A Fotógrafa do Apartamento ao Lado - Parte 2

Um conto erótico de Noite
Categoria: Heterossexual
Contém 5697 palavras
Data: 18/02/2026 17:46:47

Atenção: continuação direta da Parte 1. Leia primeiro a Parte 1 para entender como Henrique conhece Paula (vizinha ruiva fotógrafa nova no 1802), a tensão que começa no elevador, o bilhete do carro, a visita ao apê bagunçado dela, o convite para ajudar numa sessão de fotos eróticas reais (masturbação, boquete, penetração), a excitação confessada no bar e o momento em que param no corredor do 18º andar, prontos para cruzar a linha. Sem a Parte 1, o contexto some.

As portas do elevador se abriram no 18º andar com um clique suave, o corredor vazio e iluminado por luzes frias de LED. Saímos juntos, o silêncio entre nós mais pesado que o zumbido do prédio inteiro. Meu coração batia forte, o tesão ainda latejando do carro, da cerveja, da confissão no bar. Sem pensar duas vezes, virei pra ela, segurei sua cintura com uma mão e puxei seu corpo contra o meu, inclinando o rosto pra encontrar aqueles lábios carnudos que eu imaginava desde o elevador na primeira noite.

Paula congelou por um segundo, o corpo colando no meu, o calor dela atravessando a camiseta fina. Mas antes que minha boca encostasse na dela, ela virou o rosto de leve, o beijo roçando só a bochecha, educado, quase tímido. Colocou as mãos no meu peito, não empurrando com força, mas criando uma distância suave.

“Henrique… espera”, murmurou ela, voz baixa e rouca, os olhos verdes baixos por um instante antes de subirem de novo pra mim. “Hoje foi louco demais… fotografar aquilo tudo, confessar no bar que eu fiquei molhada o tempo inteiro… agora aqui na porta eu tô tremendo um pouco. Quero isso, de verdade, mas preciso de um segundo pra respirar, pra não fazer de qualquer jeito. Não quero que seja só descarga do momento.”

Ela segurou a maçaneta do 1802, o corpo ainda perto o suficiente pra eu sentir o perfume cítrico misturado ao suor sutil da noite. O ar entre nós vibrava, mas ela estava vulnerável ali, recém-separada, nova na cidade, o dia inteiro de adrenalina e exposição crua pesando nos ombros.

Eu respirei fundo, o pau ainda duro dentro da calça, mas o entendimento veio rápido. Sorri de canto, passando o polegar de leve na bochecha dela onde meu beijo quase acertou.

“Tá certo. Vamos devagar então. Boa noite, Paula.”

Me inclinei e dei um beijo leve na testa dela, demorando um segundo a mais que o necessário, sentindo o calor da pele. Ela fechou os olhos por um instante, depois abriu a porta devagar, me deu um último olhar e entrou. A porta fechou com um clique suave.

Fiquei parado no corredor por mais uns segundos, ouvindo os passos dela lá dentro, o som distante da bolsa caindo no chão, talvez a geladeira abrindo. Meu corpo inteiro ainda pulsava, mas agora com uma expectativa diferente, mais lenta, mais profunda. Entrei no meu apê, fechei a porta e me encostei nela, respirando fundo. A noite ia ser longa, e eu sabia que ela também não ia dormir fácil do outro lado da parede fina.

Tranquei a porta e fui direto pro banheiro, o corpo ainda fervendo do quase-beijo no corredor. Tirei a roupa rápido, joguei tudo no cesto e entrei debaixo do chuveiro, abrindo a água fria pra tentar baixar a temperatura que subia do pau duro e latejante.

O banheiro era pequeno, sem janela, só o fosso de ventilação compartilhado com o apê ao lado,o mesmo que o dela, Paula, do 1802. Mal a água gelada começou a bater na minha pele, ouvi o som inconfundível da ducha dela ligando do outro lado da parede fina, o chiado inicial da água fria, depois o jato constante caindo no piso.]

Fechei os olhos, imaginei ela ali, nua, ruiva molhada, água escorrendo pelos seios fartos, pelos mamilos endurecidos, descendo pela barriga definida até entre as coxas grossas.

Minha mão desceu automaticamente, envolvendo o pau com firmeza, subindo e descendo devagar no mesmo ritmo da água que batia em mim. Cada movimento era guiado pela imagem dela, o cabelo grudado nas costas, a mão dela talvez deslizando entre as pernas, os lábios entreabertos deixando escapar um suspiro.

