Casal Moderno - Capítulo 2 - Revelação e Provocação

Um conto erótico de Inc Fantasy
Categoria: Heterossexual
Contém 2549 palavras
Data: 18/02/2026 17:09:10
Última revisão: 18/02/2026 17:16:36

Um dia, chegando em casa da academia, notei Ana Paula um pouco distante. Ela geralmente me cumprimentava com beijo e um abraço e logo comentava do dia dela. Mas dessa vez ela não disse nada, só um "Boa Tarde" seco, estranhei, mas não persegui o assunto.

Segui para o banheiro, tomei banho e desci para jantar, a comida tava pronta, mas Ana Paula estava comendo na sala. Decidi jantar sozinho e esperar para resolver depois. Terminei de comer e subi para o quarto onde liguei a televisão e a esperei, quando ela subiu, veio de pijama longo, mostrando que não estava nem um pouco afim de intimidade. Então perguntei.

Pedro - Amor... O que ta acontecendo?

Aninha - Tô puta... Obviamente.

Pedro - Que isso amor... O que aconteceu?

Aninha então senta de braço cruzado na cama e esbraveja.

Aninha - Porra, tá de sacanagem, Pedro? Eu vi a merda do teu histórico, tá batendo punheta pra caralho por quê? Mal casou e já cansou de mim?

Meu coração gelou, não sabia o que dizer.

Pedro - Amor... Calma.

Aninha - Calma o caralho, porra! Eu me esforço pra ficar gostosa pra você! Ai você fica vendo merda na internet?

Vi que não tinha saída, eu iria ter que explicar.

Pedro - Tá bom, calma, deixa eu falar. Você vai entender, juro.

Aninha - Acho bom você se explicar muito bem.

Respirei fundo, então comecei.

Expliquei a ela sobre meu fetiche, como eu fiquei excitado quando Beto ficou secando a bunda dela, expliquei que eu só imaginava ela em todas as situações de vídeos que eu via que eu queria ver outros caras secando ela, mas que sabia que era algo absurdamente estranho, então nunca revelei. Assegurei ela que eu a amava mais do que tudo no mundo e que eu só tinha olhos pra ela e que nunca iria forçar ela a fazer nada daquele tipo.

Ao final da minha explicação, Aninha estava com olhos marejados.

Aninha - Ai, amor... - Disse em tom de pena - Desculpa... Eu não sabia que aquela brincadeira que fiz iria te afetar dessa forma...

Pedro - Não é culpa sua da minha mente ser doente. - Disse irritado comigo mesmo

Aninha - Não! Não é! Todos tem seus fetiches, amor... Não tem problema... Mas... Isso é algo que você gostaria que eu fizesse? - Perguntou receosa

Pedro - Sinceramente... Acho que sim, amor, mas eu nunca iria te colocar em uma situação dessa sem você querer... Eu consigo tranquilamente viver sem isso, nem vídeo eu preciso. So preciso de você. - Disse a abraçando.

Ficamos um tempo em silêncio.

Aninha - Olha amor... Não sei se eu consigo fazer esse tipo de coisa. Até acho legal quando outros reparam em mim, mas acho que é até ai que vai, nunca tive vontade de me mostrar pra ninguém. - Disse preocupada.

Pedro - E nunca vai ter que mostrar pra ninguém além de mim. Eu te amo e você é só minha, esses pensamentos que eu tenho não vão influenciar na nossa vida, prometo.

Aninha - Tá bem... Mas eu prometo que eu vou pensar, tá bem?

Pedro - É mais do que o necessário, te amo!

Aninha - Também te amo, seu doido!

Nos beijamos e dormimos de conchinha naquela noite.

De alguma forma essa conversa nos aproximou ainda mais, todos os dias acordávamos rindo e brincando um com o outro, nos amando. Nossa parceria e cumplicidade melhorou muito.

Um dia, estávamos transando e tínhamos bebido um pouco em casa, ela estava sentando em mim com aquela figura maravilhosa dela.

Pedro - Caralho Ana Paula, você é muito gostosa, puta que pariu! - Exclamava enquanto ela sentava

Aninha - Ah é? Que bom que você acha, amor! Tenho certeza que tem um monte de gente querendo ver também! - Provocou

Decidi tentar algo.

