoje. Prontos pra nos idolatrarem com dor?", brincou Marcus, passando óleo nos próprios mamilos. Alex riu, ajudando Liam a aplicar loção. "Somos os reis aqui, garotos. Eles nos adoram por isso." Liam assentiu, excitado: "Sim, mas aqueles coroa sádicos... eles não param até nos deixar marcados."A preparação era um ritual sagrado. Ducha fria para eriçar os mamilos ao máximo, óleo sensitivo para amplificar cada sensação, tangas mínimas que expunham peitorais e paus. Eles trocavam toques casuais, corpos definidos roçando, paus endurecendo em antecipação. No Templo do Toque, Alex se posicionou no buraco 7, estes buracos são como Glory Hole adaptados para encaixar peiotais inteiro e outros apenar os mamilos, alguns contam com buraco mais abaixo para enfiar o pau, pressionando o peito contra a parede, mamilos bicudos projetando-se para o salão. Do outro lado, clientes anônimos – guerreiros musculosos, pensadores intelectuais com fetiches ocultos, construtores rústicos – viam apenas carne: peitorais definidos, mamilos convidativos, paus pendurados.O sino soou, e o salão encheu-se de vozes graves, risadas, bebidas e cheiro de suor masculino. Os primeiros toques foram leves, quase reverentes – clientes gentis, talvez novatos ou admiradores devotos. Dedos suaves traçaram os contornos dos peitorais de Alex, pincelando seus mamilos com delicadeza, fazendo-os formigar de prazer. Uma língua quente lambeu o mamilo esquerdo, chupando devagar, como se saboreasse um fruto sagrado. Alex gemeu baixinho, seu pau de 20cm inchando, o tesão crescendo sem pressa. "Esses bicudos são divinos", murmurou uma voz jovem do outro lado, alternando chupadas leves com beijos. Ao lado, Liam suspirava: "Os meus estão sendo mimados... por enquanto."Mas conforme o salão lotava, os clientes mais intensos chegavam. Um homem de meia-idade, com mãos calejadas de construtor, apertou os mamilos de Alex com mais força, girando-os como botões. A sensação passou de prazer para uma queimação aguda, fazendo Alex arquear as costas. "Vou te fazer sentir, doador", grunhiu o cliente, torcendo devagar, esticando a pele sensível. A dor inicial era suportável, um sofrimento doce que enviava choques diretos ao pau de Alex, mas logo escalou quando unhas cravaram, arranhando os peitorais e beliscando os bicos. Alex ofegou, seus mamilos começando a inchar, vermelhos e latejantes.Então veio um sádico intermediário, voz rouca sugerindo um guerreiro experiente. Ele chupou com sucção violenta, dentes roçando, mordendo levemente no início. Mas a leveza durou pouco: uma mordida forte no mamilo direito rasgou a pele, sangue quente escorrendo. Alex gritou, o sofrimento lancinante – seus mamilos, judiados como alvos de flechas, queimavam como fogo. "Mais... por favor", pensou ele, masoquista nato, enquanto o cliente torcia o outro mamilo, puxando com sadismo, fazendo a dor irradiar pelo peito. Seu corpo tremia, suor escorrendo, pau pulsando apesar da agonia.O ápice veio com o mais sádico de todos: um coroa grisalho, corpo musculoso esculpido por anos de batalhas, piercings prateados nos próprios mamilos brilhando sob a luz do salão. Ele se aproximou, farejando a vulnerabilidade de Alex como um predador. Ao ver o peitoral exposto, seus olhos se fixaram nos mamilos já bem machucados – inchados, roxos e com um deles pingando sangue devagar, gotas vermelhas escorrendo pela pele lisa. Isso o deixou loucamente excitado; seu pau de 25cm, grosso e , ficou à mostra, endurecendo instantaneamente, latejando no ar do salão. "Olha só esses bicudos destruídos... já sangrando pra mim", rosnou ele, voz grave e autoritária, suas grandes bolas apertando de tesão, doendo com a intensidade do desejo.Começou com toques enganosamente leves – dedos traçando as marcas, língua circulando os cortes – mas logo revelou sua crueldade. Agarrou o mamilo esquerdo, o que já sangrava, apertando com força brutal, sentindo a carne sensível ceder sob seus dedos. Alex uivou de dor, o sofrimento excruciante: uma agonia profunda que fazia seu corpo convulsionar, lágrimas escorrendo enquanto percebia o prazer sádico do coroa crescendo. Quanto mais Alex sofria, gemendo e se contorcendo, mais o coroa se excitava – seu pau de 25cm pulsava visivelmente, bolas doendo de tesão acumulado, como se a dor alheia fosse combustível para seu fogo. "Seu sofrimento me deixa louco, doador", grunhiu ele, torcendo ainda mais, ampliando os cortes.Então, ele caiu de boca no mamilo direito, o que ainda não sangrava, mastigando e mordendo com voracidade animal. Dentes afiados cravaram fundo, rasgando a pele macia até cortar, o sabor metálico do sangue inundando sua boca. Alex berrou, o sofrimento atingindo picos infernais – seus mamilos judiados ao limite, latejando como feridas vivas, cada mordida enviando ondas de agonia que o faziam tremer inteiro. O coroa, enlouquecido pelo gosto, começou a sugar cada gota, chupando com sucção feroz, lambendo o sangue fresco enquanto alternava com mordidas no outro mamilo, prolongando a tortura. Seu pau babava pré-gozo, bolas inchadas de tesão sádico, o prazer dele alimentado pela destruição dos bicudos de Alex.Alex se contorcia no lado dos doadores, lágrimas de dor e tesão escorrendo. Seus mamilos estavam destruídos – roxos, inchados como uvas maduras prestes a estourar, com cortes profundos que queimavam a cada respiração. O sofrimento era insuportável, um abismo de agonia que o levava ao limite, mas o masoquismo o mantinha ereto, gozando em jatos quentes enquanto o coroa ria, prolongando a sessão com mais mordidas sádicas. Ao lado, Marcus e Liam gemiam em solidariedade, seus próprios peitorais marcados.No fim do dia, exausto, Alex se olhou no espelho: mamilos judiados, peitorais arranhados, mas o orgulho de ser um doador venerado brilhava em seus olhos. Em Andros, a dor era o maior presente, e ele era o mártir volun

tário.

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