Foi quando ouvi (ou achei que ouvi) um gemido baixo, abafado, vindo pelo fosso de ventilação. Um som rouco, feminino, quase inaudível misturado ao barulho da água, mas real o suficiente pra fazer meu pau pulsar mais forte na mão. Será que era ela? Será que Paula, recém-separada, nova na cidade, excitada como confessou no bar, não era de ferro e estava ali do outro lado se tocando também, pensando em mim, nos dedos circulando o clitóris inchado enquanto a água quente escorria?

Acelerei o ritmo, e gozei forte no box do banheiro.

Depois do banho, me joguei na cama ainda úmido, só de cueca, o corpo mais calmo mas a cabeça a mil. O relógio marcava quase meia-noite, o prédio quieto como sempre. Peguei o celular e abri o WhatsApp — ela já tinha visualizado minha última mensagem do bar (“cheguei bem”), mas nada de resposta. Meu pau ainda sensível do que rolou no chuveiro, mas agora era mais uma inquietação do que urgência.

Digitei devagar, mantendo leve:

“Ei, Paula… ainda acordada?

Tive que tomar um banho gelado pra baixar a temperatura kkk. E você?”

Enviei.

Dois tracinhos cinza. Esperei uns segundos, coração batendo um pouco mais forte. Os tracinhos viraram azuis quase na hora. Ela digitou, parou, digitou de novo.

Resposta dela chegou curta e com risadinha:

“kkkk sim, acordada.

Eu também tive que tomar banho gelado. Necessário total.

Tô sem sono nenhum agora.”

Sorri sozinho na cama escura, sentindo o clima ficar mais confortável, menos carregado. Respondi:

“Eu também. Banho gelado ajudou um pouco, mas sem sono mesmo.

O que você tá fazendo aí?”

Ela:

“Vou começar a editar as fotos do job de hoje. Tenho que entregar até sábado que vem.

Tô ligada no notebook aqui na sala, café forte na mão.”

Eu:

“Ai é que você não dorme mesmo kkk.

Quer companhia virtual? Tipo, eu vejo junto daqui, você manda print ou descreve o que tá rolando?”

Ela demorou um pouquinho pra responder, mas veio com tom leve:

“Pode ser…

Vou mandar algumas preliminares pra você ver. Nada explícito demais por enquanto, só pra gente rir do absurdo do dia.

Mas se ficar muito quente eu paro e vou dormir, combinado? 😅

Boa noite antecipada, vizinho. (Ou não tão boa assim)”

Enviei um emoji de risada e um “Combinado. Manda quando quiser. Tô aqui.”

Uns minutos depois, veio a primeira foto: um close artístico do casal no sofá, luz dramática, corpos suados. Nada que desse tesão imediato, só lembrança do dia louco. Respondi com um “Caralho, ficou foda. Você tem olho mesmo.” e o clima seguiu assim. Aos poucos, as mensagens foram espaçando, o sono finalmente chegando, mas com a certeza de que amanhã à noite, quando ela terminasse o ensaio, a gente ia se ver de novo.

Segunda-feira chegou como um soco, alarme às 5 da manhã, corpo pesado da noite mal dormida, mente ainda presa nos gemidos abafados pelo fosso de ventilação e na mensagem final da Paula. Levantei, tomei um banho, vesti a camisa social cinza, calça social preta, peguei a mochila e desci pro subsolo. O Fiat 500 vermelho dela ainda estava lá, parado ao lado do meu, como se zombasse da espera que eu estava carregando.

Cheguei no escritório no Itaim por volta das 7:30, o prédio já fervendo de gente apressada. Passei pela recepção, acenei pra secretária que sempre sorria demais, e subi pro andar do RH pra pegar uns documentos pendentes.

Lá estava ela, Carol, a do RH, sentada na mesa dela com o cabelo castanho preso num rabo de cavalo alto, blusa branca justa marcando os seios que eu conhecia bem de uma noite louca uns meses atrás (lembrei na hora da história que relato no conto “ Sex On Fire – Comendo a Carol do RH”). Ela estava uma gostosa por sinal, pele bronzeada do fim de semana na praia, batom vermelho discreto, olhando pra mim por cima dos óculos de armação fina.

Depois que transamos, surgiu uma amizade gostosa entre os dois. Mas com certeza eu não dispensaria uma nova oportunidade.

“Henrique! Bom dia, gato”, disse ela, voz baixa e maliciosa, inclinando a cabeça. “Tá com cara de quem dormiu mal… ou nem dormiu. Ela te rejeitou, foi? Hehehe.”

Eu ri, encostando na divisória da mesa dela, tentando disfarçar o quanto a provocação acertou em cheio.

