Olá
Me chamo Fernando(fictício), tenho 1,85m, 45 anos, moreno, uso algumas argolas na orelha, tenho um corpo bacana, peso 89kg, faço musculação e corrida diariamente. Atualmente moro sozinho. Minha cunhada mora na casa de cima com as duas filhas, depois q se separou do meu irmão, não namorou mais e viveu apenas para o trabalho e para as crianças.
Minha cunhada, Kátia (fictício tbm), tem 48 anos, mulata, deve ter 1,65m, tem um corpo bonito apesar de ter se largado um pouco, mas uma coisa ela não perdeu: o jeito sexual q tem no olhar! Meus amigos, que mulher sexy, que exala putaria quando passa. Enfim, sempre tive desejo por ela, mas n sabia como concretizar, até que...
Um dia qualquer da semana, às 7:00 da manhã, ouço alguém batendo na janela do meu quarto. Acordo assustado e vou atender. Era Kátia desesperada pq o pneu do seu carro tinha furado e ela n sabia o que fazer, já que estava com compromisso. Prontamente ofereci ajuda e troquei o pneu!
Ao acabar o serviço, ela desceu da sua casa e me agradece bastante, ao passo q eu disse brincando q era 20 reais o serviço...ela perguntou se falava sério e eu desmenti. Fiquei com esse crédito.
Algum tempo se passou e novamente o pneu estava baixo pela manhã. Troquei, ela agradeceu, e dessa vez disse q ia me dar os 20 reais. Eu disse a ela q ia cobrar, mas q o pagamento seria de outra forma.
Devo admitir q estava ansioso com medo da resposta dela, afinal somos cunhados e nunca tivemos intimidade exagerada.
Quando falei isso, ela voltou até mim e disse n haver entendido.
Fiquei em choque, mas segurei a onda e disse: vc vai me pagar, mas n vai ser com 20 reais. Te cobro depois...disse isso e saí andando.
Passaram-se uns dias, eu estava só em casa, só de bermuda e ouvindo umas músicas. De repente ouço o portão da casa abrir, era ela chegando com comprar do mercado. Ofereci ajuda e ela aceitou.
Subi com as compras e quando estava descendo pra casa ela pergunta rindo se n vou cobrar por esse serviço tbm.
Volto até ela e digo:
- já me deve do outro serviço e que se quiser pagar agora será com juros.
ela me questiona:
- Como será?
respondo:
- Sei que posso estar sendo louco e que vc pode nem falar mais comigo, mas eu quero um beijo seu.
Ela fica imóvel, ar pensativo e muda. Vou encostando nela e dizendo baixinho q é só um beijo. Abraço a sua cintura e vou beijando devagar aquela boca carnuda.
Meus amigos, q beijo incrível. Nos beijamos por uns 5 minutos e meu pau latejava de duro.
Ela sussurava na minha boca que não podíamos fazer aquilo. Que era errado, que eramos cunhados, que meu irmão não poderia saber daquilo que tava acontecendo...enfim, eu só continuava beijando e roçando meu pau no seu corpo. Aos poucos, kátia foi se soltando e entrando no clima da putaria. Me beijava e cravava as unhas nas minhas costas. Eu apertava seus peitos enquanto a beijava e ia roçando pau no seu corpo, uma loucura gostosa demais.
Depois de alguns minutos nos beijando, pego sua mão q estava em minhas costas e desço até o meu pau. Ela começa a apertá-lo ainda por cima do short. Ele tava duríssimo, babando, todo melado... pego nas laterais do short e desço um pouco até q meu pau vai pra fora. Meus amigos, a cara de surpresa dela foi incrível. Ela olha como se fosse o último nectar do mundo, dava pra ver sua saliva preenchendo sua boca.
Eu vendo aquela cena pergunto:
- Não gostou dele?? Acha q dá pra te comer gostoso com ele?? Quer experimentar?
Ela não se faz de rogada, senta no sofá, me puxa pela cintura e começa o boquete mais delicioso q senti... que boca macia. ela queria uma pica, dava pra ver. Estava sedenta.