Pedro - Devia deixar! Esse corpo lindo tem que ser visto mesmo!

Aninha - Tem, é? Então vou começar a ir pra piscina com aquele meu biquíni curtinho, seu safado! Vou deixar o Beto ver melhor a bunda que ele gostou tanto!

Aquelas palavras entraram como uma flecha, meu coração acelerou e meu pau ficou duro como nunca antes, aumentei o ritmo e estocava meu pau contra a sentada dela, fazendo o barulho amplificar

Aninha - AI CARALHO! ISSO! ME COME! ME FODE!

Pedro - SUA CACHORRA, QUER SER VISTA, NÉ?

Aninha - QUERO. QUERO QUE ME OLHEM, BEM PUTINHA!

Gozei com um berro, nunca antes tinha gozado tanto. Ana Paula se desmontou no meu peito, deixando meus líquidos vazarem dela.

Aninha - Ai amor... que delicia que foi isso.... - dizia entre suspiros - Acho que você nunca tinha me comido tão gostoso! Vou brincar com você assim mais vezes!

Pedro - Caralho... Não sei se meu coração aguenta, amor... Foi bom demais!

E assim encerramos mais uma das nossas infinitas noites de amor. Mas algo mudou a partir dali. Constantemente estávamos transando fantasiando pessoas olhando ela, mas depois nem tocávamos no assunto, era uma vida bem normal de casal moderno que vivíamos. Saiamos com nossos amigos, eventos de família e tudo mais. Mas depois de cada evento, transávamos imaginando situações onde ela estivesse sendo vista.

No meu aniversário, nossa vida teve mais uma mudança significativa. Resolvi dar uma festa bem grande na nossa casa, chamei família e amigos, quando fui comunicar à Beto sobre o barulho que eu faria, resolvi chamá-lo também, já que meu pai o conhecia por ser vizinho da minha avó. O dia chegou e os convidados foram lotando a casa, mas não via minha esposa em lugar algum, fui até o quarto procurá-la e, antes mesmo que eu pudesse entrar no quarto, ela saiu e minha nossa, ela estava um espetáculo.

Ela vestia salto alto e um vestido de tubinho preto muito curto que ia até menos da metade das coxas grossas dela. maquiagem leve e um perfume que cobria todo o local.

Pedro - Eita porra!

Aninha - Hmm... Gostou, amor?

Pedro - Ana. - Chamava ela assim quando queria enfatizar alguma coisa - É preciso que você entenda que nada que você vestisse iria esconder o quão gostosa você é. - Continuei - Só que, vendo você agora, eu tenho certeza que não existe nada tão bom que não possa melhorar!

Minha esposa riu feliz com o elogio e me deu um logo beijo e disse no pé do meu ouvido.

Aninha - Sempre da pra melhorar.... Ainda mais quando você ver o presente que eu comprei pra você.

Ela se desvencilhou do meu ouvido e agarrou meu pescoço olhando nos meus olhos.

Pedro - Qual o presente? Sou ansioso, não aguento ficar sem saber!

Aninha - Não posso mostrar agora... Tá em baixo do vestido. - E riu enquanto descia para cumprimentar os convidados.

A festa seguiu, Aninha atraiu olhares de todos os homens da festa e a fúria de algumas esposas de amigos meus e do meu pai, que, pasmem, também não conseguiu disfarçar muito. De vez em quando Aninha olhava para mim e ria, sabendo do efeito que estava causando nos homens e no efeito que aquilo causava em mim também, ela ria de piadas ruins e era muito sociável com todos, até mesmo com tio Sérgio, que não fazia questão alguma de disfarçar o quanto secava ela. Estava claro para mim que ela estava provocando meu fetiche, ainda que de forma discreta.

A noite ia caindo e as pessoas seguiam se despedindo, alguns abraços demorando um pouco mais em Aninha, mas já era esperado, no final, meu pai e Beto foram os últimos a ficar, teve jogo do Vasco no dia também e estavam comentando, pois havia colocado a TV no quintal para que todos pudessem ver. Mas no fim, meu pai se despediu e foi embora e Beto me perguntou se podia ficar para ver a coletiva de imprensa do técnico e que depois se retiraria ali pela cerca mesmo. Não vi problema, já que praticamente dividíamos o quintal. Subi para ir de encontro a minha esposa, que já havia terminado de organizar as coisas para limpar no dia seguinte.