“Rejeitou não, só… adiou. E você, ainda comendo o estagiário novo ou já cansou?”

Ela jogou a cabeça pra trás, gargalhando baixo pra não chamar atenção.

“Aff, esse aí não aguenta nem o primeiro round. Mas você… tá com olheiras de quem tá sofrendo de rejeição. Quer desabafar? Meu sofá aqui tá livre pra terapia rápida.”

“Deixa quieto, Carol. Semana de projetos grandes, não dá pra distrair.”

Ela piscou, entregando os papéis com um sorriso cúmplice.

“Então vai sofrer em silêncio. Qualquer coisa, meu WhatsApp continua o mesmo. Boa sorte aí.”

Saí do RH rindo sozinho, mas o comentário dela só aumentou a inquietação.

A semana arrastou-se como sempre: terça, quarta, quinta, alarmes às 5, trânsito infernal na Marginal, reuniões que se repetiam em loop, planilhas infinitas, academia cancelada de novo porque o cliente pediu mais uma revisão de última hora.

Nenhum sinal da Paula no WhatsApp, só silêncio depois daquela troca leve de mensagens na noite de domingo.

Eu não mandava nada pra não parecer ansioso demais, mas olhava o celular a cada 5 minutos, imaginando se ela estava editando fotos, no ensaio, ou só dando espaço pro tesão fermentar.

A varanda dela ficava escura à noite, ou com luz fraca do notebook, e eu passava por lá fumando um cigarro rápido, tentando não ficar olhando demais.

Sexta-feira, por volta das 19h30, já em casa, deitado no sofá com uma cerveja aberta e o controle da TV no colo (sem assistir nada de verdade), o WhatsApp vibrou forte. Era ela. Sem texto, só uma foto.

Abri: preto e branco, alto contraste, luz dramática batendo de lado. A modelo morena do job de domingo ajoelhada, boca aberta envolvendo a glande grossa do pau dele, saliva brilhando na haste, veias marcadas na pele esticada, a mão dela na base guiando com firmeza. O rosto dela em perfil, lábios inchados, olhos semicerrados olhando pra cima, não pro cara, mas direto pra lente, como se soubesse que a câmera capturava tudo. Sombras profundas destacavam a curva da bochecha, o contorno da boca esticada, o pau desaparecendo devagar. Na vida real, a cena tinha sido mecânica, quase fria. Na foto? Caralho, era puro tesão, artístico, cru, excitante pra cacete.

Meu pau deu um pulo imediato dentro da calça de moletom, endurecendo só de olhar. Respondi na hora, tentando manter o tom leve mas sem esconder o impacto:

“Nossa… direto assim? Sumiu 4 dias e me manda pornografia sem nem um oi? 😏”

Ela respondeu quase instantâneo, com risada nos três pontinhos digitando:

“kkkkk oi, vizinho sumido

tenho que entregar amanhã à noite essas fotos pro cliente

que tal passar aqui em casa pra fecharmos o ensaio comigo? preciso de um segundo par de olhos pra aprovar as finais antes de mandar.

você que tava lá, sabe o que rolou de verdade vs o que a luz transformou”

Eu sorri, sentindo o coração acelerar. O pau já latejava, imaginando ela ali no apê, notebook aberto, talvez ainda de short e regata, cabelo ruivo solto.

Respondi rápido:

“Opa, topa.

Que tal jantar hoje? Na minha casa primeiro (faço algo simples, nada chique), depois a gente vai na sua resolver as fotos.

Combinado?”

Os tracinhos de digitando demoraram uns segundos, depois veio:

“Combinado!

Adoro jantar caseiro.

Passo aí às 20:30? Traz fome… kkk

Até já 😈”

Guardei o celular, levantei do sofá com o corpo inteiro elétrico. Fui pra cozinha, abri a geladeira, tinha filé mignon na geladeira (comprei pensando em outra coisa, mas servia), batata, salada pronta, uma garrafa de vinho tinto que sobrou de uma viagem.

Comecei a preparar rápido, grelhar a carne, assar as batatas, arrumar a mesa na varanda pra ter a vista da Paulista piscando. Enquanto cortava cebola pro molho, o tesão misturava com uma ansiedade gostosa

Às 20:25, ouvi a campainha. Abri a porta, Paula ali, cabelo ruivo ondulado solto, maquiagem leve (batom rosado, cílios marcados), vestindo um vestido leve de algodão preto que caía justo nos seios e quadris, descendo até meio da coxa, nada vulgar, mas marcando cada curva. Cheiro de perfume cítrico fresco, sorriso travesso nos lábios.

