Desde sempre eu fui bem próximo ao meu Pai Ricardo, podia tranquilamente dizer que ele era meu melhor amigo, eu falava sobre tudo com ele, passava todo tempo que podia com ele, eu admirava ele mais do que qualquer coisa no mundo, meu pai era um homem muito bonito embora eu nunca tenha pensado muito nisso, ele era branco, alto, cabelos castanhos, ele não era fortão mas também não era fraco, pra mim ele era o tipo de homem perfeito, o tipo de homem que eu desejava ser quando crescer, na minha adolescência anos podia se dizer que eu era uma cópia dele, branco, cabelos castanhos, embora eu ainda fosse um pouco magro e tivesse os meus 1,68 de altura, não sou de me achar mas também era um jovem muito bonito, minha vida mudou em uma certa noite onde fui dormir na casa do meu primo Mateus, que era um ano mais velho que eu, éramos muito próximos um do outro desde pequenos, tanto que minha primeira punheta foi ao lado desse meu primo, quando era mais novo, já fizemos mão amiga e de vez em quando até mamavamos um ao outro, mas nunca mais que isso, era de madrugada e como toda vez que passávamos a noite juntos, estávamos assistindo a um porno no celular dele enquanto a gente tocava uma um pro outro, não demorou muito pra gente gozar, a gente se limpou e estávamos nos preparando pra dormir, tudo normal, mas nos últimos dias eu sentia que tava mudando, tava me masturbando mais, tava acordando sempre de pau duro, tava com um tesão que não sabia explicar, eu sentia que precisava transar, mesmo que nunca tivesse feito isso antes, como meu primo era a pessoa mais próxima e íntima de mim, sentia que só podia ser ele, mas eu estava bastante tímido e com vergonha, então antes de agir, queria conversar com ele, na esperança que talvez ele mesmo tomasse a atitude, então quando a gente tava se preparando pra dormir eu perguntei
- Mateus, você já transou?
- transo desde mais novo, Léo, não sou virjao igual você
Disse ele enquanto ria
Eu já esperava isso, mas saber que meu primo, que tinha mais ou menos a mesma idade que eu já havia feito isso, me deixou ao mesmo tempo com inveja e com um tesão muito grande
- Acho que eu posso fazer isso agora também, já tenho quase a mesma idade que você
Ele só concordou, percebendo que a conversa ia morrer ali perguntei
- você teve sua primeira vez com quem? Eu conheço?
Nessa hora o rosto dele mudou, não sei por que, ele sempre foi um cara muito aberto e não tinha vergonha de falar dessas coisas, ainda mais comigo, então fiquei ainda mais curioso sobre isso
- qual é? Não vai me falar, foi um menino ou uma menina?
Ele continuou em silêncio, dava pra ver no rosto dele que ele tava nervoso e isso só me deixou mais curioso ainda
- cara me conta, por favor, eu bati minha primeira punheta com você mano, eu mereço saber pelo menos isso e não precisa se preocupar, não vou falar pra ninguém, nem te zoar se for alguém muito feio kkkkkkk
- promete?
Eu concordei com a cabeça
Ele ficou um tempo em silêncio, antes de dizer
- Foi com o pai
Eu congelei, achei que tinha ouvido errado ou que ele tava tirando uma com a minha cara, mas só de olhar no rosto dele, sabia que não era mentira
- Com o tio Luiz?
- Sim
Eu fiquei em choque, não sabia o que dizer, ficou um longo silêncio desconfortável entre nós até que ele disse
- que foi? Ficou com nojo?