A medida em que ela chupava meu pau, eu ia falando putaria e me segurando pra não gozar. em determinado momento levanto ela do sofá e dou um beijo na sua boca...vou tirando sua blusa e começo a chupar seus peitos, detalhe é que ela não largava meu pau... Eu chupava seus peitos e tocava sua buceta por cima do short q ela usava. Puxo ela pro sofá, vou descendo lambendo sua barriga e e tiro seu short junto com a calcinha. Queridos amigos, que buceta linda... greludona, parecia um mini pau. que buceta suculenta. chupei tanto q doeu o freio da língua. Ela estava em êxtase depois de ter gozado na minha boca e eu subi lambendo seu corpo até encontrar sua boca novamente. Nesse momento, meu pau ficou na mira certinha da entrada da sua buceta e fui encaixando.
Meu pau ia entrando centímetro por centímetro. Enquanto eu mordia sua orelha, ela gemia diferente, era um gemido de dor com prazer, falava pra eu ir devagar, falava q meu pau era grande e tava muito gostoso, mandava eu meter bem lento. Eu tava doido de tesão... quando ela acostumou com o pau dentro, eu comecei com movimentos maus fortes e comecei a falar mais putaria, ela já havia perdido a razão tava amando aquilo e disse q ia gozar. Fui bombando bem mais forte até q ela goza gritando e desencaixa do meu pau. Achei q houvesse passado mal e perguntei o que houve. Ela me acalma e diz q gozou tanto q achou q ia desmaiar. Rimos disso q sugeri q fossemos para a cama, ela topou.
Ao chegarmos na cama, deitei e ela deitou no meu peito alisando minha barriga enquanto eu a segurava pelas costas. Sua mão foi descendo e tocou meu pau iniciando uma punheta ainda de pau mole. A medida q o pau foi subindo ela desceu para chupar de novo, eu tava amando aquilo e fiquei observando aquele boquete caprichado. Em um determinado momento, a puxo pra cima, ainda deitada de conchinha comigo, e vou pincelando o pau na entrada da sua buceta. Quando o pau está na portinha, enfio de vez. Ela geme alto e me xinga, despertando o instinto brutal. Nessa hora vou enfiando como se não houvesse amanhã. Metia com tanta força q ela nem conseguia respirar direito. Fico nisso uns 5 minutos bombando muito, até q tiro o pau pq sinto q vou gozar.
Vou até o ouvido dela e fico falando putaria ate me acalmar, mas o detalhe é q continuo roçando o meu pau na entrada da sua buceta e enquanto vou vou pincelando o pau passa pelo cu dela tbm. Vou mordendo sua orelha, e falando putaria, dizendo q o seu cu era lindo e delicioso, q meu pau tava roçando nele, perguntava se ela tava gostando. Ela não respondia nada, permanecia de olho fechado e de boca aberta, tava curtindo o momento.
Nessa hora, melo meus dedo de cuspe, passo na cabeça do pau e vou encostando no seu cu. Ela tenta sair, mas eu acalmo a situação dizendo q não ia enfiar de vez. Nisso vou forçando a entrada da cabeça e ela gemendo e dizendo q não, que era virgem do cu, q ia doer. Eu n queria saber de nada daquilo, só queria comer aquele cu q desejei por tanto tempo.
Quando a cabeça entra ela fica imóvel, e eu tbm. Vou falando pra ela ficar parada, pra acostumar e ficamos nisso alguns segundos. Até q sugiro q ela se movimente pra ter o domínio da foda. Ela começa o mexe mexe. meus irmãos, em minutos meu pau tava todo dentro daquele cu e ela já delirava.
Eu deitei e a puxei pra um coqueirinho de costas, só que com o pau no seu cu. Ela me disse depois q nunca havia feito naquela posição. Eu metia tanto e com força naquele rabo q ela gozou sentada em mim. Quando ela estava gozando gemia alto e eu não estava mais conseguindo segurar o meu gozo, foi aí q empurrei ela pra cama, fiquei em pé na sua frente e comecei a bater uma punheta, ia gozar... mandei ela abrir a boca e olhar pra mim, puxei seu cabelo pra trás e fui gozando muito, caia no rosto e na boca e ela estava meio q rindo daquilo, com ar de satisfação. Depois q gozei, puxei ela até a altura do meu rosto, beijei sua boca e disse q aquele era um segredo nosso, que ela podia furar o pneu do carro q eu estaria sempre alí pra ajudar a trocar. Rimos extasiados, ela se vestiu e subiu pra casa.
Aguardem o dia em que comi aquele cu dentro do carro na rua de nossa casa. vcs vão gostar.