“Boa noite, vizinho. Trouxe fome mesmo.”

Entrei, fechei a porta atrás dela, e o ar do apê pareceu ficar mais denso na hora.

No jantar, abri uma garrafa de Malbec que guardava há meses, encorpado, cor de sangue escuro, perfeito pra uma noite como aquela.

A Paulista pulsava lá embaixo, um tapete de luzes vermelhas e brancas que parecia infinito. A carne saiu no ponto, as batatas crocantes com alecrim, salada simples mas fresca. Paula comeu devagar, elogiando cada garfada com aquele sotaque suave de Florianópolis que eu já associava a ela.

A conversa fluiu fácil. Rimos das minhas histórias chatas de contador (“você realmente passa o dia inteiro olhando números? Meu Deus, Henrique, como você não enlouquece?”), das dela sobre clientes que pedem “sensual, mas sem ser vulgar” e depois reclamam que tá “muito vulgar” ou “nada sensual”. O vinho ajudava, o primeiro copo relaxou os ombros, o segundo soltou a língua.

Em algum momento, ela girou o líquido na taça, olhando pra baixo por um segundo antes de falar.

“Sabe por que o noivado acabou? Ele era fotógrafo também. A gente se conheceu num workshop em Floripa, parecia o par perfeito, mesma paixão pela imagem, mesmas referências. Mas ele achava que arte era só a dele. Quando comecei a pegar jobs mais comerciais, aniversários, casamentos, moda íntima, ele dizia que eu tava ‘barateando’ o trabalho. Brigamos feio. Uma noite, ele falou que eu tava virando ‘fotógrafa de putaria’. Eu respondi que preferia isso do que ficar presa na visão dele do que era arte. No dia seguinte, ele saiu. Levei meses pra decidir vir pra SP e recomeçar.”

Os olhos verdes dela brilharam um pouco mais úmidos, mas ela deu de ombros, como quem diz “foi o que foi”. Levantei a taça devagar.

“Pra você que não barateou nada. E pra SP que ganhou uma fotógrafa que sabe o que quer.”

Ela sorriu de canto, batendo a taça na minha. O tilintar ecoou na varanda quente. “Você é fofo quando quer, vizinho.”

O vinho acabou antes da comida. A garrafa ficou vazia na mesa, os pratos limpos (ela insistiu em ajudar a lavar, mas eu disse que deixava pra depois). O ar estava morno, o Malbec subindo suave na cabeça, o corpo mais leve. Ela olhou pro celular, franziu a testa de leve.

“Caramba, já tá tarde. Vamos ver as fotos? Tô ficando ansiosa com o prazo. Preciso aprovar as finais antes de mandar pro cliente amanhã à noite.”

“Vamos.”

Levantamos juntos. Ela pegou a bolsa da câmera que tinha deixado na entrada, mas antes de sair, estendeu a mão pra mim. Dedos quentes se entrelaçaram nos meus, palma firme contra a minha. Puxou devagar, me guiando pro corredor como se fosse a coisa mais natural do mundo.

Nem tínhamos nos beijado ainda, nem um roçar de lábios, nem um selinho, mas aquele gesto simples, a mão dela na minha, o polegar dela roçando de leve a parte interna do meu pulso, foi mais íntimo que qualquer beijo apressado.

Era um sinal claro, silencioso: “vem comigo, agora é a gente”. Meu coração acelerou, o calor subiu pelo braço até o peito, e eu senti o pau dar um pulo discreto dentro da calça, uma reação involuntária à proximidade dela, ao perfume cítrico que chegava mais forte agora.

Entramos no 1802. A porta fechou com um clique suave atrás de nós. O apê ainda era caos organizado: caixas empilhadas nos cantos, notebook aberto na mesa de centro, thumbnails das fotos espalhadas na tela. Luz baixa da luminária de mesa, cheiro de café velho misturado ao dela. Ela soltou minha mão só pra acender a luz extra, depois virou pra mim, sorriso travesso nos lábios carnudos, bochechas levemente coradas pelo vinho.

“Pronto. Vamos fechar isso juntos.”

Sentei no sofá ao lado dela. Nossos joelhos se tocaram de leve quando ela se acomodou, o vestido subindo um centímetro na coxa. Ela clicou na primeira foto, a mesma que mandou no WhatsApp, a modelo chupando o pau em preto e branco, luz e sombra transformando o mecânico em desejo puro. Inclinou o corpo um pouco na minha direção pra mostrar melhor a tela, o ombro roçando no meu, o calor da pele dela atravessando o tecido fino.

“Então… o que acha? A luz tá boa aqui?”