Ao chegar no quarto, vejo ela deitada de barriga para baixo, seus pés levantados e seu queixo repousado sobre sua mão, em uma pose sexy que fazia o vestido subir mostrando quase metade da bunda e, mesmo assim, não conseguia ver a calcinha, evidenciando que era minúscula.

Aninha - E ai, Aniversariante... Pronto pro seu presente?

Pedro - Porra, Ana.... - Disse tirando a calça.

Aninha - Epa epa... Calma, rapaz.... Pra que a pressa? Deita ai. - Disse se levantando e apontando para a cama.

Deitei na cama e minha esposa veio entre minhas pernas massageando meu pau sobre a cueca.

Aninha - E ai... Curtiu hoje? - Disse me tom sexy

Pedro - Muito... Adorei a festa, obrigado, amor.

Aninha - De nada, meu gostoso... E agora.. O que você quer? - disse mordendo meu pau devagar sobre a cueca.

A visão do decote de Ana Paula, ainda com um pouco de suor, fazendo seus seios brilharem, derrubaria o mais forte dos homens.

Pedro - Agora eu quero ver o meu presente!

Aninha - Hmmm... Vai ver sim! Tive que tomar muito cuidado hoje pra ter certeza de que só você visse.

Pedro - Como assim?

Aninha - Esse vestido sobe muito... Em alguns momentos quase que você não foi o primeiro a ver... Mas eu tomei cuidado.

Aninha sabia o efeito que isso causava em mim, sabia que eu queria mais do que tudo que alguém a visse assim. Então, embriagado por álcool e tesão, disse.

Pedro - Não precisava ter tomado cuidado... Não me importaria de ver depois

Aninha parou, meio surpresa, mas sem quebrar o clima.

Aninha - Nossa amor... Sua esposa toda gostosa em uma lingerie tão pequena... E você não quer ser o primeiro a ver?

Pedro - Amor... Você sabe como eu sou... Se dependesse de mim você mostrava pro Beto la em baixo agora.

Aninha travou, quase quebrando seu personagem, mas seguiu a provocação.

Aninha - Pena que ele não tá aqui, né? Se não te provocava.

Pedro - Bom, ele tá lá em baixo ainda, tá vendo o final da coletiva.

Ana então quebrou um pouco o personagem

Aninha - Ué.... Ele ainda não foi embora?

Pedro - Não, ele pediu pra ver e depois iria embora pela cerca mesmo.

Aninha parou, pensou

Aninha - É isso mesmo que você quer, amor? - Perguntou em dúvida

Impulsionado pelo álcool, respondi

Pedro - Ah, amor... Você sabe que sim, mas vou entender se não quiser, pra mim, o dia tá perfeito e quero muito ver esse presente que você tá usando!

Aninha levantou da cama e abaixou o vestido.

Aninha - Olha... Eu quero muito te dar o dia REALMENTE perfeito.... Então.... Só dessa vez.... Eu vou tentar... Mas não prometo muito, tá? - Disse decidida.

Pedro - Caralho amor.... Tá.... O que você vai fazer? - Disse com o coração acelerado.

Aninha - Só... Espera uns 5 minutos... E desce pra varanda... Não faz barulho.

Ela disse enquanto terminava uma bebida que estava ali no quarto, já saindo, rebolando naquele vestido minúsculo.

Meu coração acelerou.

Cinco minutos duraram uma eternidade. Quando finalmente o tempo acabou, desci o mais rápido e o mais silencioso que pude, procurando lugares estratégicos para poder olhar.

Em um canto da sala, havia uma janela que dava visão do quintal inteiro e a sala estava com as luzes apagadas, então conseguiria observar dali sem ser percebido.

Vi Beto sentado em uma cadeira de plástico, já sem camisa, e Aninha ao lado dele, conversando.

Beto - Não tem problema mesmo?

Aninha - Não, fica tranquilo, só tô terminando de organizar as coisas.

Aninha disse enquanto catava algumas latas pelo quintal. A coletiva ainda estava rolando, mas Beto agora perseguia minha esposa com seus olhos. Aninha por sua vez, insistia em abaixar sem dobrar os joelhos, fazendo com que seu vestido fosse subindo de leve, até que aplicou o golpe certeiro.

