NOTA DO AUTOR:
Desculpem a demora pra lançar este capítulo, achei que poderia acabar ele mas acabou ficando muito grande e dividi em 2, estou colocando também o conto com imagens no site vizinho e logo vou começar a colocar no meu perfil do inst @dr.jakyll6 páginas onde encontrar imagens explícitas além de capítulos extras. Tenham uma boa leitura, espero que gostemRenato:
Meu nome é Renato. E nesta manhã de quarta-feira, acordei com uma sensação estranha, um vazio no peito que não sabia explicar.
Olhei para o lado. Isabella estava dormindo, enrolada nos lençóis, o cabelo loiro espalhado no travesseiro. Linda. Perfeita. Mas algo me incomodava. Eu não lembrava de quando ela tinha chegado em casa ontem.
Tentei puxar na memória. Eu tinha bebido vinho, esperando por ela. Uma garrafa inteira, talvez mais. Ela tinha dito que ia ajudar algumas alunas com um projeto. Não especificou quais alunas, nem de que projeto se tratava. Lembrei de ter ligado para ela umas três vezes. Ninguém atendeu.
A última vez que olhei o relógio, eram quase onze da noite. Ela não estava em casa. Bebi mais um pouco. Depois disso, só lembrava de ter deitado no sofá, a cabeça pesada, o celular na mão.
Acordei aqui, na cama. Com ela ao meu lado. Levantei sem fazer barulho. Fui até a cozinha. A garrafa de vinho estava vazia na mesa. Meu celular também estava lá, caído no chão. Peguei. Havia três chamadas não atendidas para ela. Todas antes das onze. Depois disso, nada.
Ela não retornou minhas ligações. Não mandou mensagem.
Tomei um café preto, forte, tentando clarear a mente. Fiquei olhando pela janela, para o jardim do bebê, para as flores que plantei com tanto carinho. Algo estava errado. Eu sentia. Mas não sabia o que.
Vesti o terno, preparei a pasta, escrevi um bilhete rápido: "Amor, fui trabalhar. Te amo." Beijei sua testa antes de sair. Ela nem se mexeu. No escritório, não consegui me concentrar. Fiquei olhando para a foto dela na mesa, aquela do nosso casamento. Ela sorrindo, linda, pura. A mulher que eu escolhi.
Peguei o celular. Disquei o número da escola dela. O Liceu Elegante.
— Liceu Elegante, bom dia.
— É o Renato, marido da Isabella Oliveira. Queria saber como foi o projeto dela ontem com as alunas.
Silêncio do outro lado.
— Projeto, senhor?
— Sim. Ela disse que ia ajudar algumas alunas com um projeto. Não sei especificar qual.
— Sinto muito, senhor Renato, mas a Dona Isabella não veio trabalhar ontem. Ela ligou de manhã cedo, passando mal. Disse que não poderia dar aula.
Meu coração parou.
— Passando mal?
— Sim, senhor. Com alergia, segundo ela. Avisou que não viria ontem nem hoje.
— Entendo. Obrigado.
Desliguei. Fiquei olhando para o telefone, as ideias girando na cabeça. Ela não foi trabalhar. Disse que estava com alergia. Mas me ligou horas depois, dizendo que ia ajudar alunas. E não atendeu minhas ligações a noite toda. Onde ela estava?
Liguei para a casa da minha sogra.
— Alô?
— Dona Marta, bom dia. É o Renato. A Isabella está aí?
— Não, Renato. Ela não vem aqui há dias. Por quê?
— Nada, não. Só queria saber se ela tinha passado por aí. Obrigado.
Desliguei. Minhas mãos tremiam.
Onde ela estava ontem?
Passei o resto do dia em branco, os processos na minha frente, a mente longe. Quando o relógio marcou seis, levantei e fui para casa. Precisava olhar nos olhos dela. Precisava perguntar.
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Isabella:
Acordei com a luz forte entrando pela janela. O corpo doía. Cada músculo, cada junta, cada parte de mim parecia ter sido usada além do limite.
Meu nome é Isabella. E naquela manhã, acordei na minha cama depois de uma noite que ainda ecoava em cada pedaço da minha pele.
Minha boceta latejava com uma lembrança quente, ainda meladinha de porra. Meu cu ardia com uma dor que era quase boa, a pele esticada de tanto ser usado. Minha bunda grande ainda guardava a marca vermelha dos tapas da noite anterior, cada marca um lembrete das mãos dele. Meus peitões pesavam, doloridos de serem apertados, mordidos, espremidos.
Sentei na cama devagar, sentindo cada movimento como uma redescoberta do meu próprio corpo. Minhas pernas grossas tremiam quando coloquei os pés no chão. Meus lábios carnudos estavam inchados de tanto beijar, de tanto morder. O cheiro dele ainda estava em mim — não apenas na pele, mas impregnado na boca, no cabelo, na alma. O cheiro do homem que tinha me possuído por horas a fio.
— Que vida é essa que eu tô levando? — pensei, enquanto me arrastava para o banheiro.
Olhei no espelho e quase ri. Estava uma bagunça — cabelo loiro colado no rosto, batom vermelho borrado em volta da boca, marcas roxas espalhadas pelo pescoço, descendo pelos meus peitões, manchinhas roxas nos quadris, nas coxas. O crucifixo ainda pendurado, um detalhe quase irônico naquele quadro.
Passei a mão na barriga lisa, depois na bunda grande, ainda dolorida de tanto tapa. No chuveiro, a água quente ardia na pele sensível. Pensei na noite anterior. Na ousadia. No perigo. No prazer.
— Será que toda mulher tem isso dentro de si? — Essa vontade de se perder, de se entregar?
Ou era só eu?
A resposta veio sozinha. Não importa. É meu. É onde eu sou livre.