Olhei pra tela, mas minha atenção estava dividida, na foto, sim, mas também no perfil dela, na curva do pescoço exposto, no jeito que a respiração dela acelerava sutilmente quando nossos olhares se cruzavam. Sorri devagar.

“A luz tá perfeita. Mas acho que a gente pode melhorar ainda mais… olhando de perto.”

Ela riu baixo, rouca, encostando o ombro no meu de propósito agora, o corpo relaxando contra o meu. O ar entre nós ficou mais denso, o vinho ainda circulando nas veias, o toque casual virando algo que nenhum dos dois queria interromper.

Ela clicou na próxima foto, e a tela se iluminou com outra imagem em preto e branco de alto contraste. A modelo deitada de costas no sofá, pernas ligeiramente abertas, uma mão própria envolvendo a base do pau do parceiro enquanto a outra deslizava devagar pela própria buceta úmida e inchada, dedos médios e indicador pressionando o clitóris. A luz lateral criava sombras longas que destacavam as veias do pau ereto, o brilho sutil da lubrificação natural na pele dela, a curva do quadril arqueado em tensão contida, o rosto dela em semi-perfil com lábios entreabertos e olhos semicerrados. Paula inclinou o corpo um pouco mais contra o meu, o ombro quente roçando no meu braço, e murmurou:

“Essa aqui é a da masturbação mútua… olha como a luz pegou o brilho na pele dela. Ficou mais sensual do que na vida real, né?”

Eu assenti devagar, os olhos fixos na tela, sentindo o calor subir pelo pescoço.

“Ficou. Na hora parecia só… mecânico. Mas aqui, com o contraste e as sombras, parece que ela tá se tocando de verdade, sentindo tudo. Dá vontade de ver mais.”

Ela virou o rosto devagar pra mim, os olhos verdes capturando a luz da tela, um sorriso sutil curvando os lábios carnudos.

“É exatamente isso que eu queria. A foto não é só pra mostrar o ato… é pra excitar quem vê. Pra fazer o observador sentir o mesmo formigamento, a mesma urgência. Tipo… imaginar como seria estar no lugar dela, ou no dele. Ou… sei lá, no lugar de quem tá olhando.”

Fez uma pausa curta, a respiração um pouco mais lenta, o joelho dela pressionando de leve contra o meu.

“Você acha que consegue? Excitar quem vê, quer dizer.”

Eu sorri de canto, sustentando o olhar dela um segundo a mais.

“Acho que você já conseguiu comigo. Só de olhar pra foto… e pra você aqui do lado… já tô sentindo.”

Ela riu baixo, o som rouco ecoando no apê silencioso, e inclinou a cabeça de leve, os olhos verdes fixos nos meus por um segundo a mais antes de clicar na próxima.

“Então… se eu já consegui te excitar só olhando, imagina o cliente quando abrir o pacote amanhã. Vamos pra próxima.”

A tela mudou, outra imagem em preto e branco, alto contraste, a modelo montada no cara em cowgirl, quadris descidos até a base, o pau grosso desaparecendo completamente dentro dela, veias pulsantes visíveis na haste brilhante de lubrificação. A luz dramática batia de lado, destacando o suor na pele dela, os seios pesados balançando no movimento congelado, mamilos duros apontando pro teto, a barriga contraída em tensão, o rosto arqueado pra trás com boca aberta num gemido silencioso capturado no exato instante em que o prazer parecia explodir. As sombras alongavam as curvas, tornando o ato cru em algo quase poético, mas inegavelmente pornográfico.

Paula se aproximou mais, o joelho agora pressionando firme contra o meu, o calor do corpo dela se espalhando.

“Essa é a penetração principal. Estranho, né? Na vida real eles transaram sem gozar de verdade, era só performance, marcação de cena. Mas aqui… olha como parece que ela vai gozar a qualquer momento. O corpo todo tenso, a boca aberta, o quadril travado no fundo. Dá pra sentir a urgência.”

Eu respirei fundo, o pau endurecendo desconfortável dentro da calça, os olhos grudados na tela.

“É… na hora era mecânico, frio. Mas nessa foto o tesão é real. Dá pra ver que ela tá no limite, como se o orgasmo estivesse a um segundo de explodir. Faz a gente imaginar o que viria depois… o tremor, o gemido alto, o aperto.”

Ela virou o rosto devagar pra mim, lábios entreabertos, respiração um pouco mais pesada, o perfume cítrico misturado ao calor do vinho ainda no ar.