Em um momento ela se dirigiu até a televisão e abaixou para pegar uma lata.

Aninha - Licença... - Disse em tom calmo, atrapalhando a visão da TV.

Nesse movimento, aconteceu. O vestido de aninha subiu até o inicio de suas costas e sua bunda ficou completamente exposta para Beto e eu pude finalmente ver meu presente.

Ela vestia uma calcinha preta muito fina, que sumia na bunda dela e, com mais um movimento calculado, ela olhou para trás e sorriu para Beto.

Beto - Eita, meu anjo.... - Suspirou bêbado.

Aninha - Acontece, né? Haha - Riu e continuou catando as latas e copos, sem descer o vestido, com a bunda completamente exposta.

Ela parava ao lado dele e suspirava.

Aninha - Nossa, é muita bagunça...

Beto - Vai acabar sujando essa roupa linda...

Aninha - Verdade... Acho que vou tirar.

Disse aninha em um movimento retirando o vestido pela cabeça, revelando seu sutiã, também preto de renda.

Beto - Minha nossa.... Seu marido vai ficar muito feliz!

Aninha - Será? O Sr. acha que eu fico bem assim? - Disse dando uma voltinha empinando um pouco a bunda.

Beto - Você tá incrível! Queria poder te ver assim todos os dias!

Aninha - Hahaha, quem sabe eu não deixo o senhor ver de novo depois... -

Beto chegou a tossir de nervoso.

Aninha seguiu arrumando, a coletiva já havia terminado, mas Beto continuava lá. Quando Aninha terminou de catar tudo, ela perguntou.

Aninha - Ué, já acabou? Achei que o senhor só queria ver a coletiva hahaha

Beto - Com todo respeito, meu anjo, mas no meio dela achei coisa melhor pra olhar... - Disse ansioso.

Aninha - Hmmm, entendi...

Beto - Deixa eu te perguntar... Não te incomoda estar assim comigo aqui?

Aninha - Hmmm... Não. O senhor foi legal com a gente desde o inicio, acho que uma pequena recompensa não faz mal. Hehe

Beto - Gentileza gera gentileza, graças a Deus.

Aninha riu e chegou mais perto de Beto, colocou uma mão no ombro dele e uma em sua própria cintura, dando uma visão completa de sua figura malhada ao nosso vizinho feio.

Aninha - Ai Beto... O papo tá bom.... Mas hora de ir dormir, tá? - Disse dando a deixa para ele ir embora

Beto - Vou sim... mas... Desculpa... Eu posso ver mais um pouco?

Aninha pensou e assentiu. Quase gozei nesse momento.

Aninha - Hmm... Tá bem, vou te mostrar o presente secreto que eu vou dar pro meu namorado hoje, ai você vai pra eu poder entregar, pode ser?

Beto - Claro! - Respondeu ansioso.

Aninha então riu, se afastou de beto e virou de costas, abaixando mais uma vez sem dobrar os joelhos deixando toda sua bunda visível para o vizinho.

Aninha - Vou contar até três e depois até três de novo.

Beto - Como assim?

Aninha : Um, Dois, Três!

Ao final da contagem, Aninha abriu a bunda dela, a borda dos seus lábios vaginais estava visível, mas o que chamou atenção foi em cima. Aninha usava um plug anal rosa, sua buceta estava escorrendo líquido, ela forçou o cu, como quem abre e fecha durante cada número da contagem.

Aninha: Um, Dois - Ela esticou bastante o dois: Três! : E soltou a bunda.

Sua bunda balançava enquanto ela virava de frente para ele outra vez.

Aninha - Boa noite, Beto! - E entrou, deixando nosso vizinho sem reação.

Quando Aninha entrou, ela me procurou pela sala, pois sabia de onde eu estaria olhando.

Aninha - Vem. - Disse autoritária

Eu paralisei com a figura daquela gostosa subindo as escadas.

Aninha - Agora. - Ordenou

Subi atrás dela, admirando aquela bunda incrível, ansioso para o presente secreto que eu estava prestes a receber.

><

Segundo capítulo as coisas começam a esquentar, uma nova porta se abriu para o íntimo de Pedro e Ana Paula. Quais serão os taboos que o casal irá quebrar daqui em diante?

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