- não, so fiquei surpreso eu acho
Eu realmente não tinha ficado com nojo, mas tava em choque, como assim? Eu já tinha notado que meu primo e meu tio eram muito próximos, mais do que os meus outros primos pelo menos, mas nunca tinha parado pra pensar naquilo, por que sinceramente a minha relação com meu pai era igual se não pior, com essa notícia, eu não sei o que deu em mim, mas eu fiquei duro na hora, só de imaginar, no meu primo que estava bem na minha frente, fazendo todo tipo de coisa com meu tio, o seu próprio pai, eu nunca tinha imaginado isso, mas despertou algo em mim
Eu logo comecei a perguntar mais sobre isso, com curiosidade, perguntei sobre como tinha sido a primeira vez, o que ele tinha feito, como tinha sido, meu primo que tava meio nervoso, vendo minha curiosidade no assunto, logo se soltou e começou a falar com detalhes tudo, eu ignorei tudo e tirei meu pau pra fora enquanto ouvia aquilo, bati outra punheta bem ali do lado dele enquanto ele continuava falando de como tinha sido, não demorou muito até que eu gozasse de novo, enquanto falava ele soltou algo que mudou completamente minha vida
- meu pai tambem disse que quando era mais novo transava muito com seu pai
Aquilo me deixou em choque, meu pai transava com seu próprio irmão, mas o que mexeu comigo foi que com toda essa conversa, após ouvir isso, comecei a pensar, e imaginar no meu pai transando, eu desde sempre admirava meu pai, mas pensamentos assim nunca tinham sequer passado pela minha cabeça, eu não falei nada então meu primo provavelmente não percebeu como aquilo tinha mexido comigo, um tempo depois finalmente nos deitamos e fomos dormir, mas eu simplesmente não conseguia tirar da minha cabeça a imagem do meu pai transando com meu tio
No dia seguinte meu pai veio me buscar ainda cedo, me despedi do meu primo e fui pro carro com meu pai, ele me perguntou como tinha sido, como eu estava, mas eu não conseguia nem olhar na cara dele, so de ouvir a voz dele, ainda continuava a imaginar meu pai transando, transando com um homem e não qualquer homem, com meu tio, seu próprio irmão, lembrando da noite passada não pude controlar e logo comecei a pensar em uma coisa, meu tio que tinha quase a mesma idade do meu pai e meu primo que tinha quase a mesma idade que a minha, dois homens, pai e filho, transando, comecei a me imaginar na mesma situação que meu primo, com todos os detalhes que ouvi na noite passada, me imaginando nesses cenários com meu pai, logo fiquei de pau duro, coloquei a mochila em cima das minhas pernas e tentava tirar aquilo da minha cabeça, o que eu tava fazendo? Imaginando meu pai me fodendo, o que ele pensaria de mim se soubesse disso? Mas também pensava, e se assim como meu tio, meu pai também me desejar? Esses pensamentos me atormentaram por todo o caminho até em casa
Chegando lá descemos do carro, meu pau tinha dado uma acalmada, embora ainda estivesse duro já não era tão visível assim, entramos e meu pai foi logo pro banheiro tomar banho pois logo daqui um tempo teríamos que sair, minha mãe já estava trabalhando, como disse antes, eu e meu pai sempre fomos muito próximos, não tínhamos pudor um com o outro, por mais que raramente ficassemos pelados na frente do outro, não tínhamos qualquer problema com isso
Eu sentei no sofá bem quando cheguei, e vi meu pai indo pro quarto tomar seu banho, ele deixou a porta aberta por isso pude ver ele se despindo pro banho, vi ele tirar sua camisa, sua calça e logo tirou sua cueca, o pau dele tava mole além de que eu já tinha visto ele pelado outras vezes, mas aquilo foi diferente , meu pai tinha o pau pesado, nunca vi ele de pau duro mas dava pra ver que era grande, era branquinho, eu chutava que tinha seus 19cm, meu pai nunca gostou muito de pelos pelo seu corpo então na maioria ele era totalmente depilado, mas ali em cima do seu pau tinha um tufo de pelo, o momento todo n deve ter passado de 10 segundos, mas aquilo mexeu comigo mais do que qualquer outra coisa que eu já tivesse visto na vida, ainda com os pensamentos pervertidos com meu pai e agora com essa cena na mente também, novamente fiquei com tesão, meu pau ficou duro instantâneamente, eu não conseguia pensar direito, tudo que eu queria agora era me despir e entrar no banheiro com ele e logo recriar todos os momentos que meu primo teve com meu tio, mas fiquei com medo e se meu pai não quisesse? E se ele ficasse com raiva de mim, e se ele nunca mais olhasse nos meus olhos, só pensar nisso me deixou totalmente paralisado, não sei o que seria da minha vida se qualquer coisa dessas acontecesse, mas eu não conseguia me controlar tava sentindo um tesão maior do que qualquer outro na minha vida toda, então tive uma ideia, já que eu não queria fazer nada diretamente, ia tentar algo indiretamente, decidi que ia bater uma punheta ali na sala mesmo, como eu e meu pai éramos muito íntimos, imaginei que o máximo que pudesse acontecer seria ficar um clima desconfortável entre nós, mas tudo bem
Logo eu tirei meus sapatos, meus shorts e fiquei só de camisa ali, meu pau tava duro igual pedra, eu devia ter uns 14cm, meu pau era branquinho tambem, não era muito grosso mas eu gostava dele, considerava ele um belo pau, não era peludao mas tinha até que bastante pelo ao seu redor, não demorou muito pra que eu começasse a massagear ele, ele tava todo babado, nunca tinha babado tanto assim, tava quente, comecei a punhetar ele ali sem pensar em mais nada, e caramba, acho que tava sendo a melhor punheta da minha vida, nem percebi e logo fechei os olhos e comecei a imaginar meu pai comigo enquanto batia punheta, imaginava seu pau duro, me imaginava mamando ele, lambendo aquela cabecinha rosa, me imaginava no chão olhando pra ele de cima, eu me perdi nos meus pensamentos, quando abri meus olhos dei de cara com meu pai parado na porta do quarto, ele tava com a toalha enrolada no quadril, com os cabelos ainda molhados parado me olhando, eu fiquei em choque, por mais que eu tivesse começado tudo aquilo imaginando essa cena, na prática foi meio diferente, mas eu tava com muito tesão, então mesmo com os olhos vidrados no meu pai agora, não consegui me segurar e continuei me tocando agora lentamente enquanto olhava pra ele, eu não sabia o que pensar, só aceitei tudo e continuei, até que meu pai disse
- tem hora que não dá pra segurar né?