“Exato. É isso que eu busco, transformar o mecânico em algo que excita de verdade. Que faça quem vê sentir o mesmo aperto no peito, o mesmo calor subindo. Tipo… agora mesmo, olhando isso e sentindo você aqui do lado, eu tô sentindo tudo de novo.”

Ela clicou para fechar a foto anterior, a tela escurecendo por um instante, mas o ar entre nós permaneceu carregado, o silêncio quebrado apenas pela respiração acelerada dela e pelo zumbido baixo do notebook.

Não aguentei mais, virei o rosto devagar, a mão direita subindo até a nuca ruiva, dedos se enroscando nos fios quentes, e puxei o rosto dela com firmeza suave.

Paula não negou, os olhos verdes semicerraram em rendição, lábios entreabrindo em convite silencioso, e ela inclinou-se ao encontro, concordando com o movimento.

Nossas bocas se encontraram num beijo lento e profundo, línguas se tocando de leve no início, depois mais intensas, um gemido baixo escapando da garganta dela enquanto minha mão apertava a nuca, puxando-a mais pra mim. Quando nos separamos por um segundo pra respirar, os lábios dela estavam inchados e vermelhos, os olhos fixos nos meus com uma intensidade que dizia tudo. Ela sorriu de canto, voz rouca: “Finalmente… sem mais adiamentos.” Eu respondi com um sorriso, polegar traçando o maxilar dela: “Finalmente.”

Enquanto o beijo se aprofundava, minha mão esquerda desceu devagar da nuca dela, traçando a linha do pescoço quente e úmido de suor sutil, sentindo a pele arrepiar sob os dedos.

Deslizei pela clavícula exposta pelo decote do vestido, depois continuei até o seio direito, envolvendo-o por cima do tecido leve, o volume macio e firme se moldando à palma, o mamilo já endurecido pressionando contra o algodão fino como um ponto de tensão. Apertei de leve, sentindo o coração dela bater acelerado sob a carne, e desci mais, contornando a cintura fina com a mão aberta, dedos se abrindo para sentir as curvas dos quadris se alargando, a carne macia cedendo um pouco sob a pressão. Desci até a coxa, subindo o vestido devagar pela lateral, palma roçando a pele quente e lisa da parte interna, subindo até onde o tecido permitia, sentindo o calor irradiar da virilha dela, o tecido da calcinha úmido roçando de leve nos meus dedos.

Ela gemeu baixo contra minha boca, o corpo arqueando sutilmente pra frente, pressionando o peito contra o meu, como se quisesse mais contato, mais pressão, mais de tudo aquilo que a gente vinha adiando. Minha outra mão ainda na nuca, segurando firme, mantendo o beijo profundo enquanto eu explorava, tateava, memorizava cada curva, cada respiração entrecortada dela.

Ela se afastou devagar do beijo. Sem dizer nada, levantou do sofá com um movimento fluido, ficando de pé na minha frente, a luz baixa da luminária desenhando sombras suaves no vestido preto que ainda cobria o corpo.

Com as duas mãos, agarrou a barra do vestido na altura das coxas e puxou devagar pra cima, o tecido subindo centímetro por centímetro, revelando primeiro as coxas grossas e definidas da academia, a pele clara e lisa brilhando de um suor sutil que o calor do apê e o vinho deixaram. Mais acima, a calcinha preta de renda fina apareceu,o tecido úmido grudando levemente na virilha, marcando os lábios inchados e o contorno do clitóris já visível sob a trama fina.

Ela continuou puxando, o vestido passando pela cintura fina, pela barriga definida com a linha sutil do abdômen, pelos seios fartos que balançaram livres quando o tecido subiu e passou pelos ombros.

Os mamilos rosados estavam duros, apontando pro teto, a aréola clara contrastando com a pele bronzeada do colo. Jogou o vestido de lado sem cerimônia, ficando só de calcinha, o cabelo ruivo caindo bagunçado pelos ombros, o peito subindo e descendo rápido com a respiração pesada. O corpo inteiro parecia vibrar de excitação, a pele arrepiada nos braços, os quadris se movendo de leve como se não conseguisse ficar parada, a calcinha marcando a umidade crescente entre as pernas.

Sem hesitar, ela voltou pra mim, subindo no sofá de joelhos, uma perna de cada lado das minhas coxas, sentando devagar no meu colo. O calor da buceta dela veio direto contra o pau duro que pulsava dentro da calça, o tecido fino da calcinha roçando na ereção, molhado o suficiente pra eu sentir a umidade quente se espalhando. As mãos dela subiram pro meu pescoço, dedos enroscando no cabelo da nuca, puxando meu rosto pro dela enquanto se inclinava pra beijar de novo, dessa vez mais urgente, boca aberta, língua invadindo fundo, um gemido baixo saindo da garganta dela quando os quadris roçaram de leve pra frente e pra trás, pressionando o clitóris inchado contra o volume da minha calça.