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Ouvi a chave na porta e meu coração acelerou.
Renato entrou, largou a pasta e me olhou. Ele estava diferente. Cansado, sim, mas havia algo nos olhos dele. Uma dúvida que não existia antes.
— Isabella.
— Renato. Pensei que você fosse voltar só mais tarde.
— Saí mais cedo. Não tava conseguindo trabalhar direito. — Ele veio até a mesa, sentou na minha frente. — A gente precisa conversar.
— Sobre o quê?
— Sobre ontem. Sobre esses dias todos. — Ele me olhou nos olhos. — Onde você estava?
Respirei fundo. Era a hora.
— Renato, você já sentiu que tem uma parte de você que nunca mostrou pra ninguém?
Ele franziu a testa.
— Como assim?
— Uma parte que fica ali, escondida, com medo de sair. Com medo do que os outros vão pensar.
Ele pensou por um momento.
— Acho que todo mundo tem isso.
— Pois é. Eu tenho. E ela tá cansada de ficar presa.
— Presa como?
Deixei o silêncio pairar.
— Lembra das nossas últimas noites? Quando eu mando em você? Eu sendo mais... safada?
Ele corou ligeiramente.
— Lembro.
— E você gostou?
— Gostei.
— Pois é. Isso é uma parte de mim. E tem mais.
— Mais?
— Eu descobri um lugar. Um retiro espiritual. Lá eu posso me encontrar, me entender. Foi onde eu estava ontem.
Ele balançou a cabeça.
— Retiro espiritual? A que horas? Porque eu liguei, Isabella. Liguei várias vezes.
— Não podia ter celular. É imersão total. Faz parte. Tive que pegar a última vaga as pressas e fui.
— Imersão total até onze da noite? Me passa o nome desse retiro.
— Até quando precisar. — Mantive a calma. — Renato, eu tô descobrindo quem eu sou. Você não quer isso pra mim? O nome do retiro é Toca da Loba *menti* depois te passo o link do site.
Ele me olhou por um longo tempo. Vi a dúvida nos olhos dele. A desconfiança.
— Quero. Mas isso tá estranho. Você nunca falou disso antes.
— Porque eu mesma não sabia. — Peguei na mão dele. — Escuta. Eu sei que parece estranho. Mas confia em mim. Duas vezes por semana. Terças e quintas. É o que funciona. Você não vê como estou mais viva Renato?
Fingi um choro.
— Achei que fosse me apoiar.
Disse enxugando as lágrimas. Ele suspirou.
— Amor, não fica assim, obvio que te apoio, sempre, você é minha vida. Duas vezes por semana? Fora de casa até tarde?
— É o que a terapeuta recomenda. Pra quem tá num processo profundo de autoconhecimento.
Silêncio. Depois:
— Terapeuta? Que terapeuta?
— Uma mulher incrível. Especialista nisso. Renato, eu tô mudando. Tô me encontrando. E você vai se beneficiar disso também. Nossas noites... você viu como tão diferentes. Como tão melhores.
Ele pensou. Mexeu na aliança no dedo.
— E você acha que isso vai fazer bem pra gente?
— Tenho certeza. — Apertei a mão dele. — Vai fazer bem pra mim. E o que é bom pra mim é bom pra gente. Você não acha?
Ele me olhou. Hesitou. Depois suspirou.
— Se é o que você precisa...
— É. E você vai ver, Renato. Vai valer a pena.
Ele não sabia, mas aquela conversa era a primeira peça de um jogo muito maior. E eu tinha vencido.
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### A Rotina da Puta e da Santa
As semanas seguintes foram um exercício de equilíbrio. Uma dança entre duas realidades que eu precisava manter separadas a qualquer custo.
**Nas terças e quintas**, eu era a puta.
Acordava cedo, preparava café, beijava Renato na porta e o acompanhava até o carro para sua ida ao trabalho.
— Bom trabalho meu amor, hoje estarei no retiro, não estranhe se eu não te responder e chegar tarde.
— Ok amor, estou com muito trabalho, aproveita lá, quero ver depois o resultado em... aliás você já me enviou o link?
— Acho que sim amor, chegando lá dou uma conferida nas mensagens, beijos te amo.
Sai às pressas pra dentro de casa sustentando a mentira enquanto escutava. — Também te amo Bella.
Ele acreditava. Sempre acreditava.
Assim que ele saia a esposa se escondia e a puta assumia. Eu já ia vestida de puta. Micro shorts apertado que marcava minha bunda grande, o tecido enfiado entre as nádegas. Top minúsculo que mal segurava meus peitões, os biquinhos quase escapando pelas laterais. Salto alto que fazia minha bunda balançar a cada passo. Maquiagem carregada, batom vermelho vivo, cabelo loiro solto balançando. E o crucifixo sempre no pescoço, balançando entre os peitos a cada movimento.
Atravessava o jardim rebolando, sem vergonha, minha bunda grande mexendo de um lado pro outro, meus peitões quicando dentro do top minúsculo. Sem ligar se algum vizinho via pela janela. Quem sabe algum deles batia uma punheta me vendo passar. Aqui só tinha velho gagá, era um condomínio de rico e a maioria era idosos no fim da idade.
Quando entrava pela porta dos fundos da casa dele, ele já estava esperando.
— Tô aqui — anunciava.
Ele me olhava de cima a baixo, os olhos percorrendo meus peitões, minha cintura, minha bunda grande, minhas pernas grossas.
— Gostosa. Gostosa pra caralho.
Ele me puxava pelo crucifixo, me jogava no sofá, e a noite começava.
Mudei todo meu guarda-roupa. Comprei saias curtas demais que mostravam a metade da bunda quando eu me curvava. Tops que eram quase tiras, meus peitões quase pulando pra fora. Shorts jeans tão pequenos que o tecido sumia entre minhas nádegas. Lingeries que eram mais fio do que tecido, rendas pretas e vermelhas que mal cobriam meus peitos.