Ele disse com um sorriso meio safado no rosto, ouvindo a voz dele, olhando pro seu sorriso, eu me senti leve, dei um sorriso genuíno e enquanto continuava a punheta disse
- tem hora que não dá mesmo
Nos dois começamos a rir alto, eu não sabia o que esperar, não demorou muito e meu pai veio andando na minha direção, mesmo assim eu ainda continuei o meu trabalho, ele logo chegou no sofa, eu levantei o rosto e olhei pra ele, ele então desamarrou sua toalha e a deixou cair no chão, liberando seu belo pau, eu não podia acreditar, meu pai tava ali, bem na minha frente, com seu pau duro, pulsando, a apenas alguns centímetros do meu rosto, eu queria cair de boca, queria me engasgar naquela pica, queria dar prazer pro homem que eu mais admiro no mundo e queria que ele fizesse o mesmo por mim, mas me segurei, ele então se sentou ao meu lado e começou a se masturbar ali mesmo, do meu lado, por mais que eu tentasse, não conseguia tirar meus olhos de la, estava hipnotizado vendo aquele movimento, vendo aquele pau pulsando e babando bem ali ao meu lado, foi meu pai quem me tirou dessa transe
- Vejo que puxou o pai ein? Da pra ver que vai ter um pauzao igual o meu
Eu fiquei envergonhado mas fiquei com mais tesão ainda
- Você acha que meu pau vai ficar igual o seu pai?
- Com certeza Léo, tá no sangue, quando tinha sua idade meu pau devia ter o mesmo tamanho que o seu
Com toda essa conversa, não demorou muito pra que eu gozasse ali, devo ter soltado uns 3 jatos de porra, nunca tinha gozado tanto na minha vida, minha camisa agora tava toda suja de porra, tinha um pouco no meu rosto, e voou até mesmo um pouco no meu pai, mas eu não liguei muito pra isso, ainda estava vidrado no meu pai ainda trabalhando ali do meu lado, ele deve ter percebido que eu tava gostando do que tava vendo e logo me perguntou
- quer tocar na do pai?
Eu quase pulei, olhei pro rosto dele, achando que ele tava tirando uma com a minha cara, mas dava pra ver que ele tava falando a verdade, tava surpreso e confuso, mas ignorei tudo isso é só acenei com a cabeça, logo eu peguei seu pau e envolvi com a minha mão, tava quente, pulsando, e a cabeça tava toda babada, eu deslizei meu dedo sob a cabeça espalhando um pouco da baba pelo resto do seu pênis e pude ouvir meu pai gemendo baixinho
-Aaahhhhh
Eu olhei pro rosto dele e dava pra ver que ele tava gostando daquilo, eu fiquei feliz, me senti meio estranho mas estava feliz, eu tava ali, dando prazer pro homem mais importante da minha vida, fazendo algo bom pra ele, algo que ele gostava, com esses pensamentos em mente continuei tocando ele, até que senti sua mão tocar meu rosto, ele olhava pra mim com um sorriso, e começou a deslizar sua mão sob meu rosto, eu não sabia por que ele tava fazendo isso, mas me senti melhor do que nunca, ele logo tocou no meu ombro e me aproximou dele de maneira que minha cabeça ficasse quase deitada em cima do seu ombro, ele então começou e dar beijinhos no meu cabelo e fazer carinho nele também, com toda essa situação e ainda tocando o pau dele, fiquei de pau duro de novo, ele percebeu e começou a tocar uma punheta pra mim, eu nunca fui de gemer, e já tinha até feito mão amiga com meu primo, mas ali, com meu pai, com aquela sua mão áspera tocando meu pau, não consegui me segurar e comecei a gemer baixinho tambem, não demorou muito pra que eu gozasse de novo, agora menos mas ainda assim, era gozo, vi que o pouco de gozo que tinha feito agora estava na mão do meu pai, ele logo tirou sua mão do meu pau e levou ela até sua boca, onde ele lambeu todo meu gozo, essa deve ter sido uma das cenas mais bonitas que eu já vi na vida, meu pai, ali, bebendo o meu leitinho, bebendo leite de algo que um dia foi seu próprio leite, eu agora sem vergonha alguma depois disso tudo disse
- Meu leite é gostoso pai?