O beijo era molhado, faminto, os seios nus colando no meu peito, mamilos roçando na camisa enquanto ela se movia devagar, o corpo inteiro tremendo de tesão contido, como se finalmente pudesse soltar tudo que vinha segurando desde a primeira noite no elevador.

Ela se afastou um pouco do beijo, os olhos verdes fixos nos meus, cheios de fome e confiança. Sem dizer nada, as mãos dela desceram pro meu peito, desabotoando a camisa devagar, depois puxando a calça e a cueca pra baixo num movimento fluido. Meu pau saltou livre, duro e latejante, a cabeça brilhando de pré-gozo. Ela sorriu de canto, mordendo o lábio inferior, e voltou pro meu colo, sentando de novo, agora pele contra pele.

Com uma mão na minha nuca, manteve o beijo profundo, línguas se entrelaçando devagar, enquanto a outra mão envolveu meu pau com firmeza suave. Os dedos quentes deslizaram da base até a glande, subindo e descendo em movimentos lentos e ritmados, o polegar circulando a cabeça úmida a cada subida, espalhando o pré-gozo e fazendo meu pau pulsar forte na palma dela. Ela gemia baixo contra minha boca, o som vibrando no meu peito, o corpo dela tremendo de leve com a própria excitação.

Sem parar o beijo, ela levou a mão livre até a calcinha de renda, puxando o tecido de lado com dois dedos. A buceta quente e molhada roçou direto na cabeça do meu pau, os lábios inchados se abrindo devagar ao redor da glande, o clitóris duro pressionando contra a coroa sensível. Ela começou a rebolar devagar, quadris fazendo círculos lentos e amplos, a entrada úmida escorregando pra frente e pra trás na cabeça, molhando tudo com o creme que escorria dela, o calor apertado e escorregadio me envolvendo só na ponta, torturando com a promessa do que viria.

Então, com um suspiro rouco contra meus lábios, ela desceu devagar, centímetro por centímetro, engolindo meu pau inteiro num movimento fluido e controlado. A buceta dela apertou forte ao redor de mim, quente, molhada, pulsando em espasmos suaves como se quisesse me sugar pra dentro. Ela parou no fundo, quadris travados contra os meus, o clitóris pressionado na base do pau, e soltou um gemido longo, baixo, o corpo inteiro tremendo. “Caralho… finalmente”, murmurou ela, voz rouca, antes de começar a subir e descer devagar, cada movimento fazendo os seios balançarem contra meu peito, os mamilos duros roçando na minha pele, o prazer crescendo em ondas lentas e profundas, como se cada centímetro de ida e volta fosse feito pra durar, pra sentir tudo, pra deixar ela, e eu, no limite do gozo que a gente tanto esperou.

Ela manteve o ritmo lento no início, subindo e descendo devagar no meu colo, a buceta quente e apertada engolindo meu pau inteiro a cada descida, os quadris rebolando em círculos amplos que faziam o clitóris roçar forte na base. Cada movimento era deliberado: descia até o fundo, parava um segundo com tudo dentro, apertando os músculos internos em espasmos suaves, depois subia devagar, deixando só a cabeça dentro antes de descer de novo, o som molhado e ritmado preenchendo o apê. Os seios balançavam contra meu peito, mamilos duros roçando na minha pele, e ela gemia baixo no meu ouvido, voz rouca e entrecortada: “Assim… devagar… sente tudo…”

O ritmo foi acelerando aos poucos, como se o corpo dela tomasse o controle. Os quadris batiam mais rápido, mais forte, o pau entrando e saindo completamente a cada estocada, a buceta pulsando em volta de mim, molhada pra caralho, o creme escorrendo pelas minhas bolas. Ela jogou a cabeça pra trás, cabelo ruivo grudado nas costas suadas, unhas cravando nos meus ombros enquanto acelerava, gemidos virando grunhidos baixos, o sofá rangendo sob nós.

De repente, ela parou, respirando pesado, olhos vidrados de tesão. “Quero de outro jeito.” Levantou devagar, meu pau saindo molhado e brilhante, latejando no ar frio. Virou de costas, apoiou as mãos no encosto do sofá, empinando a bunda alta e redonda, as coxas grossas abertas, a buceta inchada e vermelha exposta, brilhando de lubrificação. “Vem… me come assim.”

