Toda a verdade revelada

Um conto erótico de Bruninho
Categoria: Heterossexual
Contém 2294 palavras
Data: 18/02/2026 18:15:05

Muito tempo passou, Ana passou muitas vezes pelas mãos, bocas e rolas dos irmãos. Foram várias sessões de sexo entre eles e eu sempre olhando. Em algumas oportunidades cheguei a tentar entrar, mas em nenhuma de fato consegui participar efetivamente.

Jamais faria coisas que considero desinteressantes e humilhantes como maridos que lambem suas esposas depois do outro cara gozar dentro e tampouco tenho qualquer intenção com relação à um homem numa relação sexual. Meu negócio era ver a Ana, minha esposa, trepando com muito tesão. Esse é o meu fetiche. Freud explica.

Presenciei cenas inesquecíveis para mim, como Ana revesando duas rolas na boca, Ana dando o cuzinho, dupla penetração, e todas as posições possíveis. Vi Ana gozando como nunca tinha visto. Vi Ana se tornando outra mulher, conheci uma Ana que até então eu não conhecia e também me conheci profundamente.

Mas algo realmente me incomodava e excitava, absolutamente. Como Ana podia ter se tornado aquela mulher tão sexualmente ativa, tão liberada, tão decidida e, principalmente, como trepava com tanta maestria? Como Ana pôde dar seu cuzinho, até então para mim virgem, com tanta facilidade? Como uma mulher consegue, de uma hora para outra, fazer dupla penetração com tranquilidade, com segurança e domínio da situação?

E com o tempo, as coisas foram evoluindo de uma maneira tão sólida e pacífica, que respeitosamente pude colocar para ela essa minha inquietação. Ana sabia e sabe que tem a situação sob controle. Sabe que essa nova vida sexual nossa me arrebatou completamente, sabe que estou tão envolvido ou até mais que ela nessa descoberta, nessa aventura, que mudou nossas vidas. Já desconstrui completamente o ciúme em um nível tão alto, que só restou cumplicidade e confiança.

Portanto, Ana se abriu e me explicou que na realidade senpre se manteve sexualmente ativa. Fora do nosso casamento, exceto por alguns meses. Mas bastante emocionada em alguns momentos, se abrindo de corpo e alma me explicou que teve sua vida sexual iniciada por um primo. E que por muitos anos manteve relações sexuais com ele. Que mesmo quando estava namorando ao longo da sua vida, dava para o primo e que até os tempos atuais, claro que com uma frequência absurdamente menor, mantém contato sexual com o primo. Contou que na faculdade teve relações sexuais com vários colegas, tendo contabilizado, na foto de formatura, mais colegas que, pelo menos havia feito sexo oral, do que colegas que não teve nenhum contato sexual.

Contou que chegou a trepar regularmente com alguns professores ao longo de sua graduação na Universidade. Contou que em todos os ambientes de trabalho que frequentou, teve parceiros sexuais nesses locais. Emocionada, me explicou o peso de carregar essa aptidão, essa vontade e vocação para o sexo. Relatou diversos casos em que foi exposta, desrespeitada e até humilhada. Explicou, por exemplo, que no final da sua graduação tinha relações extremamente complicadas com as colegas mulheres da sala, com as namoradas e esposas dos colegas homens e que sua fama já era conhecida e falada abertamente.

Em um momento mais descontraído, Ana me explicou que instintivamente sabia quais homens seriam sexualmente interessantes para ela, que possuía uma capacidade quase mágica de identificar o dono de um grande pau. Explicou brevemente que o tamanho e grossura das mãos e dedos é um dos indicativos mais certeiros. Falou ainda sobre outros atributos físicos que denunciavam o porte que ela gosta em um homem. Mas falou, também, dos aspectos comportamentais e disse que quase todos os homens em cargos altos em empresas são dotados. Explicou que em todos os ambientes que trabalhou, durante toda a sua vida, trepou com superiores. Que descobriu nesse ambiente uma fonte de sexo inesgotável. Ana trabalhou em ambientes e negócios com predominância absoluta masculina em cargos altos. Que não conseguiu se manter incólume em nenhuma das empresas em que trabalhou.

Contou que um cara mais velho que conhecemos há uns 6 anos e que se aproximou muito de mim, era dotado de um pau impressionante e que com ele mantém relações até atualmente. Que já treparam mais, mas que ele era o melhor sexo anal que ela conheceu em sua vida. Falou sobre Paulo (jardineiro) e sim, eles já haviam trepado várias vezes antes do dia em que chamei ele para tomar uma cerveja lá em casa e eles treparam. Jurou que não conhecia o irmão dele.