Valério adorava me ver desfilar.
— Assim mesmo. Tem que andar igual puta na rua. Os homi tem que olhar essa bunda grande balançando, esses peitão pulando.
**Nas segundas, quartas e sextas**, eu era a santa.
Acordava cedo, fazia café, ia pro Liceu. Ensinava elegância pras meninas com o corpo ainda dolorido, com a marca das mãos dele na bunda, com o gosto dele na boca.
Mas algo tinha mudado nas minhas aulas.
— A elegância não é sobre se esconder — eu dizia, andando entre as carteiras, minha bunda ainda dolorida balançando dentro da saia midi. — É sobre ocupar o espaço que é seu. Sobre ser quem você é, sem pedir desculpas.
Meu olhar demorava mais nas alunas. Minhas mãos ajustavam suas posturas com toques mais demorados, meus dedos deslizando pelas suas costas, pelos seus ombros.
Clara, a moreninha de óculos, me olhava com atenção. Começou a usar saias mais curtas. Passou batom vermelho um dia.
— Professora, a senhora acha que fica bem?
Ela estava com uma saia que marcava sua bunda pequena, uma blusa mais decotada. Meu olhar desceu pelo corpo dela.
— Fica. Fica muito bem, Clara. Mostra o que você tem.
Mariana, a loira tímida, começou a falar mais alto. A sentar de pernas cruzadas mostrando mais as coxas. A usar tops que mostravam seus ombros.
Beatriz, a ruiva, apareceu um dia com um short jeans tão curto que quase mostrava a bunda. Quando ela se curvou pra pegar o caderno, eu vi a renda da calcinha aparecendo.
— Beatriz, isso é adequado pra escola?
Ela corou. Mas eu sorri.
— Mas fica bom em você. Só não conta que eu disse isso.
Larissa, a rebelde, usava batom vinho e tinha uma postura de quem não pedia licença. Ela me encarava nas aulas, como se quisesse me desafiar. Suas roupas eram sempre mais justas, mais ousadas.
Um dia, depois da aula, ela veio falar comigo.
— Professora, a senhora é diferente.
— Diferente como?
— Sei lá. Antes a senhora era mais... certinha. Agora parece que tem um brilho. Um segredo. Seu corpo parece mais solto, mais... sei lá.
Quase ri.
— Todo mundo tem segredos, Larissa.
— É. — Ela me olhou de um jeito estranho, os olhos percorrendo meus peitos, minha cintura. — A senhora deve ter uns bem bons.
Elas estavam mudando. Todas elas. E eu sabia que tinha culpa nisso.
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**Com Renato**, eu continuava o jogo. Toda noite que ele estava em casa, eu assumia o controle.
No começo, era sutil. Um comando aqui, uma ordem ali.
— Hoje você vai me chupar até eu mandar parar.
Ele se ajoelhava na minha frente, a língua deslizando entre minhas pernas, eu segurando seu cabelo, arqueando minha bunda grande no sofá.
— Hoje você vai ficar deitado enquanto eu monto no seu rosto.
Ele obedecia, eu sentava no seu rosto, minha bunda grande cobrindo sua cara, minhas coxas grossas apertando sua cabeça enquanto ele me chupava.
— Hoje você vai gozar só quando eu deixar.
Ele obedecia. Sempre obedecia. Eu via seus olhos implorando, via seu corpo tremendo, via o suor escorrendo enquanto ele segurava o orgasmo por minha ordem.
E aos poucos, fui percebendo: ele estava mudando, ele também tinha um lado escuro que estava guardado.
Não era mais o Renato que eu conheci. Havia algo nos olhos dele agora. Uma submissão que ele escondia, mas que transbordava nos momentos de intimidade.
Com o tempo, fui ficando mais ousada. Mais sádica.
— Não goza ainda. Eu não mandei.
Ele tremia. Suava. Segurava. Seu pau pulsando, prestes a explodir.
— Agora. Goza agora.
Ele gozava com um gemido de alívio e prazer, o corpo inteiro tremendo.
— Isso. Assim que eu gosto. Meu cachorrinho obediente.
Ele aceitava. E pedia mais.
Cheguei a amarrar seus pulsos na cama com gravatas. Vendar seus olhos com uma lingerie minha. Usar objetos que Valério me ensinou.
— Relaxa — eu dizia, vendo ele tremer de prazer e medo, meu corpo nu sobre o dele, meus peitões roçando seu peito. — Relaxa e goza pra mamãe.
Ele gozava. Sempre gozava.
E no dia seguinte, me olhava com um misto de amor e confusão, como se tentasse entender quem era aquela mulher que dormia ao seu lado.
— Isa... o que você fez comigo?
— Nada que você já não quisesse, amor.
Ele aceitava. Sempre aceitava.
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### A Semana da Perversão
Com o passar dos dias a rotina estava concisa e estabelecida, porém meu tesão só aumentava, queria ir além, queria quebrar todos os limites. A oportunidade surgiu por conta de Renato.
— Uma semana amor, terei que ficar fora a trabalho.
— Poxa vida mozão, logo agora que estamos tendo noites espetaculares, prestes a ficar gravidinha do teu bebê.
Fingi indignação, mas queria mesmo esse tempo só com Valério, seria perfeito pra eu ultrapassar os limites. Não demorou muito e liguei pro meu macho.
— Adivinha — falei no telefone, a voz cheia de malícia.
— O quê?
— O corno vai viajar. Uma semana inteira.
Silêncio do outro lado. Depois, a risada grave de Valério.
— Uma semana? E o que você tem em mente putinha?
— Na minha casa. No meu quarto. Na cama que ele dorme todo dia pensando que a mulher é santa.