Eu me levantei rápido, posicionei atrás dela, segurei os quadris com as duas mãos e entrei de uma vez, fundo, o pau deslizando até o talo no calor apertado. Ela soltou um gemido alto, corpo arqueando pra trás, bunda colando na minha pélvis. Comecei a meter forte, ritmo constante e profundo, cada estocada fazendo os seios balançarem pra frente, a carne da bunda tremendo a cada impacto. Ela empurrava contra mim, quadris rebolando pra trás pra encontrar cada movimento, gemendo rouco: “Mais forte… assim… porra…”

O orgasmo veio em ondas crescentes. Primeiro um tremor nas coxas, depois os músculos da buceta apertando meu pau em espasmos ritmados, cada contração mais forte que a anterior. Ela urrou alto, um som gutural e longo, o corpo inteiro convulsionando. Vi os pés dela, descalços no chão, os dedos se curvando e apertando com força, unhas cravando no tapete enquanto as ondas de prazer a atravessavam: uma, duas, três, cada uma fazendo o corpo dela tremer, a buceta pulsando em volta do meu pau como se quisesse me sugar pro fundo. O urro virou gemidos entrecortados, o corpo arqueando pra trás, costas suadas colando no meu peito.

Assim que a última onda passou, um espasmo final que fez a buceta apertar forte uma última vez, ela perdeu sustentação. Os braços cederam, o corpo caiu pra frente no encosto do sofá, bunda ainda empinada e arrebitada, tremendo de leve, a buceta exposta e pulsando, molhada escorrendo pelas coxas. Ela ficou ali, ofegante, rosto virado de lado apoiado no sofá, olhos semicerrados, um sorriso exausto e satisfeito nos lábios inchados.

“Caralho… isso foi…” murmurou ela, voz rouca e baixa, sem terminar a frase, só respirando fundo enquanto o corpo ainda tremia nos resquícios do gozo.

Ela ainda ofegante, bunda arrebitada e tremendo nos resquícios do gozo, virou o rosto de lado no encosto do sofá, olhos semicerrados e sorriso satisfeito. “Falta você gozar, vizinho… vem cá.”

Eu saí de dentro dela devagar, pau ainda duro e brilhante de lubrificação, e ela se virou, ajoelhando no chão entre minhas pernas. Segurou a base com firmeza, olhando pra cima com aqueles olhos verdes cheios de malícia.

“Quero sentir você gozar na minha boca… mas primeiro nos peitos. Me deixa te chupar gostoso?”

Levou a glande pra boca devagar, lábios envolvendo a cabeça quente, língua circulando a coroa em movimentos lentos e molhados. “Tá tão duro… tão gostoso na minha boca…”, murmurou entre lambidas longas na haste, subindo até a ponta e voltando a engolir metade, a mão masturbando a base no mesmo ritmo. “Quero te deixar louco… goza pra mim, vai… enche meus peitos de porra quente.”

A outra mão apertava minhas bolas de leve, massageando enquanto a boca subia e descia mais fundo, saliva escorrendo pelos cantos, gemidos abafados vibrando no pau. Eu segurei o cabelo ruivo dela, guiando sem forçar, sentindo o prazer subir rápido demais. “Paula… vou gozar… caralho…”

Ela tirou a boca no último segundo, masturbando forte com as duas mãos, punho subindo e descendo rápido e firme na haste molhada. “Goza… goza nos meus peitos… me marca toda…”

Gozei forte, jatos quentes espirrando nos seios fartos, escorrendo pelos mamilos duros e pela barriga definida. Ela gemeu de satisfação, lambendo a glande uma última vez pra limpar o resto, depois esfregou o pau entre os peitos sujos, espalhando tudo com um sorriso safado.

Depois, tomamos banho juntos no box apertado do 1802. Água quente caindo nos corpos suados, nos beijamos devagar sob o jato, mãos passeando preguiçosas, eu lavando as costas dela, ela ensaboando meu peito, mais carícias leves que preliminares do que sexo urgente. Saímos enrolados em toalhas, ela pegou uma camiseta velha minha que deixei no sofá e vestiu, sem nada por baixo.

Fomos pro meu apartamento. Na cama, deitados de conchinha, corpo dela colado no meu, perna jogada por cima da minha coxa. “Terminamos de fechar as fotos e mandar pro cliente?”, perguntei, beijando a nuca dela.

Ela riu baixo, virando o rosto pra me olhar. “Já mandei hoje de manhã. Só queria ver junto com você… porque eu sabia que ia dar nisso aqui.”

Sorri, puxando-a mais pra perto, e adormecemos assim, o prédio silencioso, a Paulista piscando lá embaixo.

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