Passaram 2 semanas e novamente esse casal (ver conto Brincando de puta 2) liga para marcarmos. Dessa vez Vera ligou.
Pediu uma tarde inteira, mas disse que só marcaria se pudesse me comer. Devo confessar que em nosso último encontro fiquei muito excitada com ela. Pedi um tempo para decidir e que ligaria de volta.
Desliguei o telefone e fui falar com Luiz, meu marido, que não só concordou, mas adorou a ideia. Marcamos a tarde do dia seguinte.
No horário marcado eu estava com uma camisolinha fina, de alças e uma micro calcinha branca aguardando quando toca a campainha.
Abro a porta e entram Vera e Jorge. Ele muito bem vestido e perfumado e ela com um vestidinho estampado, relativamente curto, de alcinhas, sem soutien.
Imediatamente Vera passa as mãos em meus ombros, fazendo a camisola cair aos meus pés, o que eu retribuo imediatamente enquanto nos beijamos como duas namoradas devorando as línguas uma da outra.
Com um sorriso, Vera fala para ajudarmos Jorge,até o momento mero espectador a tirar as roupas tb. Enquanto Vera tirava sua camisa , ajoelhei e comecei a tirar as calças, fazendo que seu pau surgisse duro na minha frente.
Senti as mãos de Vera agarrarem meus cabelos e forçarem minha cabeça para que eu engolisse tudo. Em seguida, ajoelhou-se atrás de mim e começou a apertar com força meus mamilos arrancando pequenos gemidos abafados por aquele pau socado na minha garganta. Eu sentia seus peitos contra minhas costas, duros, como que para marcar presença e os poucos pelos de sua buceta depilada contra minha bunda como se quisesse me penetrar.
Eu já começava a sentir o liquido pré gozo na minha boca quando ela me puxa pelos cabelos para a cama.
Deito de costas, minhas pernas dobradas e Vera imediatamente começa a chupar minha buceta enquanto Jorge mais uma vez trás o pau para minha boca. Nessa hora estava totalmente usada, Vera devorando minha buceta e Jorge socando com força o pau na minha garganta, eu engasgava, tossia e ele forçava cada vez mais. Uma vez mais não faltava muito para eu gozar quando Vera interrompeu falando para ele me comer que ela queria que eu a chupasse.
Ia ser a primeira vez que eu iria realmente chupar uma mulher, mas Vera não me deu muita opção montando em mim como se fosse fazer um 69 e empurrando a buceta encharcada na minha boca, ao mesmo tempo segurou minhas pernas puxando em sua direção me escancarando para Jorge. Quando ele se posicionou ela deu a ordem:
Come o cuzinho dela que eu quero ver.
Minha bucetinha se contraiu e molhou ainda mais de imaginar aquele pau grosso me rasgando. Na posição que eu estava não havia como deixar nada de fora. Relaxei e comecei a sentir a cabeça forçando a entrada, sem pena, com força, gemi alto, quase gritei mas a buceta de Vera abafava minha voz que se resumia a um miado de prazer.
Jorge enterrou tudo de uma vez arrancando um grito de minha boca, eu percebia Vera se divertindo me vendo ali, enrabada, esgarçada com aquele pau socando com força no meu cuzinho indefeso. Não demorou e Jorge acelerou os movimentos e esguichou sua porra toda dentro de mim, senti cada jato de porra me enchendo e gozei junto o que talvez tenha tambem acelerado o gozo de Vera, esfregando sua buceta na minha boca.
Caímos as duas uma para cada lado enquanto Jorge seguia para o banheiro.
Ainda não havíamos nos recuperado e Jorge sai do banheiro, já vestido, bota o dinheiro sobre a mesa e vai embora. Sem compreender bem falo c Vera:
Você não pediu para ficar a tarde toda?
Eu vou ficar, ele foi embora
(continua)