— Putinha. — A voz dele era puro tesão. — Vou te foder de todos os jeitos nessa casa. Vou marcar cada cômodo com minha porra.
— Já tô molhada só de pensar. Mas escuta... quero fazer tudo. Tudo que você imaginar. Quero ser tua puta de verdade essa semana.
— Deixa que teu dono sabe cuidar de uma puta de verdade, tchau.
Desliguei tremendo de tesão. Essa semana seria a coroação da minha depravação.
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Renato viajou na segunda de manhã. Beijou minha testa no aeroporto.
— Sete dias é muito tempo, amor. Vou sentir sua falta.
— Também vou sentir a sua. — Sorri, doce. — Mas aproveita. Vai ser bom pra gente.
Ele entrou no avião achando que a esposa perfeita ia esperar por ele.
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**Segunda-feira, 10h da manhã**
Uma hora depois que Renato saiu, Valério atravessou o jardim e entrou pela porta da frente com um sacolão cheio de garrafas de uísque, cerveja, papelotes de pó, bala e algumas canetas de tinta permanente.
— Caneta pra quê? — perguntei, já tirando a roupa, meus peitões balançando, minha bunda grande empinada enquanto me despia.
— Você vai ver mais tarde. Vai ter surpresa.
E assim começou a semana mais louca da minha vida.
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**Segunda-feira, 14h**
Ele me amarrou na cama. Pulsos e tornozelos presos com gravatas. Eu ali, de pernas abertas, meus peitões oferecidos, os biquinhos duros de tesão, minha bunda grande pressionada contra o colchão, o crucifixo balançando no meu pescoço.
— Agora faz o que quiser — sussurrei, mordendo o lábio inferior, os olhos semicerrados. — Tô aqui. Tua puta amarrada.
Ele começou devagar. Lambeu meus peitos, mordeu meus biquinhos, desceu pela minha barriga. Quando chegou na minha boceta, eu já estava encharcada.
— Chupa — mandei, arqueando a bunda. — Me chupa agora.
Ele obedeceu. A língua deslizando, me fazendo gemer alto.
— Aaaiinn... isso... vai deixando meladinha... que língua gostosa, porra...
Quando eu estava quase gozando, ele parou. Subiu, enfiou o pau de uma vez.
— Aaaiinn! Gozei! — gritei na hora, os olhos revirando. — Gozei só de entrar, caralho! Que pau gostoso!
Ele meteu forte, a cama rangendo, meus peitões balançando, minhas pernas grossas abertas, minha bunda grande batendo no colchão. Eu puxava as amarras, queria agarrar ele, mas não podia. Só podia sentir.
— Bate — pedi, a voz falhando. — Bate na minha teta, na minha cara.
Ele deu um tapa. Minha pele ardeu. Outro. Outro. Eu gemia cada vez mais alto, minha cara ficando vermelha, meus peitos ardendo.
— Mais... mais forte... bate nessa puta...
Depois de gozar duas vezes, ele me soltou. Eu estava no céu.
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**Segunda-feira, 18h**
— O que você tanto trouxe nessa sacola macho?
— Algumas coisas pra gente aproveitar. Uísque, drogas, roupas, quer experimentar?
Pensei um pouco, talvez isso seria pesado demais, nunca me droguei na vida, como seria isso.
— Quer saber, foda-se, vou fazer tudo que não fiz em uma semana, vou me permitir.
Assim começou. Bebemos uísque. Cheiramos pó no criado-mudo de Renato. O mundo ficou mais leve, mais solto, mais puta. Era uma sensação nova, viciante, não queria parar, preciso foder.
— Agora quero de quatro — falei, a língua já solta, o olhar perdido. — No sofá da sala.
Ele me levou pra sala. Me jogou no sofá onde Renato via TV. Fiquei de quatro, minha bunda grande empinada, os peitões pendurados, o crucifixo balançando.
— Mete. Mete fundo, porra. Mete nessa puta.
Ele me comeu ali. Metia forte e dava tapas na minha bunda. Cada tapa um gemido. Cada estocada um grito.
— Aaaiinn... isso... mete... mete... assim mesmo, caralho...
Depois me virou, me comeu de frente no tapete, minhas pernas grossas enroladas na cintura dele.
— Isso... olha nos meus olhos... mete... mete gostoso...
Depois me levantou, me comeu encostada na parede de fotos do nosso casamento, minha bunda pressionada contra o vidro dos porta-retratos.
— Olha pra cara do corno — ele ordenava, metendo e dando tapa na minha bunda.
— Aaaiinn... Renato é corno... Tua mulher é puta... Aaaiinn... que delícia... corno filho da puta...
— Goza!
— Gozei! Gozei na sala dele! Gozei gostoso! Aaaiinn... mmmmm... gozei... tô gozando, porra...
Meu corpo inteiro tremeu, minha boceta se contraindo em volta do pau dele, minhas pernas grossas bambas, minha bunda grande ainda empinada, vermelha de tanta palmada.
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**Terça-feira, 11h da manhã**
Depois de muito sexo e consumo de drogas no dia anterior acordamos tarde. Comemos uns ovos mexidos, bebemos um café e ficamos deitados na cama um pouco descansando, com o braço envolto daquela barriga gorda. Olhei pro criado mudo, ainda tinha uma carreira, dei uma cheirada e falei.
— Vamos começar meu macho.
— Vem ca vagabunda. Hoje quero fazer uma coisa diferente — ele disse, os olhos brilhando.
— O quê?
Ele abriu uma sacola que tinha trazido e tirou de dentro uma fantasia de vaca. Mas não era qualquer fantasia. Era uma lingerie preta com manchas brancas, um sutiã que mal cobria os peitos, uma calcinha fio dental com um rabinho branco pendurado atrás, meia arrastão preta, e uma tiara com orelhinhas de vaca. Tinha até um sino pendurado numa coleira.