- é sim filho, da pra ver que quando crescer vai ser igual o pai mesmo
Eu estava satisfeito, aquele ja era o melhor dia da minha vida, mas meu pai ainda não tinha gozado, a gente tava nisso a um tempão mas nem sinal dele ainda, com isso tudo, tomei um decisão que nunca teria tomado antes, eu soltei o pau dele e me ajoelhei na sua frente, olhei pra cima na direção de seu rosto, procurando algum sinal, queria saber se eu podia, se ele não queria, mas meu pai estava com aquele sorriso no rosto ainda, tomei isso como um sim e logo coloquei seu pau na minha boca, meu pai começou a gemer mais ainda, eu ignorei tudo e continuei meu trabalho, por mais que já tivesse mamado meu primo antes, meu pai tava em outro nível, aquele gosto forte, a grossura, o tamanho, era algo totalmente diferente, meu pai logo começou a mexer o quadril, indo pra cima e pra baixo enquanto fodia minha boca, eu me engasgava, meus olhos estavam lacrimejando, mas mesmo assim continuei, eu precisava, eu queria fazer isso por ele, ele que me deu prazer, precisava retribuir isso, precisava tomar o leite dele assim como ele fez com o meu, e então continuei mamando e mamando aquele pau, até que senti suas mãos na minha cabeça enquanto ele empurrava o máximo que conseguia o seu pau dentro da minha boca, logo ele soltou vários jatos de porra dentro dela, eu engoli tudo, como o bom filho que sou, demorei um pouco pra me estabilizar mas logo levantei a cabeça, tirando todo seu pau da minha boca, eu olhei novamente pra cima em direção ao seu rosto e ele tava olhando pra mim, começamos a rir alto, eu me apoiei em suas pernas e fui me levantando, quando em pé na frente dele, ele tocou nos meus quadris e me puxou pra cima dele de modo com que eu ficasse sentado no seu colo, fiquei um pouco assustado mas deixei pra lá, logo ali bem pertinho do seu rosto sentado agora no colo dele ele olhou pra mim e me deu um beijão, nunca tinha beijado assim, ele colocava sua língua dentro da minha boca, explorava cada canto dela, eu não sabia muito bem beijar, ainda mais de língua, mas tentava imitar seus movimentos, ficamos nisso por um tempo até que ele logo parou e eu me afastei do seu rosto, percebi que ele queria levantar então levantei do seu colo, e ele fez o mesmo do sofá, ele se virou indo em direção ao seu quarto, pegou a toalha no chão e continuou a andar, eu não sabia o que fazer, estava até um pouco nervoso com o que iria acontecer agora pra frente na nossa relação, mas ele logo parou e me chamou
- vem tomar banho filho
eu fiquei aliviado e muito feliz e fui andando atrás dele, depois daquilo nós não falamos nada sobre o que tinha acontecido, mas não por arrependimento, ou pra esquecer, simplesmente por que não precisávamos falar nada, no banho eu me senti como o garotinho de que ainda tomava banho com ele, ele lavou meu cabelo, lavou meu corpo, eu fiz o mesmo com ele, quando saímos do banheiro vi que já ia dar 11h da manhã, a gente se vestiu, meu pai pediu algo pra gente almoçar e tudo seguiu normalmente, após isso saímos de casa, meu pai me deixou na escola e seguiu pro seu trabalho, eu não sabia muito bem o que sentir após tudo isso mas sabia que minha relação com meu pai tinha mudado pra sempre.
Gente passando aqui pra falar que esse foi meu primeiro conto, não tinha experiência nenhuma com isso antes por isso espero que esteja aceitável pelo menos, acho que ficou muito grande mas eu pessoalmente gosto muito de contos com muitos detalhes então espero que entendam, como disse sou novo nisso e esse é literalmente meu primeiro conto, por isso aceito críticas e dicas para meus próximos contos, dependendo de como for esse eu escrevo uma parte 2 com os dois finalmente fudendo e outras coisas talvez.