Maicon parecia estar se transformando mais a cada dia. A cada dia me sentia menos seu namorado e mais sua empregadinha que ele cominha o cu quando enjoavaaa das putinhas da rua. Ele não me ajudava mais a limpar a casa, fazer comida ou qualquer outra coisa tarefa que faziamos juntos. E por algum motivo eu estava amando aquilo.
Ele estava se tornando a cada dia mais dominador dentro e fora da cama. Quando queria que eu o mamasse apenas tirava sua pika para fora e esfregava na minha cara parecendo se divertir comigo completamente a mercê de suas invertidas. Sempre me contando enquanto eu engolia sua pica de 22cm o que tinha feito com a putinha da vez.
Me contou que pela manhã havia chegado um estagiario novato que não conseguia tirar o olho dele.
- E vc vai comer ele? - perguntei.
- O que vc acha? - falou me fazendo engolir sua pica inteira de uma vez - ele é bem novinho, deve ter uns 19 anos. Aposto que nunca calvagou numa piroca que nem a minha. Mas tenho que tomar cuidado, o Carlos é bem ciumento,, sabe?
- Quem é Carlos?
- É minha putinha lá no escritorio. Te falei da vez que ele me deu na sala de conferencia? - disse sorrindo enquanto eu engasgava mais uma vez - como ele a uns meses já. Ele é completamente doido por mim. Tinha que bloquear quando tava com você porque ele não parava de me mandar mensagem, mas agora que você já aceitou seu papel de corninho nem me importo mais.
- Você não vai me trocar por esse cara, né? - falei.
- Mas é claro que não, meu amor. O Carlos é muito ciumento, eu nunca conseguiria fazer ele aceitar que eu preciso comer outras putinhas. Fora que eu já tô enjoando do cu dele, só deixo ele me mamar porque fico com pena, sabe? Mas se eu fosse você capricharia nessa mamada viu? - ele me olhou nos olhos enquanto tentava engolir aquela pika toda de uma vez - porque aquele estagiario com aquela bundinha me deixou aceso de um jeito que você não tem ideia. Aposto que consigo comer ele em menos de uma semana e na hora que começar a rasgar aquele cuzinho vou transformar ele na minha putinha.
- Nada me impede de ser sua putinha junto com ele - falei em seguida.
- Ah sim que eu gosto - falou enquanto me puxava para um beijo - é hoje que seu amigo vem jantar com a gente?
- Sim, eu disse para ele para chegar umas 19h - ao terminar de falar ouvi o som da campainha - acho que deve ser ele.
- Nossa, já tô de pau duro, sente só - falou colocando minha mão sobre o voume da calça - tô doido para comer esse puto.
- Você quer atender a porta, já que já tá tão animadinho? - perguntei para ele.
- Não, não, pode atender - falou me dando um demorado beijo, mas uma vez a campainha tocou - eu vou tomar um banho.
Me direcionei a porta imagindando o que aconteceria depois daquilo. Meu amigo realmente cederia ao Maicon ou tentaria ser fiel a mim. Não sabia o que esperar e ainda sentia duvidas se deveria ou não atender as portas. No fim o corpo não mente. A cada passo que dava sentia que mais duro eu ficava.
- Oi, amigo, tudo bem? - disse o João assim que abri a porta - eu trouxe vinho, sei que você não gosta muito, mas meio que já virou costume, sabe?
- Nossa, não precisava - falei, analizando a garrafa, "é o vinho preferido do Maicon" pensei - pode entrar, a comida tá quase pronta, você quer sentar ali enquanto espera?
- Amor, você viu aquele meu short azul - Maicon apareceu na sala apenas usando uma cueca branca, o volume de seu pau mesmo mole fazia uma montanha entre suas pernas. Uma toalha repousava sobre seu peito quase sem pelos. Eu não conseguia parar de admirar, e nem o João - Oi, cara, como você tá? - falou estendendo a mão para ele.
- Eu tô de boas e você? - falou após se recompor.
- Também - falou. Seu volume aguardava na frente da visita, como um prato pronto para ser engolido - você viu meu shortes?
- Meu bem, ele deve tá na segunda porta do guarda-roupa - falei, após fingir estar pensando onde estava.
- Vou olhar lá - falou.
Meu amigo parecia estar tentando se recompor da visão do corpo do meu namorado. Não era sempre que havia possibilidade de ver um homem como ele ao vivo.
- E como tão as coisas? - perguntei, por fim.
- Ah, estão indo bem, só os estresses da vida diaria sabe? - falou.
- Sei sim, aqui é do mesmo jeito, sabe? - comecei - minha faculdade e o trabalho do Maicon estão nos consumindo, principalmente o trabalho dele, esses ultimos tempos ele vem chegando cada vez mais tarde em casa.
- Serio, amigo? - perguntou.
- Sim, por um tempo até desconfiei que tava rolando alguma coisa, sabe? - fingi falar baixo - mas acho que não tem como. Ele sempre chega em casa com um fogo que você não tem ideia.
- Ah, se é assim, você não tem com o que se preocupar - falou meio decepcionado.