— Veste.
Olhei praquilo e minha boceta molhou na hora. A droga estava fazendo efeito. Eu estava fora de mim, não raciocinava mais, era puro prazer, as palavras estavam saindo mais simples, falando tudo errado.
— Caralho... cê é doido...
— Doido e macho. Veste.
Tirei a roupa devagar, provocando. Vesti a fantasia. O sutiã empinava meus peitões, os biquinhos quase pulando pra fora, as manchinhas brancas destacando cada curva. A calcinha fio dental sumia entre minhas nádegas, e o rabinho branco balançava cada vez que eu mexia. A meia arrastão apertava minhas coxas grossas. As orelhinhas na cabeça. O sino na coleira tilintava a cada movimento.
Me olhei no espelho. Tava ridícula. Tava perfeita. Peguei nos meus peitos, apertei, mostrei pra ele.
— Olha esses peito de vaca — falei, provocando. — Tão cheio, tão gostoso. Cê qué mamar, macho?
Ele riu, mas o pau já tava duro.
— Vem cá, vaca — ele chamou.
Fui até ele, de quatro, como uma vaca de verdade. O sino tilintando. Parei na frente dele, empinei os peitos na cara dele.
— Toma. MAMA. Mama nesses peito de vaca.
Ele não precisou ouvir duas vezes. Agarrou meus peitões com as duas mãos, apertou, espremeu, e colocou um biquinho na boca. Começou a chupar com força, fazendo barulho.
— Aaaiinn... isso... mama, macho... mama nessa vaca...
— Muuu... que leite gostoso... — ele brincou, rindo com a boca cheia de peito.
— Isso... fala assim mesmo... vaca gosta de ser chamada de vaca...
Ele alternava entre um peito e outro, chupando, mordendo de leve, puxando os biquinhos com os dentes. Eu gemia cada vez mais alto.
— Aaaiinn... que delícia... nunca pensei que ia adorar tanto ser vaca...
— Vaca leiteira... — ele disse, apertando meus peitos. — Esses peitos são só meus?
— Só teus... toda tua... vaca é tua...
Ele chupou mais um pouco, depois me puxou pelo rabo.
— Agora fica de quatro.
Deitei na cama de quatro, minha bunda grande empinada, o rabinho balançando. Mas antes dele começar, virei de lado e mostrei os peitos de novo.
— Olha... olha como eles tão inchado de tanto você mamar...
Ele passou a mão, apertou mais uma vez, depois veio por trás. Deu um tapa na minha bunda.
— Muuu! — gritei.
— Isso... vaca geme assim mesmo...
Ele enfiou o pau na minha boceta de uma vez.
— Aaaiinn! Muuu! Gozei! Gozei só de entrar, caralho!
Ele meteu forte, cada estocada fazia o sino tilintar. Eu gemia, pedia mais.
— Isso... mete nessa vaca... fode essa vaca...
— Gosta de ser minha vaca, puta?
— Amo... amo ser sua vaca... muuu...
Ele metia e dava tapas na minha bunda. Minha pele ardia.
— Bate mais... bate nessa bunda de vaca...
— Vaca gosta de tapa?
— Gosta... vaca adora tapa...
Ele me comeu assim por um tempo, depois tirou o pau e enfiou no meu cu.
— Aaaiinn! Muuu! Que delícia!
— Isso... cu de vaca também é bom...
Gozei de novo. Gritei.
— Gozei! Gozei pelo cu, caralho! Muuu!
Ele continuou metendo, cada vez mais forte. Eu já tava mole na cama, mas ele não parava.
— Vai gozar de novo, vaca?
— Vou... vou sim... mete mais...
Gozei outra vez. Dessa vez quase desmaiei. Ele finalmente gozou dentro de mim, com um grunhido.
— Toma... toma leite de macho, vaca...
Caí de lado na cama, exausta, suada, o sino ainda tilintando. Meus peitos ainda doíam de tanto ele mamar.
Ficamos ali, deitados, eu ainda com as orelhinhas e o rabo. Peguei nos meus peitos de novo, mostrei pra ele.
— Olha... ainda tão inchado. Quer mamar mais um pouco?
Ele riu, mas veio e chupou mais um pouco, de leve, só de brincadeira.
— Sabe o que mais? — falei.
— O quê?
— Quero que você me leve assim no mercado. Só de coleira e rabo, com esses peito de fora pra todo mundo ver que sou tua vaca.
Ele riu alto.
— Você é doida.
— Doida e puta. Sua puta. Sua vaca.
Puxei ele pelo pau de novo.
— Agora deita que a vaca quer pastar mais um pouco. E depois você mama de novo, viu? Esses peito tão cheio de leite só pra você.
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**Terça-feira, 15h30**
Recebi uma mensagem de Clara.
"Professora, sei que a senhora está de folga essa semana, mas podemos ir aí hoje? Umas 17h? Pra gente treinar aquela coreografia de etiqueta?"
Respondi rápido, os olhos ainda vidrados do pó.
"Claro, podem vir. Tô em casa."
Olhei pra Valério, que estava largado no sofá de cueca, bebendo cerveja, o pau marcado na cueca.
— Minhas alunas vão vir. Umas 17h.
Ele riu, um sorriso malicioso.
— Sério? Que delícia. Vou ficar aqui vendo.
— Você vai se comportar, ok? Elas fizeram 18 tem pouco tempo.
— Claro. Vou ser um anjo.
Não acreditei nem por um segundo.
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**Terça-feira, 17h**
Eu tava no quarto me arrumando quando ouvi a campainha. Olhei no espelho e dei um sorriso. Sabia exatamente o que queria mostrar pra elas.