Me contou com detalhes a primeira vez que transaram. Era verão, muito calor, e Ana já vinha abusando de vestidos justos e cada vez menores. Que reparava o quanto mexia com ele quando estavam a sós conversando. Que começou a fazer um café ou uma limonada e muito educadamente interrompida seu trabalho, convidando-o para uma pausa. Que cruzava pernas, agachava de costas para ele, usava de todos os artifícios e oportunidades para provocar. Que um dia, já com um clima de tesão mais do que instalado entre eles, mas sem nenhuma atitude ou ação efetiva, foi até o jardim para chamar para uma limonada e que se aproximou silenciosa e calmamente e que quando estava bem próxima dele, Paulo se virou assustado e que estava urinando no jardim. Com o susto e tentando guardar o membro, se atrapalhou e acabou molhando toda a sua bermuda. Eles caíram na gargalhada com a situação e Ana se prontificou a ajudar, oferecendo um banho e uma bermuda limpa. Subiram para o nosso quarto, rindo da situação e Paulo explicando que era bom para o jardim essa prática e tal. Ana explicou que no banheiro, mas ainda com a porta aberta Paulo tirou sua bermuda e cueca para colocar na sacola que Ana, safadamente, pegou para ele colocar a roupa suja, mas não lhe entregou. Ficou na porta do banheiro com a sacola aberta para ele colocar as roupas e disse para ele colocar ali, pois ela lavaria. Entendendo a situação, Paulo não titubeou, abaixando calmamente a bermuda e a cueca e sem esconder seu pau já engrossando e colocou na sacola. Ana disse que nem vou seu rosto nesse momento, pois só tinha olhos para o grande membro do Paulo. Paulo entrou no chuveiro e quando saiu só de toalha encontrou Ana nua na nossa cama esperando por ele.

Mas voltando no cara mais velho, seu nome é Carlos. Nos conhecemos, pois ele abriu um escritório perto de onde morávamos e ele uma vez me abordou querendo oferecer uma oportunidade de negócio. Fiquei interessado, chegamos a nos reunir umas três vezes, mas não deu em nada. No entanto, foi o suficiente para que ele conhecesse Ana e já naquela oportunidade percebi que se deram muito bem, mas não tive ciúmes, pois Ana sempre falou dele de uma forma como alguém absolutamente sexualmente desinteressante. Inclusive, riamos de algumas coisas que ele fazia e ou falava, pois achávamos ele muito chato. Mas de fato, tinha algo que nunca saiu do meu imaginário. No primeiro dia que conversamos mais, eu estava no carro dele indo ver uma área e ele me contou uma história de uma mulher que na época era casada, com quem ele teve uma relação complexa e longa, que levou ela a separar e tal. E em dados momento, contando como foi ele disse que estava rolando um clima entre eles e um determinado dia ele mostrou sua rola para ela em uma oportunidade e que depois disso ela não conseguiu mais parar de trepar com ele, até que seu casamento acabou e eles moraram juntos e tal. Eu já montei no meu imaginário essa cena umas mil vezes. Detalhe, conheço a mulher e é uma gata. Penso na segurança de um homem que para fechar uma sedução, simplesmente apresenta o pau e o poder da apresentação acaba com qualquer barreira. Que a apresentação do seu pau, levou uma mulher casada a entrar na mesma hora na rôla e se perder nessa relação a ponto de se separar. Na época entendi o recado. Mas achei que Ana teria até nojo de ter algo com ele e não sabia do poder que uma pica grande exercia sobre ela. Ledo engano. Ana me explicou que tudo começou um dia em que encontramos com ele no Clube em um dia de sol. Lembro desse dia. Foi uma surpresa realmente, pois não sabíamos que ele frequentava aquele local. Eles estava com seus dois filhos. São gêmeos que teve no seu primeiro casamento. Ana explicou que naquele dia ficou impactada com o volume na sunga. Segundo ela, não existe homem usando sunga que esteja ao alcance de sua visão e que ela não faça essa análise. E me contou que ele percebeu e que fez uma brincadeira nesse sentido falando só para ela algo mencionando seu pau e a bunda dela, que também é grande. Que riram e continuaram conversando na piscina enquanto as crianças nadavam e eu jogava bola e que em um momento em que ficaram sozinhos na piscina a troca de olhares levou a uma roçada dela no pau dele dentro da piscina e que isso foi como fogo e gasolina. Que na piscina mesmo ele se aproximou dela de pau duro em um determinado momento e roçou nela. Que ela se virou de costas para ele e sentiu o volume em suas costas, que passou a mão para trás e segurou a tóra. Que pararam por aí nesse dia, mas a pedra já havia sido lançada.