Quando conversavamos sobreo Maicon ficar com pessoas conhecidas uma coisa sempre ficava claro. Nós não queriamos que eles soubessem que eu sabia o que estava acontecendo, pois pensavamos que assim poderia acabar com toda a graça que era ver meu namorado conquistando cada uma das putinhas sedentas pela pika do meu namorado.
- Você já quer comer? - perguntei.
- Não prefere esperar seu namorado - perguntei.
- Ah, eu já vou colocar o prato dele - falei - Amor, você quer para eu ir colocando seu prato? - gritei em direção ao quarto.
- Sim, por favor! - me surpreendi com o "por favor", a dias não ouvia essas palavras sendo direcionadas a mim, apenas recebia ordens que deveriam ser obedecidas prontamente.
- Vamos então?
A cozinha era um corredor estreiro com um balcão virado para a cozinha, a medida que nos serviamos Maicon apareceu. Ele não estava duro, mas ainda assim seu pau fazia volume sobre short verde fino. Ele se aproximou de mim pelo espaço um pouco apertado e propositalmente roçou no João ao meu lado. Vi ele colocando as mãos em volta da cintura do meu amigo que agora pareciam da grossura de uma folha de papel em contraste às mãos gigantes do meu namorado que por tantas vezes pressionaram meu corpo contra seu pau, mas que agora faziam o mesmo de maneira quase imperceptivel com aquele que chamava de amigo.
Senti a respiração do João falhar e um sorriso malicioso brotar no rosto do meu namorado que agora tinha a confirmação que precisava para seguir em frente.
- Meu bem, não falei que ia te servir? - falei.
- Só queria ver o que você tinha preparado, Pedro - seu tom o posicionava como dominante - vou esperar na mesa, me leva água também.
- Meu amor, você não prefere o vinho que o João trouxe - perguntei.
- Ah, não sabia que tinha vinho - falou sorrindo para o João - pode ser vinho então.
- Pode deixar - não veio um "obrigado", assim como não veio um "por favor".
Servi primeiro ele e deixei sua comida na mesa. João parecia me observar procurando entender o que estava acontecendo. O clima parecia ter mudado e voltava a sentir que nossa casa era o palacio do meu namorado.
- Pode se sentar, amigo. Eu já tô indo - falei enquanto servia duas taças de vinho.
- Você não vai tomar, amigo? - perguntou.
- Melhor não, amanhã eu tenho prova e vou ter que dormir cedo - vi Maicon ri de canto de olho.
Quando ele foi se sentar, Maicon, chamou João para sentar ao seu lado. A mesa pequena e redonda permitia que as cadeiras ficassem praticamente coladas. Eu estava pegando fogo, mas sobre o olhar do meu amigo apenas fingi não ver nada enquanto levava meu proprio prato.
Durante a noite, o papo rolava sem parar entre os dois me deixando a cada momento invisivel. Eu parecia apenas um telespectador assistindo ao encontro de duas pessoas.
- Pedro, você pode tirar os pratos, você sabe como me incomoda - falou. Durante a noite, ele não me chamava por qualquer coisa que pudesse ser confundido com carinho.
- Tá bom, meu amor - e me pus a tirar todos os pratos. João me olhava de cima a baixo.
(Vou colocar dentro da narração também os fatos que o meu namorado narrou para mim depois).
- Você quer ajuda? - perguntou, João.
- Não precisa, amigo, eu adoro lavar louça hahaha - fingi ri. A medida que tirava os pratos sentia ficar mais duro a cada momento.
- Pois é, acho isso muito estranho mas adoro não precisar lavar louça, então nãao reclamo - disse meu namorado, colocando a mão sobre a do meu amigo e levando até seu pau. Por instinto, meu amigo tentou tirar a mão do monstruoso volume que emergia sobre o short, mas antes que conseguisse, Maicon usou o outro braço para traze-lo ainda mais para perto.
- Você tá doido, seu namorado tá bem ali - cochichou meu amigo de forma quase inaudivel. O peso da mão do Maicon que pressionava o pulso do meu amigo contra sua pica fez João aos poucos ceder e começar a apalpar toda a extenção.
- Cala a boca e bate uma para mim rapidinho - disse meu namorado tirando a pika para fora. João apenas obdeceu deslumbrado pelo mastro grande, reto e cabeçudo do meu namorado - Pedro, amanhã a sua prova é de quê? - perguntou ele enquanto recebia uma mão amiga.
- Farmacocinetica, meu amor - falei.
- Vai ser dificil? - perguntou.
- Sim, demais. O professor é praticamente um vampiro que quer roubar nossas almas - na hora, não sabia o que estava acontecendo, mas sabia que ele queria ficar mais confortavel, então fingi um bocejo e disse - nossa, eu tô morto.
- Nossa, Pedro, tá muito tarde - falou - você não quer dormir aqui hoje, João.
- Eu prefiro, o uber vai estar muito caro uma hora dessas.
- Bom garoto, só por isso vai ganhar um leitinho bem quentinho hoje - falou meu namorado no ouvindo de João.
- Meu bem, então vou deixar vocês conversando e vou dormir, tô completamente exausto.
- Tá bom, Pedro, quando EU terminar aqui eu vou pro quarto - disse enquanto puxava João para o encontro da sua pica.
Nesse momento, João já se via ajoelhado frente ao mastro do Maicon.
Continua...