Vesti um **cropped rosa clarinho**, daqueles bem curtos, que mal cobria meus peitões. A barra do cropped parava bem acima do umbigo, deixando minha barriga de fora, e os meus peitos enormes quase pulavam pra fora a cada movimento. Dava pra ver metade das minhas tetas, os biquinhos marcando o tecido fininho.
Um shortinho de pijama rosa, meio folgado nas bordas, mas agarrado na minha bunda grande como se fosse uma segunda pele. Era tão curto que a barra roçava no começo das coxas, e o tecido vivia enfiado entre as minhas nádegas, marcando cada curva, cada pedaço. Estava com uma roupa bem à vontade, chinelinho havaiana e sem maquiagem.
A campainha tocou. Fui até a porta. Abri.
Elas estavam lá. Clara, a moreninha de óculos, com uma saia azul justa que marcava a bunda pequena dela. Mariana, a loira tímida, de vestido florido curto. Beatriz, a ruiva, de short jeans e top preto. Larissa, a rebelde, de top e saia de couro.
Os olhos delas foram direto pra mim. Primeiro pros meus peitos quase pulando fora do cropped. Depois pra minha bunda marcada no shorts de lycra. Depois pro crucifixo.
— Nossa, professora... — Clara soltou, sem querer.
Sorri, provocante.
— Entra, meninas. Podem deixar as bolsas ali. Hoje a aula vai ser diferente.
Elas entraram, e eu vi no olhar delas: já tinham entendido que a professora de etiqueta não era mais a mesma. E aquilo... aquilo me deu um tesão danado.
Valério estava no sofá. Ele levantou, educado, mas os olhos percorreram o corpo de cada uma.
— Boa tarde. Sou Valério, vizinho da sua professora.
— Boa tarde — elas disseram em coro, os olhos demorando nele.
Comecei a aula na sala. Ensinei postura, como andar de salto, como se sentar com elegância. Mas Valério não perdia a chance de provocar.
— Professora, será que a senhora pode mostrar como faz aquele movimento? — ele perguntou, irônico, se levantando do sofá. — Aquele de rebolar, digo... de andar com elegância.
Clara riu, sem graça, as bochechas coradas. Mariana corou mais ainda. Beatriz ficou atenta. Larissa sorriu, percebendo algo.
— Valério, por favor — falei, tentando manter a compostura, mas sentindo minha boceta molhar.
— O quê? Tô só querendo aprender também. — Ele se aproximou, veio até mim. Colocou a mão na minha cintura, me puxando. — Assim? É assim que ensina?
Senti o calor da mão dele, os dedos apertando minha pele. As meninas assistiam, hipnotizadas. Meus peitões subiam e desciam com a respiração acelerada.
— Mais ou menos — consegui dizer, a voz falhando.
— E esse movimento? — Ele passou a mão no meu quadril, descendo até minha bunda, apertando.
As meninas arregalaram os olhos.
— Valério... — avisei, a voz falhando.
— O quê? Tô só vendo se a professora sabe mesmo. — Ele me puxou pra perto, nosso corpos quase colados, o pau dele duro contra minha bunda. — Parece que a professora tá tensa. Precisa relaxar.
— Eu tô bem — menti.
Larissa sussurrou algo pras outras. Clara mordeu o lábio. Mariana não desviava os olhos. Beatriz estava vidrada.
— Acho que a professora precisa de uma demonstração prática — Valério disse, me virando de costas pra ele. — Assim, ó... como faz pra andar com elegância quando tem alguém atrás?
Ele colou o corpo no meu. Eu sentia o pau dele duro contra minha bunda. As meninas viram.
— É... é assim — minha voz saiu trêmula.
— E se alguém fizer assim? — Ele deu um tapa leve na minha bunda.
Clara levou a mão à boca. Larissa arqueou uma sobrancelha.
— Valério... pelo amor...
— Acho que a professora não tá sabendo ensinar hoje. Tá muito nervosa.
Ele me soltou, voltou pro sofá. As meninas estavam mudas, os olhos brilhando.
— Bem... — tentei retomar a aula. — Vamos continuar...
Mas a puta já tinha saído. Meu corpo tremia. Minha boceta estava meladinha.
— Acho que por hoje é suficiente — falei. — Podem ir. Semana que vem a gente continua.
Na porta, Larissa virou e me olhou.
— Até semana que vem, professora. E... obrigada pela aula. Quero aprender mais sobre esse rebolado.
Quando a porta fechou, Valério veio até mim, me puxando pelo crucifixo.
— Suas alunas são gostosas.
— Valério...
— E você... você tava adorando que eu tava fazendo aquilo na frente delas. Olha sua cara. Você tá doida.
Não respondi. Ele me jogou no sofá, arrancou meu short, minha calcinha, e me comeu ali mesmo.
— Gostou de ser provocada na frente delas?
— Aaaiinn... gostei... gostei muito... porra...
— Putinha. Minha putinha.
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**Quarta-feira, 10h da manhã**
Já estávamos tão loucos que perdemos a noção de dia e noite. Ele ligou o som no último volume. Funk pesado, batida suja.
— Veste isso e dança pra mim puta.
Ele me deu um short jeans tão curto que era calcinha, o tecido sumindo entre minhas nádegas, e um top minúsculo que mal cobria meus peitões, os biquinhos quase aparecendo. Salto alto. Boné virado.
Vesti. Me olhei no espelho. Meus peitões quase pulando pra fora do top. Minha bunda grande empinada pelo salto, o short enfiado entre as nádegas. O crucifixo balançando no meu pescoço.
— Senta ali. Assiste.
Ele sentou no sofá, batendo uma. Eu dancei.
Comecei devagar, mexendo os quadris, descendo, subindo. Depois fui soltando. Joguei o cabelo loiro. Desci de cócoras, rebolando no chão, minha bunda grande quase tocando o chão. Passei a mão na boceta, mostrando pra ele por cima do short minúsculo. Meus peitões balançavam a cada movimento.