Em meio a tantas confissões não entendia porque Ana havia se casado comigo, exatamente um homem de pequeno dote! E quando entrei nesse assunto, Ana me revelou algo que não sabia que teria capacidade de absorver a informação. Ana explicou que com o passar da sua juventude e com o amadurecimento entendeu que precisaria buscar alguém com quem pudesse casar e ter filhos, algo com o que sempre sonhou. Que quando me conheceu já estava nessa busca e que me achou muito bonito, educado, engraçado, que sentia segurança ao meu lado, que sentia conforto. Que quando nos conhecemos ela já imaginava que não teria os atributos físicos que ela desejava e ela já sabia que seria difícil resolver esse problema. No entanto, o sexo era bom, segundo ela sou o melhor homem de pau pequeno com quem ela já trepou e que sempre gozou comigo.

Ana contou que quando estávamos namorando ainda trepou algumas vezes com amigos, com o primo e com um Executivo da empresa em que trabalhava. Mas que quando saiu a minha promoção e que com isso eu mudaria de cidade (na verdade de Estado), Ana entendeu que esse seria o melhor caminho para recomeçar sua vida. Que não suportava mais carregar toda a carga que seu comportamento sexual trouxe com o tempo. Que era muito desejada, mas também muito odiada. Que seu sucesso profissional em grande parte se devia a sexo. Que homens a usavam, pois sabiam que ela não resistiria a uma pirocona e que isso era uma fragilidade, que essas pessoas, com o tempo, acabavam perdendo o respeito por ela, que as relações ficavam complexas para ela e chorando desabou no meu colo, questionando porquê tinha que ser assim, porquê ela era assim...

Ainda se recuperando, me contou que quando decidimos nos casar e mudamos de cidade, que ela se comprometeu a mudar, a abandonar aquela vida de pistoleira. Mas que isso durou pouco mais de 2 meses. Que em uma viagem para visitar seus pais na cidade em que morávamos, trepou com aquele ex-rolo roludo dela (que falei sobre ele em um dos contos anteriores) e também com o primo. Primo este que conheci bem e mais pra frente entrarei noa detalhes. Me contou que quando voltou dessa viagem, pouco tempo depois, acabou dando para um professor de dança. Ana estava se adaptando à nova cidade, ainda sem trabalhar, e perto de onde morávamos havia uma escola de dança. Lembro realmente que Ana fez aula por uns 6 meses e subitamente parou com as aulas, que gostava tanto. Ana me contou que durante esses 6 meses rodou nas rolas e nas bucetas de quase todos professores e professoras da Escola de Dança. Que o sexo livre entre eles era uma realidade e que não conseguiu se conter. Que dali em diante, compreendeu que não conseguia mudar seu comportamento. Que sentia falta de pau grande, que não seria possível continuar trepando só comigo.

Mas chegou a um ponto de equilíbrio, mantendo um número menor de machos dotados em seu entorno e que não daria para homens que pudessem denegrir sua imagem e abalar sua reputação. Que passou a segurar mais seu ímpeto de abocanhar uma rola grossa e ter um tempo para conhecer melhor seus parceiros. Ser mais exigente com o comportamental também. Não só com a rola e com a trepada, mas transar com homens discretos. Segundo me explicou, os casados eram os mais adequados. E que, com isso, mudou também sua forma de agir no trabalho, encerrando esse espaço como um dos seus prediletos para caçar. Mas, conto depois, também falhou nessa promessa. Ana explicou que além do Carlos, dos professores de dança, na nossa cidade atual tem relações com um vizinho aqui do prédio (que conheço), com um médico e com o dono da empresa em que trabalha.

Diante de tudo isso, não sabia o que fazer, pois se era tudo muito difícil descobrir, se muitas vezes me senti mal e humilhado, ainda assim quando Ana contava cada detalhe, minhas ereções eram indisfarçáveis. Muitas das trepadas Ana me contava enquanto transávamos e eu não conseguia sequer segurar meu gozo. Como me revoltar e me rebelar por algo que me trazia tanto prazer, algo que não realidade eu sempre sonhei.

Acredito que esse relato pode acabar por aqui. A não ser que os leitores queiram saber mais detalhes das descobertas que tive. Aguardo comentários sobre o que querem saber.

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