Ele batia uma, os olhos fixos em mim.
— Gosta de ver? — perguntei, rebolando.
— Gosto. Agora quero ouvir você falar igual vagabunda de favela.
— Como assim?
— Você ouviu. Fala igual puta favelada. Quero ouvir essa boca suja.
Ri, provocante. Comecei a rebolar mais devagar, passando a mão no corpo. E ali, naquele momento, algo mudou. A ordem dele soltou algo dentro de mim. A partir dali, a puta assumiu de vez.
— Então olha... vê essa bunda... vê esse peitão... tudo teu... tua puta rebolando pro seu pau...
Ele sorriu.
— Isso. Continua. Tira o top.
Tirei devagar, provocando. Meus peitões saltaram livres, balançaram. Passei as mãos neles, apertei os biquinhos, mostrei. O crucifixo balançando entre eles.
— Tira o shorts.
Tirei. Fiquei só de calcinha fio dental, o short no chão, minha bunda grande quase engolindo a tira da calcinha.
— Tira a porra da calcinha vadia.
Tirei. Pelada. Só o salto. Só o boné. Só o crucifixo.
— Olha — falei, me virando de costas e abrindo minha bunda com as duas mãos, mostrando tudo. — Vê esse cu... tudo teu... teu buraco... tua puta viciada mostrando tudo... gosta de ver esse cu aberto, macho?
Ele veio, me deu um tapa na bunda que ecoou no quarto.
— Agora vem. Vem rebolá na pica.
Ele sentou no sofá. Eu montei nele, de costas, o pau entrando fundo. Comecei a rebolá no ritmo do funk, minha bunda grande batendo nas coxas dele, meus peitões balançando.
— Isso... rebola... rebola na pica do teu traficante cadela...
— Aaaiinn... que pau gostoso... quero pó... tô rebolando pra caralho... que piroca tesuda...
— Goza!
— Gozei! Gozei na pica! Gozei gostoso! Aaaiinn... tô gozando, caralho...
Meu corpo tremeu, minha bunda grande se contraindo.
Ele me jogou no sofá, virou de bruços, meteu no cu sem aviso.
— Ui! — eu gritei. — Assim que eu gosto... bate nessa bunda... fode meu cu... fode mesmo, porra... bate mais...
Cada estocada um gemido. Cada tapa um grito. E minha fala foi ficando cada vez mais solta, mais puta, mais favelada.
— Isso... fode esse cu de puta drogada... tô adorando... caralho... que macho pirocudo...
Ouvimos batidas na porta. Fortes. Insistentes.
— TEM ALGUÉM AI?! — uma voz de homem gritou. — Tá muito alto esse funk!
Valério riu. Me olhou.
— Vai atender.
— O quê?
*PAH* Um tampão na cara.
— Vai. Vai atender do jeito que tá sua puta viciada.
Levantei. Pelada, gozada, suada e vidrada. Fui até a porta. Abri.
Era o vizinho do lado. Um senhor de uns 60 anos, careca, de bigode. Ele abriu a boca quando me viu.
— Boa tarde, moço — falei docemente, colocando um sorriso inocente no rosto. — Desculpa o barulho, é que tô aqui com uns amigos, só fazendo uma festinha. Sabe como é, né?
Ele engoliu seco, tentando não olhar pros meus peitos.
— É que... o som tá muito alto... e as reclamações...
— Aaah, desculpa mesmo docinho— me aproximei, passando a mão no braço dele. — A gente vai baixar, prometo. É que eu tava tão animadinha bebe... tava dançando... quer ver?
Ele ficou paralisado quando peguei na mão dele e puxei pra dentro. Fechei a porta atrás dele.
— Só um pouquinho... deixa eu te mostrar como eu tava dançando xuxu...
Ajoelhei na frente dele. Abri a calça. O pau dele era pequeno, mas eu peguei com a mão.
— Olha só... que gracinha...
Ele gemeu quando coloquei na boca. Chupei devagar, olhando nos olhos dele.
— Aaaiinn... moço... cê gosta disso, seu velho safado?
— Meu Deus... — ele murmurou.
Chupei até ele gozar. Depois parei, levantei, passei a mão no rosto dele.
— Pronto. Agora o senhor vai embora e esquece que viu alguma coisa, tá bom? E como você é um querido vou dar uma baixada no som.
Beijei seu rosto e ele saiu cambaleando.
Voltei pra sala rindo.
— Filho da puta veio reclamar. Chupei o pau dele. Agora vai ficar quieto.
— Caralho, Isabella... você é doente.
— Doente e puta. Vem cá.
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**Quinta-feira, 9h**
— Hoje vamos fazer uma coisa diferente — Valério disse. — Vamos num estúdio de tatuagem.
Fomos num estúdio no centro da cidade. O tatuador era amigo dele.
— O que vai ser? — perguntou.
— Um morango — Valério respondeu. — Bem aqui. — Apontou pro canto da minha barriga.
Deitei na maca. A agulha doeu, mas eu aguentei. Quando terminou, olhei no espelho. Um morango pequeno, vermelho, detalhado, bem no canto da minha barriga.
— Agora você é minha pra sempre — Valério disse.
— Sua pra sempre.
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**Quinta-feira, 13h**
— Hoje vai ter festa — Valério disse, os olhos brilhando. — Na casa de um amigo. Lugar aberto, piscina, música, gente bonita. Você vai ser a atração principal.
— Festa?
— Isso. Vai vestir a roupa que eu quero.
Ele me levou até o quarto e abriu o armário. Pegou um short colorido, de cores vibrantes, tão curto que mal cobria a metade da minha bunda grande. Meia arrastão preta, subindo até as coxas grossas. Salto alto preto, finíssimo. Um top branco minúsculo, e escrito na frente, em letras garrafais: **PUTA**. Óculos escuros grandes, cobrindo metade do rosto. Unhas feitas de vermelho. Maquiagem carregada, batom vermelho vivo. Peguei uma bolsinha pequena. E o crucifixo, sempre ele, brilhando no meu pescoço. E agora, o morango na barriga.
Vesti tudo. Me olhei no espelho. Tava perfeita.
A festa era numa casa enorme, nos fundos de um sítio afastado. Música alta, piscina iluminada, gente espalhada por todos os lados. Homens e mulheres, muitos nus, muitos se tocando, muitos já se comendo em espreguiçadeiras, no chão, na beira da piscina.
Quando entrei, todos os olhos se viraram pra mim.
— Olha só o que o Valério trouxe — um deles gritou.
— Essa é a puta dele — outro respondeu.
Valério me puxou pela coleira — sim, ele tinha colocado uma coleira em mim antes de sair — e me levou até o centro da festa.
— Essa é a Isabella. Ela é minha. Mas hoje... hoje ela é de todo mundo.
Os homens se aproximaram. As mãos começaram a me tocar. Nas pernas. Na bunda. Nos peitos.
— Aaaiinn... isso... que delícia...
Alguém tirou meu top. Meus peitões saltaram livres. Mãos os agarraram, apertaram, morderam os biquinhos.
— Olha esses peitos... que delícia... que tetuda gostosa...
Outro puxou meu short. Fiquei só de meia arrastão e salto, a bunda grande completamente exposta.
— Vira.
Virei. Abri minha bunda com as mãos, mostrando tudo, falei igual puta favelada.
— Aí seu macho — falei. — Vê esse cu... tudo de vocês... pode vir...
Um homem veio por trás. Meteu sem aviso. Eu gritei.
— Aaaiinn! Gozei! Gozei só de entrar, caralho!
Outro veio na frente. Enfiou o pau na minha boca.
— Isso... chupa... chupa puta...
O dia foi uma loucura. Fui comida por dezenas. Na beira da piscina, de quatro, enquanto todos olhavam. No chão da grama, de pernas abertas, enquanto alguém mijava em mim. Encostada numa árvore, enquanto uma fila se formava atrás de mim.
— Isso... mete... mete nessa puta... tô adorando...
Cheiramos pó. Muito pó. As coisas começaram a viajar.
— Tô... tô viajando... tudo girando... que porra gostosa...
Alguém me jogou na piscina. Caí na água de roupa, a meia arrastão encharcada, o crucifixo boiando. Mais homens pularam atrás. Me comeram na água.
— Aaaiinn... tô gozando de novo... caralho...
Na beira da piscina, de bruços, mijaram em mim de novo. Dessa vez eram vários. O xixi quente escorrendo nas minhas costas, na minha bunda, no meu rosto. Eu abria a boca, recebia.
— Isso... toma... toma mijo de macho...
No final, acordei no carro, toda suja de terra, grama, toda gozada, toda mijada. O morango intacto na barriga.
— Gostou de ser marmita de malandro puta?
— Aaaiinn... gostei... gostei muito... que festa do caralho...
Dizia ainda gozando e me masturbando no banco de traz para Valério.
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**Sexta-feira, 2h da madrugada**
A madrugada estava quieta. O quarto escuro, apenas a respiração pesada de Valério ao meu lado. Meu corpo ainda lembrava das horas anteriores, uma preguiça gostosa espalhada pelos músculos.
O celular vibrou na mesinha. Peguei, a tela iluminando meu rosto. Era uma mensagem da Larissa.
"Prof, tá acordada?"
Sorri sozinha. Respondi.
"Tô amor. Aconteceu algo?"
A resposta veio rápido.
"A gente tava conversando aqui... A Clara não para de falar da tarde de terça. A gente queria... sei lá, ver você de novo."
Me apoiei no travesseiro. Valério murmurou algo, virou de lado. Passei a mão no seu braço, fiz shhh, e continuei lendo.
Mais mensagens foram chegando.
Clara: "Prof, desculpa incomodar tarde assim. É que eu não consigo parar de pensar... naquilo que a gente viu."
Mariana: "Eu também. Foi tão... diferente. Eu nunca tinha sentido nada assim."
Beatriz: "A gente quer aprender mais. Do jeito que a senhora faz."
Larissa: "A Clara tentou imitar a senhora rebolando e quase caiu. A gente precisa de orientação profissional."
Ri baixinho, tentando não acordar Valério. Ele resmungou de novo, mas continuou dormindo.
Fiquei olhando pro teto por um momento. Pensando na tarde de terça. Nos olhares delas. Na curiosidade. No brilho.
Peguei o celular de novo.
"Amanhã. Umas 15h. Podem vir."
Larissa respondeu na hora.
"Sério? Que roupa a gente leva?"
Pensei. Sorri.
"Venham do jeito que vocês se sentem mais... vocês mesmas. O que fizer vocês se sentirem bonitas."
Clara: "Até amanhã, prof. Tô ansiosa."
Mariana: "Eu também."
Beatriz: "Vai ser legal."
Larissa: "Dorme bem, prof sua linda."
Guardei o celular. Deitei de volta, encostando a cabeça no ombro de Valério. Ele puxou meu corpo pra perto, dormindo.
Fiquei ali, pensando. No que elas queriam aprender. No que eu podia ensinar. No que aquilo tudo significava.
Uma sensação estranha, quente, no peito. Não era só tesão. Era algo mais. Poder. Liberdade. De ver alguém descobrindo o que eu tinha descoberto.
Fechei os olhos.
Amanhã seria interessante. Capotei de sono e cansaço.
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FIM DA PARTE 1